Aquiles
Publicado em 2019-07-17 na categoria Contos eróticos / Zoofilia


Neste verão recebemos a visita de uns tios que estavam emigrados na França. Com eles veio a filha Yara e o seu cão, Aquiles. Nestas férias, eles iam passar toda uma semana connosco. Como eles já não vinham a Portugal há mais de 10 anos, eu só os conhecia das redes sociais. Eu antevia uma semana de férias memorável... só nunca imaginei o quanto!

Eu estava empolgada por finalmente poder conhecer a minha prima e o mesmo acontecia com ela. Assim que nos encontramos, praticamente não nos largamos. Apesar dela perceber bem a língua portuguesa, não a dominava por completo: ela falava quase fluentemente mas por vezes interrompia a frase para procurar a palavra que queria dizer em português. Mas em nada atrapalhava as nossas conversas.

O cão da família, na verdade era dela. Perguntei-lhe qual era a raça, mas ela disse que ele não uma raça definida porque resultou do cruzamento de duas raças diferentes, as quais, também resultavam de outros cruzamentos. Deu logo para perceber que ele era muito meigo, apesar do seu porte.

Logo na primeira noite, os meus tios pernoitaram no quarto de visitas e a minha prima dormiu comigo. Quando nos deitamos, Aquiles ficou sentado a olhar para nós, até que a minha prima disse qualquer coisa em francês e ele subiu logo para a cama, deitando-se ao fundo da minha cama.

Na manhã seguinte acordamos já o sol estava alto. Bebemos um sumo de laranja e fomos logo para a piscina da casa que os nossos pais tinham arrendado para as férias, onde nos divertimos mesmo até à hora do almoço. Foi sair da piscina, sentar na mesa e comer um delicioso peixinho grelhado na brasa com uma salada.

Depois do almoço fomos tomar um duche rápido para tirar o cloro do corpo. Tomamos o banho juntas mas ela foi a primeira a sair da cabine de duche. Enquanto se secava, o seu cão não parava de lhe lamber os pés e pernas (até ao joelho). Achei piada àquele comportamento.

- Ele gosta do teu sabor...

- É... já é costume ele fazer isto...

Saí pouco depois e ele fez o mesmo comigo. Devo dizer que não me opus e até foi agradável sentir a sua língua quente e áspera em contacto com a minha pele. Depois de nos secarmos fomos envoltas em toalhas para o meu quarto, com Aquiles a perseguir-nos como se fosse as nossas sombras.

Quando lá chegamos a minha prima tira a toalha, atirando-a para o chão e põe-se toda nua frente à janela aberta para receber a brisa fresca. Do interior via-se perfeitamente o exterior, mas do lado de fora ninguém a via a ela porque os cortinados estavam corridos. Aquiles voltou a lambê-la, mas desta vez, lambia-lhe o interior das coxas, mesmo junto às nádegas. Surpreendida com aquele comportamento do cão, pergunto-lhe:

- Yara já viste o que é que Aquiles esta a fazer?

Ela vira-se para o cão e fazendo-lhe festas no focinho diz:

- Tu gostas do sabor da tua dona não gostas?... É bom não é?...

Aquiles abanava o rabo de um lado para o outro enquanto parecia querer dar pequenos pulos e fazia uns sons, como se estivesse a implorar por atenção. Pude reparar também que o seu membro vermelho estava todo exposto. O animal estava mesmo excitado.

Ele entretanto solta-se das mãos dela e “atira-se” logo para o interior das suas pernas, tentando enfiar o focinho entre elas. Ela tenta afastá-lo, mas ele está louco de tesão. Quando tento ajudá-la ela aproveita aquele momento de distracção de Aquiles para se sentar de pernas fechadas na beira da cama.

Então ele centra a sua atenção em mim, tentando enfiar o focinho entre as minhas pernas e lambendo-me. Instintivamente encolho-me sobre mim mesma, inclinando-me para a frente e puxando o meu quadril para trás enquanto tento recuar, mas o ímpeto dele faz-me tombar para trás desamparada, ficando entalada entre a mesa de cabeceira e um cadeirão e o pior de tudo, de pernas escancaradas.

