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O melhor amigo da mulher... é o cãoPublicado em 2013-01-22 na categoria Contos eróticos / Zoofilia
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Algumas coisas acontecem nas nossas vidas de forma tão inesperada que conseguem desviar ou até mesmo mudar por completo a nossa personalidade. Chamo-me Sara, sou casada há dez anos com um homem que sempre considerei maravilhoso a todos os nÃveis, até ao dia em que o meu mundo de fantasia ruiu. Foi quando descobri que ele tinha uma amante. Uma ex-namorada, também ela já casada.O meu marido é um homem muito bonito e charmoso, digo isso porque as mulheres ao nosso redor estavam sempre a cobiçá-lo. Mas ele parecia ser imune às outras mulheres, parecia que só tinha olhos para mim. Ele é moreno e tem trinta e seis anos, um metro e oitenta e cinco de altura e peso proporcional, pratica natação todas as semanas, o que o deixa com um físico super atraente. A confirmação das suas infidelidades mexeram e muito com a nossa relação, o que motivou que há alguns meses atras acontecesse um facto na minha vida que a mudaria para sempre, algo que nunca passou na minha mente e tampouco fez alguma vez parte das minhas mais secretas fantasias sexuais. Tenho vinte e oito anos de idade, um metro e oitenta de altura e cinquenta e quatro quilos, tenho a pele clara, o que me impede de tomar sol diretamente (fico vermelha e não me bronzeio), naturalmente tenho cabelos claros, mas reforço com tintura deixando-os super louros. Sou uma mulher bem farta pelo meu tamanho, seios médios redondos, quadril fino, rabo grande, redondo e firme, coxas torneadas e uma barriga bonitinha graças a muito exercício físico. Sou formada em medicina, e o meu consultório fica no centro da cidade. Apesar da traição, decidimos continuar a juntos poir causa dos nossos filhos. No entanto, dormiamos em cama separadas e cada um fazia a sua vida. Procurávamos que os nossos filhos não sofressem com os erros dos adultos. Quando chegou a altura de irmos de férias, preferi não viajar para o exterior. Comentei com o meu marido a minha necessidade de descansar e ele logo concordou, dizendo que também estava cansado e precisava relaxar. Então decidimos ir passar as férias numa casa de campo. Ouvi falar de um lugar lindo e aconchegante, telefonei para verificar se havia disponibilidade. Tudo acertado, arrumamos as malas e seguimos viagem. Desta vez decidimos levar também o nosso cão, que nos outros anos costumava ir para um "hotel" própria. Chegamos, descarregamos as bagagens e fomos dar um volta para conhecer o ambiente. A nossa casa era uma moradia individual ficava dentro de um condomínio fechado com várias moradias, afastadas umas das outras para maior privacidade. Todas tinham piscina e ainda havia um campo de golf. Ainda nesse dia aproveitamos para jantar e fazer compras no shopping na cidade local. As horas passaram a correr e regressamos bastante tarde a casa.. No dia seguinte, acordamos cedo, tomamos café da manhã e o meu marido queria correr na pista de kart que tinhamos visto a caminho de casa. Os meu filhos ficaram eufóricos e aceitaram na hora, menos eu. Eu não estava afim, queria ficar em casa, a descançar e ia aproveitar para dar um banho no Czar. O Czar é o nosso cachorro, está conosco desde filhote e hoje é um grande cachorrão. Deve pesar quase uns setenta quilos e em pé fica do tamanho do meu marido. Prenderam o cão junto da piscina e saíram para se divertir. Eu troquei-me, coloquei uma roupa mais confortável, peguei nuns baldes, sabão e esfregão e fui à luta. Liguei a mangueira e comecei a molhar o Czar. Ele ficava louco, tentando desviar-se da água. Dava cada solavanco na corrente que parecia que iria arrancar a parede fora. O Czar é um cachorro muito forte, é da raça Dogue Alemão, todo mesclado, com um crânio enorme, porem é muito dócil, um bobão mesmo. Depois de o molhar bem, passei o xampô especial para cães e comecei a esfregar. A partir daí ele ficou mais calmo, parecia até que estava a gostar. Eu também. Aquilo era uma optima terapia, relaxava-me. Estava sozinha em casa, um silencio sepulcral e sem pressa de acabar fui dando um tratamento de rei no nosso amigo. Após alguns minutos de esfregação eu entendi