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Engravidei a minha familia...Publicado em 2021-01-13 na categoria Contos eróticos / Jovens
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Vou relatar a história de como engravidei a minha madrasta, a minha meia-irmã, a minha "tia" e as suas duas filhas. Na verdade eu não queria engravidar ninguém, só planeava divertir-me com as minhas primas, mas como a oportunidade faz o ladrão. tendo todas aquelas fêmeas à minha disposição, não tinha como não aproveitar, ecomo não tive o mÃnimo cuidado, aconteceu o pior...Para início de conversa devo dizer que nem eu nem a minha irmã somos filhos da nossa "mãe". O nosso pai era infértil e então eles decidiram adoptar um casal de miúdos num orfanato local. Na altura eles eram ainda novos, ele tinha 23 e ela 22 anos de idade. Eles queriam ser pais novos para que, quando saíssemos de casa eles ainda pudessem viver uns bons anos sem preocupações. Quando fomos adoptados, eu tinha 6 anos e a minha "irmã" tinha 3. A nossa vida familiar corria normalmente. Éramos uma família da classe média que vivia sem grandes dificuldades financeiras, porque o nosso padrasto tinha uma loja de electrodomésticos e a nossa madrasta um cabeleireiro. Entretanto tivemos a infelicidade de perder o nosso padrasto que faleceu num acidente de viação em Agosto de 2019. No ano seguinte, a irmã mais nova da nossa madrasta, que estava emigrada na França com o marido e as duas filhas, veio passar um mês de férias forçadas a Portugal. Com a pandemia e o confinamento que se instalou por toda a Europa, ela aproveitou para passar esse período cá com a irmã, para lhe dar apoio naquele momento de luto. No entanto, só veio ela e as duas filhas. O marido ficou na França porque a empresa dele não fechou. Ele era informático. Entretanto, ainda antes delas chegarem, eu andava de olho na minha meia-irmã. Há muito que eu sonhava em fazer sexo com ela. Nós já tínhamos tido algumas brincadeiras de carácter sexual, mas nem nunca chegar a vias de facto. Na prática, nós só nos limitávamos à masturbação mútua (na verdade, era mais eu do que ela), sem nunca termos ficado completamente nus. No início, ela deitava-se de bruços e eu deitava-me sobre ela, masturbando-me sobre as suas nádegas ou deitava-se virada para mim e eu encaixava-me entre as suas pernas. Como nenhum de nós tirava a roupa, eu vinha-me nas minhas cuecas. Algum tempo depois, já eu desapertava as minhas calças (ou baixava as calças de pijama), pondo o meu pau de fora, mas ela não tirava roupa nenhuma. Ela não gostava muito porque eu "sujava-a" toda... O máximo até onde consegui avançar foi numa noite em que depois da nossa madrasta se ter deitado, fui para o quarto dela e enfiei-me na cama dela. Ela colocou-se de bruços e eu deitei-me em cima dela, baixando logo de seguida o meu pijama, começando a esfregar-me nela. Mas algum tempo depois, baixei também o pijama e a cueca dela, apesar dos protestos dela, e masturbei-me com o meu pau directamente em contacto com as nádegas dela. Quando comecei a querer algo mais, isto é, que ela tirasse mais roupa, ela começou a impor-se, ameaçando-me que deixava de "brincar" comigo aos papás se eu continuasse com aquelas ideias. Não tive outro remédio senão refrear-me, mas a verdade é que desejava cada vez mais fazer sexo com ela. E se ela não queria a bem, ia a mal. Eu não a ia forçar, mas ia ter o que queria sem a oposição dela. Através da internet comprei um produto que a deixava a dormir profundamente. Depois dela o tomar e cair no sono, eu podia fazer tudo o que quisesse sem que ela se pudesse opor. Assim que o recebi, avancei com o meu plano que consistia em misturar aquela droga na bebida dela ao jantar. Planear foi muito fácil, executar foi outra coisa porque