A minha empregada
Publicado em 2013-02-28 na categoria Contos eróticos / Lésbicas


Tudo começou quando eu contratei uma nova empregada. O seu nome era Jenifer, mas ela preferia ser chamada Jeny. Ela era filha de uma empregada que trabalhara durante anos para a minha mãe e nós praticamente crescemos juntas. Ela era um pouco mais nova que eu, uns dois anos. Eu costumava dar-lhe as minhas roupas para ela quando jovem ou até mesmo emprestar quando ela ia para alguma festa.

Nós, éramos amigas, mas as diferenças sociais e as nossas educações distintas acabaram por falar mais alto e não chegamos a construir uma amizade sólida, mas ainda assim nós dávamos-nos super bem. Ela tinha a mesma altura e o mesmo porte que eu, mas tinha um corpo forte e rijo. Era uma moreninha bem tipica, magra mas os seus seios e rabo eram maiores que os meus.
Bem, no dia da sua entrevista, quando ela chegou eu já estava pronta para ir para o trabalho. Naquele dia eu estava com uma blusa de seda branca, uma saia preta um pouco acima dos joelhos e uma blusa cinza de linho. Por baixo eu estava com um par de meias 7/8 pretas e com um corpete bem sexy de renda. Para completar o conjunto, eu coloquei um par de sapatos pretos bem altos. É assim mesmo que eu vou para o meu trabalho! Eu também coloquei um pouco de maquilhagem. Uma sombra discreta nos olhos, rímel para destacá-los, um pouco de po-de-arroz e um gloss labial que deixava a minha boca com um brilho molhado e sedutor. Foi assim que a Jeny me viu quando eu lhe abri a porta.
Nossa! Que surpresa foi para ela ver-me daquele jeito! Acho que ela não esperava! Fez-me um milhão de perguntas, parecia até que era eu a entrevistada, mas acho que ela adorou. Então eu levei-a até à cozinha para a gente conversar e fui andando na frente dela caminhando com os meus saltos a bater no soalho enquanto eu andava pela sala. Chegando à cozinha, puxei uma cadeira, sentei-me e cruzei as pernas. Sem querer as minhas meias fizeram um barulhinho. Isso acontece às vezes quando eu colo muito as minhas coxas.
Convidei a Jeny a sentar-se, mas ela preferiu ficar de pé. Percebi que ela não tirava os olhos de mim enquanto eu falava, principalmente do meu pezinho. Só para provoca-la e certificar-me para onde ela olhava, eu fiquei a mexer e a esticar o meu pé e brincava com o sapato que saía fácil do calcanhar e ficava pendurado só nos dedinhos, por causa da meia.
Então eu expliquei-lhe que ela tinha que trabalhar de uniforme, se eu recebesse alguma visita importante era para ela calçar meias, que eu queria que ela me acordasse às 6:30 da manhã, etc, etc, etc. Mostrei o quarto dela e disse que eu ia querer uma salada verde e peito de frango grelhado no jantar. E que queria tudo limpinho e arrumado quando eu voltasse. Ela sorriu e disse:
- Deixa comigo Mara.
Não me incomodei com o tratamento. Afinal já nos conhecíamos há tanto tempo que não dava para ela me chamar de madame ou patroa não é mesmo? Despedi-me dela dando um beijinho na ponta do meu indicador e encostando-o nos lábios dela. Achei que era um jeito ao mesmo tempo carinhoso e ao mesmo tempo distante de me despedir dela, como se eu lhe beijasse meio que indiretamente e mantendo o controle das coisas. Nada de beijinhos no rosto. Nós conhecíamos-nos, mas ela era a minha empregada.
Quando eu cheguei a casa do trabalho estava tudo nos conformes. Fiquei muito contente com a Jeny ela havia trabalhado bem direitinho. No dia seguinte ela veio-me acordar. Eu estava com um baby-doll rosinha transparente. A Jeny ficou um certo tempo no meu quarto até eu me levantar, olhando para mim enquanto eu me espreguiçava deitada na cama, esticando o meu corpo e esfregando as minhas pernas. Mais tarde, depois que eu já tinha tomado o meu café da manhã eu estava sentada na minha penteadeira, de meias e lingeries, a preparar-me para sair; a Jeny entra no meu quarto para puxar conversa comigo.
Era para me falar coisas do tipo... precisa comprar material de limpeza, se eu ia querer alguma coisa para o jantar, essas coisas. E eu lá, de meias, calçada de sapato alto, de calcinha e sutiã, com as pernas cruzadas ouvindo-a a falar enquanto eu passava o rímel e colocava sombras nos olhos com a certeza de que a Jeny estava super curiosa comigo. E mais. Ela não parava de olhar paraas minhas pernas. Eu percebia como ela me olhava, e eu não me fazia de rogada. Enquanto eu me maquilhava, eu alisava languidamente as minhas meias, ora com o pé em cima do banco da penteadeira, bem junto do meu rabo, ora com as pernas cruzadas de lado, fingindo prestar atenção nas coisas que ela me dizia. E assim se passavam quase todos os dias. Eu exibia-me para ela enquanto me maquilhava e ela acabava sempre ajudando-me a colocar as roupas que eu deixava separada sobre a cama, abotoando as minhas blusas, puxando o ziper da minha saia ou ajudando-me a colocar um vestido sem borrar a maquilhagem.
