História de um rapto - 2ª parte
Publicado em 2017-03-09 na categoria Contos eróticos / Jovens


Depois de uma intensa noite de sexo, já com o dia a raiar, deixo-me ficar deitado ao lado dela. Estou completamente exausto. Estou sequioso e esfomeado, mas não tenha nada para comer ou beber na carrinha. Ao olhar para ela, percebo também que ela não trouxe roupa nenhuma. Não a posso entregar naquele estado...

Vou para o volante e conduzo para fora da cidade. Conheço uma pequena vila ali perto onde posso abastecer-me. Estaciono no parque subterrâneo de um pequeno hipermercado, procurando fazê-lo na parte mais afastada da porta, onde ainda não está nenhum carro parado. Certifico-me também que ela fica bem atada e amordaçada.

Vou ao hiper comprar alguma comida e bebida, depois dou um salto à para-farmácia e compro uma embalagem de Vaselina e passo por uma loja de roupa e compro também duas peças de roupa, umas calças e uma tshirt. Regresso à carrinha, onde a encontro ainda a choramingar. Enquanto conduzo novamente para o armazém, vou comendo e bebendo. Só quanto estaciono é que a obrigo a beber quase um litro de água e a comer uns bolos que trouxe.

Nisso toca o meu telemóvel. Um número desconhecido. Atendo:

- Estou?

- Sou eu... o meu sogro aceitou pagar o resgate!

- Fixe!... - Saio da carrinha e afasto-me um pouco. - E aceitou na boa?

- Não... ele queria chamar a polícia, mas a minha sogra deu-lhe rapidamente a volta...

- Quando é que o velho tem a massa?

- Ele arranja o dinheiro hoje mesmo...

- Tão rápido?

- Ele tem uma boa parte no cofre de casa, também tem dinheiro no cofre da firma e ainda num cofre alugado num banco... dentro de algumas horas tem o dinheiro... como combinamos o pagamento?

- Eu ligo para a tua casa ao fim da tarde para dar as instruções...

- Ok... E como está a minha mulher?... Foi um trabalho fácil?...

- A tua mulher está bem e recomenda-se... Não deu trabalhinho nenhum...

- Ok... Até logo então...

As coisas estavam a correr de feição. Ia ganhar uma boa maquia à custa daquele trouxa e ainda lhe como a mulher! Ui, no que eu fui pensar. Comecei a sentir imediatamente a minha verga a aumentar de volume até ficar enrijecida. Não há como dizer-lhe que não. Regresso à carrinha.

Assim que ele percebe o chumaço nas minhas calças, sabe ao que vou. Tenta afastar-se, mas agarro-a pelos pés e puxo-a para mim. Desaperto as calças e tiro aquele mastro para fora. Por momento ela fica vidrada a olhar para ele, mas rapidamente vira a cara para o lado, fechando os olhos.

Ajoelho-me e a seguir sento-me sobre os meus calcanhares. Dou duas cuspidelas para as mãos e lubrifico a gaita. Depois, sem quaisquer cerimónias, puxo-a para mim, fazendo-a "subir" pelas minhas pernas até ficar com aquela ratinha depilada encostada à minha verga. Ela debate-se, então volto a ameaçar:

- Queres morrer ou queres voltar a ver o teu filho... hã... como vai ser?...

Ela acalma-se. Faço então uns movimentos de cadeira para a esfregar naqueles lábios carnudos rosados. Como continua amordaçada, mal se ouvem os seus gemidos. Então com uma mão, começo a acariciar-lhe longamente o clitóris. Depois, ponto a ponta dos dedos sobre a minha verga, faço força para baixo para a colocar na posição horizontal, apontando directamente para a entrada daquela grutinha deliciosa.

Começo por enfiar apenas a cabecinha. Depois, mantendo-a em posição, agarro-a pelas coxas e com um movimento brusco, puxo-a com força na minha direcção, fazendo a minha verga entrar com violência. Ela reage com um longo grunhido enquanto arqueia o corpo para cima. Foi tal a potência do movimento, que lhe enterrei a verga até às bolas!

Depois fiz-la deslizar para fora vagarosamente, para voltar a enfiar com força, obrigando-a a contorcer-se novamente enquanto soltava um novo grunhido, mas desta vez, com uma expressão de desespero. Percebo que tem dificuldades em respirar e tiro-lhe a mordaça da boca.

