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Violação I: Apanhada na estradaPublicado em 2021-05-28 na categoria Contos eróticos / Fetiches
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Toda a gente, homens ou mulheres, tem um fetiche qualquer. O meu fetiche é ver mulheres a serem violentadas, ou a serem obrigadas a fazerem sexo à força, à bruta, à s vezes com alguma violência. Na internet não faltam vÃdeos para satisfazer aqueles que como eu só se excitam com esta prática. Tudo aquilo é a fingir, mas no nosso intimo, gostamos de imaginar que aquilo é mesmo a sério...Eu masturbava-me quase diariamente a ver esse tipo de vídeos, mas com o passar do tempo, comecei a cansar-me daquela rotina e comecei a desejar algo mais real. Decidi recorrer a prostitutas que aceitavam simular esse fetiche, onde eu supostamente as obrigava a fazer sexo comigo à força. Quando comecei a ser cliente frequente de algumas, principalmente das prostitutas brasileiras, que eram mais receptivas a estas brincadeiras mais sérias, elas já me conheciam pela voz e diziam «ah tu és o cara que quer simular uma violação!». A coisa começou a pegar e algum tempo depois, o meu fetiche era violar uma gaja. Tudo combinado, as prostitutas recebiam-me como se fossem donas de casa que recebiam um vendedor ambulante, um carteiro, o administrador do condomínio, um vizinho que queria reclamar do barulho ou outra personagem qualquer. Elas abriam a porta, convidavam-me para entrar e aí eu atacava-as, levava-as para o quarto e violava-as. Era tudo a fingir obviamente, mas todo aquele teatro dava-me um tesão incrível. Não havia nada que me excitasse mais. Até que comecei a levar as minhas personagens à letra e comecei a introduzir demasiado realismo nas cenas o que começou a assustar e a afugentar as prostitutas, talvez com receio de que as coisas de pudessem descontrolar. Quando uma atrás de outra começaram a dizer-me que já não faziam aquilo, voltei-me para os vídeos e as masturbações, mas não era a mesma coisa. Os meus orgasmos não tinham a mesma intensidade. Então no limite do desespero, deixei-me levar pelo impulso, pelo meu instinto animal e decidi sair à caça. Ia deambular de carro à procura de uma potencial vitima. Também apercebi-me que o carro não era a melhor estratégia de ataque porque não era fácil meter alguém à força dentro do carro. Um furgão era bem melhor, por isso, fui a um stand e fiz uma troca. O passo seguinte foi comprar uma arma. Fui a um acampamento de ciganos e disse ao que ia. Eles mandaram-me passar lá outro dia e venderam-me o que eu queria. Nos primeiros dias procurei circular por zonas pouco frequentadas, fora da cidade, mas não encontrei nenhuma mulher sozinha. Estava com azar. Até que num dos meus passeios passei por uma mulher, com cerca de trinta anos, alta, bem constituída que ia a caminhar na berma da estrada. Não andava mais ninguém naquela rua, nem estava a passar nenhum carro. Finalmente a minha oportunidade. Paro o furgão, saio para a berma e começo a olhar e a bater no pneu da frente, a simular que ele estava furado, enquanto pelo canto do olho controlava a mulher a aproximar-se. O problema é que quando estava a uns 10 metros de distância, cruza a estrada e passa para o outro lado, continuando a sua caminhada, ignorando-me. Fiquei fulo da vida. Já não me podia aproximar dela com o furgão porque ela ia desconfiar de imediato. Não querendo perder aquela oportunidade e não vendo ninguém, atravesso também a estrada e apresso o passo atrás dela. Ela entretanto apercebe-se e olha por cima do ombro. Eu disfarço: - Senhora!... Senhora!... Desculpe... Podia ajudar-me por favor?... Ela pára e responde: - Se puder... Enquanto me vou aproximando, vou dando uma desculpa para assim permitir que eu chegasse perto dela: - Eu tive um furo na carrinha e não tenho pneu suplente... tenho que chamar a assistência em viagem... por acaso não tem um telemóvel que me empreste? Ela se calhar até tinha, mas desculpa-se: - Não, desculpe... por acaso não o trouxe comigo... Ao dizer