Verão quente - parte 2
Publicado em 2020-04-10 na categoria Contos eróticos / Incesto


O Miguel ouve a incrível história de como o primo fodeu a própria irmã, não conseguindo evitar ficar ele próprio bastante excitado, comentando esse mesmo facto com o familiar e confessando que estava disposto a fazer qualquer sacrifício para ter uma oportunidade como aquela. No entanto o Luís também confessa algo que deixa o primo perplexo...

Enquanto Miguel se babava pela prima, afirmando o quanto ela era boa, o seu primo por sua vez, surpreende-o, babando-se literalmente pela mãe de Miguel:

- Ouve lá... a minha irmã pode ser muito boa... que é (e pisca o olho ao primo)... mas a tua mãe não lhe fica nada atrás...

- A minha mãe?!...

- A tua mãe é bem boa...

- Achas a minha mãe boa?!...

- Se acho... se ela me deixasse eu adorava foder com ela!

O Luís vê de repente ali uma oportunidade soberana para também se exibir perante o primo.

- E se eu te dissesse que eu já a fodi...

- Tu o quê?!... Tá bem tá... Vai mas é enganar outro...

- Tenho provas...

- Tens provas?!... Estás mesmo a falar a sério?... Tu já fodeste a tua mãe?... A tua mãe?...

- Sim...

Agora inverteram-se os papeis e é o Luís que olha para o primo como se ele fosse o maior ídolo do mundo. A rapaz faz um esforço para se convencer que aquilo é mesmo verdade. Aliás, só pode, porque o primo diz que tem provas...

- Meeeeuuuu... desculpa mas... só acredito se ver...

O jovem tira o telemóvel do bolso e procura um vídeo, exibindo-o ao primo que fica literalmente de queixo caído ao confirmar a veracidade da história do primo.

- Fodasse pá... como é que conseguiste essa proeza?

- Foi no dia em que a minha mãe descobriu que o meu pai tinha uma amante. Eles discutiram forte e feio e o meu pai fez a mala e saiu de casa para ir uns dias para um motel. Depois dele sair, a minha mãe estava tão nervosa que começou a beber para se acalmar, enquanto amaldiçoava o meu pai.

O problema é que ela não estava acostumada a beber, por isso tentei chamá-la à razão para que ela parasse.

- O teu pai é um desgraçado de um filho de uma puta que o há-de parir...

- Mamã... tu tens razão... o papá portou-se mal e deve assumir as suas responsabilidades... mas não fiques assim... não te faz bem...

- O que é que aquela pirralha... hic... tem que eu não tenho?... hic...

- Não sei o que é que o papá viu nela... porque tu és mais bonita que ela...

- Obrigada meu amor... hic... tu és o meu menino querido... hic... o meu maior tesouro... mas tu não sejas como o teu pai... hic...

- Eu quando tiver uma mulher vou amá-la e respeitá-la...

- Eu sei querido... eu dei-te uma boa educação... hic...

- Mamã, tu és uma mulher muito bonita... qualquer homem na rua vira a cabeça quando passa por ti... se o papá não te valoriza, arranja outro...

- Oh querido (ela sorri e cambaleia um pouco ao tentar colocar a mão sobre o meu ombro)... mas infelizmente... as coisas... as coisas não são... hic... assim tão práticas... sabes... os homens são todos iguais... não prestam... hic... porque eles nunca se contentam com uma mulher... eles saltam logo para cima do primeiro rabo de saias que lhes acene... hic...

- Mamã desculpa mas isso não é verdade... eu sou homem e não penso dessa forma...

- Eu sei querido... tu és um homenzinho especial... hic...

- Se eu fosse o teu marido eu tratava-te como uma princesa...

-A sério querido?... hic... sabes... se eu tivesse a tua idade... a tua idade, sabes... também adorava ser tua namorada... hic...

-Estás a falar a sério?

- Claro!... hic...

Ela tenta abraçar-me mas quase que caímos os dois, então decido levá-la para o quarto:

- Mamã... tu não estás bem... anda deitar-te...

- Sim... é melhor... hic... acho que bebi demais... estou a ver tudo a andar à roda...

- Deixa-me segurar-te...

Tento segurá-la pela cintura enquanto passo o seu braço sobre os meus ombros, mas ela rodopia e chocámos de frente. Ao sentir o seu corpo junto ao meu não consigo evitar ficar com uma erecção instantânea e totalmente involuntária.

- Uiuiui... hic... o que temos aqui?!... Tu tens um cachimbo no bolso? hic...

Ela põe uma mão entre as minhas pernas e agarra no meu pénis que está duro como nunca esteve.

- Hihihi... isso é por minha causa?... hic...

- Desculpa mamã...

- Não te preocupes carinho... hic... Quem me dera que o teu pai ficasse assim por minha causa... hic...

- Anda mamã... deixa-me ajudar-te...

A minha mãe como estava fora de si, levou a minha erecção para a brincadeira e continuava a querer agarrar o meu pénis, apesar de ter consciência que eu era filho dela e que estava excitado por causa dela.

