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Sequestrada - VPublicado em 2017-03-03 na categoria Contos eróticos / BDSM
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O pior terror era não poder ver o que acontecia. Eu podia sentir que ele estava à minha volta. Não sei por que sentia que ele admirava o meu corpo nu, imóvel e totalmente exposto. Mas era só uma percepção. Não podia ter certeza de nada e muito menos se ele estava a preparar algo ou a si mesmo para o que quer que fosse. Estaria a manipular o seu cacete numa punheta preparatória?Observava-me em silêncio e sabia que depois do primeiro impacto de revolta, eu acabaria por me excitar em ser observada. Sim... passado o choque e a ira, comecei a sentir uma excitação crescente em imaginar que estava a ser observada nas entranhas. Que o meu cu arreganhado excitava um macho pronto para me sodomizar... De novo eu estava a gostar da ideia. A primeira vontade era resistir. Lutar na tentativa mesmo que inglória de impedir o abuso, aquela nova violação. Lutar mesmo que a dor física da luta venha a ser maior que a dor física daquela penetração. Lutar para tentar fazer do abuso algo não tão prazeroso ao violador. Mas a imobilidade inviabilizava a luta. Então a lógica, a racionalidade mandava relaxar e tentar fazer com que coisa toda acabasse logo, com o mínimo de dor e sofrimento. A persistência do meu algoz indicava que tentar persuadi-lo era inútil. Irritá-lo com ofensas também não funcionara. Muito menos apelar para a racionalidade. Mas o pior é que até agora, todas as vezes ele conseguira não apenas consumar o acto a que se propusera, mas mais que isso, conseguira que eu não só usufruísse dele como até implorasse mais. E pelo visto esta seria minha sina nesta nova investia. Dessa vez o silêncio e a sua (provável) observação duraram mais do que o normal. Eu tentara manter as minhas nádegas fechadas como que tentando esconder o buraco do meu cu e a minha rata, mas logo as abria e depois de algum tempo desistira. O tarado deveria estar a degustar a visão daquilo que iria arrombar daqui a pouco. As lágrimas não paravam de escorrer no meio a soluços silenciosos. Afinal o meu orgulho fazia-me tentar não me render totalmente à sua invasão do meu corpo e da minha alma. Finalmente senti as suas mãos nos meus ombros. E novamente iniciava com o ritual de banho de óleo. E eu já estava a gostar disso. As suas mãos era macias e suaves e massajavam levemente as minhas costa e ombros. Não era possível não gostar. Os seus polegares desciam pelas minhas costas estimulando cada vértebra. Lenta e suavemente. De novo chegavam até ao meu cóccix e ao massageá-lo provocavam pequenos choques extremamente prazerosos. Foram vários minutos com as suas mãos a passearem-se pelas minhas costas, massajando as minha nádegas, descendo pelas minhas coxas até aos meus pés, subindo pela parte interior das coxas e aproximando-se excitantemente da minha rata, roçando-a casualmente enquanto estimulava as minhas virilhas. E a esta altura eu já estava totalmente relaxada e com uma gostosa excitação a crescer rapidamente, mas ainda longe de ser alucinante e de tirar-me da racionalidade. Eu ainda queria resistir, ou, pelo menos, não desfrutar do que estava por vir. Então senti o seu corpo deitar-se por cima do meu. Primeiro as suas coxas peludas a esfregarem-se na parte interior das minhas. Sempre com suavidade. Depois o seu tronco também peludo passeava-se pelas minhas costas e finalmente o seu membro encaixou-se nas minhas nádegas. Imediatamente fechei-as impedindo que ele se acomodasse entre elas, mas ele não forçou e ficou simplesmente a roçar o seu membro duro pelo meu rego... Enquanto isso a sua boca beijava minha nuca, avançava até as orelhas com a sua língua percorrendo suavemente toda a volta dela. Claro, eu poderia tentar tirar o rosto, mas os seus toques eram suaves e deliciosos e era-me impossível deixar de desfrutar deste prazer. Ele era um tremendo filho da pauta que sabia dar prazer a uma mulher e eu era uma vagabunda rameira que não conseguia resistir ao prazer que ele me dava. A sua língua começou a percorres as minhas constas, descendo