Repito uma e outra vez aquelas investidas, e de cada vez que lhe enterro a minha verga até ao fundo, ela responde sempre da mesma forma, arqueando o corpo e gemendo, umas vezes com a boca bem aberta, outras grunhindo com os dentes cerrados, mas mantendo também os olhos fechados com força.

- Aposto que o teu marido não te fode assim!...

Então ergo-lhe ainda mais as pernas, pousando os seus calcanhares sobre os meus ombros e mudo de posição, passando a ficar na horizontal, praticamente suspenso sobre o corpo dela. Só não ficava deitado porque como ela tinha as pernas "dobradas" totalmente para cima, impediam-me de o fazer. Nesta posição, tenho plena liberdade para a penetrar com força e com grande intensidade.

E é isso que faço. Começo a meter como se fosse um martelo pneumático humano. Metia tão fundo que sentia as minhas  bolas a chocar violentamente contra a rata dela. Ela permanecia imóvel, com a cabeça virada para o lado, com os dentes cerrados e a fazer um esforço sobre-humano para gemer em silêncio.

Sei que aqueles gemidos não eram de prazer, mas ao olhar para ela, imaginava-a a gemer de prazer e isso, excitava-me ainda mais, fazendo com que intensificasse ainda mais os meus movimentos. Aí, aconteceu algo curioso, ela soltou um "ai", abrindo e voltando a fechar os olhos com força.

- Estás a gostar não estás?... Confessa lá... Nunca te foderam desta forma!...

Ela não responde mas continua a fazer aquelas caretas. Já cansado, diminuo a intensidade das minhas investidas e aproveito para lhe acariciar as mamas, apertando-as ligeiramente. Dos bicos começam a surgir umas gotículas de leite. Não resisto e começo a chupar-lhe os mamilos como se fosse um bebé.

O sabor do leite materno é estranho. Amargo. Mas mesmo assim, chupei-os como se aquele leite fosse mesmo delicioso. Enquanto mamava um, acariciava o bico do outro e vice-versa, não sempre sem parava de os apalpar, enquanto ia fazendo um lento vai e vem.

Ela tinha-se acalmado um pouco. Mantinha uma respiração ofegante e agora estremecia várias vezes, como se estivesse a apanhar choques eléctricos. Mas eu não me limitava a mamar, também brincava com a língua, fazendo-a contornar aqueles bicos duros e erectos. Eram mesmo grandes. Agora tinham o dobro do tamanho e estavam mais inchados. Ela própria parecia estar mais sensível ao meu toque.

Já recuperado, volto a intensificar as minhas investidas. Assim que fiz a primeira, ela não conseguiu evitar soltar outro "ai". Seguidamente, como se estivesse arrependida, faz uma careta e cerra os dentes e os olhos. Enterro-lhe a minha verga com tanta força e tão fundo que rapidamente perde o controlo.

- Aaaarrrrggggg.... Aaaarrrrgggggg.... Aaaaaarrrrgggg... Aaaarrrrrgggggg... - Repete ele continuamente.

- A verga do teu marido é tão boa como a minha?

Não responde. Dou-lhe uma violenta bofetada na cara e repito a pergunta. Volta a não responder e volto a castigá-la. Logo de seguida responde:

-Não...

- Estás a gostar?...

Volta a não responder. Quando ergo a mão ela apressa-se a dizer:

- Sim...

- Hã?...

- Sim... sim...

Não foi muito convincente, mas aceita-se. Mas eu quero mais. Tiro o minha verga para fora. A rata dela passou de rosa para vermelho. Viro-a ao contrário.

- Agora quero comer-te esse cu!

- Não... Não... Por favor, não...

Ignoro as suas suplicas e besunto-lhe o olho com a Vaselina. Depois lubrifico a minha verga. Meto-lhe um pequeno saco por baixo para lhe subir o rabo e começo a enfiar-lhe um dedo. Ela, chorosa, continua a pedir-me para parar, mas nem ligo. Rapidamente percebo que ela já deve ter feito sexo anal, mas ainda não estava muito acostumada.

Para azar dela, a minha verga era um pouco para o volumosa... Começo a empurrar fazendo-a gritar.

- Podes gritar à vontade que ninguém te ouve...

A cabecinha entrou com dificuldade. Começo a fazer força para a frente, mas tenho dificuldade em fazê-la deslizar lá para dentro, apesar de ter metido bastante creme. Tanto que ele até escorria. Ela solta longos gritos, um atrás do outro:

- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii...