- Onde está o meu telemóvel... hic... vou ligar para o morcão do teu pai... hic... para lhe dizer... que que eu ainda desperto o desejo de um belo jovem... hic...

Já no quarto, deito-a na cama, sobre as cobertas, deixando-a ali a dormitar enquanto vai balbuciando que o meu pai merecia que ela também lhe pusesse um belo par de cornos.

Enquanto isso, tiro-lhe os sapatos e tento endireitá-la sobre a cama. Mas ao fazê-lo, a saia dela sobe um pouco, exibindo uma generosa parte das suas belas coxas. Penso em puxá-la para baixo, mas durante uns minutos fico a admirar as suas belas pernas enquanto o meu pénis vai latejando de prazer.

Entretanto ela queixa-se de que a armação de metal do sutiã a está a magoar e puxa a blusa para baixo. Ela tenta tirá-lo mas sem sucesso, então ajudo-a a tirar, exibindo o seu belo par de melões. Aquela visão deixou-me louco de tesão.

Num primeiro impulso tento fazer subir a blusa para os tapar, mas ao roçar com as mãos nos seus mamilos a minha mãe solta um pequeno gemido de prazer, enquanto eles parecem ganhar volume.

- Huuuuummmm... que bom...

Naquele momento não sei bem o que devo fazer. Aproveito aquela soberana e talvez única oportunidade de concretizar um sonho que tinha há muitos anos: fazer sexo como a minha própria mãe? E se ela não está assim tão bêbada como é que iria reagir? Certamente que não iria ser a melhor...

Entretanto ela parece ter caído no sono. Para ter a certeza, abano-a pelo braço enquanto chamo por ela, mas ela mal reage. Começo então, muito lentamente a acariciar-lhe o braço e depois vou subindo até ao seu ombro. Ela não abre os olhos, mas sorri e murmura com uma voz muito arrastada:

- Huuummmmm.... issooo ééé... muuuiiitoooo booommmm...

Continuo a acariciá-la, descendo até ao seu peito, acariciando-o fazendo círculos longos para depois ir reduzindo-os até chegar ao mamilo, esfregando-o entre os dedos. Eles ficam ainda mais erectos e duros ao mesmo tempo que a minha mãe solta um novo gemido, ainda mais prolongado.

- Huuummmm... siiiimm … issooo é meeesmoooo muuuiiitoooo boooommmmm...

Com o passar do tempo vou ganhando mais confiança e aumento a intensidade das minhas carícias, enquanto ela vai exteriorizando o prazer que sentia. De quando em vez abria os olhos, mas era por um ou dois segundos, com o olhar fixo no tecto

Entretanto, decido dar o meu passo mais arrojado e passo a ponta da minha língua pela ponta do seu mamilo mais próximo. Ela não reage, pelo que insisto, mas desta vez, não me limito a lamber e começo a brincar com a língua à volta dele até que aproximo a minha boca e sugo-o literalmente para o interior dos meus lábios, chupando-o.

Aí sim, ela reagiu, arqueando as costas para cima enquanto soltava um profundo gemido de prazer e me pedia para chupar mais e mais. Assim fiz e naquele momento perguntava-me se ela tinha consciência de que era eu que estava na cama com ela...

Depois de lhe chupar um e outro mamilo, à vez, e até de ter apertado as mamas para os juntar e chupá-los ao mesmo tempo, ela tenta puxar-me para cima dela. Percebendo o que ela queria, ajudo-a, deslizando para cima dela e encaixando-me entre as suas pernas.

Assim que me sente em cima dela, ela própria começa a fazer movimentos com o seu quadril, esfregando-se literalmente no meu pénis.

- Anda querido... fode comigo... vamos meter... hic... um belo par de cornos... àquele cabrão... do meu marido...

Ao dizer isto, ela própria tenta tirar-me a camisola, mas como estava tão bêbada não conseguia fazer nada de jeito, por isso levanto-me, ficando de joelhos à frente dela e tirei-a eu, atirando-a para o fundo da cama, para junto do sutiã dela.

Enquanto tiro a camisola ela começa a descer a cueca, mas como não se consegue levantar, só a baixa um bocado. Eu aproveito e também a tiro fora, atirando-a para o fundo da cama e finalmente deito-me novamente sobre ela. Assim que o faço, ela uma vez mais tenta desapertar-me as calças, mas sem sucesso.

Tento fazê-lo eu mas ela parece querer insistir e não afasta as mãos dela, por isso ficamos ali algum tempo a “lutar”, tiras tu ou tiro eu, até que ela lá conseguiu desapertar as calças, descer o fecho e puxar o meu pénis para fora, começando logo a masturbá-lo...

- Anda querido... quero sentir o teu caralho todo dentro de mim... hic... anda... quero que me fodas... como o meu marido nunca me fodeu... hic...

Ela própria puxa-o na direcção dela e começa a apontá-lo para dentro dela.