suavemente e fazendo-me antever onde pararia. E parou... no meu cu! Novamente eu fechei as nádegas, mas ele abriu-as e ficou a rodear a minha argolinha com a ponta da sua língua. Eu não podia imaginar que isso poderia ser tão bom. Nunca me tinham lambido o cu desta forma, e o tesão que me invadiu obrigou-me a fechar forte a minha boca para não gemer logo na primeira investida. O desgraçado era paciente. Depois de lamber longamente o meu cu, sem em nenhum momento tentar penetrá-lo com a língua, desceu para a minha rata. Eu odiava-me por não conseguir evitar que ela estivesse encharcada de tesão. E apenas usando a língua, percorreu cada milímetro dela. No clitóris acelerava o movimento da língua fazendo-o tilintar de tesão. Depois de lamber muito a minha rata, finalmente enfiou a sua língua e, literalmente começou a foder-me com ela. O meu tesão crescia e quando ele percebeu que eu já não conseguia resistir, enfiou um dedo e suavemente fez-me gozar com um dedo e a língua. Um gozo longo, intenso e silencioso. Mas infelizmente meu quadril mexia desesperadamente denunciando o meu gozo... Ele não se alterou... Voltou a lamber longamente a minha rata e depois enfiou o cacete nela. Senti a sua verga a entrar dentro dela, que já estava toda molhada e em movimentos lentos e ritmados era clara a sua intenção de me excitar novamente. E não precisou muito... Mas dessa vez ele não me fez gozar. Ao sentir que a minha excitação crescia, tirou o seu membro e voltou a chupar a minha rata. Porem logo voltou a lamber o meu cu. Era óbvio que esse era o seu objectivo. E o meu pavor. - Por favor... O meu cu não... por favor. Você já teve tudo que queria... Não faça isso comigo... Surpreendentemente ele respondeu! - Tu vais gostar! O pior era que o filho da puta provavelmente estava certo. Eu já estava relaxada pela massagem e pelo gozo. E as suas lambidas no meu cu estavam inexoravelmente a excitar-me. E ele continuava, até que finalmente enfiou a ponta da língua dentro do meu cu. Claro que não doeu. Claro que foi gostoso e excitante. Claro eu tentei disfarçar. Mas claro que não consegui. Na terceira estocada da sua língua eu soltei um gemido. Era a senha. Então senti o seu dedo indicador, inundado de creme lentamente a entrar no meu cu. Tentei contrariar o movimento. Ele parou e esperou até eu relaxar. - Não faças força para tentares evitar a penetração... O segredo é fazer força para fora, como se quisesses evacuar... Depois de alguns segundos relaxei, fiz o que ele disse e ele enfiou mais um pouco. Mexi o quadril como que tentando escapar, mas ele esperou e começou um suave movimento de vai e vem. Simultaneamente a sua língua percorria a borda de meu cu e eu estava a gostar... e já nem não escondia os meus gemidos. E os movimentos do quadril que de inicio eram uma tentativa inútil de escapar, agora eram uma tentativa bem sucedida de sincronizar com o movimento do seu dedo... No primeiro momento não doeu, mas depois senti-a e dei um grito. Ele parou. Abriu bem as minha nádegas, voltou a lubrificar o seu membro e o meu cu, e voltou a enfiar a sua cabeça lentamente. Eu podia sentir cada prega do meu cu a ser alargada, mas com uma suavidade deliciosa. Senti a sua cabeça passar a barreira e ele parou. Sim doía um pouco, mas era uma dor deliciosa e eu queria mais e mais que ele enfiasse tudo. Mas resisti... Então ele tirou a cabeça toda. Senti um alívio gostoso no meu cu, ao mesmo tempo um desejo imenso de senti-lo dentro novamente. E sem que precisasse de pedir ele enfiou-o novamente com a mesma suavidade. E parou assim que a cabeça me penetrou. O meu tesão era imenso e eu queria mais. Mas ainda resistia. Conseguia manter o meu quadril imóvel evidenciando que a minha passividade era consequência da imobilidade. E ele tirou-o de novo. Repetiu umas dez vezes a sequência... e a cada uma, enfiava mais fundo e aumentava o meu tesão. Não era possível que o tesão dele não aumentasse. Era um jogo de resistência. Quem não resistiria e aceleraria os movimentos em busca do gozo final? Mas não havia dúvidas... eu não resisti. Levemente comecei a mexer o meu quadril para cima quando a cabeça estava dentro, na tentativa de