Até que teve um dia que eu resolvi colocar meias com cinta-liga. Eu estava em frente à porta aberta do meu quarto colocando uma meia transparente clássica, dessas sem cola de silicone, que a gente tem que prender mesmo com uma cinta-liga. Nem percebi quando a Jeny apareceu. Ela deve ter ficado a olhar com o pé levantado, descendo a meia pela minha perna, alisando e acertando cada centímetro dela, para ela ficar perfeita nas minha perna. Aí, quando eu fui afivelar a cinta na parte de trás da minha coxa foi que eu me dei conta da sua presença e disse apenas: "Jeny..." e ela respondeu:
- Você quer alguma coisa de mim Mara? Pode pedir o que quiser. E ela adiantou-se em minha direção e com uma das mãos pegou no meu pé, e com a outra, ela alisava sem parar a batata da minha perna enquanto eu prendia a cinta na minha meia. Não sei como eu consegui fazer isso com a Jeny a acariciar a minha perna. Mas eu deixei. Quando finalmente eu consegui prender a fivela da cinta eu olhei para a Jeny e disse a sorrie, de brincadeira: "Podes devolver-me o meu pé?" E puxei o meu pé da mão da Jeny.
Pobrezinha! Ela ficou super desconcertada, pedindo mil desculpas, mas eu obriguei-a a parar quando eu toquei a perna dela com o meu pezinho e fui subindo com ele pelas suas ancas até chegar à sua cintura dela. Ela não fez um só movimento...
- Gostas do meu pé Jeny? E estiquei a minha perna e encostei a ponta do meu pezinho nos seios dela.
- Ai, Mara... não sei o que dizer.
- Podes pegar Jeny. E ela apertou o meu pé ao seu corpo. Então eu subi com meu outro pé pelo seu corpo até eles ficarem juntos.
- Queres colocar a meia na minha perna Jeny? Perguntei-lhe segurando o outro pé de meia
- Posso Mara?
- Claro Jeny. Podes não. Deves.
A Jeny já devia ter-me visto vestir meias diversas vezes, pois ela fez tudo direitinho. Ela sabia esticar a meia pela minha perna, desde o meu pé até à minha coxa. E fez isso me alisando com as mãos e envolvendo a minha perna de um jeito delicioso. Sorri para ela surpresa:
- Jeny nunca pensei que tu saberias vestir-me desse jeito! Tu ficavas a olhar para mim não era?
- Ai desculpa Mara ficava sim.
Apenas sorri e pedi a ela que me trouxesse um par de sapatos. Ela trouxe-os e sem tirar os olhos das minhas pernas, baixou-se, pegou nos meus pés e calçou-o, acariciando de leve as minhas pernas. Em seguida ela vestiu-me com uma saia cinza bem justa que fica no meio das coxas. Depois ela vestiu-me com uma blusa de seda branca e roçou de leve os dedos nos meus seios. Olhei bem fundo nos olhos dela tentando adivinhar quais as verdadeiras intenções da Jeny para comigo, mas ela virou o rosto e afastou-se de mim. Depois ela acompanhou-me até à porta e eu despedi-me dela como de costume, mas quando eu encostei o meu dedo nos seus lábios, ela pegou na minha mão e beijou o meu dedo encarando o meu rosto.
Naquele dia eu cheguei tarde do meu trabalho. Estava exausta! Fui direto para o meu quarto e comecei a desabotoar os punhos da minha blusa branca de seda, de costas para a porta que eu deixo sempre aberta quando a Jeny entra no meu quarto e começa a desabotoar a minha blusa abraçando-me pelas costas e dizendo:
- Deixa-me ajudar-te Mara...
E a medida que ela ia abrindo os meus botões, os seus dedos roçavam de leve nos meus seios. Eu deixei-a tocar-me indagando-me se aqueles toques eram intencionais, ou não, por parte dela. Acho que os meus bicos endureceram. Depois dela terminar de tirar a minha blusa ela tirou também o meu sutiã de renda. Fiquei meio que sem acção e apenas cobri os meus seios com as mãos.
Em seguida a Jeny abriu o zíper da minha saia e começou a baixá-la. Não sem passar as mãos pela meu rabo redondinho e todo durinho. Delícia. Eu sou uma mulher magra, mas como a minha saia era bem justinha, eu tive que rebolar e esfregar os meus joelhos num movimento ritimico para ajudar a desce-la. Aí eu senti mesmo as mãos dela, por cima das minhas meias, acariciando as minhas pernas de cima a baixo.
