A gastronomia erótica e estimulante
Publicado em 2012-08-14 na categoria ExtraSex / SexoComAromas


Comer, chupar, morder, são expressões que lembram a relação entre a comida e a satisfação sexual. A gastronomia erótica, uma maneira de chamar cientificamente os afrodisíacos, comprova os efeitos mágicos da boa comida. Os afrodisíacos são como as bruxas: não precisa crer neles, mas que existem, existem.

A comida e o sexo tornam-se uma combinação perfeita. De fato, os estudos das virtudes estimulantes de certos alimentos têm estado presentes na história do mundo, tanto como os mitos e as lendas. O mito do afrodisíacos é tão aceito quanto o estudo romano que estuda a origem dos nomes.

Um alimento que estimula a libido e aumenta a capacidade sexual poderia ser qualquer manjar natural e atrativo pelo olhar, pelo olfato e, claro, pelo gosto. Mas tudo isso não significa que os efeitos serão iguais para todos. Sem muito mistério, o melhor afrodisíaco é o amor, a comida, o companheiro, sempre bem entretido com a imaginação e muito humor.

Histórias e delícias

O certo é que a maioria dos afrodisíacos alimentícios é inofensiva, e, muitas vezes, surtem efeitos porque as pessoas crêem em seu poder. Por exemplo, as espécies picantes de algumas regiões do mundo são afrodisíacas porque aumentam a temperatura corporal e aceleram as pulsações; ficou comprovado que o chocolate produz os mesmos efeitos no organismo de quando uma pessoa está apaixonada; as ostras lembram vagamente as genitálias da mesma maneira que uma banana.

Já o Kama Sutra reconhece o leite e o mel como fonte de energia; os textos eróticos árabes destacam o valor dos perfumes e cosméticos para multiplicar o prazer sexual; na Europa, algumas plantas de aparência fálica ganharam reputação de afrodisíacos... Desde então, cada vez que se descobre um novo alimento, se atribue os efeitos do desejo.

O que a ciência diz

"A gastronomía erótica se resume à uma combinação de ciência, arte e sensualidade", segundo Rómulo Aponte, médico psiquiatra especializado em Psicoterapia Sexual da Universidade da Pensylvania. A partir do ponto de vista científico, cada dia identificamos melhor os padrões alimentícios associados à saúde.

Por outro lado, fica estabelecida a relação que existe entre a saúde, o estado de bem estar geral e o sexo ativo. Sabemos que homens e mulheres com uma boa saúde estão em melhores condições de desfrutar da vida sexual e mais capacitados para dar e receber prazer. Também sabemos que ingerir alimentos inadequados são fatores de risco para surgir disfunções sexuais. Portanto, por via das dúvidas, experimente e espere os resultados.

 
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