História de um rapto - 1ª parte
Publicado em 2017-03-06 na categoria Contos eróticos / Jovens


Fui contactado por um individuo que tinha desviado muito dinheiro da firma onde trabalhava, para gastá-lo no casino e em boates. O departamento de contabilidade apercebeu-se que algo não estava bem com as contas e começou a apertar com ele. Desesperado, embarcou num plano ambicioso que passava por eu raptar a sua própria esposa para que o seu sogro pagasse um chorudo resgate...

Tudo aconteceu por mero acaso. Conheci-o na área de restauração de um shopping. Estávamos sentados em mesas contíguas. Quando me sentei, já ele estava a conversar com um outro indivíduo. E como me sentei atrás dele, ele nem se apercebeu da minha presença.

- Tu eras a minha última esperança... - Ouço-o dizer.

- Epá, gostava de te ajudar... mas não tenho essa quantia...

- Eu vou-me matar... não vejo outra saída...

- Epá, não cometas essas loucura... por muito que te custe, fala com o teu sogro...

- Não vale a pena... ele está sempre a dizer que a mim não me põe a mão...

- Então está disposto a deixar a filha e o neto na miséria?

- Não... a eles ampara-os...

- Epá... é uma situação muito complicada... tenta conversar com a tua esposa...

- E dizer-lhe que gastei o dinheiro em jogo e putas?

- Epá... mente-lhe... diz-lhe que fizeste um mau investimento...

- Essa não pega... depois de eu ser preso, o meu sogro ia exigir o nosso divórcio...

- E a tua mulher está a fim?

- A nossa relação anda um bocado tremida... posso perder tudo...

- Epá, desculpa, mas não te posso ajudar com nada... Se precisares de um tecto, sabes que podes contar comigo...

O amigo levanta-se, desculpando-se com a hora e despedem-se. Um minuto depois ouço-o murmurar. Olho sobre o meu ombro e vejo-o com as mãos na cabeça. Decido intervir.

- Ei amigo... desculpe mas não pude deixar de ouvir a vossa conversa... acho que tenho uma solução para o seu problema...

Ele olha para mim com uma cara de espanto.

- Desculpe-me... não quero ser intrometido... mas sem querer ouvi-o falar e acho que tenho uma solução para o seu problema...

- Tem?... Vai-me emprestar o dinheiro?...

- Não!... Nem sei quanto é que você deve... Mas sei como pode arranjar esse dinheiro facilmente...

- Vou assaltar um banco? Eles não têm assim tanto dinheiro na caixa...

- Amigo, esqueça... - E virei-me para a frente.

Ele permaneceu em silêncio durante uns largos segundos, até que se levantou e veio sentar-se à minha frente.

- Qual é a sua ideia? - Pergunta curioso.

- Pelo que percebi, você fez um grande desfalque e agora tem que arranjar dinheiro senão vai ver o sol aos quadradinhos, correcto?

Ele acena afirmativamente com a cabeça.

- O seu sogro é podre de rico e não gosta de você porque acha que você se casou por interesse, correcto?

Ele volta a acenar afirmativamente com a cabeça.

- Diga-me uma coisa... de quanto é que você precisa?

- Perto de 350 mil...

- OK, é simples... Simule o rapto da filha... peça meio milhão de resgate... e pronto... tem o seu problema de dinheiro resolvido...

- E se sou apanhado?... Não... não... eu não tenho jeito para isso...

- Calma... aí entro eu...

- Como assim?

- Eu rapto a sua esposa e o seu filho... Exijo o resgate e que seja você a trazer o dinheiro... Então entrego-lhe a mulher e o filho, e fico com a diferença pelo meu trabalhinho... Que me diz?

- Você já fez isso?

- Não...

- Você trabalha com alguém?

- Não... faço isto sozinho...

- E se for apanhado?

- Não sou... Você vai-se certificar que o seu sogro não chama a polícia e que é melhor pagar e calar...

- E se não o conseguir convencer?

- Aí as coisas podem complicar-se um pouco... Mas como vou exigir que seja você a trazer o dinheiro, você pode ajudar a despistar a polícia...

- E se eu não conseguir despista-los?

-É fácil... Se não conseguir livrar-se deles, apareça com o casaco vestido... mas se se vir livre deles, apareça sem casaco... Se você aparecer de casaco eu mantenho-me escondido e não apareço.... Depois ligo muito zangado a dizer que vi a polícia e ameaço que se voltam a aparecer mato a sua família e desapareço... Mas o ideal é que você consiga convencer o seu sogro a não chamar a polícia...

- Pois, não sei...

- A sua sogra é viva?

- É...

- Boa... É a ela que tem que convencer... Ela depois dá bem a volta ao velho...

