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O segredo da minha primaPublicado em 2013-02-06 na categoria Contos eróticos / Zoofilia
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Sempre fui uma rapariga de mentalidade com relação ao sexo em todas as suas manifestações. No entanto, confesso que não estava preparada para o que ia descobrir. Era algo do qual já tinha ouvido falar, mas nunca tinha visionado nada a esse respeito, até pela repulsa que esse tipo de acto me fazia. Sem querer, ia inevitavelmente enfrentar esse mundo, em pessoa.Tudo começou quando me inscrevi para ir estudar para uma faculdade. Depois de aceite, tive que me mudar para essa cidade. Felizmente, viviam aí uns tios meus que tinham uma casa numa zona residencial, na periferia da cidade e que não ficava muito longe da minha Universidade. Com agrado aceitaram receber-me lá em casa como hóspede. Eles tinham uma filha única, mais velha do que eu. Era uma rapariga muito introvertida, de poucas falas. Na altura pensei que o facto dela ser baixinha, um pouco gordinha e não ser particularmente bonita, contribuía para a sua forma de ser. Ela trabalhava numa empresa por turnos, onde entrava às 15h e saía às 23h. Não lhe conheci namorado e como eu também não tinha namorado, apenas amigos coloridos na minha terra, neste novo ambiente, comecei a sair mais com ela. Eu saía de casa sempre por volta das 10h e reparei que ela dava banho aos dois cães da família com grande regularidade, sempre duas ou três vezes por semana. Quando a questionei em tom de brincadeira dizendo que ela era uma maníaca das limpezas, ela justificou-se com uma alergia qualquer. Na altura não pensei mais no assunto. As semanas passaram-se e o nosso quotidiano mantinha-se. Os meus tios saíam às 8h, eu saía duas horas depois, cumprimentava a minha prima na sua limpeza canina, ia para a faculdade e já não a via mais nesse dia. Certo dia o meu carro teve uma avaria quando retornava a casa e tive que chamar a assistência em viagem. Levei o carro para uma oficina auto que me foi aconselhada pelo meu tio. Deixamos o carro no parque, entreguei a chave ao mecânico que residia ao lado e um táxi trouxe-me a casa. No dia seguinte tinha que ir de transporte público para a faculdade, cuja paragem ficava a pouco mais de 500 metros de casa. Como tinha que estudar para um trabalho, no dia seguinte optei por não ir para a Universidade e ficar em casa a estudar. Só iria sair para ir buscar o carro. Acordei à mesma hora do costume, abri as portadas da janela para trás. Estava um lindo dia de sol. Voltei para a cama e comecei a ler o livro sobre o qual teria que fazer um trabalho. Levantei-me mais tarde com fome e decidi descer à cozinha para comer qualquer coisa, levando comigo o livro para ir lendo. Ao descer descalça as escadas, ouvi uns gemidos ao longe. No início assustei-me mas rapidamente reconheci o seu significado, alguém estava a fazer sexo na sala. E esse alguém só poderia ser a minha prima. Como não viu o meu carro no pátio, terá julgado que eu já saí, meteu um amigo secreto em casa e estava no bem bom. Sorri enquanto pensava nisto e em bicos de pés aproximei-me da porta aberta. Quando espreitei, a minha surpresa foi tal que larguei o meu livro que cai no chão com um grande estrondo. Com o barulho, a minha prima assusta-se dando um grito e olhando na minha direcção. Ela fica completamente pálida com os olhos muito abertos a olhar para mim. Nunca tinha visto uma pessoa ficar tão branca. Durante uns segundos ficamos caladas e quietas a olhar uma para a outra sem qualquer reacção. Então a sua cara mudou de cor, passando de branco para um vermelho muito escuro. Tentou tapar-se mas estava impedida de fazer grandes movimentos. Não havia muito a tapar, o que estava a fazer era mais do que evidente. Ela estava toda nua, de quatro e atrelado ao rabo dela e virado na direcção oposta estava um dos seus enormes cães. Estavam de tal forma presos que nenhum dos dois conseguia soltar-se. Dei meia meia volta e regressei ao meu quarto completamente chocada com o que tinha presenciado. Pelo caminho foi invadida com alguns arranques de vomito, mas como não tinha nada no estômago, não deitei nada para fora. Até a fome tinha passado. Uns minutos depois, ouço bater à porta do meu quarto. Ainda vermelha de vergonha, ela entra pedindo licença, aproximando-se de mim com os olhos fixos no chão. Senta-se na beira da cama e com dificuldades começa por pedir desculpa por aquilo que eu tinha acabado de ver. Pensava que estava sozinha em casa. Depois começou a tentar explicar-se. Contou-me que tudo teria começado por acaso. Os cães andavam livremente pela casa e um dia depois dela tomar um banho foi para o quarto de toalha. Um dos cães que andava com o cio estava deitado sobre o tapete do quarto. Ela estando