isto, talvez desconfiando de alguma coisa, prepara-se para continuar a caminhar, olhando para trás para ver se via alguém. - Espere, espere... eu não sou de cá... você conhece por aqui alguma oficina? Neste momento já estou junto a ela e ao fazer esta pergunta aproveito para olhar para trás de mim para confirmar se não vem nenhum carro. Felizmente não se vê vivalma. Era o momento para atacar. - Não... não estou a... Nem a deixei terminar a frase. Com a minha mão direita puxo pela arma e encosto-a à barriga dela enquanto lhe agarro ao mesmo tempo o braço com a esquerda: - Não te mexas... isto é um assalto... fica quietinha e não te acontece nada... Ela instintivamente dá um passo atrás, visivelmente assustada, mas eu seguro-a com força e repito a ameaça: - Fica quieta senão mato-te aqui mesmo... se não queres morrer fazes o que eu te disser ouviste? Já em lágrimas ela implora: - Por favor... por favor... não me mate... eu dou-lhe tudo o que quiser... Olho para um lado e para o outro e vejo ao longe um carro a aproximar-se. Tenho que agir depressa. - Vem aí um carro... tu vais ficar muito quietinha porque senão mato-te a ti e a quem vier naquele carro. ouviste? - S-sim... sim... Até que o carro passou por nós eu mantive constantemente as minhas ameaças, enquanto ela ia concordando comigo. Assim que ele desapareceu, surge outro carro ao longe. Começa a ser muito arriscado tentar levá-la para a carrinha, por isso, vejo rapidamente uma alternativa. Como estávamos perto de um mato obrigo-a a entrar nele. Caminhamos durante uns 20 metros, embrenhando-nos nele, até que chegamos perto de uma enorme pedra numa zona onde o mato já tinha um acentuado declive. Empurro-a contra aquela pedra e analiso o local. Onde nós estávamos, era um sitio descoberto, onde a densa vegetação escondia-nos da estrada. Ao olhar em volta não vejo quaisquer sinais que por ali costume passar gente. Íamos fazê-lo ali mesmo, sobre aquela pedra. Começo então a admirar a minha presa, aproximando um pouco dela. Ao perceber que eu estava a admirar o corpo dela, começa outra vez a chorar. - Por favor... por favor... não me faça mal... eu dou-lhe tudo o que quiser, mas não me faça mal... - Eu não te vou fazer mal...e tu vais dar-me exactamente o que eu quero... - Por favor... eu tenho família... Neste momento já estou bem perto dela. Como ela baixou a cabeça e encosto o cano da pistola ao seu queixo e faço-a erguer a cabeça, enquanto ela continua a solução. - Então és casada? Ela acena afirmativamente com a cabeça. - Amas o teu marido? Volta a acenar com a cabeça. - Gostas de foder com ele? Ela não responde, voltando a chorar compulsivamente. Agorre-lhe com força pelos cabelos, pressiono a pistola contra o seu pescoço e quase berro: - EU FIZ-TE UMA PERGUNTA MINHA PUTA!... QUANDO EU FIZER UMA PERGUNTA EU QUERO UMA RESPOSTA!... OUVISTE?... OUVISTE?... Ela acena e eu repito a pergunta. Ela fecha os olhos com força e acena afirmativamente. Com a ponta da pistola acaricio-lhe um peito e volto a perguntar: - Ah gostas hein?...e ele gosta de foder contigo? Inicialmente não responde por isso puxo-lhe os cabelos, repetindo a pergunta. Então responde com ligeiro acenar de cabeça. - Ah... e quantas vezes é que o teu marido fode contigo? Hã? 3 vezes por semana?... Duas?... Uma?... de 15 em 15 dias?... Uma vez por mês?... Como não responde, dou-lhe uma violenta bofetada e volto a puxar-lhe os cabelos para trás com força, repetindo várias vezes a pergunta «quantas vezes é que tu fodes com o teu marido?» e ameaçando-a que a mato. Com uma expressão de pânico e a tremer descontroladamente tenta responder como pode: -N-n-n.n-n-n-ã-o- s-s-s-s-ei... - Não sabes?... Quando foi a última vez que ele fodeu contigo?... -N-n-n.n-n-n-ã-o- s-s-s-s-ei... - Uma mulher tão boa como tu merecia ser fodida todos os dias!... O teu marido ou é um frouxo ou tem outra gaja... Tu é uma foda bem boa!!! Ao dizer isto obrigo-a a deitar-se sobre a pedra e deito-me sobre ela. - Tu vais ficar muito quietinha ouviste?... senão mato-te... - P-p-por... f-f-favor