Verão quente - parte 1
Publicado em 2020-02-20 na categoria Contos eróticos / Incesto


Isabel e Cristina são duas irmãs que não estão juntas há alguns anos, pelo que, combinaram umas férias em conjunto com as respectivas famílias. Ambas as irmãs têm algumas coisas em comum: segredos inconfessáveis, infidelidades, casamentos estão em crise e filhos em plena puberdade. Elas desejam que esta reunião familiar sirva para unir as respectivas famílias, mas as coisas serão bem diferentes...

Isabel é uma bela mulher ainda na flor da idade. Aos 32 anos de idade, tem apenas um filho, Miguel, um jovem com 14. O seu casamento está a atravessar uma severa crise porque descobriu que o marido tinha um caso amoroso com a secretária. Optou por não se divorciar, sacrificando-se pelo filho, que era a luz da sua vida e por quem fazia tudo, e fez...

Cristina era igualmente uma bela mulher, também na flor da idade. Também ela com 32 anos de idade, tinha dois filhos, o Luís, com 15 e a Ana com 13. Na verdade, elas eram irmãs gémeas falsas. E também o seu casamento atravessava uma crise por causa das infidelidades do marido. Tal como a irmã, não se divorciou por causa dos filhos.

Com a marcação destas férias conjuntas, cada uma pensava que esta reunião familiar serviria para que a outra família servisse de exemplo para a sua própria, e que a mesma seria a semente para a reconciliação, ignorando que tinham problemas que eram comuns.

Ambas as famílias encontraram-se na casa alugada para passarem um merecido mês de férias. Tratava-se de uma moradia isolada, com jardim, piscina e telheiro com churrasqueira, mesmo junto à marginal da praia. Aí chegados, distribuíram-se pelos 4 quartos, ficando o Miguel no sofá-cama da sala, enquanto a cobiça se espalhava pelos membros do sexo masculino.

Artur começou a comer a cunhada, Cristina, com os olhos, enquanto o Delfim comia a cunhada Isabel. A tentação chegou também aos rapazes. O Miguel só tinha olhos para a prima, enquanto o primo admirava o belo corpo da tia que, inocentemente, se vestia de uma forma algo provocadora.

E logo no dia seguinte, enquanto os dois primos se passeavam junto à piscina, cruzam-se com Ana, com um minúsculo bikini deitada numa espreguiçadeira a apanhar o sol da manha. Já afastados, e sem desviar o olhar da prima, Miguel comenta em voz baixa com o primo:

- Ouve lá, se eu tivesse uma irmã tão boa como a tua, já lhe tinha saltado para cima...

Luís sorri e gaba-se sem qualquer complexo ou cuidado:

- E se eu te disser que já fodi com ela...

- Vai enganar outro...

- Não acreditas em mim?

- Estás a brincar, não estás?

- Não estou a brincar...

- Não!... não... não acredito...

- Queres uma prova?

- Uma prova?

- Sim, posso provar-te que não é mentira...

Miguel fica calado, mas com um olhar de dúvida. Então, perante a incredibilidade do primo, ele tira o smartphone do bolso e exibe-lhe vários vídeos (sem os abrir), onde se percebe que alguém está a fazer sexo.

- São vocês? Pergunta o jovem que ainda não acredita no que vê.

Luís abre um vídeo e prova ao primo que ele está de facto a fazer sexo com a irmã.

- Foda-se... que loucura... tu fodeste mesmo a tua irmã...

O rapaz esboça um sorriso de satisfação perante a expressão de espanto do primo.

- Que sortudo que tu és... desde quando é que andas a foder a tua irmã?

- Não sei bem, mas já há uns bons dois anos...

- Dois anos? Que idades é que vocês tinham?

- Epá... eu na altura já tinha 13 e ela... tinha 11...

- Ouve lá meu, e como é que tu conseguiste foder a tua própria irmã?

O rapaz, “inchado” com o seu próprio orgulho não resiste a partilhar a sua aventura incestuosa com o primo.

- Isso não aconteceu de repente como um estalar de dedos. Foram acontecendo várias coisas que nos levaram à cama...

… num certo dia eu estava recostado na cama com o computador portátil pousado em cima das minhas pernas a ver um filme pornográfico enquanto batia uma punheta, quando de repente, apercebo-me que está alguém à porta do quarto a olhar.

Apanhei um susto de morte. A minha irmã ali a espreitar. Ao ser apanhada, em vez de fugir ela entra no quarto enquanto pergunta:

- O que é que estás a fazer?

Eu tento esconder o meu pénis pondo o computador à frente e respondo:

- Nada! Desaparece daqui...

Ela continua a caminhar na minha direcção, enquanto eu vou subindo o computador, até o colocar literalmente sobre o meu pénis.

- Nada? Tu estás a bater uma punheta...

- O que é tu sabes disso?

- Sei aqui que as minhas amigas me disseram...

- E o que é que elas te disseram?...

- Que vocês batem punhetas até soltar leite...