eu tinha que arranjar uma oportunidade para fazer a mistura. Rapidamente pensei num plano. Nós costumamos beber água, mas eu ofereci-me para fazer uma limonada. Elas aceitaram e comecei a tratar do sumo. Enquanto a minha madrasta terminava o jantar e a minha meia-irmão preparava a mesa, ambas atentas ao desenrolar da telenovela, eu espremi os limões para a caneca com água e aproveitando um momento em que elas estavam a ver uma cena, tirei do bolso uma seringa de plástico (daquelas que usamos para dar medicamentos aos bebés) já com a droga e verti o conteúdo para um dos copos. Pousei aquele copo no lugar da minha meia-irmã e para não levantar suspeitas, enchi também os outros dois, colocando-as seguidamente na mesa. Durante o jantar a minha irmã bebeu todo o seu sumo e até repetiu. Estava no papo, pensei, agora era só esperar. Nessa noite, quando nos fomos todos deitar, esperei alguns minutos antes de sair do quarto. Depois, levantei-me e pé ante pé, saí do meu quarto, dirijindo-me para o quarto da minha irmã. Abri a porta muito devagar e entrei, fechando-a logo de seguida. Caminhei até à cama e toquei na minha meia-irmã, sussurrando o seu nome, mas ela não reagiu. Abano-a um bocado mas ela está completamente apagada. Já com uma erecção descomunal, eu baixo os lençóis e começo a tirar-lhe a roupa. Primeira as calças de pijama e depois a cueca. Mas apanho uma grande decepção... Ela tinha um penso higiénico. Estava com a menstruação. Fiquei fulo. Não ia ter nada nos próximos dias. Que grande chatice. Completamente desanimado, fui novamente para o meu quarto, com a ideia de bater uma punheta enquanto via um vídeo porno. Mas ao passar pelo quarto da minha madrasta, ouvindo-a ressonar baixinho. Naquele momento tive outra ideia. Se ela está a dormir profundamente, talvez eu consiga fazer sexo com ela sem que ela se aperceba. Naquele momento o meu tesão era tanto que eu nem conseguia pensar no idiota que aquela ideia era. No entanto, sem pensar nas consequências, empurrei a porta (que estava apenas entre-aberta) e entrei no seu quarto, iluminando o ambiente com a luz de presença do meu telemóvel. A minha madrasta estava de facto a dormir profundamente. Lembro-me dela já ter dito várias vezes que tinha um sono muito pesado e que quando se deitava apagava-se logo. Fiquei alguns segundo parado de pé a olhar para ela, como se quisesse confirmar o óbvio, enquanto ia acariciando a minha verga. Então, num arrojo de confiança, aproximei-me e agarrando na ponto do lençol comecei a puxá-lo lentamente para baixo até a deixar totalmente descoberta. Ela não reagiu uma única vez. Ao vê-la deitada de lado com aquela camisa de noite curta que exibia aquelas pernas bem torneadas, se já tinha uma erecção descomunal, fiquei ainda mais louco de tesão. O meu coração batia com tanta força que parecia que me ia saltar do peito. Eu tremia como varas verdes. Aproximei-me dela por trás com toda a cautela e toquei-lhe numa coxa, muito ao de leve. Vendo que não reagiu, repito o toque, uma e outra vez, e a cada novo toque, demorava-me mais no contacto, até que comecei também a fazer-lhe pequenas carícias na parte superior da perna, passando depois a explorar praticamente toda a coxa, deslizando a minha mão até ao interior das duas coxas. Ao sentir aquele calor corporal da minha madrasta, até estremeci de prazer. Depois de lhe acariciar por um bom tempo as pernas e nádegas, queria mais e decidi arriscar. Com muita calma estendi a sua perna para baixo e depois foi só puxá-la ligeiramente para trás. Ela praticamente fez o resto. Foi um momento assustador, mas ela não só não acordou como se colocou numa posição ideal para a poder montar. Ela não só ficou virada para cima, como ficou com um braço estendido na cama ao logo do corpo e o outro