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Um dia na praiaPublicado em 2013-01-07 na categoria Contos eróticos / Zoofilia
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O meu nome é Marcia, tenho 33 anos 1,60 de altura, seios médios e um corpo que considero dentro dos parâmetros normais, Estou casada desde os meus 18 anos e posso dizer que tenho um casamento normal, com altos e baixos. O meu marido e eu partilhamos uma mentalidade aberta sobre o sexo, pelo que já experimentamos praticamente de tudo. Desde sexo selvagem até à troca de casais, passando por orgias.O meu marido trabalha como segurança com turnos rotativos o que faz com que muitas vezes trabalhe ao fim de semana. Num determinado domingo, ele teve que ir trabalhar, mas como estava muito calor decidi ir até à praia. Como gosto de fazer nudismo, procuro praias desertas, o que implica ter de ir para locais que não sejam muito procurados. Não tenho qualquer receio de ir sozinha porque sou cinturão castanho em artes marciais, as quais pratico desde a minha infância. Quando cheguei a uma praia para onde costumo ir e sei que não costuma ter ninguém. É uma praia com acesso só para veículos todo o terreno e só é usada por pescadores. Depois de chegar e verificar que não havia nenhum carro estacionado, sinal que não haveria ninguém, foi para o areal. Estendi a toalha, despi-me por completo, passei protector pelo meu corpo e deitei-me a apanhar sol. Por volta das 11h levantei-me e verifiquei que a praia continuava deserta. Decidi ir até à água. Depois de molhar os pés, verifiquei que esta estava gelada. Apesar de se estar bem ao sol, corria uma brisa fresca. Em vez de tomar um banho optei por caminhar ao longo da margem. De repente na areia perto de onde estava a caminhar apareceu um labrador muito bonito, ele era bem grande. Verifiquei que o cão estava muito bem estimado e tinha coleira, sinal que tinha dono e que este não deveria estar longe. Comecei a procurar e consegui ver ao longe na direcção que o cão trazia, na zona de dunas, um pára-vento. Caminhei na direcção do cão. Este veio todo brincalhão para meu lado. Verifiquei então que era manso, fiz-lhe uns carinhos que pareceu gostar muito. Continuei a caminhar, agora na direcção contrária, mas o cão continuava a querer brincadeira. Tentei mandá-lo embora mas ele não me obedecia, então decidi ignorá-lo, talvez assim ele perdesse o interesse. Ao caminhar vi uma bonita concha na areia, baixei-me para a apanhar e o cão nesse momento tentou montar-me, fazendo-me tombar para a frente, ficando de quatro. Senti perfeitamente o seu pau duro a roçar nas minhas coxas. Quando me levantei, sorri com a situação caricata e comecei novamente a andar, ele veio novamente e enfiou o focinho no meio das minhas pernas, o que me deixou completamente arrepiada. Comecei a falar com ele, como se ele me entendesse, dizendo que eu não era uma cadela e que ele não me podia montar. Ele continuava a tentar enfiar o focinho entre as minhas pernas, o que me obrigava a fechá-las e tentar afastá-lo com as mãos. Pude ver que ele estava mesmo excitado porque o seu pau vermelho estava todo de fora. Depois começou a tentar contornar-me para me montar, o que eu tentava evitar movendo-me para um lado e para o outro. Olhei na direcção dos donos e não via ninguém. A praia também continuava deserta. Face àquela situação, só me restava ir vestir o bikini e ir ter com os donos para lhes pedir para prender o cão. Quando cheguei à minha toalha, como não me podia inclinar, sentei-me para me vestir assim. Quando ergui uma perna para vestir o bikini, ele num movimento rápido passa por baixo da minha perna e enfiando o fochinho na minha rata começou a lamber-me enquanto eu apanhada de surpresa demorei a reagir. Tentei