A quintinha
Publicado em 2012-11-14 na categoria Contos eróticos / Zoofilia


No ano passado, tivemos uma férias diferentes. Um casal amigo dos meus pais convidou-nos a passar um fim de semana na sua quinta. Como eu e o meu irmão sempre vivemos na cidade e nunca tivemos contacto com o mundo rural, esta seria a oportunidade de nos mostrarem a vida no campo. Estava contente com a ideia mas nunca pensei que iria viver uma aventura irreal.

Chegamos na sexta-feira ao cair da noite, pelo que, ficamos pelas apresentações pessoais. Eles eram um casal com idades semelhantes às dos meus pais e tinham uma única filha curiosamente com a minha idade. Rapidamente houve uma grande empatia entre nós. Depois de nos instalarmos, fizeram as honras da casa com uma visita guiada.

A casa era enorme, tinha dois pisos e mais de um século. Entrava-se por uma escadaria onde entravamos primeiro numa cozinha enorme com móveis antigos, fogão de lenha, e até uma enorme lareira. A partir desta, tinhamos uma porta que nos levava a uma pequena sala que possuia uma porta para uma outra sala de estar e uma escadaria para o piso de baixo.

Ainda nesse andar, tinha dois quartos com camas duplas à esquerda, depois uma escadaria para o sotão e cave, a seguir o wc, e outro quarto no fundo. Do lado direito do corredor havia três portas que davam acesso a um salão de estar, uma sala de música onde havia um piano e ainda outro quarto.

Descendo à cave, mesmo debaixo da cozinha, havia uma arrecadação para lenha, uma sala para armazenar alimentos e onde haviam muitos enchidos pendurados e ainda uma garrafeira. Depois havia um corredor que dava acesso a um salão de estar, um salão de jogos, dois quartos, e uma adega.

No dia seguinte logo de manhã mostraram-nos o logradouro em torno da casa com os seus belos jardins. Tinham também uma piscina. Duas dezenas de metros afastado, estava uma cavalariça onde tinham quatro belos cavalos. Um garanhão e três éguas.

Depois fizeram uma visita guiada pela quinta que se estendia por uma serra até à margem de um rio. A quinta era mesmo grande. Nesse sábado, após essas visita, não mais saímos de casa, até porque estávamos cansados da viagem. As nossas mães limitaram-se a ficar na conversa. Os nossos pais e o meu irmão foram para o salão de jogos jogar umas partidas de bilhar. Nós as duas, optamos por passear um pouco no jardim.

Ao passarmos pelo picadeiro onde os cavalos andavam soltos, fiquei muito admirada com o macho. Ele perseguia uma das fêmeas e tinha o pénis quase erecto. Aquele pénis negro era mesmo enorme. Parecia que o cavalo tinha uma quinta pata entre as pernas.

Comentei com a minha nova amiga esse facto e ela sorriu. Na presença daquela situação, a conversa descambou e esse foi o rastilho para falarmos de namorados e sexo. Falamos das nossas experiências sexuais e começamos a brincar sobre o tamanho dos membros dos rapazes e sobre como seria se tivessem umas coisas daquele tamanho descomunal.

Ela então surpreendeu-me dizendo que já tinha tocado no pénis do garanhão. Fiquei sem reacção com aquela confissão. Ela completamente à vontade diz que aquilo que estamos a ver ainda não é nada porque ainda não está erecta. Só quando está prestes a montar a égua é que fica mesmo duro.

Estranhamente seduzida por aquela situação, comecei a questioná-la, mas ela, talvez por não confiar totalmente em mim, não entra em detalhes, mas fico com a clara sensação de que já houve algo mais.

Durante o resto do dia, aquela imagem do pénis do garanhão e da conversa da minha amiga não me saíam da cabeça, e apesar de ter tentado puxar a conversa, ela mudou sempre de assunto. Nessa noite, ao deitar-me, voltei a pensar no assunto.

Enquanto tentava imaginar o que ela teria feito ao garanhão, não evitei ficar excitada e molhada. Imaginei-a a entrar na cavalariça, a aproximar-se do cavalo e a começar a acariciar-lhe o pénis murcho. Este sentindo-se estimulado, entre relinchos, começa a ficar excitado fazendo com que o seu membro comece rapidamente a crescer até ficar do tamanho de um braço.

Depois ela começa a masturbá-lo com ambas as mãos enquanto admira aquele belo monstro. Puxa-o para si e esfrega aquela cabeça enorme, do tamanho de um punho fechado nos seus seios e por fim, esfrega-o na sua cara, levando-o à sua boca onde mal a consegue introduzir na boca. Enquanto lhe chupa a cabeça do pénis, continua a masturbá-lo.