- Vocês andam a ver muitos filmes...

- Uma das minhas amigas já viu o primo a bater uma punheta até largar leite...

- Ah foi? E as outras também já viram?

- Não, só ela... E ela é a que sabe mais sobre isso...

- E como sabe mais do que vocês, gaba-se e acha-se melhor que vocês, não é?...

- É...

- E tu tens curiosidade em ver como é que um rapaz se masturba?

- Gostava...

- Então gostavas de me ver a masturbar até me vir...

- Gostava...

- Já viste um pénis teso ao vivo?...

- Não...

- Queres ver o meu?

- Quero...

O meu pau que entretanto tinha murchado um pouco, com o teor daquela conversa – e com o calor que saía do próprio computador , volta a ganhar vigor, e que vigor! Tiro o computador de cima e exibo- lhe o meu pénis a latejar.

- Aproxima-te para veres melhor... ele não morde...

Ela senta-se na beira da cama, olhando com estrema curiosidade enquanto eu começo lentamente a masturbar-me.

- Dá-me a tua mão...

- O quê?...

- Dá-me a tua mão...

- Para quê?...

- Tu não gostavas de saber mais do que as tuas amigas?

- Gostava...

- Então esta é a tua oportunidade de aprenderes e ficares a saber mais do que elas... Alguma delas já tocou num pénis teso?...

- N-não...

- Pois bem, vou-te dar a oportunidade de seres a primeira a tocar num...

De seguida agarro-lhe na mão e conduzo-a até ao meu pénis, pousando-a sobre ele e apertando a minha mão sobre a dela.

- É duro... - comenta ela.

Mantendo a minha mão a fazer pressão sobre a dela, começo a masturbar-me lentamente.

- Podes apertar mais a tua mão...

Ela assim faz, até que alguns segundos depois retiro a minha mão. Ela por momentos pára mas eu incito-a a continuar. Ela engole em seco, passa a língua pelos seus lábios secos, esboça um sorriso nervoso e começa a mover a sua mão lentamente.

- Isso mesmo maninha (gemido)... huuuuuummmmm, que bom (gemido)... podes fazer mais rápido (gemido)... isso, maninha, huuummmmm...

Estávamos no bem bom quando ouvimos a porta da casa abrir e as vozes dos nossos pais a entrar em casa. Instintivamente agarro na minha irmã e atiro-me com ela para o chão. Depois estendo a mão e puxo o edredon, cobrindo-nos com ele (já era normal o meu edredon estar mais ou menos naquela posição), mas como estávamos deitados de bruços lado a lado, ele não nos tapava aos dois, por isso, deslizei para cima dela.

Como estávamos deitados do lado contrário ao da porta, os nossos pais só nos “viam” se entrassem no meu quarto (que ficava mesmo à frente do deles). Por isso, ao passarem pela porta do meu quarto e olhando para dentro, não viam nada, a não ser a cama desarrumada (o que já era normal).

Ouvimos o nosso pai a chamar por nós e a procurar-nos (só espreitou à porta do meu quarto, sem entrar) e depois a perguntar por nós à nossa mãe, que respondeu que deveríamos ter saído com os nossos amigos. Eles começam a trocar de roupa para irem para a piscina mas entretanto o nosso pai faz-me á nossa mãe para fazerem um rapidinha.

O meu pénis que com tudo isto tinha murchado, começa a ganhar novamente vigor e como está entalado contra as nádegas da minha irmã, começo a masturbar-me sobre elas.

- O que estás a fazer? - murmura a minha irmã.

- Shhhhiuuuu... fica quietinha e caladinha...

Aos poucos começo a ficar cada vez mais excitado até que, sentindo que o meu climáx estava próximo, baixo apenas a parte de trás do calção e da cueca da minha irmã até ao fundo das nádegas, deixando-as completamente descobertas e pousando o meu membro sobre elas. A minha irmão reclama e tenta puxar a roupa para cima, mas eu agarro-lhe as mãos impedindo-a. Ainda a murmurar, sossego-a:

- Tem calma maninha... eu não vou fazer nada... eu só quero sentir o calor do teu corpo e a suavidade da tua pele...

- Nãooooo...

- Tem calma... confia em mim... eu não vou fazer nada... olha, para teres a ser certeza que não vai acontecer nada, mantém as tuas pernas bem fechadas...

Ela não fica muito convencida e tentar sair de baixo de mim mas nesse momento, ouvimos um barulho no quarto da frente, o que nos faz ficar parados e em alerta. Era o telemóvel do meu pai a tocar. Aproveito esse momento para encaixar o meu pénis sobre o rego das nádegas e começo a esfregá-lo contra elas.

A minha irmã apesar de não se mexer, mantém-se alarmada e na expectativa do que posso fazer, mas talvez percebendo que eu não ia avançar dali, começou a relaxar e acabei mesmo por lhe soltar as mãos. Entretanto o meu pai não tinha atendido optando antes por tirar o som do telemóvel, continuando a fazer sexo com a nossa mãe.