Ela fica completamente imóvel, com o corpo completamente tenso. Só consegui empurrar até ao meio. Por mais que tentasse não conseguia mais. Puxei-a um pouco para trás e voltei a empurrar lentamente. Continuei a enfiar, indo aos poucos aumentando a velocidade. E de cada vez que empurrava, tentava meter mais um bocadinho.

Aos poucos, o seu orifício começou a dar de si, permitindo que metesse mais fundo. Foi então que os gritos dela passaram a ser mais intensos. Ao olhar para a minha verga, vi umas manchas vermelhas. Era sangue. Coisa pouca. Tinha-a rasgado. Não me importei e inclinei-me sobre ela, mantendo suspenso para poder olhar para baixo e continuando a enfiar em dó nem piedade.

Comi-lhe aquele cuzinho durante um bom bocado, até que gozei. Foi um dos melhores, senão o melhor orgasmo da minha vida. Gritei literalmente de prazer. Depois de ejacular, deitei-me sobre o corpo dela. Ambos estávamos completamente transpirados.

Pouco depois saí da carrinha para poder apanhar ar fresco. Que bela foda que tinha acabado de dar! Devo ter batido o meu recorde. Consegui fodê-la durante quase uma hora. Uma hora de sexo! Uau!

A tarde já estava a cair. Entrei na carrinha, desatei-a e obriguei-a a vestir-se. Depois voltei a atá-la. Fui para o volante e subi uma pequena colina ali perto por um caminho de terra batida. Ia colocar-me num ponto estratégico para me certificar que não ia ser surpreendido.

São 17 horas e a noite já se faz sentir. Telefono para o marido.

- Já tem o dinheiro?

- Sim... tenho...

- Meta-se no carro, vá até á doca e aguarde novas instruções.

- Ok.

Desligo. Quinze minutos depois ele liga-me.

- Está tudo a correr como planeado... onde nos encontramos?

- Conheces a velha pedreira?

- Conheço...

- Entra no parque e conduz até à traseira do armazém da esquerda.

- Ok... até já...

Vou buscar a mulher trago-a para o banco da frente. Ela ainda soluça.

- Puta que pariu... Nunca comi uma gaja tão boa como tu... Se eu fosse o teu marido, tinha que te foder todas as noites...

Ela não reage, permanecendo com o olhar perdido no horizonte. Como está sem sutiã, consigo perceber o volume dos bicos que parecem querer furar a tshirt. Estendo a mão para lhe apalpar uma mama.

- Ainda temos algum tempo... Podemos divertir-mo-nos mais um pouco...

Como tenho que ficar de vigia, limito-me a baixar as calças, agarro-a pela cabeça e faço-a inclinar-se sobre a minha verga.

- Anda... chupa... Faz-me um broche...

Ela não reage.

- Estás a minutos da tua liberdade... de ter nos braços o teu filho... Queres morrer na praia e nunca mais ver o teu filho?

Ela abre a boca e abocanha-me a verga. Tenha que a "incentivar" com ameaças uma e outra vez até que começa a chupar com alguma qualidade. Alguns minutos depois vejo um carro aproximar-se do armazém. Como a noite já caiu, só vejo as suas luzes. Estaciona e desliga-as. O meu telemóvel toca.

- Já cá estou...

- Fica aí... vou já ter contigo...

Agora estávamos ocupados! Deixei-a mamar por um bom bocado, mas como eu estava a demorar a vir-me, saí da carrinha e fiz-la baixar-se. Agarrei-lhe a cabeça com ambas as mãos, volta a enfiar-lhe a verga na boca e comecei a fazer um vai e vem até finalmente gozar, obrigando-a a engolir todo o meu leite.

Satisfeito, arranjei-a a levei-a até ao marido. Estacionei a 20 metros de distância. Caminhamos um na direcção do outro.

- Já tirei a minha parte... Tem aí o resto... Se quiser contar...

- Eu confio... Espera aqui.

Recolho o saco e regresso à carrinha. Desato-a.

- Podes ir... És livre...

Ela corre para o marido. Será que lhe vai contar alguma coisa? Entro na carrinha e arranco dali para fora. Já em casa, conto o dinheiro. Estava lá tudo. Ele não me ligou naqueles dia, nem nos seguintes. A mulher não lhe deve ter contado nada.

Não a voltei a ver, mas fiquei com umas belas recordações... e muito dinheiro para gastar! Infelizmente, não durou muito...

 
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