No aproveitar está o ganho - 1ª parte
Publicado em 2016-09-10 na categoria Contos eróticos / Jovens


Neste verão, eu e um amigo vivemos uma experiência única. Ele conheceu e ficou encantado com uma turista muito bonita. Meteram conversa mas as coisas não avançaram porque os pais dela não lhe davam um palmo de liberdade, pelo que, as conversas eram sobretudo por sms. Chegaram ao ponto de manifestar o desejo mutuo de fazerem sexo, mas a oportunidade não se proporcionava. Então, elaboramos um plano para que ele pudesse comer a rapariga. Eu aproveitei as sobras!

Nós vivemos numa aldeia junto a uma pequena serra que separa duas famosas praias, as quais, dispensam apresentações. A norte está a praia da Nazaré e uns quilómetros mais a sul, a praia de Salir do Porto. No verão, os alojamentos turísticos de uma e outra praticamente esgotam tal é a quantidade de turistas que chegam.

Embora a grande maioria sejam portugueses, também encontramos alguns estrangeiros.

Como qualquer jovem da nossa idade, frequentamos uma e outra praia sempre à procura de gajas boas, mantendo sempre o nosso radar activo à procura de raparigas disponíveis para uma noite de diversão. Quando temos muita sorte, a noite acaba em beleza, se é que me entendem, mas isso raramente acontece.

O meu melhor amigo e eu, infelizmente, não somos dois rapazes particularmente bem parecidos, apesar de não nos considerarmos feios. Também não temos muito dinheiro para gastar e o meu carro não é propriamente uma bomba. Nos bares e discotecas lá vamos conseguindo meter conversa, pagamos uns copos, dançamos, tentamos "conquistá-las" com falinhas mansas, e aos poucos vamos testando-as com pequenas carícias.

Para não "espantar a caça", os primeiros toques são feitos de forma aparentemente casual para ver a reacção delas. Se não reclamarem, começamos a elogiá-las aos poucos, enquanto continuamos com os toques que se convertem em quase carícias. Quando algumas acabam por beber mais da conta, por vezes conseguimos comê-las em plena praia ou no carro.

No entanto, onde nós moramos, estamos separados do mar por uma pequena serra. Para chegar ao topo desta temos que percorrer uma estrada velha estreita que serpenteia os morros. Ao longo desta existem algumas casas dispersas. Ao chegar-se ao cimo, existe uma espécie de miradouro de terra batida. A uma centena de metros para sul, existe uma casa que se aluga a turistas.

Para norte, existe um caminho de terra batida até uma praia sem saída. Tem um areal com cerca de duzentos metros em forma de meia lua e as "pontas" estão tapadas pelas rochas, não permitindo a passagem, mesmo a pé. Mais para sul, já não há praia, até se chegar a Salir do Porto e a norte, algumas dezenas de metros depois, há um grande areal.

É possível chegar lá baixo com um veículo, desde que seja um todo-o-terreno com tracção às quatro rodas. A praia não é frequentada por quase ninguém porque ninguém a conhece e a área é essencialmente frequentada por pescadores. Nós próprios por vezes também vamos pescar, mas mais o meu colega.

Normalmente a casa que está lá no topo é frequentada por pessoas com muito dinheiro porque só lá vemos grandes marcas de carros. Quando não está alugada não se pode lá entrar porque tem câmaras e alarmes. É uma casa enorme, com piscina e campo de ténis.

Ás vezes vamos lá perto, escondemo-nos num alto, entre a vegetação para ver as gajas com uns binóculos. Como elas pensam que a casa é totalmente fechada a olhares mais indiscretos, fazem topless, e até já assistimos a casais a fazer sexo na piscina.

Entretanto, houve uma semana em que, por motivos profissionais, andei mais afastado do meu colega. Encontro-o na sexta-feira seguinte muito aborrecido. Perguntei-lhe o que se passa. Responde que cruzou-se por acaso com a filha do casal da casa da serra, na praia deserta e que aquilo foi amor à primeira vista. Desde então, têm-se encontrado às escondidas, mas os pais descobriram e agora proíbem-na de sair sem ser na companhia deles, por isso, agora só têm conversado por telefone ou sms.

Mostrou-me uma fotografia dela que tirou com o telemóvel. Ela era realmente muito bonita de cara. Alta, magra, com cabelos negros e compridos que contrastavam com a pele bastante clara. A mãe, funcionária pública, era ali da Nazaré, mas o pai, empreiteiro, era de Lisboa, onde viviam.

Para piorar tudo, eles queriam chegar a vias de facto mas não tinham como e eles iam-se embora no domingo à noite. Lembrei que podia ir lá durante a noite, mas não dava porque eles tinham dois cães labradores que ficavam cá fora. Então tive outra ideia. Podíamos fingir um assalto, prendíamos todos, depois os pais iam para um cómodo e a filha para outro, mas na realidade ela era libertada para eles irem para o quarto.

