A minha primeira vez
Publicado em 2015-08-17 na categoria Contos eróticos / Zoofilia


Sou filha única e como tal, muito mimada e protegida pelos meus pais. O que mais me repetem é para ter juízo e ter muito cuidado com os rapazes porque eles só pensavam numa coisa: sexo! Por isso, repetiam à exaustão: "olhos bem abertos e pernas bem fechadas"! Proibiam-me de sair e quando o fazia, era com horas marcadas de chegada, nunca depois da meia noite.

Aquele comportamento dos meus pais deixava-me muito aborrecida, porque via as raparigas da minha idade sair à vontade e eu tinha que ficar fechada em casa. Reclamava mas eles respondiam que enquanto eu vivesse debaixo do tecto deles devia-lhes obediência.

- Então se eu viver aqui até aos 30 anos tenho que me sujeitar às vossas regras? - Respondi com rebeldia.

- Minha menina, a partir dos 18 podes sair à vontade, no resto, tens que acatar as nossas regras! - Respondeu resoluta a minha mãe.

De certa forma, compreendia o receio dos meus pais. Apesar de só ter 13 anos, tenho um corpo bem desenvolvido, passando facilmente por uma rapariga maior de idade.  E apesar de ainda ser muito nova, já começava a despertar em mim uma curiosidade pela minha sexualidade.

Apesar de ainda ser virgem, comecei a descobrir os prazeres do toque enquanto tomava banho, acariciando-me, imaginando-me nos braços do Carlos, um colega por quem eu andava caidinha de amores, sem que ele desconfiasse, claro. Ele já namorava com uma outra colega, bem mais bonita do que eu, devo confessar.

Eu não me considero feia, antes pelo contrário. Sou uma rapariga meio loira (por causa disso ouço muitas piadas) - isto é, não sou completamente loira, tenho uma combinação de cabelos loiros e castanhos muito claros. Sou alta para a idade (mas os meus pais também o são), relativamente magra, seios muito pequenos (os meus colegas gozam dizendo que saí ao meu pai).

Sei que tenho vários rapazes interessados em mim, mas como eu só tinha olhos para o Carlos. Sentia uma inveja terrível da namorada dele e por isso, como se me estivesse a vingar dele, comecei a curtir com outros colegas, convencendo-me que lhe estava a pagar na mesma moeda.

No entanto, mantinha bem presente o conselho dos meus pais, "olhos bem abertos", ou seja, "sê esperta" e "pernas bem fechadas", isto é, não sejas uma oferecida. Na verdade, curti com quatro rapazes naquele ano e todos eles tentaram saltar-me para cima.

Como não cedia, eles arranjavam uma desculpa para acabarem com aquela espécie e "namoro". O máximo que eu permitia era beijos de língua, carícias por baixo da roupa e até que me acariciassem a passarinha, mas nada mais do que isso. A eles, também os acariciava, e dos quatro, três chegaram mesmo a pedir para os masturbar.

Acedi a esse pedido, como acedi, mas aí já mais relutante, a fazer-lhes sexo oral. Quando o fazia, ficava tão excitada que tinha que fazer um grande esforço para não me entregar, apesar de o desejar ardentemente. Muitas vezes pensei em ceder ou pedir-lhes para fazerem sexo comigo, mas no último segundo arrependia-me.

Cada dia que passava era um tormento para mim. Sonhava regularmente que me entregava nos braços de um rapaz. Aos poucos comecei a sentir um desejo incontrolado de fazer sexo. Nessa semana cheguei mesmo a trocar mensagens pelo telemóvel dizendo que estava decidida a fazê-lo, mas como estava muito nervosa enganei-me em enviei uma mensagem para o telemóvel do meu pai.

A mensagem dizia: "Se tivéssemos aqui um colchão fazia sexo contigo agora mesmo!". Estava na escola, com o telemóvel em silêncio e escondido debaixo da mesa para o professora não o ver e tirar-mo, ia escrevendo sem ver, coisa que conseguia fazer à vontade.