porque é que ele estava quietinho. Quando passei a ensaboar por baixo, vi o seu pénis a descer, mole e afiado. Nunca tinha visto um pénis daquele tamanho. Se estivesse alguém por perto naquela hora eu teria ido embora no acto, de vergonha e nojo, mas ali sozinha, não sei, comecei a viajar e em vez de repulsa senti curiosidade, não tesão, mas curiosidade. Continuei a esfrega-lo, só que agora dando atenção especial àquela pénis descomunal. Passava a mão, acariciava o saco. Era igual ao de um homem, menos o pénis, que era maior do que qualquer um que eu tenha visto. Naquele momento, apesar de sentir que aquilo que estava a fazer era errado, estava a começar a sentir uma excitação incrível. Enquanto eu punhetava aquele pénis enorme, ele ficava quietinho, como se entendesse o acto em si. Lavei-lhe o pénis para tirar o sabão, levantei-me e dei uma volta pela casa, para me certificar que não tinha nenhum bisbilhoteiro por perto, voltei e continuei a punheta-lo, pensava comigo mesma, no que eu estava a fazer, ele era um cão, aquilo era no mínimo bestial, mas não pude resistir, foi como um impulso, segui um instinto que eu nem imaginava que tinha. Pensei também, estava diante do amante perfeito, se eu desse para ele, ninguém ficaria a saber, afinal de contas os cachorros não falam. Parei de pensar e continuei a masturba-lo, e ele continuava em silencio. A minha excitação aumentava fazendo o meu coração trabalhar tão forte que parece que me ia sair pela boca. As minhas mãos tremiam bastante, mas eu estava fascinada com aquela visão. Enquanto o acariciava foi-me desfazendo da minha roupa, primeiro tirei a tshirt, depois o sutiã, apalpando as minhas mamas. Quando fiquei satisfeita e sentindo o interior das minhas pernas encharcado, tirei o calção e a cueca, ficando completamente nua. Deslizei a minha mão até ao interior destas e comecei a acariciar o meu grelo que explodia de prazer. Num verdadeiro acto de loucura e sem pensar no que estava a fazer, deitei-me debaixo dele e aproximei o seu pénis da minha cara. Primeiro cheirei-o, e enquanto o acariciava, num reflexo rápido dei-lhe uma lambidela como se estivesse a tentar sentir o gosto. Sentia um nojo mas a excitação era tanta que meti-o na boca e comecei a mama-lo. O seu pénis alcançava a minha garganta no chão, eu não precisava nem me esforçar, ele ficava a bombar, como se estivesse a cobrir uma cadela, e eu fiquei lá, a chupar-lhe o pénis vermelho durante um bom tempo. Após algumas mamadas, começou a descer uma bola, como se fosse um anel, então eu segurei o pénis pelo anel e fiquei a chupar aquele pau saboroso, só que eu tinha-me esquecido que cachorro também goza, e de repente sem eu esperar ele encheu-me a boca de sémen canino. Era muito leite, encheu a minha boca, tanto que eu engoli umaparte e o resto escorreu-me pela boca, mas eu continuei a chupar até à ultima esporrada, porque eu própria estava também a gozar um orgasmo muito intenso. Os cães ejaculam muito mais do que um homem, era uma quantidade absurda de esperma, ela veio em varias golfadas, e então ele parou de gozar. Eu permaneci dois minutos deitada no chão a recuperar do meu próprio orgasmo, então sai de baixo dele. Fiquei desconcertada com o que tinha acabado de fazer, senti-me suja, envergonhada mesmo, vendo o cão ali, indefeso, e eu a aproveitar-me de um ser irracional. Corri para dentro e fui tomar um banho, liguei o chuveiro no máximo, e entrei embaixo. Enquanto tomava banho, pensando em livrar-me daquela sujidade, percebi que a minha rata estava outra vez ensopadinha. Voltei a pensar naquele pénis e a repulsa foi-se embora, masturbei-me pela primeira vez na vida a pensar num cachorro. Assim que gozei sai do banho, meio desnorteada mas muito realizada, isso porque ainda não tinha levado na rata, não via a hora disto acontecer. Troquei-me e fui para a sala ver televisão. Eles chegaram já de noitinha, pedimos umas pizzas e assistimos a um filme no vídeo. Ele nem imaginava que eu tinha chupado o pénis do melhor amigo dele e que iria dar um jeito de ficar a sós com aquele cachorro para levar a comida da minha vida. No dia seguinte decidiram ir até à praia. Disse-lhes que não me apetecia e depois de muita conversa consegui convence-los a irem sem mim. Assim que eles