fechar as pernas mas tinha receio que o pudesse magoar e provocar um ataque. Tentei então fugir mas ele vinha atrás de mim. A custo ergui-me novamente, mas ele insistia em lamber-me entre as pernas. Como eu me tapava com as mãos e ele lambia-me constantemente as mãos. Por incrivel que possa parecer aquilo até deixou-me excitada. O cão queria mesmo fazer sexo comigo. Teria sentido algum cheiro especial em mim? Enquanto mantinhamos aquela "luta" ele conseguir desequilibrar-me, fazendo-me cair para trás e de pernas abertas. Antes que eu pudesse fazer alguma coisa, já ela estava a lamber-me outra vez a rata. Assustada, surpesa e excitada, deixei o cão lamber, enquanto olhava para um lado e para o outro para ver se via alguém. As lambidelas com aquela língua dura, faziam maravilhas. Eu tremia com a emoção, o meu coração parecia que ia sair-me pela boca, e eu respirava ofegantemente. Fiquei completamente perdida, sem saber o que fazer. Quem diria que aquele cão tivesse aquele instinto? Vendo novamente se não havia ninguém, desci as minhas mãos até ao interior das minhas pernas e abri bem os meus grandes lábios vaginais, permitindo que a língua do cão percorresse toda a minha racha. Comecei a gemer de prazer e não demorou muito para gozar. Depois de ter gozado, o cão continuava a lamber-me, então comecei a acariciar-lhe a cabeça. Vendo novamente se não havia ninguém, virei-me e fiquei de quatro. Ele continuou a lamber-me. Puxei-lhe uma pata para cima e ele tentou montar-me, fazendo os movimentos de cópula mas nem aproximou o seu pau de mim. Desmontou e começou a andar à minha volta como a tentar arranjar a melhor posição. Bati na minha nádega, chamando-o, ele voltou a montar-me e desta vez consegui sentir o seu pau roçar na minha pele. Mas continuava a não conseguir penetrar-me. Voltei então a chamá-lo e assim que me montou novamente, prendi-lhe as patas dianteiras, deslizando o meu corpo mais para baixo. Ele instintivamente continuava a fazer os movimentos de cópula e apesar de eu sentir o seu pau na minha rata, ele não o conseguia enfiar. Empinei ainda mais o rabo e comecei a movimentar-me para tentar acertar. Depois de umas quantas tentativas, consegui enfiar-me o pau, fazendo gemer de tesão. Assim que ele sentiu o seu pau dentro de mim começou a bombar com persistência e com grande velocidade. Soltei-lhe as patas que se fixaram à minha cintura e enquanto ele me comia, comecei a apalpar com força os meus seios como se os quisesse castigar. Uns minutos depois senti o seu pau inchar bastante dentro da minha rata. Ele gozava e metia como louco. Quando senti o seu pau aumentar de tamanho, começando a formar um nó dentro de mim, enlouqueci e comecei a gozar num orgasmo muito intenso. Não havia volta a dar. A dona dele ia apanhar-nos. Tentei imaginar uma desculpa mas a minha mente não conseguia ordenar um pensamento. Aterrada limitei-me a ver a mulher a aproximar-se com um sorriso nos lábios. Quando estava a uns 20 metros de distância chamou o cão, este tentou ir ter com ela mas não conseguiu e limitou-se a ficar a abanar o rabo. Ela aproximou-se ainda a sorrir, cumprimentou-me e sentou-se ao meu lado. Eu estava envergonhada. Pedi desculpa. Ela apressou-se a pedir para não me sentir constrangida. Então confessou-me que o cão, além de cão de guarda, tinha sido treinado para a montar. Fiquei pasma. Ignorava que alguém pudesse treinar um cão para fazer sexo com humanos. Ficou engatado na minha rata uns bons 10 minutos. Durante esse tempo conversamos sobre o assunto. Quando nos separamos, ela perguntou-me se não gostaria de repetir em sua casa. Respondi que sim, então trocamos números de telemóvel e marcamos uma visita para o dia seguinte... |
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