Assim que enviei aquela mensagem fixei-o com os olhos mas ele não lia a mensagem. Esperei alguns minutos bastante impaciente enquanto aguardava que ele se dignasse ler a minha mensagem. Aos poucos comecei a arrepender-me de a ter enviado. Então ele espreita o telemóvel. O meu coração até pára de bater.

Vejo-o escrever e pouco depois o meu vibra indicando a chegada de uma mensagem. Abro-a e cai-me tudo. Dizia "Enão não respondes?". Mas que raios, eu já tinha respondido. Então soa um alarme na minha cabeça. Sei que enviei a mensagem, agora a grande questão é para quem.

Consulto a pasta das mensagens enviadas e fico petrificada, a ultima enviei-a para o meu pai. Incrédula, não acreditando no que tinha feito, abro-a e confirmo que de facto mandei aquela mensagem para a pessoa errada, a mais errada possível. E agora não tinha como desfazer o erro, nem sequer podia cancelar o envio, ou apagar.  Rapidamente pensei numa desculpa: emprestei o telemóvel a uma colega que tinha ficado sem bateria...

Se bem pensei, melhor o fiz e assim que ele chegou a casa confrontou-me com a mensagem:

- Rita, podes explicar-me o que significa esta mensagem?

A minha mãe não diz nada, mas pelo seu olhar percebo que está a par de tudo.

- Que mensagem? - Pergunto fazendo-me de despercebida.

- Estou a falar da mensagem que me enviaste esta tarde...

Finjo que não sei de nada e consulto o meu telemóvel. Então faço como tinha planeado:

- Ah esta? Não fui eu que a enviei... A minha colega ficou sem bateria no telemóvel dela e pediu-me o meu emprestado para mandar uma mensagem...

- Ah foi? E foi só uma mensagem que ela mandou?

- Foi... mandou a mensagem e devolveu-me o telemóvel...

- Minha menina, mentir é muito feio...

- Eu não estou a mentir...

- Rita... Diz a verdade que eu não te castigo...

- Pai eu estou a dizer a verdade... não fui eu que mandei essa mensagem...

A mentira não ia definitivamente pegar, mas agora tinha que aguentar o forte. Então ele soltou a bomba:

- Para a tua informação eu tenho acesso a todas as tuas chamadas e mensagens, portanto, conheço o teor de todas as mensagens que trocaste com esse rapaz, o Jorge...

Fiquei sem resposta.

- Estás em muitos maus lençóis... para já, vais ficar sem televisão, internet e telemóvel... Vamos levar-te e buscar-te à escola todos os dias e estás proibida de sair de casa... No próximo fim de semana vais para casa dos avós... Agora podes ir para o teu quarto, chamamos-te quando o jantar estiver pronto...

Entreguei o telemóvel e fui para o meu quarto. Ele vai comigo e tira de lá a televisão e o computador. Não me bateram mas se calhar preferia levar uns açoites a ficar sem telemóvel.

Na sexta-feira á tarde levaram-me para casa dos meus avós que moravam no fim do mundo. Fizemos uma viagem de quase 3 horas até chegarmos a uma aldeia com umas duas dezenas de casas das quais metade estavam já em ruínas. Só moravam lá 6 idosos.

Ficaram contentes de me ver mas mais contentes ficaram o bala e o Rex, os cães dos meus avós, dois rafeiros. Conheci-os desde cachorros, mas já não os via há imenso tempo. Fiquei contente por ver que ainda se lembravam de mim. Fui-me instalar no meu quarto, seguida pelos dois, com os rabos sempre a abanar.

Já no quarto aconteceu uma situação caricata. Enquanto me dispo para trocar de roupa e quando estou já sem calças, apanhando-me inclinada o Rex tentou montar-me agarrando-se a mim e fazendo os gestos de cópula. Tive que fazer um grande esforço para conseguir erguer-me já que ele tinha-me bem presa e o peso do seu corpo sobre o meu era assinalável.

- Pára Rex... Sai... Sai... Pára... Rex... Sai... Sai...

Ele solta-me e começa a lamber a cabeça vermelha do seu sexo. O Bala ergue-se sobre as suas patas traseiras e agarrando-me com as da frente, começa também a fazer os gestos de cópula na minha perna.

- Bala pára... Sai... Pára...