- Sim... Assim acho que vai funcionar... E quando podia fazer isso?

- Quando você quiser!

- Pode ser amanhã ou depois de amanhã...

- Por mim até pode ser hoje!

- Hoje?...

- Sim!... Hoje... Agora mesmo se quiser...

- Bem... Ela agora está em casa da minha sogra, mas depois vai para casa...

- Dê-me a morada de sua casa...

Ele escreve-a num guardanapo de papel e entrega-mo.

- Conhece a rua?

- Conheço a zona... É uma casa isolada?

- É uma moradia... mas tenho vizinhos a toda a volta...

- Agora dê-me a sua chave...

- A minha chave?

- Sim... Quero entrar e meter a carrinha na garagem para não alarmar os vizinhos... Depois parto um vidro para simular que arrombei uma janela... Depois entrego-te a chave num local a combinar...

- Mas ela ao chegar vai ver a carrinha e vai estranhar...

- Não vê... Eu primeiro entro, espero que ela venha, rapto-a, amarro-a e só depois meto a carrinha na garagem...

- Ok... E depois como fazemos com a chave?

- Quando fizer o rapto ligo-te e tu dizes-me onde te posso entregar a chave...

Ele volta a escrever no guardanapo de papel, e entrega-mo. Eu pergunto:

- Tu trabalhas aqui?

- Sim... Sou o gerente...

- Ok... Quando vires um furgão branco a parar à frente da empresa, anda buscar a chave...

Despedimo-nos e eu desloquei-me de imediato para a morada indicada no guardanapo. Estaciono na rua que está deserta. A zona é habitacional pelo que não anda ninguém cá fora. Entro na casa com um grande à vontade para o caso de alguma vizinha mais curiosa me tenha visto chegar. Para dissimular levo um colete de uma operadora de telecomunicações.

Já no interior vejo que aquela gente vive bem. Evito mexer no que quer que seja para não deixar nada que me possa denunciar. Depois de fazer um reconhecimento pela casa, limito-me a esperar junto à janela da sala. Esperei cerca de uma hora, até que o portão automático se abre e entra um Mercedes preto. Ao volante vejo uma mulher nova, de óculos de sol. Seguidamente abre o portão automático da garagem situada na cave e entra com o carro.

Posiciono-me escondido à subida das escadas e aguardo. Ouço-a subir enquanto fala ao telemóvel. Ela ao chegar cá cima tem três hipóteses, vira à esquerda em direcção à cozinha, caminha em frente em direcção do hall ou vira à direita em direcção da sala ou da escadaria que vai para o primeiro andar, que é onde estou escondido.

O facto dela estar a falar ao telemóvel impede-me de a atacar porque vou dar o alarme. Isso pode atrapalhar os meus planos, principalmente se ela vier na minha direcção. Felizmente vai para a cozinha. Entretanto desliga. Aproveito esse momento para sair do meu esconderijo, dando de caras com ela que regressava da cozinha.

Ambos apanhamos uma grande surpresa. Assim que me vê dá um grito e foge, fechando a porta. Corro imediatamente atrás dela, apanhando-a quando já se preparava para sair pela porta da cozinha, tapando-lhe logo a boca e evitando que alguém a pudesse ouvir gritar.

Puxa-o para dentro e com o pé fecho a porta, enquanto ela se debate com todas as suas forças. Mostro e aponto-lhe uma faca à garganta e ameaço:

- Quietinha ou morres aqui e agora... Fica quietinha que eu não te faço mal...

Ela fica como que hipnotizada, tremendo descontroladamente, enquanto chora e soluça. Ela estava completamente nua. Tinha-se despido por completo e metido a roupa a lavar na máquina. E quando pensava tê-la dominada, ela morde-me a mão e tenta fugir, gritando por socorro. Em desespero, dou-lhe um golpe com o cabo da faca na nuca que a faz cair inerte no solo.

Amarro-a e amordaço-a. Certifico-me que está tudo tranquilo na rua e vou buscar a carrinha, trazendo-a até à entrada da garagem. Vou buscar a minha refém e meto-a deitada na traseira. Não pude deixar de admirar o seu belo corpo. Ela era mulher para dezanove, vinte anos. Tinha uma estatura média e era muito bonita, com um cabelo castanho escuro, longo e ondulado.

Os generosos peitos com os bicos ligeiramente inchados indicavam que tinha sido mãe à poucos meses, mas não vi o filho. Deve tê-lo deixado em casa dos pais. Para quem foi mamã há pouco tempo, era magra e tinha umas boas curvas! Também mostrava que era uma mulher que sabia cuidar do corpo. Devia frequentar um ginásio. Por outro lado, esta impecavelmente depilada, por completo!