saíram segui a rotina anterior, andei pela casa, tranquei as portas, e levei o meu querido Czar para cruzar comigo no quarto. Ele ficou quieto e deitado, eu para lá e para cá, trouxe um colchão de ar e coloquei-o no chão, forrei-o com um lençol e vesti umas meias nas patas do Czar, para que ele não deixasse vestígios no meu corpo. Despi-me completamente e deitei-me no colchão, estava com a rata bem peluda (como não tenho tido relações sexuais nem tratei de os aparar), e só ai toquei que os cães gostam das vaginas lisas, pois o cheiro exala melhor. Mas era tarde para esses detalhes, não era um punhado de pentelhos que me impediria de servir de cadela para o meu novo amante. Abri bem as pernas, como se estivesse no ginecologista, foi o suficiente para ele levantar-se e vir cheirar-me a rata. No momento que ele encostou o focinho gelado no meu grelo eu gelei, introduziu a língua dentro do canal vaginal e passou a lamber-me como se eu fosse uma cadela no cio, foi a melhor chupada da minha vida, ele lambia com uma força surpreendente. A sua baba deixava a minha vagina cheia de fluídos, o lençol debaixo do meu rabo já estava ensopado, eu gozei varias vezes na boca daquele cão safado, penso que ele estava a retribuir-me a mamada que eu havia feito nele. Ele só parou quando a sua verga estava toda para fora, deu umas lambidas no seu pénis e começou a bombar no meu joelho, tadinho, precisava de ajuda, afastei-o um pouco e posicionei-me de quatro (na posição de cachorrinho, claro), e abri bem a minha rata para recebe-lo, desta vez seria uma relação mais intima, pois ele não tinha tomado banho, o seu pénis exalava um cheiro misto de urina com sebo de cachorro. Ele subiu para cima de mim e começou a bombar, em vão, o seu pénis só batia nas laterais do meu rabo, novamente tive que auxilia-lo. Levantei bem o cu para o teto e arregacei a rata com uma mão, com a outra segurei o seu pénis pela base e guiei-o vagina dentro. Senti-me deflorada. Assim que sentiu o calor da minha rata na ponta do seu pénis, o Czar invadiu-me de uma só vez. Dei um grito que foi abafado pelo lençol que estava na minha boca. Senti o seu pénis empurrar o meu útero para dentro, doeu mesmo, mas agora era relaxar e gozar, não tinha mais volta. Ele começou a bombar freneticamente, o seu saco batia na testa da minha rata que estava um caldo, uma mistura de saliva canina e fluído feminino. Eu nem lembrava que tinha família. O meu amante canídeo comeu-me vigorosamente uns vinte minutos, fazendo atingir um delicioso orgasmo até que o seu anel desceu. Nesta hora tentei desvencilhar-lhe dele mas foi em vão, a sua bola entrou em mim, arrombou-me, senti uma dor igual ao do meu primeiro parto, parecia que a minha rata ia rasgar ao meio, mas passou e veio uma sensação enorme de prazer, sentia-me a mulher mais completa do mundo, por sentir tamanha dor e prazer, e manter-me firme servindo ao meu macho que me subjugava e usufruía do meu calor humano. Após este espasmo de dor e tesão, o Czar ficou imóvel, preso a mim, com o seu rabo virado para o meu, não demorou nada e senti um calor terrível (mas delicioso) invadir-me a rana. Ele estava a ejacular, eu podia sentir jatos de sémen a inundar-me as trompas, a sensação era de que alguém estava a derramar uma garrafa de água quente dentro de mim, as suas gozadas iam e vinham. Ele tentou andar, arrastou-me um pouco mas estávamos mesmo presos. Também eu tentei tirá-lo de dentro de mim mas por muita força que fizesse não conseguia. Por fim, ao fim de alguns minutos o seu pénis saiu de mim, o meu amante ficou a lamber o cacete que estava enorme e melado, a minha vagina minava sémen, ele escorria pelos meus lábios e descia coxa abaixo, ainda atordoada por essa foda deliciosa, soltei o Czar. Vesti a calcinha e a camisola, guardei tudo e fui deitar-me, estava tão sansada que nem fui tomar banho, relaxei na minha cama o resto do dia, adormeci até. Fiquei a sentir a minha vagina fechar lentamente, e ainda vestia esperma em grande quantidade. A minha calcinha ficou a cheirar a sémen de cachorro, um odor que qualquer mulher repudiaria, até mesmo eu, mas a natureza feminina prega-nos peças que não compreendemos, apenas vivemos o momento. |
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