Ele solta-me mas sou logo apanhada pelo Rex que com o impulso faz-me tombar para o chão. Comigo já no chão, rapidamente prende-me pela cintura com as suas patas e começa a fazer uns rápidos movimentos de cópula. Chego a sentir o seu membro a embater na minha passarinha ainda protegida pela minha cueca.

Ordeno-lhe novamente que pare mas ele não me obedece. Tento soltar-me mas nisso o bala monta-me pela frente uma e outra vez. Tento soltar-me mas como sou franzina não consigo soltar-me. Pondero pedir socorro mas a situação envergonha-me. Em desespero de causa, deito-me no chão, estendendo-me. Finalmente deixam-me.

Viro-me para cima e arrasto-me até junto à parede, erguendo-me até ficar sentada, encostada à mesma. O Rex aproxima-se e começa a lamber-me o pé. A sua língua áspera faz-me cócegas. O Bala junta-se a ele. A surpresa acontece a seguir. De repente o Rex aproxima-se da minha passarinha e lambe-a. Fecho rapidamente as minhas pernas com receio, mas a minha estupefacção foi tanta por causa daquela atitude e por ele continuar a tentar chegar a ela que, ainda algo receosa, voltei a abrir as pernas, deixando-o lamber-me.

O Bala não demora a juntar-se a ele. Abro totalmente as minhas pernas permitindo-lhes um melhor acesso à minha passarinha que já estava a ficar encharcada. Então lembro-me que, apesar de fechada, a porta não está trancada. Levanto-me com eles atrás de mim e mantendo-me encostada à parede, rodei a chave.

Sento-me rapidamente na beira da cama e volto a abrir as pernas para que eles continuassem a lamber-me. Enquanto o faziam, deslizei uma mão pelo interior da minha cueca e comecei a acariciar o meu clitóris, enquanto com a outra apalpava os meus seios. Poucos minutos depois, gozei o meu primeiro orgasmo, enquanto eles continuavam com aquele delicioso lambe lambe.

A minha excitação estava nos píncaros. Num acto arrojado, dispo a cueca, oferecendo-lhes a minha passarinha totalmente livre. Agora sinto em plenitude a aspereza daquelas línguas que mais parecem lixas. Começo a ser assaltada por pensamentos anti-natura. Imagino-os a montar-me, tal é o meu desejo de me sentir possuída.

Depois de uns minutos de indecisão, viro-me de costas para eles, ajoelhando-se frente à cama. Eles inicialmente continuam a lamber, saboreando os meus fluídos vaginais, até que o instinto do Bala leva-o a fazer uma tentativa de me montar, mas limita-se a fazer os movimentos de cópula no ar. Nem chego a sentir o sem membro.

Desmonta e enquanto dá meia volta o Rex aproveita a ocasião e monta-me ele. Ao contrário do irmão, prende-me com força pela cintura e faz os movimentos. Desta vez sinto claramente o seu membro a chocar contra a minha passarinha durante alguns segundos, mas não chega a penetrar-me.

Assim que sai de cima de mim, é logo substituído pelo Bala. Um e outro tentaram penetrar-me durante mais de 20 minutos, sem sucesso, o que me estava a deixar frustrada. Tentei várias posições para facilitar a penetração, nomeadamente, afastando-me da cama para me colocar de quatro, abrindo mais, ou menos as pernas para regular a altura da minha passarinha, mas eles simplesmente não conseguiam dar com a minha grutinha.

Tendo já perdido o número às tentativas de um e de outro, preparava-me já para desistir, apesar de ambos terem andado bastante perto da penetração, quando o Rex consegue acertar, desflorando-me, mas não na totalidade porque o seu membro parecia muito estreito. Mas quase instantaneamente, ele ganha tamanho volume que senti alguma dor com isso.

Mas a dor seria rapidamente substituída pelo prazer ao sentir aquele membro tão grosso dentro de mim. Eu mal conseguia respirar, quanto mais gemer de prazer, tal era a velocidade com que ele fazia o vai e vem. O seu membro era mesmo muito grosso, mas apesar disso a minha passarinha, lá conseguia acomodá-lo todo, apesar dele exercer uma grande pressão dentro de mim. Por outro lado, além de grosso parecia ser bastante comprido porque eu conseguia senti-lo a bater mesmo no fundo.