Entretanto eu "limpava" algumas coisas da casa para dar realismo ao assalto.

- Mas  eles já me conhecem de vista - Alerta ele.

- Não te preocupes. - Respondi muito seguro de mim. -Vamos de cara tapada.

- E os cães? - Pergunta.

- Ela tem que os fechar sem os pais ver e depois volta a soltá-los depois de sair-mos...

Ele ficou pensativo por uns segundos e por fim concorda.

- Ok, vou-lhe enviar uma mensagem...

- Não, mensagens não... liga-lhe... pergunta-lhe se ela está disposta a fazer qualquer coisa para vocês estarem juntos e se responder que sim, conta-lhe o plano.

Ele assim fez e contra todas as minha expectativas, ela concordou. Íamos fazê-lo no sábado à noite. Combinamos tudo ao pormenor. Para não haverem registos das nossas mensagens, quando tudo estivesse pronto para avançarmos ela acendia a luz do terraço do primeiro andar.

No sábado à noite, aproximamo-nos o muro da casa, já passava das 10 da noite. Não vimos os cães. Tínhamos a esperança que ela os tivesse fechado. Aguardamos impacientes, pensando já que ela não tinha conseguido ou que não ia conseguir, até que, perto das 11 a luz do terraço acende-se.

Era o sinal que esperávamos.

Enfiamos as mascaras e saltamos o muito empunhando duas pistolas falsas. Sempre baixado e em passo acelerado aproximamo-nos da casa sempre na expectativa dos cães darem sinal. Para entrar na casa, ela tinha deixado uma janela destrancada.

Entramos facilmente num salão de jogos. Num canto havia um mini-bar, no centro um snooker e junto a uma parede um sofá. Sem acender a luz, fomos até à porta que estava fechada. Abrímo-la muito devagar e começamos a percorrer o pequeno corredor até à sala. Estava tudo apagado.

Silenciosamente começamos a subir as escadas para o primeiro piso. O meu colega ia à frente e eu atrás. Nisto, apanho um susto de morte, quando senti uma mão no meu ombro. Viro-me e era a filha. Quando o meu colega se apercebe da presença dela quase salta para os seus braços, beijando-a.

O combinado era ela esperar-nos lá em cima, mas tudo bem. Segue-se então a segunda parte do assalto.

Ele "prende-a" com as mãos atrás das costas e aponta-lhe a arma à cabeça. Começamos a subir as escadas até chegar lá cima. Aí ela nem precisou de nos dar indicações. A luz que vinha de uma porta entre-aberta indicava o local para onde nos tínhamos que deslocar.

Então entramos de rompante no quarto. Assim que o pai nos vê fica petrificado a olhar para nós. Vê-me a mim a apontar-lhe uma arma e o meu colega a apontar uma à cabeça da filha.

- Isto é um assalto, não te mexas! - Avisei.

Ele levanta as mãos e pede para termos calma. Não vi a mãe mas ouvia-se o chuveiro na casa de banho.

- Deita-te no chão... Mãos atrás das costas...

Assustado e pedindo sempre para termos calma, obedece às minhas ordens.

- Levem tudo, mas não nos façam mal... - Pediu...

- Quem é que está na casa de banho? - Perguntei ameaçador.

- É a minha mulher... por favor não lhe façam mal... deixem-me falar com ela... por favor...

- Tu ficas aqui quietinho e caladinho... - Avisei enquanto lhe amarrava também os pés.

- Rui (nome falso que combinamos previamente), leva essa para o quarto dela e tranca-a lá... este fica aqui... a mulher dele vai ficar fechada na casa de banho...

Saímos e fomos á casa de banho principal. Abrimos a porta e deparamo-nos com a mãe deitada na banheira a tomar um banho de espuma, olhos fechados e com uns auscultadores nos ouvidos.

Entramos. Ela parece aperceber-se dos nossos movimentos e abre os olhos, dando um salto. Rapidamente tapa-se colocando os braços frente aos peitos, enquanto olha para nós com um olhar esbogalhado e uma respiração ofegante. Assim que nos vê, eu a apontar-lhe uma arma e o meu colega a apontar à cabeça da filha, aviso:

- Quietinha... nem um pio ouviste... - Ela assente com a cabeça.

Aproximo-me dela com uma pequena corda.

- Vira-te de costas... mãos atrás das costas...

Ela obedece às minhas ordens. Enquanto a ato dirijo-me para o meu colega.

- Leva essa cabrita e tranca-a no quarto dela...Depois começa a limpar a casa lá em baixo enquanto eu limpo cá em cima...