Ao deixar-me levar pela minha imaginação, deslizo a minha mão direita ao longo do meu corpo e começo a esfregar o meu grelinho sedento de prazer, enquanto a minha mão esquerda acaricia e apalpa o meu seio esquerdo. No silêncio da noite, gemo de prazer.

Então, dando plena liberdade ao meu libido, imagino-a a colocar um fardo de palha debaixo do garanhão. Cobrindo-o com as suas próprias roupas, deita-se toda nua sobre elas e pegando novamente no pénis completamente erecto deste, abre bem as pernas e começa a esfregá-lo na sua vulva.

O garanhão sentindo-se em contacto com algo quente e húmido, imaginará estar a copular com uma fêmea, pelo que fica histérico. Ela para evitar que este se mexa e até que a penetre violentamente, prendeu-o previamente para impedir qualquer movimento. Então, louca de tesão, desejosa de se sentir possuída por aquele monstro, começa a forçar a sua entrada na sua vagina.

Apesar de preso, o garanhão sentindo a penetração altera-se visivelmente excitado e consegue fazer alguns movimentos que dificultam a penetração. Mas ela está a fim de sentir aquele membro dentro dela, por isso, agarrando-o fortemente, não o larga e encaminha-o novamente para a sua vagina que pulsa de vontade.

Então deslizando o seu corpo para baixo, começa a penetrar aquele membro até sentir que não entra nem mais um centímetro. Completamente preenchida por aquele enorme volume, nem precisa mexer-se porque os próprios movimentos do garanhão, mesmo muito limitados, provocam vários movimentos dentro dela.

Ela própria movimenta-se para cima e para baixo, deslizando ao longo do seu pénis, gemendo e retorcendo-se de prazer. Então, passados uns minutos de puro êxtase, sente o cavalo encher-lhe a vagina de sémen, em tal quantidade que sente o seu baixo ventre aumentar de volume até que começa a jorrá-lo para fora. Enquanto imaginava o fim desta relação pouco natural, também eu gozei de prazer com um orgasmo sublime e intenso.

No domingo contei-lhe que tinha sonhado com ela a fazer sexo com o garanhão e que fiquei muito excitada. Depois de lhe ter contado todos os pormenores, ela abriu-se comigo e confessou que já tinha feito sexo com o cavalo. Com o coração aos pulos perguntei-lhe se ele não a tinha magoado. Ela responde que não porque este é muito mansinho.

Então olhando-me nos olhos pergunta-me se gostaria de experimentar. Olhei para ela durante dois ou três minutos sem responder. Desejava responder sim, mas um receio dizia-me para responder não. Vendo a minha indecisão, ela própria decide por mim...

No domingo à tarde as nossas famílias foram a uma festa popular que acontecia por aquela altura, mas nós declinamos o convite com a desculpa que preferíamos dar umas cavalgadas... e que cavalgadas!

Assim que partiram, dirigimos-nos à cavalariça. Quando nos aproximamos do garanhão ele começou a fazer-lhe festas no pescoço. Eu dirigi-me para o outro lado e repeti o seus gestos. Mandou-me continuar e prendeu o cavalo. Depois pediu a minha ajuda para ir buscar um fardo de feno que colocou estrategicamente debaixo do cavalo. A seguir colocou um pequeno oleado sobre o feno e sobre este, uma toalha branca.

Eu observava hipnotizada toda aquela preparação. Com a “cama” pronta, trouxe um balde com ração que colocou à frente do cavalo. Tudo pronto, disse ela. Agachou-se ao lado do cavalo, junto às suas patas traseiras e começou a mexer no seu pénis, chamando-me para o seu lado. A medo, aproximei-me.

Por um lado estava fascinada, mas por outro tinha perdido qualquer coragem de ter algum tipo de contacto sexual com um animal. Ainda de pé observei os seus movimentos bem como o pénis que começava a aumentar de tamanho. Ela manda-me baixar dizendo que aquilo não morde. Movida mais pela curiosidade do que pela vontade, baixei-me e vi aquela vara ganhar forma. Era enorme em todos os sentidos.

Tinha o tamanho e a espessura de um humano. Arrepiei-me ao pensar naquele pénis descomunal a entrar numa mulher. De repente, toda a minha fantasia ia desaparecendo à mesma velocidade com que aquela verga ia crescendo.

Quando já estava num tamanho considerável, ela incentivou-me a tocar nele. Recusei, mas ela pegou na minha mão e colocou-a naquele pedaço de carne desprovido de pelo e quente. Apesar do tamanho ainda não estava muito duro. Ela puxa -o para o lado e pede para a ajudar a masturbá-lo. Faço-o sem grande vontade e a pensar numa desculpa para acabar com aquilo.

Mas a rápida dureza daquele pénis, deixando-o a despontar, pronto para a acção, é algo que prende a minha atenção. Ela, estando ao meu lado e praticamente de frente para ele, começa a esfregar a cabeça enorme daquele pénis pela sua cara enquanto ele começa a largar uns líquidos que ela deixa escorrer pelo seu corpo.