De tão grosso que era, a fricção que exercia dentro de mim era espantosa, e apesar do desconforto que sentia devido a todo aquele volume que forçava ao limite a minha passarinha que até agora era virgem e apertadinha. Infelizmente o que é bom acaba depressa porque um par de minutos depois ele parou de repente e comecei de imediato a sentir algo a crescer dentro da minha passarinha.

Por momentos fiquei assustada. Costuma-se dizer que os cães ficam colados depois de acasalar. É óbvio que eu tinha consciência que não ficavam realmente colados, mas ignorava o que os mantinha presos. Descobri por experiência própria que o membro deles inchava junto à base.

Ficamos presos mais de quinze minutos, com ele imóvel em cima de mim a arfar. Apesar de o ter quieto e preso a mim, a sensação de o sentir dentro de mim, deixava-me muito excitada. Não evitei começar a acariciar violentamente o meu grelinho, gemendo de prazer, até que voltei a gozar um maravilhoso orgasmo.

Durante todo aquele tempo o meu receio era que alguém viesse bater à portam, mas felizmente, ninguém deu pela minha ausência.

Finalmente começou a tentar afastar-se, até que conseguiu tirar o seu membro. Ao olhar para ele vi o enorme que era. Era bastante grosso e comprido e na base tinha uma espécie de bola, do tamanho de uma maça. Nisso o Bala começa a lamber-me a passarinha, ainda sedenta de prazer. Ao sentir aquela língua áspera a acariciar os meus lábios vaginais, sinto a minha excitação a voltar.

Já não aguentando as minhas pernas, sento-me na cadeira e abro bem as pernas, deixando-o lamber-me a passarinha. Alguns minutos depois, dou umas palmadinhas no meu ventre chamando-o:

- Anda Bala... Anda... Anda...

Ele tenta montar-me várias vezes, fazendo os movimentos de cópula, umas vezes no ar outras com o seu membro nas bordas da minha passarinha. Lá consegue penetrar-me mas mete por pouco tempo, desmontando-me. Volto a chamá-lo e ele volta a tentar uma e outra vez até acertar novamente, mas desta vez, ao perceber que ia sair outra vez, e desejando senti-lo dentro de mim, prendo-o a mim com uma mão e com a outra agarro-lhe o membro e encaminho-o para dentro de mim.

Sentindo a penetração, recomeça a meter com grande velocidade, e tal como o Rex, mexeu-se naquele ritmo louco durante quase dois minutos, fazendo-me gemer de prazer até voltar a sentir aquele anel a ganhar volume dentro de mim. Enquanto permaneceu preso a mim, mas comigo a prende-lo para que não saísse, com a outra mão voltei a acariciar o meu grelo até voltar a gozar.

Ao vir-me, apercebo-me que também um e outro vieram-se dentro de mim e isso deixou-me novamente louca de tesão. Ele entretanto consegue soltar-se, mas eu continuo a não deixá-lo fugir. Agarro naquele monstro mesmo pela base, aproveitando aquela "bola" para lhe agarrar melhor o membro e começo a masturbar-me, fazendo eu própria o movimento de vai e vem. Que delícia!

Satisfeita, deixei-os e fui tratar da minha higiene pessoal, lavando-me bem por baixo. Regressei para junto da minha família, jantamos e depois, os meus pais foram-se embora. Naquele lugar não havia para onde ir. O café mais próximo ficava a quase 5 quilómetros...

Os meus avós deitaram-se às 21h e a mim não me restou outro caminho que ir-me deitar também, sendo seguida pelos cães. Ambos seguiram-me com o rabo a abanar. Percebi que eles queriam montar-me outra vez. Esbocei um sorriso e deixei-os vir.

- Rex, Bala... embora, para a cozinha. - Chama o meu avô. Mas eles não obedecem.

- O vô deixa-os vir... - Peço.

- Está bem, mas se eles não se portarem bem, fecha-os lá dentro. - Avisa.

- Está bem! - Respondi, mas pensando comigo "estes lindos meninos vão-se portar muito bem"!.