à vontade tirou a toalha e ficou completamente nua. Como já era costume o cão aproximou-se dela e começou a lamber-lhe a perna junto ao tornozelo. Mas naquele dia, o telemóvel tocou, ela atendeu e quando o ia pousar na mesinha de cabeceira, ele caiu, bateu no seu pé e foi para debaixo da cama, junto à mesinha de cabeceira. Ela baixou-se para o ir buscar e nesse preciso momento o cão que estava atrás dela monta-se em cima dela. Com o impulso do cão ela cai desamparada para a frente, caindo entra a cama e a mesinha, fazendo-a ficar presa. Ela como estava com a cabeça mesmo debaixo da cama não se conseguia levantar. Também não conseguia retroceder nem fugir por baixo da cama. O volume e peso do cão impedia-a de fazer qualquer movimento de fuga. Começou a gritar com o cão para ele a deixar mas este não lhe obedecia e começou a fazer os movimentos de cópula. Ela conseguia sentir a sua verga a bater nas suas nádegas e na sua vulva mas sem nunca a penetrar. Com a queda ela deu um mau jeito à coluna o que também a impedia de se mexer. Ela tentou lutar como pode com ele, mas ele tinha-a presa e prensada contra a cama e a mesinha. Depois de vários movimentos ele por fim consegue penetrá-la, enfiando-lhe a sua grossa verga dentro dela. Ela confessa que nunca tinha pensado que um cão tivesse um órgão sexual tão grande e grosso. Naquele nomento, com a vergonha de ser apanhada naquela situação deixou de gritar por ajuda. O cão depois de a penetrar começou a copular com ela. Fazia-o com grande vigor. Ela não sabia quanto tempo esteve ali mas pareceu-lhe uma eternidade. Confessou que não sentiu qualquer excitação ou prazer, antes pelo contrário. Por fim sentiu a verga do cão inchar e este desmontou-a, ficando ainda algum tempo presa a ela. Só passados uns minutos é que eles se soltaram. Ela com muita dificuldade saiu da posição que estava e deixou-se ficar no chão deitada por causa da dor nas costas. A chorar com dores expulsou o cão do quarto. Meia hora depois levantou-se e foi tomar novamente banho. Mas para a sua surpresa nessa noite ela teve um sonho muito estranho. No seu sonho ela estava a dar banho a um dos cães, ele estava visivelmente excitado e ela estava completamente nua. Depois do banho ela senta-se no chão, abre as pernas e à sua ordem o cão aproxima-se da sua rata cheirando-a primeiro para depois começar a lambê-la com a sua lingua áspera. Enquanto o cão a lambia ela com uma mão acariciava o seu clitóris enquanto a outra apalpava os seus seios. Depois virou-se, pondo-se de quatro e o cao montou-a, fazendo sexo com ela. Ao sentir aquela verga enorme e grossa, ela gemeu de prazer como nunca, tendo um orgasmo muito intenso. Apesar de não sentir qualquer atração ou desejo de fazer sexo com um animal, a verdade era que não conseguia evitar sonhar com o cão a comê-la. A curiosidade levou-a a pesquisar sobre o assunto na internet, tendo até visto alguns vídeos. Para sua surpresa, ao ver os curtos vídeos ficou toda molhada entre as pernas. Aquilo excitava-a. Ficou muito confusa com tudo aquilo, mas a excitação falou mais alto. registou-se num site de zoofilia e descarregou alguns vídeos. Começou a masturbar-se enquanto os via. Um dia, sem saber muito bem como teve coragem para tal, levou o cão para o seu quarto. Trancou a porta, despiu-se e sentou-se no meio da cama de pernas bem abertas. Começou a masturbar-se. Depois chamou o cão para cima da cama e trouxe-o até si. Com uma mão abriu tanto quanto possível os seus grandes lábios vaginais e com a outra puxou-o até lá. Assim que ele a cheirou começou a lambê-la. Num momento inicial sentiu muito receio mas assim que ele começou a lambê-la este foi substituído por um incrível prazer. O problema era que ele perdia rapidamente o interesse e ela tinha que estar sempre a insistir para ele recomeçar. Virou-se e ao por-se de quatro o cão começou a lambê-la por trás. Ela incentiva-o a montá-la e este não perde tempo. Sobe para cima dela e começa a tentar copular, mas sem sucesso. Então ela agarra-lhe a verga e encaminha-a até à sua racha. Assim que a solta ela entra por completo dentro dela fazendo-a soltar um gritinho de susto, surpresa e prazer. Enquanto o cão investe nela, ela acaricia intensamente o seu clitóris até que uns minutos depois sente um orgasmo do outro mundo. Um orgasmo como nunca antes homem algum lhe tinha concedido. Ela sente que o cão também se veio porque a sua verga incha dentro dela. Para não ficarem atrelados, ela puxa-a para fora e é com bastante dificuldade que se consegue livrar dela. Ela fica mesmo muito inchada. A partir daquele momento ele ficou completamente viciada. Sente-se culpada e envergonhada pelo seu segredo. Mas quem é que não tem esqueletos no armário? |
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O segredo da minha prima