Na verdade, ouvir os nossos pais a gemer de prazer teve um efeito em nós, porque, eu fiquei ainda mais excitado, e a minha própria irmã coloca os braços por baixo da sua cabeça e começa também ela a ter uma respiração mais profunda, até que, alguns minutos depois, surpreende-me, fazendo alguns movimentos tímidos, esfregando também elas as suas nádegas na minha verga.

Aquilo mexeu de tal forma comigo que eu não consegui aguentar muito mais e acabei por me vir, jorrando todo o meu leite sobre as suas costas, encharcando-lhe a blusa. Entretanto os nossos pais também terminaram e pouco depois saíram para a piscina. Assim que os ouvimos sair, eu saí de cima dela.

- E então, o que é que achaste...

Ela sobe a cueca o calção e tira a blusa a reclamar que lhe molhei a blusa. Mas depois de se sentar, notei que ela estava um pouco constrangida, tapando o seu sexo com a blusa. Tiro-lhe a blusa à força, perguntando o que é que se passava e reparo que ela estava toda molhada entre as pernas. Ela tenta fugir justificando-se:

- Acho que me descuidei...

Eu agarro-a, impedindo-a e explico-lhe que aquilo era uma reacção normal e natural do seu corpo. Nós os rapazes quando ficamos excitados ficamos com o pénis teso, elas quando ficavam excitadas, ficavam com a passarinha molhada, por isso, aquilo era um sinal que ela tinha ficado muito excitada.

Para a deixar mais à vontade, falamos um pouco sobre o assunto. Eu ia brincando, dizia que lhe estava a dar umas verdadeiras lições de educação sexual e que a partir daquele momento, ela sabia mais do que todas as suas amigas juntas. Entretanto expliquei-lhe que ela também podia sentir muito prazer e até vir-se, masturbando-se. Inicialmente ela ficou um pouco envergonhada, sorrindo com algum nervosismo, mas acabou por ir aceitando bem a situação, só que com aquela conversa eu comecei a ficar novamente com uma erecção.

- Ana, gostavas de repetir?...

- Repetir?...

- Sim... eu estou pronto para mais...

Ela olha para o meu pénis e sorri. Eu estendo o edredão no chão e faço-a deitar-se voltada para cima, avisando-a que desta vez íamos ficar de frente para nos podermos masturbar os dois. Ela aceita e eu deito-me sobre ela, encaixando-me entre as suas pernas, começando logo a esfregar-me nela. No início não reage, mas aos poucos também ela começa a fazer movimentos de vai e vem, soltando pequenos gemidos.

Entretanto começo também a acariciar-lhe as maminhas, mas quando a coisa começa mesmo a aquecer, deslizo para baixo para as chupar, deixando-a inicialmente surpreendida. Instintivamente tenta afastar-me mas rapidamente desiste. Aproveito para descer uma mão até ao interior das suas pernas e começo a acariciá-la. Desta vez ela tenta mesmo afastar a minha mão mas sem sucesso, até que desiste, tal é o prazer que sente.

Aos poucos, para ter mais liberdade de movimento, começo a baixar-lhe o calção e a cueca até ficarem a meio das coxas. Então peço-lhe para ficar de olhos fechados e faço algo que ela não estava mesmo nada à espera. Deslizo ainda mais para baixo, abro-lhe um pouco mais as pernas e inclino-me sobre a sua passarinha, começando a lambê-la e a chupá-la. Ela reage com um risinho nervoso mas deixa-me continuar.

Faço-lhe sexo oral de forma prolongada enquanto a vou lentamente despindo por completo, até que, alguns minutos depois, ela começa a gemer de forma mais pronunciada e a contorcer-se de prazer, sinal que ia gozar. A minha língua começa a trabalhar com mais força e no exacto momento em que ela tem um primeiro espasmo, deslizo por ela acima enquanto seguro e aponto a minha verga, fazendo-a entrar de rompante dentro dela.

Naquele momento ela faz um esforço para conter o grito de prazer e de dor, enquanto eu começo a bombar com todas as minhas forças. Ela limita-se a ficar de pernas bem abertas e com as unhas enterradas na pela das minhas costas, enquanto vai gemendo e respirando com dificuldade.

No início os seus gemidos eram de prazer, quando a penetrei, eram um mistura de prazer e dor, mas rapidamente voltaram a ser de prazer, entre caretas e sorrisos de extrema satisfação, enquanto eu fazia um vigoroso vai e vem até finalmente voltar a vir-me, fazendo jorrar todo o meu leite para dentro dela.

Aquela foi a nossa primeira vez. E a partir daquele momento, além de irmãos, passamos a ser amantes. No início fazíamos sexo todos os dias e às vezes mais do que uma e duas vezes por dia. Aproveitávamos todos os momentos que estávamos sozinhos em casa e quando não conseguíamos ficar sozinhos, à noite, esperávamos que os nossos pais adormecessem para eu ir para o quarto dela, ou vinha ela para o meu.

 
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