enfiar mais o seu cacete, mas por umas três vezes ele afastou o suficiente para que só a cabeça ficasse dentro. Até que não resisti. Dei um tranco mais forte no quadril e gritei. - Fode-me... Enterra o teu caralho até aos colhoẽs... Eu já não aguento mais o tesão.... Fode-me com força!... Diante da minha reacção ele enfiou o seu membro totalmente no meu rabo. Sim... Doeu como o diabo e eu gritei de dor. - AAAAAiiiiiii! Filho da puta. Que dor! Que tesão! Fode-me. Fode-me com força. Arromba o meu cu! E ele simplesmente obedeceu. Acelerou os seus movimentos enfiando e tirando o seu cacete com força. Eu gritava de prazer e de dor. Sim, a dor era para me castigar por estar a gostar. Pedi mais e mais e ele começou a meter com raiva. Com o passar dos minutos comecei a perceber o seu cansaço, mas eu não parava de o incentivar até que senti o seu gozo jorrar dentro de mim. E eu, inacreditavelmente também gozei estridentemente. Sem nenhum contacto com a minha rata. Pude sentir a sua exaustão ao deixar cair o seu corpo por cima do meu. O seu membro ainda estava dentro do meu rabo e era delicioso senti-lo ainda a pulsar, diminuindo de tamanho e aliviando a pressão no meu cu... Sim as minhas pregas doíam, mas era uma dor deliciosa. E mais delicioso ainda era sentir o membro a sair lentamente do meu rabo. Senti também o seu leite escorrer pelo meu cú e, de repente, para minha surpresa, ele começou a lamber o leite que escorria de meu cú. Era delicioso sentir a sua língua, como que refrescando as minhas pregas. Era uma delícia pós tesão... pós gozo. E para terminar ele veio com a sua boca atá à minha boca. No começo resisti, mas aí percebi que ele tinha leite na sua boca e, de repente senti um enorme prazer em lamber a sua boca com o seu leite. Beijei-o loucamente. Depois, relaxei e adormeci. De novo acordei totalmente desamarrada. Tirei a mascara e na mesa, mais uma refeição à minha espera. Levantei-me fui ao banheiro. Usei o duche higiénico e lavei longamente a minha rata e o meu cu. Não me ocorreu que isso poderia ser um material importante para uma possível acção penal contra ele. Só queria sentir-me limpa e então tomei um longo banho. Sai nua, só com a toalha enrolada na cabeça para secar os cabelos molhados. Fui comer o prato de salada e frutas, quando então notei que as minhas roupas estavam na outra cadeira. Provavelmente a minha saga estava a chegar ao fim. Só esperava que agora ele não me matasse. Mas acho que não. Afinal em nenhum momento ele me impingira qualquer sofrimento físico. O máximo de dor que tivera fora quando ele comeu o meu cu e, cá entre nós, foi uma dor deliciosa. Depois de comer, me vesti e fiquei à espera. Até gostaria de conversar com esse maluco e tentar entender qual era a dele. O tipo fodia muito e bem. Fazia um sexo delicioso e certamente muitas mulheres gostariam de fazer sexo com ele. Porque então precisava sequestrar e obrigar alguém a fazer algo que, no final ela iria gostar? Qual seria o seu problema e a sua motivação? É verdade que se ele me propusesse fazer esse tipo de sexo, eu provavelmente não aceitava de caras, mas depois de experimentar... não posso negar que gostei muito. De facto nunca fizera sexo tão prazeroso como esse, apesar da angústia de não ver, não controlar e da raiva de ser obrigada a fazer algo contra a minha vontade. E claro de não conseguir resistir ao abuso e de sempre acabar por pedir para ser abusada. Depois de algum tempo ele entrou com sua roupa de KKK. Deu-me a máscara e mandou-me que a colocasse. Obedeci sem falar. Havia desistido de tentar puxar conversa, apesar de bem mais calma. Ele, em seguida, algemou-me pela frente e fez-me seguir em frente. Senti que saímos da casa e ele ajudou-me a entrar no carro e prendeu-me as mãos. Arrancamos e algum tempo depois, solta-me as mãos. Fico uns minutos à espera, mas ao não ouvir nada, lentamente tirei a mascara, vendo que estava sozinha no carro. Ele tinha desaparecido. Fiquei ali alguns minutos a pensar em tudo aquilo e finalmente fui-me embora com tudo aquilo na minha mente. Estava feliz por ter acabado, mas ao mesmo tempo triste...
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