n-n-não... Ela tenta proteger-se e afastar-me com os braços. Eu volto a ameaçar: - Tens filhos? - S-sim... - queres voltar a vê-los? - S-sim... - Então não me obrigues a matar-te... Puxo-lhe a camisola para cima e arranco-lhe o sutiã, descobrindo os seus belos seios. Eram grandes e redondinhos apesar de não muito volumosos. Apalpo-os à vez enquanto vou esfregando o meu pau entre as suas pernas que entretanto a forcei a abrir. - Tens umas mamas bem boas!... A seguir subo-lhe a saia e arranco-lhe a cueca, vendo a sua rata com os pelos bem aparadinhos. As pernas também estavam depiladas. Aquela mulher cuidava-se. Era coisa fina. Obrigo-a a abrir mais as pernas para "inspeccionar" o seu tesouro. - Que bela cona! Era uma visão bonita de se ver. Aqueles lábios vaginais salientes eram um convite irresistível. Começo de imediato a acariciar-lhe o grelo com os meus dedos. Ela fica instantaneamente tensa, fixando o olhar no céu e colocando ambas as mão em forma de cruz sobre o seu peito. - O teu marido costuma chupar-te este grelinho?... Não espero pela resposta, aninho-me entre as suas pernas e começo a lamber-lhe aquelke delicioso e convidativo grelo. Ela praticamente já não chora, mas vão-se ouvindo alguns soluços de choro e já mal treme. Sentindo-a controlada pouso a arma no chão e começo a acariciá-la com ambas as mãos. - Hummmm... que cona tão boa... hummmm... gostas que te chupem não gostas?... huuummmmm... Chupo-lhe aquele grelinho durante uns bons 10 - 15 minutos, começando por fim a enfiar-lhe os dedos na cona. Ela vai reagindo com tremores e espasmos. Então levanto-me e dispo as minhas calças, encaixando-me entre as suas pernas. Afasto as suas mãos dos peitos e apoio-me sobre a pedra enquanto vou manobrando o meu pau para acertar com o buraquinho, olhando fixamente para ela para ver as suas reacções. Ela deixa de olhar para cima e desvia a cabeça para o lado, mantendo-se inexpressiva. Até que o meu pau finalmente encontra a entrada da sua cona bem lubrificada pela minha língua e começo a penetrá-la. Ela reage com um gemido quando lhe enterro a minha verga até aos tomates. - Gostas do meu pau?... GOSTAS?,,, EU FIZ-TE UMA PERGUNTA, CARALHO... RESPONDE... GOSTAS DO MEU PAU? Ela faz uma careta e a medo responde afirmativamente fazendo apenas um leve acenar com a cabeça. Está a mentir mas isso não importa, esboço um sorriso de satisfação porque aquilo está-me a dar um tesão dos diabos, pelo que começo de imediato a bombar para dentro dela. - Vou-te foder toda minha puta... vou-te foder como mereces... Ela fecha os olhos e cerra os lábios com força enquanto parece suster os gemidos até que não aguentando mais, solta um queixume, mas aos poucos e poucos vai ficando mais calma, entregando-se por completo. - Estas a gostar?... Hã?... estas a gostar?... Não responde, limitando-se a ficar de olhos fechados enquanto a continuo a foder a um bom ritmo. - Aposto que esta é a melhor foda que já tiveste... aaaahhhh... vais-me fazer gozar em breve... Ao sentir que o meu clímax se aproxima, começo a enfiar ainda com mais força enquanto ela se mantém impávida. - Ah minha putinha... toma o meu leitinho... toma o meu leitinho... AAAAAHHHHH... AAAAAAHHHHH... Dando-lhe umas estocadas mais longas e espassadas, começo a jorrar todo o meu leite para dentro daquela coninha até que ao finalizar, já bastante cansado de todo aquele "exercício", deixo-me cair sobre o corpo dela, ficando ali, apenas deitado, com a minha verga ainda enfiada dentro dela. Alguns minutos depois ergo-me e sento-me ao lado dela, voltando a admirar o seu belo corpo. - Que bela foda que tu foste... Choramingando, começa a puxar a camisola para baixo e depois a saia, ficando sentada também na saliência da pedra, encolhida sobre si mesma, com a cabeça baixada. - Então foi bom?... Gostas-te desta foda?... Como não reage, agarro-lhe novamente pelos cabelos e puxo-os com força para trás. - FIZ-TE UMA PERGUNTA MINHA PUTA... GOSTAS-TE? Ela começa por soltar um gemido de dor mas apressa-se a assentir com a