- Anda querido... mete-o... mete-o dentro de mim... hic... mete-o...

Assim que o sente à entrada ela faz um movimento com o corpo, fazendo com que o meu pénis deslizasse uns poucos centímetros para dentro dela, depois, agarrando-me pelas presilhas das calças, puxa-me para cima, fazendo com que a penetre ainda mais.

A sensação de sentir o meu pénis dentro daquela grutinha da minha própria mãe, tão quentinha e húmida foi incrível.

- Anda querido... fode-me... fode-me com força... hic...

Eu começo a fazer um vigoroso vai e vem, deixando escapar um gemido de prazer, mas aí ela pára de repente de se mexer e coloca a mão na minha boca avisando:

- Não faças barulho querido... o meu filho pode ouvir-te... hic...

O susto faz com que a minha excitação baixe bastante. E ainda bem porque se continuássemos naquele ritmo eu não ia aguentar muito mais. Então ela faz-me um novo pedido:

- Querido... beija-me... quero que me beijes... hic...

Acedi ao seu pedido e beijei-a nos lábios. A sensação de sentir os meus lábios em contacto com os dela fizeram com que a minha excitação voltasse aos píncaros. Naquele exacto momento percebi que se a penetrasse novamente não ia aguentar nem trinta segundos. Mas depois de nos beijarmos apaixonadamente durante um par de minutos, ela mostra que queria outra coisa...

- Não querido... eu quero que me beijes lá em baixo... hic...

Julgando perceber que ela queria que lhe chupasse novamente as mamas, agradeço aos deuses aquela oportunidade para repousar um pouco para que a minha excitação diminuísse um pouco, mas ela coloca as mãos nos meus ombros e empurra-me ainda mais para baixo.

- Não querido... beija-me lá em baixo... hic... eu quero que me beijes lá em baixo...

Finalmente percebi o que é que ela queria. Ela queria que lhe chupasse o grelo. Ok, ia ser outra novidade para mim, mas não era nada que já não tivesse visto em vídeos porno na internet, por isso deslizei pelo seu corpo até me encaixar entre as suas pernas.

Ao olhar para aquela passarinha percebo imediatamente que a sua racha parece ter um recheio de baba. Começo por acariciar aqueles lábios, introduzindo os dedos neles, enquanto a minha mãe pedia insistentemente:

- Anda querido... hic... beija-me... beija-me...

Fecho os olhos, ponho a língua de fora e começo a lambê-la como se fosse um gatinho a lamber um tigela de leite, mas lentamente, ficando imediatamente com a cara toda lambuzada naqueles fluídos. No início sentia-me pouco à vontade com aquilo, mas ao perceber o quanto a minha mãe gemia de prazer e o prazer que isso me dava, sobrepôs-se ao sentimento de desagradável e aos poucos e poucos, fui mesmo gostando de a “beijar” naquele sítio.

Depois decidi juntar os meus dedos à brincadeira e comecei, primeiro a acariciar-lhe a passarinha, para depois, começar a enfiá-los dentro dela. Mas o melhor foi quando subi um pouco mais com a língua e atingi o seu grelo, fazendo soltar um sonoro gemido de prazer.

Percebendo que ela sentia mais prazer naquele sítio do que em todos os outros por onde tinha andado a lamber, começo a chupá-la ali, fazendo com que ela se agarrasse à minha cabeça, desgrenhando-me o cabelo todo.

- Isso querido... isso... hic... chupa... chupa querido... chupa... hic...

Enquanto a chupava, lambia e até mordia, com delicadeza, continuava a enfiar os dedos de uma mão na sua passarinha, enquanto com a outra, apalpava-lhe uma e outra mama ou brincava com os mamilos, ela ia gemendo cada vez mais ao mesmo tempo que se contorcia na cama.

Fiquei ali entretido alguns minutos até que ela começou a dizer que ia gozar, aí saltei para cima dela, enfiei-lhe a minha verga até às bolas e comecei a bombar como se não houvesse amanhã, acabando por gozar conjuntamente com ela.

Depois ficamos alguns minutos abraçados a respirar de forma ofegante até que comecei a ficar outra vez com a verga dura. Tirei as minhas calças, despi o resto da roupa dela e voltamos a fazer sexo. Aliás, nessa noite, fodemos três vezes. O pior foi no dia seguinte quando ela acordou e viu que estávamos nus na cama dela, percebendo que tinha sido comigo que tinha fodido.

- E depois o que é que aconteceu? - pergunta o primo curioso.

Ela desfez-se em mil desculpas, dizendo que estava completamente bêbada e que não tinha consciência que era comigo que ela estava. Na sua mente, ela pensava que se estava a vingar do meu pai com outro homem, um antigo namorado dela do tempo da universidade. E depois, pediu-me para que aquela noite ficasse em segredo entre nós os dois...

No entanto, com o passar do tempo acabamos por nos envolvermos de novo e ficamos amantes!

 
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