Fiquei instantaneamente com uma erecção. Era impossível resistir àquele pedaço de tentação. Não havia volta a dar, tinha mesmo que a comer! Burro era se não aproveitava aquele belo naco de carne...

Comecei a acariciá-la, começando pelas pernas, passando pelo rabo e terminando naquele belo par de mamas. Além de grandes, eram bem durinhas e ao apertá-las, esguichavam o leite da mãe. Aquilo excitou-me tanto que parecia que a minha gaita ia rebentar com o fecho das minhas calças.

Não aguentando mais o tesão, desaperto a camisa e as calças e deito-me sobre o corpo dela, penetrando-a de imediato e começando a fazer um vai e vem. Estranhamente, para quem foi mãe, sinto-a apertadinha. Se bem que a minha verga é bem grossa.

Ela começa lentamente a recuperar os sentidos e assim que percebe que está a ser comida começa a gritar, mas aí, volto a ameaçá-la com a faca. Apesar de chorosa, contem-se nos gritos, dizendo apenas "não... não... não...".

- Sim... sim... sim... És tão boa que mereces ser comida até gritares por mais!

Volta a ameaçar que a mato, a ela, ao marido e ao filho e aí ela acalma-se um pouco. Depois de a comer por um bocado na posição do missionário, obrigo-a a ficar de quatro.

- Anda vira-te... Quero-te comer por trás!

Quero comê-la por trás para admirar aquele cu e aquele belo corpo de violoncelo. Volto a enfiar logo à primeira, enterrando a minha verga toda dentro dela, e obrigando-a a gemer:

- Aaaaaaaaaaaarrrrrrghggggggg....

Começo de imediato a estocá-la com força, agarrando-a pelos cabelos, enquanto ela continua a gemer chorosa. Os seus seios baloiçam descontroladamente e as minhas investidas são tão violentas que o meu corpo ao bater nas suas nádegas produz um som semelhante a uma bofetada.

Se foder aquela bela mulher era excitante, o facto dela estar a chorar tirava-me a excitação. Para a calar, com uma mão agarro-a pelo pescoço.

- Cala-te putinha... caladinha....

Ela agora mal consegue respirar, quanto mais gritar. Com raiva intensifico as minhas investidas até que alguns minutos depois venho-me, brindando aquela coninha com a minha esporra quentinha. Ao tirar a minha verga, vejo claramente um fiozinho de leite a pingar daquela cona rosadinha.

Deixo-a deitar-se, visto-me e arranco dali para fora. Ligo para o marido e alguns minutos depois, entrego-lhe a chave à porta do escritório, arrancando logo de seguida. Nessa mesma tarde ligo-lhe de um telefone público na cidade, e exijo o resgate a ser pago em notas não sequenciais, no prazo de 24 horas num local que depois direi.

Depois conduzo durante cerca de duas horas sem destino, procurando um lugar onde possa esconder-me. Vou até à parte velha da cidade e estaciono a carrinha por trás de um armazém abandonado. Naquela zona não mora ninguém. Havia ali uma fábrica enorme que está devoluta, em ruinas, por isso, era um sitio seguro.

Assim que estaciono a carrinho, olho para trás e vejo-a ali deitada, amordaçada, amarrada e toda nua. Não evitei outra erecção e tive que a comer de novo.

Fui para a traseira da carrinha e virei-a para mim. Ela começou a dar luta mas rendeu-se assim que lhe dei duas violentas bofetadas. Então abri-lhe as pernas e caí de boca naqueles lábios carnudos, chupando-a toda, enquanto lhe enfiava os dedos de uma mão e com a outra, apalpava-lhe os seios, dos quais, apareciam umas gotículas de leite. Lambi-lhe a cona demoradamente, deliciando-me. Não tinha qualquer pressa, tínhamos a noite toda por nossa conta. Finalmente, não resisti mais e fui chupar-lhe os bicos das mamas, sorvendo aquele leite com um sabor amargo.

Mamei e brinquei quanto quis e por imenso tempo. Tanto foi o leite “ordenhado” que ela tinha o tronco todo molhado e até eu também já estava encharcado com ele. Depois tive a ideia de fazer uma espanholada nas mamas dela e por fim, esguichei algum leite para a minha verga. Obriguei-a a sentar-se e a “engolir” a minha verga, exigindo que a chupasse.

Custou a obedecer, mas as ameaças que se não o fizesse não mais ia ver o filho, convenceu-a a “colaborar”. Não me fez uma mamada do outro mundo, mas foi minimamente agradável. Depois deitei-a e voltei a penetrá-la, obrigando-a a soltar um gemido.

Fodi-a como se não houvesse amanhã! E não foi só uma vez, mas três vezes. Nessa noite, nem dormimos...

 
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