Já no quarto, tranquei a porta e vesti apenas a parte de cima do meu pijama, ficando nua da cintura para baixo. Coloquei-me de quatro sobre a carpete e ofereci-me aos dois. Eles não demoraram a começar a lamber-me demoradamente enquanto eu acariciava o meu grelinho. Quanto mais me acariciava e eles me lambiam, mais a minha excitação aumentava.

Os meus fluídos pareciam deixá-los loucos porque lambiam afincadamente. Escusado será dizer que voltei a gozar. Já tinha perdido a conta às vezes que tinha gozado e só desejava gozar mais e mais. Então voltei a dar umas palmadinhas na minha nádega, chamando-os para me montarem.

Inteligentes, percebendo o que eu desejava, o Bala começa a montar-me enquanto o Rex dá a volta e monta-me pela frente. Ao olhar para ele vejo aquele membro vermelho sair de repente, mas faço-o sair. Desta vez, o Bala consegue penetrar-me ao cabo de poucos minutos, mas não permanece muito tempo em cima de mim. Percebendo que o Rex me ia montar, o bala, mesmo estando ao meu lado sobe para cima de mim e contorna-me até ficar novamente em posição.

Depois de duas tentativas falhadas, à terceira penetra-me e copula comigo até se vir. As suas investidas eram tão profundas que senti novamente aquele inchaço dentro de mim. Então aproveitei aqueles minutos em que ele estava preso a mim para acariciar o meu grelinho até me vir. Como a minha excitação era muita, não demorei a gozar, pelo que tive que permanecer longos minutos à espera que nos libertássemos.

Como já estava dorida das pernas, sentei-me no cadeirão ao lado da cama com o Rex a tentar virar-me de costas. Ao invés de me virar, semi-deitada na cadeira, chamei o Rex para que me montasse. Como aquela posição não era nada natural para ele, saía rapidamente de cima de mim.

A solução foi prendê-lo pelas patas da frente impedindo-o de fugir. Obrigo-o a aproximar-se de mim até sentir que estava encaixado em mim, então comecei a mover-me esfregando-me no seu membro que rapidamente ficou erecto, mas apesar de já fazer os movimentos de cópula, não conseguia enfiar. Desejando sentir o seu membro dentro de mim, eu própria tomei a iniciativa de o agarrar e encaminhá-lo para a minha passarinha.

Assim que ele sentiu-o dentro de mim, começou de imediato a meter, mas apesar de o manter preso pelas patas da frente, por causa da velocidade com que metia, acabava por deixá-lo sair o que implicava que eu tivesse que o enfiar outra vez. Este processo repetiu-se algumas vezes até que finalmente conseguiu enfiar bem fundo, começando a enfiar com força.

O sem membro rapidamente ganhou volume, o que ajudou, graças ao seu grande comprimento, deslizar sem sair. Aliás, ele pouco deslizava para fora. Só recuava um pouco e logo de seguida voltava a empurrar mesmo até ao fundo. Uma vez mais, veio-se dentro de mim, mas desta vez não o senti ganhar aquele volume dentro de mim, pelo que, para evitar que saísse, prendi-o contra mim com a ajuda das minhas pernas.

Voltei a masturbar-me, mas desta vez não consegui atingir um orgasmo porque ele acabou por conseguir soltar-se. Felizmente os meus fluídos foram um perfeito chamariz que os fez lamber-me enquanto eu acariciava o meu grelinho e acabei mesmo por me vir no mais intenso orgasmo que tinha até então experimentado, já que, enquanto gozava, eles continuavam a lamber-me toda.

Nessa noite dormi na paz dos anjos e no dia seguinte, assim que acordei, voltei a oferecer-me aos dois que me montaram mesmo em cima da cama. Naquele fim de semana fodemos algumas vezes. Quando os meus pais me vieram buscar ficaram muito admirados quando os meus avós lhes disseram que me portei muito bem e que mal tinha saído do meu quarto.

Com aquele par de amantes bem dotados, quem é que saía do quarto. Só lamentava que eles se viessem tão depressa...

No fim de semana seguinte fui eu quem insistiu para voltar para casa dos meus avós...

 
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