Aquiles aproveita o momento para se “atirar” a mim, começando de imediato a lamber a minha passarinha. Nos primeiros momentos não consegui fazer nenhum gesto porque tinha dado um mau jeito muscular ao cair e quando me tentava mover, sentia algumas dores. Entretanto a minha prima tinha-se levantado e tentava puxar e ordenar ao cão para que parasse, mas ele era bem mais forte do que ela e não lhe obedecia.

- Carolina, não te mexas se não ele pode reagir mal... se não te mexeres ele não te faz mal...

O aviso da minha prima não fez baixar o terror que eu estava a sentir, mas a verdade era que Aquiles não mostrava qualquer agressividade, antes pelo contrario, limitava-se a lamber-me, fazendo a sua língua passar com movimentos rápidos e constantes na minha passarinha. Apesar do medo que estava a sentir, e enquanto a minha prima continuava a tentar afastar o cão das minhas partes, a verdade é que comecei a sentir prazer.

Por fim, a minha prima conseguiu afastá-lo de mim, ajudando-me a levantar. Para o fazer, teve que se inclinar e nesse momento Aquiles monta-a por trás, prendendo-a pela cintura com as suas patas enquanto fazia os gestos de vai e vem. Ela deixa-me e tenta desenvencilhar-se daquele abraço de Aquiles mas como ele é mais forte do que ela, fá-la tombar sobre a cama, ficando ajoelhada no chão e com o tronco tombado sobre a cama.

Aquiles continuava a fazer o vai e vem junto às nádegas dela. Enquanto me levantava pude mesmo ver o seu membro vermelho e bem grosso a embater continuamente contra o rego das suas nádegas. Confesso que senti uma curiosidade tremenda imaginando-o a penetrar a minha prima. Por incrível que possa parecer, fiquei muito excitada só de pensar naquela possibilidade. Algo dentro de mim ansiava que ele a penetrasse.

- Aquiles!... Cão mau!... Cão mau!... Solta-me... Aquiles, solta-me... Cão mau!...

Apesar das suas suplicas, Aquiles não a soltava e continuava como um louco a tentar acertar com a sua passarinha. Houve mesmo uma altura que que, numa das suas investidas, a minha prima soltou um pequeno grito ao mesmo tempo que dava um impulso para a a frente. Adivinhando que ele a tinha penetrado, mesmo que por uma fracção de segundo fez com que eu sentisse uma explosão de prazer entre as minhas pernas.

Eu sentia-me tão molhada que os meus fluidos já me escorriam pelas pernas. Eu nem podia acreditar naquilo que estava a acontecer comigo. Instintivamente coloquei uma mão entre as minhas pernas, ficando logo com os meus dedos encharcados. Ao fazê-lo, involuntariamente rocei os meus dedos no meu grelinho e senti uma enorme sensação de prazer. Eu já me tinha masturbado muitas vezes pelo que, estava habituada a “brincar” com ele, mas naquele momento, senti prazer como nunca antes tinha sentido quando me masturbava no meu quarto ou no wc.

Não resisti e comecei a acariciá-lo esperando pelo momento em que Aquiles conseguisse penetrar a minha prima. Só de pensar nesse momento, fazia-me estremecer de prazer. No entanto, talvez frustrado por não a conseguir penetrar, Aquiles solta-a para a voltar a lamber. A minha prima aproveita esse momento para se sentar no chão inviabilizando as intenções do canídeo.

- Incrível!... Ele quase que fazia sexo contigo!...

- Estavas a gostar do espectáculo? - pergunta ela.

- Confesso que me deixou excitada...

- Gostavas de experimentar?

- O-o q-quê?...

- É isso que ouviste... gostavas de experimentar?

- Experimentar o quê?... Fazer... fazer sexo com... (engoli em seco) com o teu cão?...

- Sim... garanto-te que ias adorar!...

- Adorar!?... Porquê?... Tu já fizeste?...

Ela esboça apenas um sorriso enigmático mas não me responde, apesar da minha insistência. Ela levanta-se e conduzindo-me, orienta-me:

- Anda, deixa-me mostrar-te... senta-te na beira da cama... agora deita-te para trás... não tenhas medo, vais adorar! Confia em mim!