Sem dizer uma palavra, ele puxa a rapariga e sai. Começo então a reparar no físico da mãe. É uma bela mulher. Bonita, pele clara, cabelos negros, tal como a filha. Mas a grande diferença entre ela e a filha é sem dúvida o seu corpo de mulher, enquanto a filha ainda tinha um físico pouco definido de adolescente.

Ela era bem encorpada sem ser gorda, longe disso. E tinha umas mamas descomunais! Que belo par de mamas!

A água da banheira já com pouca espuma permitia ver que tinha o baixo ventre completamente rapado. Que visão de mulher. Fiquei com uma excitação tão grande que parecia que a minha verga ia rebentar com o fecho das minhas calças. Não resisti. Tinha que aproveitar aquela oportunidade. Comecei a acariciar-lhe os ombros:

- Hummmm... tu és mesmo muito boa...

Ela protesta e tenta afastar-se das minhas mãos. Agarro-a pelos cabelos, puxo-a com força para trás e sussurro-lhe ao ouvido:

- Não te preocupes, não te vou fazer nada... tu és muito boa... mas a tua filha é melhor...

- Não, por favor... não faça mal à minha filha... por favor... à minha filha não... eu faço o que você quiser... por favor... eu faço o que você quiser... tudo o que você quiser... por favor... eu faço...

- Quero que me faças um broque. - Exigi enquanto a agarro pelo queixo.

Ela fica sem reacção enquanto me dispo. Vou para dentro da banheira e coloco-me à frente dela. Como mantém a cabeça baixa, ergo-a, fazendo-a enfrentar a minha verga bem erecta. Agarro-a e aponto-a na direcção dela:

- Chupa... vamos, chupa...

A contragosto abre a boca, aproxima-se e enfia-a na boca, começando a chupar com sacrifício e sem qualquer envolvência.

- Chupa... anda, chupa...

Ela limita-se a aumentar o vai e vem. 

- Deixa estar... isso é mau demais... prefiro ir foder a tua filha...

- Não por favor... não faça isso... por favor... não vá... eu posso fazer melhor... (eu faço tenção de sair) eu faço melhor... eu prometo... eu faço-lhe um broche inesquecível... por favor, não vá...

Ela estava lavada em lágrimas. Fiquei e deixei-a recompor-se, mantendo-me parado à frente dela. Alguns minutos depois por sua iniciativa, abocanha-me a verga e começa a chupá-la com afinco. Agora sim, aquilo era um broche, e que broche. Já me chuparam algumas vezes, a maior parte das vezes, com prostitutas, mas este, sem mãos, só com a boca, era divinal!

- Glup... glup... glup... glup... glup... glup... - Ouvia-se constantemente.

Mas ela não se limitava a fazer o vai e vem. Sentia-a claramente a chupar, sentia a sua língua quando por vezes parava para brincar com ela. Outras vezes parava, mantendo apenas a ponta enfiada e sugava-a com força. Outras, fazia o vai e vem virando a cabeça ora para a direita, ora para a esquerda.

Chupou-me durante uns bons minutos até que comecei a sentir que o meu climax se aproximava. Tirei-lhe sa verga da boca e exigi:

- Quero vir-me na tua boca, ouviste? E vais engolir tudo, até à última gota, porque se deitas fora, podes ter a certeza que daqui a um bocado vou violar a tua folha, percebeste?

Ela acena com a cabeça e recomeça a chupar. Aquele pequeno intervalo fez-me baixar o ímpeto e já não sinto o meu climax. Deixo-a chupar com a mesma voracidade e envolvência com que o fazia minutos antes. Começo então a sentir novamente uma tensão a crescer dentro de mim. Inclino-me sobre a parede e preparo-me para gozar.

- Isso... isso... continua... vai-me fazer gozar não tarda... continua... isso... isso...

Se não fosse pela minha ameaça, até parecia que ela estava a gostar porque parecia que chupava com grande vontade. Ela realmente tinha razão. Aquele broche estava a ser inesquecível.

A tensão crescia cada vez mais dentro de mim, mas em especial na minha verga que parecia que estava a inchar. Aquilo foi crescendo e crescendo até que finalmente culminou num jorrar de leite para o interior da sua garganta. Ao sentir as minhas golfadas pára e limita-se a recebê-las.

Como que para garantir que não a tirava, garro-lhe a cabeça com força e mantenho-a presa contra mim, enquanto agora sou eu que faço um lento vai e vem. Tal como exigido, deixou-me verter tudo dento dela.

Mesmo depois de me ter vindo, ainda mantive a minha verga enfiada um par de minutos. Ao tirá-la, ela fecha de imediato a boca e percebo que faz um gesto de desagrado ao engolir o que resta do meu leite.

- Muito bem... portaste-te muito bem... podes ficar descansada que não vou fazer nada à tua filha... mas daqui a pouco volto para te foder essa rata...

 
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