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No aproveitar está o ganho - 2ª partePublicado em 2016-09-12 na categoria Contos eróticos / Jovens
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Pisco-lhe um olho, visto-me e saio. Vou ver o marido que continua amarrado no chão do quarto. Depois vou espreitar o quarto da filha. Empurro um pouco a porta e vejo-os em plena acção. Deixo o casalinho em paz e desço até à cozinha para beber qualquer coisa. Abro a porta do frigorÃfico e sirvo-me de uma cerveja.Volto lá cima e aproveito para fazer uma ronda aos outros cómodos. A casa tem quatro quartos. Regresso à casa de banho e faço-a levantar-se. Sem a secar, encaminho-a até um dos quartos vazios e atiro-a para cima da cama. Deito-me ao lado dela e começo a acariciá-la. Aquelas mamas são mesmo uma delicia. Já despido, salto para cima dela e agarro-lhe as mamas, apalpando-as e chupando-as, enquanto as vou elogiando. Ela limita-se a ficar quieta a olhar para o tecto com uma respiração ofegante. Mas não me fiquei apenas pelas mamas. Fiz-lhe um linguado por quase todo o corpo enquanto o acariciava. Então, abri-lhe as pernas e comecei a lamber-lhe aquele grelinho enquanto acariciava o interior da sua rata com o dedo grande enfiado nela. Ela de quando em vez remexia-se, estremecia-se ou dava uns saltos. Podia não gostar. Podia não estar a sentir prazer. Mas aquele contacto tão directo nas suas partes mais intimas mexiam com ela. Virei-me, deitado sobre ela para fazermos um delicioso 69. Como ela não tinha qualquer controlo sobre a minha verga, sendo eu que fazia o vai e vem como se estivesse a foder-lhe a rata, conseguia ouvi-la a suportar as minhas investidas com algum desespero. Dando-me por satisfeito, viro-me novamente e encaixo-me entre as pernas delas. Aponto a minha verga e numa única investida, enfio-a na sua totalidade. Foi tão repentina que ela solta um pequeno grito. Ao ver aquela reacção, aviso: - É bom que gozes no meu pau porque senão já sabes, vingo-me na tua filhinha... percebes? Ela acena afirmativamente enquanto eu começo a dar-lhe umas fortes investidas. Ela fecha os olhos e faz umas caretas de incómodo. - Chamas a isso gozar? De imediato ela abre ligeiramente a boca e começa a gemer. Acredito que parte daquilo é a fingir, mas não quero saber. Alguns minutos depois sinto que se aproxima o meu momento, mas a abertura da porta interrompe-me. Era o meu colega que me procurava. Assim que nos vê, faz um sinal de aprovação com o polegar virado para cima e sai. Aquela interrupção faz baixar o meu ímpeto. Ainda bem, porque assim, podemos prolongar aquele momento. Viro-a de lado e de costas para mim. Deito-me por trás dela, ergo-lhe a perna e volto a penetrá-la. Envolvo-a com ambos os braços, fazendo um passar por baixo do seu tronco e agarro-lhe aquelas mamas para as apalpar e brincar com os bicos enquanto faço umas investidas a ritmo acelerado. Ela continua a gemer, sendo estes mais intensos quando enfio a minha verga bem fundo dentro dela. Como-a nesta posição durante um bom bocado. Já estou todo transpirado e a ficar cansado. Faço-a virar-se para baixo e ergo-lhe o quadril, desato-a e faço-a ficar de quatro. Posiciono-me então atrás dela e volto a enfiar com força, obrigando-a a soltar novamente um gritinho. Inicialmente faço um vai e vem mais ou menos lento para poder recuperar o fôlego, aproveitando para admirar aquele belo corpo. - Tu és bem boa... - Digo enquanto a acaricia. Então já recuperado, recomeço com as minhas investidas, obrigando-a a gemer num misto de raiva e talvez algum deleite. No fundo, quero acreditar que ela não está totalmente imune ao prazer. - Estás a gostar?... Ela não responde, limitando-se a arfar com uma espécie de soluços. - Responde-me puta... - Insisto, dando-lhe uma estocada mais forte. Ela reage dando outro gritinho, enquanto se agarra com força à colcha da cama. - Ssssiiimmmmm... - Responde a custo. - Queres mais?... - Sssssiiimmmm... - Sim? - Sssssiiimmmm... Começo a enfiar com tanta força que ela tem que fazer um esforço para conter os gemidos e gritinhos. O meu corpo bate no dela com tal violência que até parece que lhe estou a dar estaladas. Aquele vai e vem prolonga-se bastante. Não tenho memória de me aguentar tanto tempo, apesar de estar muito excitado. Lá no fundo sinto o meu climax, mas este não parece querer explodir. E eu nem me importo. Já estou é um pouco cansado. E não sou só eu porque ela parece desfalecer deixando-se cair sobre a cama, assim que eu me deito sobre o corpo dela. Mantendo-a penetrada e de pernas bem abertas, continuo a estocá-la. Ela permanece quieta, com o queixo pousado na beira da cama e com ambas as mãos agarradas