De boca aberta e com a língua de fora, passa-a por toda a cabeça do pénis, enquanto o vai masturbando, depois, abrindo-a o máximo que consegue, enfia toda a cabeça nela. Começa então a chupar. Enquanto o faz continua a masturbá-lo com alguma força. De tempos a tempos, tira-a da boca para cuspir um líquido e volta a chupar. Por incrível que possa parecer, naquele momento eu sentia duas coisas opostas: excitação e nojo.

Ela tirando-o da boca chama-me para me juntar a ela. Na verdade a minha vontade era pouca ou nenhuma, mas completamente hipnotizada por aquela vara viril ali tão tesa, obedeci sem pensar um segundo no que estava a fazer. Assim que fiquei à distância certa, ela começou a esfregar o pénis pela minha cara. Limitei-me a fechar os olhos...

Depois mandou-me lamber e uma vez mais obedeci e tirando a língua para fora comecei a passa-la pelos órgão sexual do garanhão. Então ela junta-se a mim e chupamos as duas em conjunto. De vez em quando as nossas línguas encontram-se e começamos também a trocar beijos entre nós.

Ela entretanto começa a acariciar-me os seios e manda-me abrir a boca. Assim que termino de obedecer à sua ordem, sinto aquele cacete entrar na minha boca, preenchendo-a por completo e fazendo-me engasgar, tossir e cuspir. Ela sorri e diz que é normal e volta a enfiá-lo na minha boca.

Apesar da repulsa que sinto começo a chupar enquanto ela começa também a chupar-me as mamas e a brincar com os dedos na minha vulva que já se encontra completamente encharcada. Ela então deita-me sobre o fardo. A tremer deixo-me conduzir. Tenho receio de tudo, a começar pelo volume do cavalo sobre mim, mas o espaço entre nós é grande.

Não me atrevo a ver e fecho os olhos enquanto ela abre bem as minhas pernas, deixando-me completamente disponível para ser penetrada. Quando pensava no que se seguiria sou surpreendida com os doces lábios dela que me beijam lá em baixo, depois sinto a sua língua e os seus dedos a brincarem com o meu grelo.

A seguir começa a enfiá-los em mim, como aperitivo para o prato principal. Quando vê que estou bem lubrificada e já a gemer de prazer, começa a passar o pénis pela minha racha. Sinto claramente aquela enormidade a ser esfregada em mim. No inicio tudo bem, até consigo sentir algum prazer mas quando ela começa a fazer pressão para me penetrar, percebo a dificuldade em enfiá-lo em mim.

Começo a temer o pior mas para minha total surpresa, ela consegue enfiar a cabeça do pénis em mim com relativa facilidade. Depois foi com a mesma facilidade que o enfiou uns bons centímetros. Na verdade, fez-lo até perceber que não entrava mais. O facto dele já não estar tão duro também facilitou. Então, com aquele cacete dentro de mim, preenchendo-me por completo, ela começa a a enfiá-lo e a tirá-lo.

A verdade é que ele mal se move dentro de mim, mas ainda assim, gemo intensamente de prazer pelo facto de ter um pénis tão grande dentro de mim e por esse pénis não ser humano, o que aliado à bestialidade e fantasia do acto, contribuem para a minha excitação e prazer.

Entretanto ele perdeu mais tesão e saiu de dentro de mim. Ela então estimulou-o novamente até voltar a ganhar mais consistência. Depois puxa a minha mão até ao pénis e agarrando-me a ele manda-me fazer o trabalho de o enfiar em mim. Cuspo na minha mão esquerda e esfrego-a na minha rata enquanto a direita encaminha o pénis e enfia-o novamente em mim.

Com movimentos rápidos começo a penetrar-me como se estivesse a masturbar-me com um vibrador. Ponho de lado todos os receios e começo a gemer verdadeiramente de prazer. Ela entretanto apalpa-me os seios e começa a beijar-me, até que uns minutos depois atinjo um belo orgasmo.

Ela manda-me sair e baixando-me mete-me o pénis novamente na boca fazendo-me chupá-lo, o que faço até que o garanhão brinda-me com um jacto único de sémen, e em tal quantidade que a própria pressão, força a minha boca a abrir-se e a deixá-lo sair pelos seus cantos. Sem querer engasgo-me e começo a tossir sofregamente enquanto tento cuspir tudo. Infelizmente sei que engoli algum porque fui simplesmente surpreendida.

Para finalizar em beleza beijamos-nos. Depois de nos vestir-mos fomos tomar um duche, onde continuamos a nossa brincadeira, até gozarmos as duas. Nessa noite regressamos à cidade e pelo caminho vinha a pensar no que tinha feito e onde é que tinha ido buscar coragem para tal...

 
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