cabeça. Não chega, quero mais, volto a puxar-lhe os cabelos na minha direcção, deixando-a com a cabeça junto ao meu peito e volto a berrar-lhe ao ouvido: - NÃO TE OUVI... - S-s-sim... - Diz-me que queres mais... - E-eu... q-que-quero m-m-mais... - Mais o quê? - Q-quero m-m-mais... - Mais o quê?... Hã?... queres mais o quê?... Diz... Diz... Diz que queres que eu te foda outra vez... Como não responde dou-lhe uma violenta bofetada, puxando-lhe novamente o cabelo de um lado para o outro. Já a chorar e a soluçar diz: - Q-quero... q-que... n-me... f-fodas... o-outra... v-vez... - Isso é que é falar minha putinha... Mantendo-a agarrada pelos cabelos, levanto-me e coloco-me à frente dela, ficando com a minha verga à altura da sua cabeça. - Quero que ma chupes... ouviste?... Chupa-a... Aproximo-a da boca dela, esfregando-a contra os seus lábios. Mantendo-a agarrada pelos cabelos com uma mão, com a pistola na outra, encosto-a à testa dela: - Ou chupas ou morres aqui e agora mesmo e nunca mais vez os teus filhos na puta da tua miserável vida... Ela reage mecanicamente abrindo ligeiramente a boca. - Abre mais... abre mais... Ela obedece ao meu ultimato. Solto-lhe os cabelos, agarro na minha verga ainda sem grande erecção e enfio-a dentro da boca dela, começando a fazer um pequeno vai e vem, o qual faz com que eu comece a ficar outra vez com tesão. - Isso putinha... essa boquinha faz milagres... conseguiu ressuscitar um morto!... Anda chupa... chupa... Ela limita-se a ficar de boca aberta, então paro os meus movimentos e ordeno-lhe para que me chupe a verga. - Chupa-a... CHUPA-A CARALHO... OU DOU-TE JÁ UM TIRO NOS CORNOS... Pressiono a arma contra a testa dela e volto a ameaçá-la que a mato. O aviso surte efeito porque ela começa a fazer um lento vai e vem, deixando-me cada vez mais louco de tesão e ao mesmo tempo frustrado. Fico excitado por ter a minha verga enfiada na boca dela e pensando que ela me vai chupar mas também chateado porque ela não está realmente a chupar, limita-se a enfiá-la e a tirá-la. Então agarro-lhe a cabeça com as duas mãos e começo a foder-lhe a boca, tirando e metendo com força, fazendo-a engasgar-se com a sua própria saliva. Aflita e sem conseguir respirar, afasta-se. Eu dou-lhe uma chapada que a faz virar de lado. Empurro-a para a virar totalmente, abro-lhe as pernas e penetro-a por trás enquanto ela ainda vai tossindo por se ter engasgado. Enquanto a vou fodendo não posso deixar de reparar no olho rosadinho daquele belo cu. Cuspo uma e outra vez na sua direcção enquanto o vou esfregando na minha saliva. Então tiro a minha verga da cona, lubrifico-a com saliva e aponto-a àquele buraquinho, começando a empurrar. Ela tenta opor-se mas pressiono a pistola nas suas costas, ameaçando que a mato. Começo a empurrar,. Tenho que fazer um pouco de esforço para vencer a resistência natural daquele anel mas consigo enfiar a cabecinha, enquanto ela vai gritando de dor. - Isso grita... grita minha putinha... grita que pode ser que alguém te ouça... Empurrando aos poucos de cada vez, e indo lubrificando a minha verga com saliva, vou enfiando cada vez mais fundo naquele buraco apertadinho, até que ao cabo de meia dúzia de investida, enterro-a toda até aos tomates, enquanto a gaja continua a gritar de dor. - ISSO PUTINHA... GRITA... GRITA... QUANTO MAIS GRITARES MAIS TESÃO ME DÁS!... Começo então a fazer um lento vai e vem porque o aperto que o seu anel fazia sobre a minha verga não me permitia fazer rápidos movimentos, no entanto, aos poucos, ele ia dando de si e ao cabo de alguns minutos já conseguia bombar a um bom ritmo, enquanto ela continuava a gritar de dor. Eu estava tão excitado que não aguentei mais e vim-me rapidamente, jorrando o meu leite para dentro daquele cu delicioso. Quando a retirei, vi vestígios de sangue. Eu rebentei mesmo com ela. Enquanto ela ficou ali aninhada a chorar, vesti-me e sem qualquer aviso fui-me embora. Eu estava plenamente satisfeito! |
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Violação I: Apanhada na estrada




