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A crise atira mais mulheres para a prostituiçãoPublicado em 2021-07-15 na categoria SexNews / Actualidades
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A perda de emprego leva actualmente muitas mulheres a procurar uma forma de fazer "dinheiro fácil e rápido". Muitas associações estão a receber mais pedidos de apoio. Também se tem verificado que cada vez mais mulheres estão a trocar a tradicional prostituição de rua por espaços fechados, como casas particulares e até hotéis, anunciando os seus serviços na internet.A pandemia fechou muitos serviços, restaurantes e comércio, mas não faz recuar a prostituição que aumenta, principalmente a partir de casas particulares e de hotéis. É, pelo menos, a convicção das prostitutas e de algumas instituições de solidariedade que as apoiam, lamentando que a crise económica e o desemprego recrutem mais mulheres para este negócio. Os pedidos de apoio social dispararam. "A pandemia afetou pouco a procura. Aliás, com os despedimentos em massa, há mais oferta e chega a ser um aumento brutal", garante Ana Loureiro, proprietária de uma casa de prostituição em Lisboa e defensora da legalização do setor. Na rua, conta, os preços baixaram substancialmente e há quem se prostitua por cinco a 20 euros. "Estamos a falar de sobrevivência", desabafa a trabalhadora do sexo ao JN, que se depara com elementos da mesma família empurrados para este meio para terem o que comer. |
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A crise atira mais mulheres para a prostituição