com força à colcha. Eu acaricio-lhe os seios lateralmente, apalpo-os, baixo as mãos até às suas nádegas, acaricio-lhe as pernas, subo até ao pescoço e ombros. Já quase na exaustão, viro-a para mim e encaixo-me nela. Volto a penetrá-la e continuo com as minhas investidas durante meia dúzia de segundos, até que finalmente obtenho o meu prémio, jorrando todo o meu leite para o interior daquela ratinha quente e húmida. Depois de me vir deixo-me ficar em cima dela durante um bom bocado. Finalmente deito-me ao lado dela enquanto ela me vira as costas. Olho para o relógio, tínhamos estado ali em acção durante quase uma hora! O meu recorde absoluto! Alguns longos minutos depois sinto que estou pronto para outro round. Mando-a virar-se para mim para me chupar a verga ainda murcha. Ela obedece e agarra-a com uma mão, masturbando-a e chupando-a durante alguns minutos. Aos poucos, ela começa a ganhar volume e a endurecer. Deixo-a chupar mais e pouco e peço: - Já chega... agora anda para cima de mim... Ela percebe o que quero e senta-se sobre a minha verga, fazendo-a escorregar para dentro dela. Assim que deixa cair todo o peso do seu corpo, solta um profundo suspiro. - Mexe-te... - Exigi. Ele começa a fazer um lento movimento de cintura, para a frente e para trás. No início deixo-a á vontade, aproveitando para admirar aquele belo par de melões, para depois os apalpar e fazendo-os chegar à minha boca para os chupar. - Mexe-te mais depressa... Ele obedece. De olhos fechados e boca aberta, aumenta a velocidade dos seus movimentos. Tento adivinhar nas suas expressões algum sinal que, lá no fundo, ela está a sentir algum prazer, mas não consigo ter a certeza de nada. - Acaricia-te... Uma vez mais obedece ao meu pedido, começando a acariciar os seus próprios seios, apalpando-os e apertando-os um contra o outro. - Mexe-te mais... isso... isso... hummmm... que bom... hummmm... haaaaaa... haaaaa... vais-me fazer gozar não tarda... Ela aumenta bastante a cadência dos seus movimentos, ao ponto de ter que apoiar as suas mãos no meu peito. Aquelas mamas balançam-se descontroladamente. Ele rapidamente começa a respirar de forma bastante ofegante, fazendo mesmo uns sons de esforço. - Isso, putinha... não pares... continua... continua... isso... isso... assim mesmo... isso... Ela já estava em cima de mim há uns bons vinte minutos. Dava para perceber que estava em esforço. Mas continuava a mexer-se com grande genica. Agora os seus gemidos eram bem mais intensos. Se não estava a sentir prazer enganava bem, até porque começava a cravar-me as unhas no peito. Até que chegou a um ponto que parou. Com dificuldade diz que não aguenta mais. Deixo-a deitar-se. Como eu também já estava perto de gozar e queria prolongar aquela foda, abri-lhe as pernas e cai de queixos naquela cona completamente encharcada. Se tinha dúvidas, aquilo mostrava que ela não tinha ficado imune e que começava a gostar. Se calhar o marido não a satisfazia... Começo a fazer-lhe um minete sem tréguas. Ela reage com algum incómodo, parecendo querer fugir. Prendo-a a mim. Ela começa a rebolar de um lado para o outro fazendo uns sons de sacrifício, como se estivesse em grande sofrimento, mas eu não a estava a magoar, longe disso. Interpretei aqueles sinais como prova que estava a gostar e ia gozar por isso, aumentei ainda mais o meu linguado, chupando-lhe e mordicando-lhe o grelinho. Não tardou para que ela soltasse uns profundos suspiros enquanto dava uns esticões, ora erguendo-se um pouco, ora atirando-se com força para trás. Ela estava a gozar, só podia. Tinha a certeza disso. aquela mulher tinha-se rendido por completo ao prazer. Quero voltar a fodê-la mas não na posição do missionário. Volto a colocá-la de quatro e penetro-a com violência, obrigando-.a a soltar um gemido. Começo a dar-lhe com tudo. Volta a agarrar-se à colcha com força e com a cara enterrada na almofada, grunhe continuamente ao sabor das minhas fortes investidas. Mantive aquela cadência até que alguns minutos depois volto a ejacular. Satisfeito, deixo-me cair sobre o corpo dela, assim permanecendo durante um bom bocado, acariciando-a gentilmente. Ela deixa-se ficar e acariciar, mantendo os olhos fechados, um ar sereno, apenas com a respiração mais ofegante. Tinha a minha boca completamente seca. - Tenho que beber alguma coisa... também queres? Responde afirmativamente com um aceno de cabeça. Volto a atá-la e saio do quarto. Vou espreitar o quarto do meu amigo e vejo-o a dormir com a miúda. Vou ao quarto do pai e ele permanece no chão, também a dormir. Vou à cozinha e trago duas garrafas de água. Liberto-a e dou-lhe uma. Ela agradece e bebe. Pede então para ir à casa de banho. Acompanho-a até