Tenho o meu coração aos pulos dentro do meu peito. Até parece que me quer sair pela boca. Tenho-a completamente seca. No entanto, apesar de algum receio, sinto-me excitadíssima. Obedeço -lhe sem reclamar.

- Agora abre as pernas... - diz enquanto ela própria as afasta.

Depois faz-me deslizar um pouco mais para fora da cama e chama o cão, apontando para a minha passarinha, completamente encharcada. Aquiles começa de imediato a lambê-la. Parece apreciar os meus fluídos porque lambe-me avidamente. Aos poucos os meus receios vão diminuindo talvez porque ele está a deixar-me cada vez mais excitada.

O facto da minha prima se reclinar junto a mim e me sussurrar ao ouvido para ter calma e para desfrutar, ajudam a tranquilizar-me. Eu permaneço de olhos fechados e boca ligeiramente aberta para poder respirar melhor, enquanto vou esboçando um sorriso de satisfação e nervosismo.

- Estás a gostar?...

Olho para ela e faço um gesto afirmativo com a cabeça. Naquele momento não conseguia articular nenhuma palavra porque sentia um nó na garganta. Então a minha prima surpreende-me, dando-me um curto beijo nos lábios. Naquele momento fiquei perplexa a olhar para ela.

Depois daquele beijo ela permanece com a sua cara a poucos centímetros da minha. Os suficientes para nos olharmos olhos nos olhos. Então dá-me outro beijo, igualmente curto. E a seguir outro, e outro, cada um cada vez mais longo que o anterior, até que nos beijamos durante alguns segundos.

Ela ergue-se com um sedutor sorriso e começa a acariciar-me os seios. Eu ergo os braços acima da minha cabeça, estendendo-os na cama, entregando-me por completo. Então ela senta-se e dando umas delicadas palmadas sobre o meu ventre diz qualquer coisa em francês ao cão que rapidamente se ergue e encaixa-se entre as minhas pernas, como se estivéssemos na posição de missionário.

Então começo a sentir o seu membro a embater violentamente contra os meus lábios vaginais à procura da gruta mágica. A minha prima vai incentivando-o, sempre em francês. Não percebo minimamente o que está a dizer mas naquele momento isso pouco importa porque estou na expectativa de ser penetrada.

Sinto um pouco de tudo. Desde um profundo receio, passando por uma incontrolável excitação, até a um involuntário desejo por enfrentar o desconhecido. Ao sentir a língua dele a acariciar continuamente o meu grelinho tinha-me deixado completamente louco de tesão, ao ponto de sentir que estava quase a gozar, mas a expectativa de ser penetrada deixava-me em pleno delírio.

Até que finalmente ele consegue penetrar-me, começando a estocar-me com movimentos rápidos de vai e vem. Senti um turbilhão de emoções. Com a sua primeira investida, não senti o seu membro, mas senti as dores da minha defloração. Na verdade não foi uma grande dor porque ela foi de imediato substituída por uma enorme sensação de prazer.

O seu membro quase instantaneamente ganhou um volume colossal dentro de mim, fazendo-me gozar um intenso orgasmo enquanto ele deslizava para dentro e para fora como um autêntico martelo pneumático. Foi uma sensação maravilhosa e plena de prazer: gozar enquanto Aquiles fazia aquelas investidas rápidas até ele próprio se vir.

Como a posição não devia ser muito natural para ele, desmontou rapidamente e recomeçou a lamber-me para depois ir lamber as suas partes. Deslizei para cima da cama e deixei-me ficar estatelada durante um bom bocado, plena de satisfação, enquanto a minha prima ia dizendo algumas coisas, mas confesso que nem sei do que é que falava porque eu não lhe estava a prestar a menor atenção.

Quando finalmente decidi enfrentar a realidade, levantei-me e fui ao wc para tratar da minha higiene intima. Ao regressar ao quarto deparo-me com a minha prima de quatro no chão e Aquiles a montá-la freneticamente.

 
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