-- Posso tirar as meias Mara?
Fiquei sem saber o que dizer, mas ela nem aguardou pela minha resposta. Ela soltou as ligas da minha cinta, sempre tocando nas minhas coxas, e baixou-as acariciando as minhas pernas deliciosamente. Ai! fiquei molhadinha. Mas eu tinha que aguentar firme. Aí ela tocou nos meus pezinhos e tirou os meus sapatos de veludo com todo cuidado e fazendo carinhos nos meus pés.
Em seguida a Jeny baixou a minha calcinha ficando com o rosto bem junto da minha ratinha e apanhando-me completamente de surpresa. Pensei que ela fosse chupar a minha rata ali mesmo e fiquei arrepiada só de pensar! Então ela levantou-se e eu fiquei apenas a olhar para ela com as mãos a cobrir os meus seios. Aí a Jeny sussurra bem baixo com a boca colada no meu ouvido:
- Vamos tomar um banhinho bem gostoso, Mara?
Estava hipnotizada. Não disse nada, apenas deixei-a conduzir-me até ao wc e entrei na banheira. Aí, enquanto eu prendia os meus cabelos ela tirou o seu uniforme e entrou junto comigo. Virei-me para ela e vi que ela estava sem nenhuma roupa de baixo:
- Jenyyy!.... Exclamei. Mas antes que eu pudesse falar para ela sair, ela agarrou a minha cintura e deu-me um beijo apaixonado na boca! Ela virou minha dona. Ainda sem me refazer do susto, ela pegou a duchinha e deitou o jato de água nas minhas costas!
- Aaiiiii!! Jenyyyy!!! Está geladaa!!! Gritei e empinando-me todinha e ficando na ponta dos pés, encostando o meu corpo ao dela. A Jeny apenas riu e agarrou a minha cintura, continuando a molhar-me com aquela água fria. Tentei soltar-me dela, mas as minhas mãos escorregavam pelo seu corpo molhado e enquanto eu me contorcia e atirava a minha cabeça para trás, as minhas pernas entrelaçavam-se nas dela, com a minha pele branca a esfregar-se na sua pele morena. E ela continuava a rir de mim e dizia:
- É bom para circulação Mara! Tu acostumaste
Então eu, não aguentando aquela água fria nas costas virei-me de novo, ainda com a cintura abraçada pela Jeny. Ela era mais forte que eu e não me soltava.... Aí ela molhou-me na barriga e nos seios que já estavam duros de tesão e ainda mais pela água fria! Depois ela direccionou o jato de água para a minha ratinha.
-- Ai Jenyyy!!! Paaaraaa! Implorei.
Aí ela guardou a duchinha e foi-me ensaboando todinha como se eu fosse uma égua puro-sangue, enquanto eu arfava sem fôlego. E ela ia passando deliciosamente as mãos ensaboadas pela minha barriga lisinha e pelos meus seios, massajando-os demoradamente e beliscando os biquinhos...
Então eu comecei a relaxar e suspirei quando a sua mão desceu até à minha ratinha e ela começou a massajar o meu grelinho! Eu apertava as minhas coxas e quase não conseguia ficar de pé! E não conseguia evitar tambem que gemidinhos curtos saíssem da minha boca enquanto os seus dedos invadiam a minha ratinha raspada:
Ai! Ai! Ai! Huuuuummm...
Como aquela menina me subjugava, explorava o meu corpo, os meus seios, o meu sexo! Depois de me domar, ela resolveu ser boazinha comigo e aqueceu a água para tirar o sabonete que cobria o meu corpo. Estava zonza e a ponto de gozar. Então a Jeny pegou na minha mão para eu sair da banheira, pegou numa toalha bem felpuda e pôs-se a enxugar o meu corpo. Em seguida ela levou-me novamente para o quarto e deitou-me na cama.
Lá, ela pegou um óleo hidratante que eu costumo usar e começou a massajar os meus pés. Que delícia! Então ela foi subindo as mãos pelas minhas pernas. Eu esfregava-as apertando as mãos da Jeny, que escorregavam entre as minhas coxas, e contorcia-me enlouquecida de tesão enquanto eu mesma apertava furiosamente os bicos dos meus seios, gemendo como uma gatinha no cio:
- Ahhhnnn Ahhhhnnn Ahhhnnnn...
Logo eu senti as mãos da Jeny a abrir as minhas pernas e a sua boca a sugar a minha rata com a sua língua a invadir-me e a sorver-me por dentro. Não pude mais aguentar e gozei explosivamente na boca da minha empregada
Depois disso ela aproximou a sua boca dos meus lábios entreabertos, tocando-os de leve e enfiando a sua língua entre eles. A minha língua buscou a dela e eu senti o meu próprio gostinho vindo da sua boca e fiquei de olhos fechados para que ela sugasse os meus lábios. Então ela se despediu de mim dizendo:
- Boa noite princesa.

 
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