à porta mas dou-lhe alguma privacidade. Depois ouço o chuveiro, espreito e vejo-a a preparar-se para tomar um duche. Ela olha para mim mas não diz nada, coloca-se debaixo do chuveiro onde permanece, completamente quieta, durante alguns minutos. Do meu posto de vigia, fico a admirar o seu belo físico. Que bela mulher! Pelo vidro da janela já se percebe a claridade do novo dia. Embora ainda seja muito cedo, dou-me conta que fiz uma directa a fazer sexo! Contado ninguém acreditaria. Mas aquela mulher mata-me porque ao olhar para ela, enquanto esfrega o gel de banho pelo corpo, o meu soldadinho começa a por-se em sentido. Não consigo resistir. Entro para dentro e fecho a porta. Ao ouvi-la fechar olha para mim e pára ao ver-me de pau feito a olhar para ela com um olhar de desejo. Aproximo-me dela enquanto ela se limita a baixar o olhar. Coloco-me á frente dela, verto algum gel nas minhas mãos e começo a passá-lo nela, acariciando-a. Peço para fazer o mesmo comigo e assim o faz. Ela passa-o no meu corpo mas parece relutante a tocar na minha verga. Sou eu que coloco as mão dela lá, fazendo os gestos de masturbação. Retiro as minhas, deixando lá as dela e começo também a acariciar-lhe a rata e ao mesmo tempo um seio. Ela reage, estremecendo-se e abrindo a boca para respirar. Ergo-lhe o queixo e beijo-a nos lábios, mas ela não corresponde. Digo-lhe para me fazer um broche e sem demoras, obedece e baixa-se, começando a chupar enquanto me bate uma. Deixo-a chupar à vontade durante um bom tempo até que comecei a sentir que ia ejacular. A sensação estava a ser tão boa que nem fiz por parar e deixei-me ir até ao climax. Desta vez deixa escorrer o sémen pelos cantos da boca, caindo sobre o seu peito, mas nem me importo. Quando termino ela cospe a medo o resto, mas não a censuro. Pego no chuveiro e limpo-a. Depois sento-a na beira da banheira dizendo que agora era a minha vez de a fazer gozar. Com o chuveiro na mão, dirijo o jacto directamente para o seu clitóris. Ela reage de imediato ao sentir a pressão daquela água fria, mas eu impeço-a de fechar as pernas. Ela de olhos fechados, começa como que a soluçar. Eu nem lhe toco, só a acaricio com o jacto de água. Enquanto isso, elogio-a continuamente e incentivo-a a libertar-se e sentir o prazer. Ela continua com aquele soluçar entre gemidos e tremores corporais, até que, alguns minutos depois, começa a ficar muito quieta. Noto no seu corpo que os seus músculos estão a entrar em tensão. No seu pescoço notam-se as suas veias. Então de dentes bem cerrados, solta um contido e prolongado grito de desespero até que não aguenta mais e fecha as pernas, mantendo uma respiração muito ofegante e soltando uns gritinhos de prazer. As pernas delas tremem bastante enquanto ela se segura aos joelhos. Mantém a cabeça virada para a frente, e de olhos fechados e boca aberta, o seu corpo faz um espasmos que a faz contorcer. Aos poucos vai acalmando-se e finalmente, talvez algo envergonhada, esconde a cara nas mãos. Depois de nos secarmos levo-a até à cozinha para que possa comer. Tomamos uma espécie de pequeno-almoço, altura em que ela pergunta pela filha, dizendo que a queria ver. Respondo que está presa no quarto dela, mas não permito que a veja. Ela não sabia, mas eles tinham saído juntos. Depois do pequeno almoço levei-a até ao exterior e sentados na beira da piscina disse-lhe mesmo que ela parecia uma mulher muito carente, sexualmente falando e que era claramente uma mulher que, se a soubéssemos valorizar, era um verdadeiro ás na cama. Comentei que achava que o marido não a valorizava como ela merecia, nem a fazia feliz na cama e que por isso ela não se sentia realizada como mulher. Ela merecia mais, muito mais. Sexo não é tudo, mas quando é bom, faz toda a diferença. Acrescentei que noutras circunstâncias, nós até podíamos ser amantes e eu ia fazê-la experimentar coisas novas, ia dar-lhe tudo o que ela tinha direito, ia fazê-la gozar como nunca tinha gozado antes. Ela não reagiu às minhas palavras, mas sei que elas mexeram com ela. No que restou do domingo, fizemos sexo mais quatro vezes, uma ainda nessa manhã, duas durante a tarde e uma última de despedida à noite. Já não a voltei a atar e ela nada fez para me desagradar ou tentar opor-se. Nunca se entregou verdadeiramente, mas também não deixou de gozar a sua parte. Pouco antes da meia noite, deixamo-las ambas livres mas tiramos-lhes os telemóveis (que deixamos no chão junto ao portão) e cortamos o telefone para evitar que chamassem as autoridades enquanto fugíamos. No dia seguinte ouvimos dizer que a polícia tinha sido chamada à casa da serra mas ninguém sabia porquê. |
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