estendido acima da cabeça. As pernas também ficaram entre-abertas. Pedir mais e melhor era impossível. Levei alguns minutos a ficar refeito do receio dela poder acordar, mas ela continua a ressonar baixinho. Com o máximo de cautela deitei-me ao lado dela, sempre na expectativa de que pudesse reagir, se bem que, se ela acordasse de repente eu não tinha como explicar a minha presença ali. Depois de ficar uns minutos a admirá-la, deslizei a minha mão até ao seu ombro e desci a alça da sua camisa de noite, destapando-lhe o seu seio, o qual, com muita delicadeza, comecei a dar pequenos toques que se foram prolongando a cada nova investida, até que comecei a acariciá-los com alguma liberdade, sempre atento a possíveis reacções dela, até porque, não pude deixar de reparar que o seu mamilo tinha ficado erecto e que a respiração dela se tinha tornado mais longa e pesada. Queria imenso chupar-lhe aquele mamilo tão convidativo enquanto o acariciava entre os meus dedos, sentindo a sua rugosidade e dureza, até que, alguns minutos depois, ganhei coragem e aproximei-me da mama dela e toco-lhe no mamilo com a ponta da minha língua. Ela não reage. Volto a "tocar", uma e outra vez, até que finalmente envolvo-o nos meus lábios, chupando-o delicadamente. Nesse preciso momento a minha madrasta reage com um suspiro, mas praticamente não se mexe. Apanhei um susto de morte, ficando literalmente petrificado. Quando recupero a compostura, volto a tocar-lhe muito ao de leve para ver se está mesmo a dormir. Como não reage, recomeço com as minhas carícias, agora nas suas pernas, puxando aos poucos a sua camisa de noite para cima. Depois deslizo a minha mão até ao interior das suas pernas, acariciando-lhe a passarinha sobre a sua cueca. Ela volta a reagir, movendo-se ligeiramente, mas desta vez, não tirei a minha mão, se bem que estava pronto para saltar da cama abaixo se ela começasse a despertar. Continuei a acariciar-lhe entre as pernas e o facto é que, de vez em quando ela remexia-se um pouco enquanto a sua respiração tinha-se tornado mais prolongada e profunda. Depois de a acariciar por uns bons minutos, eu queria ir mais longe e aquela cueca era tudo o que se interpunha no meu caminho para poder comer a minha madrasta. Eu tinha que a tirar, mas rapidamente percebi que não ia ser tarefa fácil puxar-lhe a cueca para baixo, até porque isso implicava muitos movimentos e a cada tentativa minha ela reagia mexendo-se. O risco dela acordar era demasiado. Completamente frustrado, decidi bater ali mesmo uma punheta até me vir sobre o seu corpo. Mas eu ia ter o que queria. Naquela noite decidi que no dia seguinte ia ser ela a beber o soporífero e então aí eu ia poder tê-la à minha inteira disposição. Como a minha madrasta tinha o costume de beber um copo de leite antes de se deitar, essa foi a minha oportunidade. Estávamos todos na sala a ver um filme e já próximo do fim, levantei-me dizendo que ia beber um copo de água. Bebi a água e trouxe o copo de leite para a minha madrasta já com o produto misturado. Ela agradeceu o meu gesto simpático e bebeu tudo sem reclamar de algum sabor estranho. Quando nos fomos todos deitar, eu fiquei acordado a jogar no telemóvel, até que, cerca de meiua hora depois, levantei-me e pé ante pé fui até ao quarto dela. Como de costume, tinha a porta apenas encostada pelo que bastou empurrá-la. Ao entrar ouvi-a respirar profundamente. Aproximei-me e abanei-a, chamando-a em baixa voz. Das duas uma, ou o produto ainda não tinha feito efeito e ela acordava ou estava completamente apagada. Se acordasse, a minha estratégia era dizer-lhe que tinha ouvido um barulho qualquer na casa. Não foi preciso. Abanei-a novamente, agora com mais força e ela nada. Nem se mexeu sequer. Era toda minha. Descobri-a por completo e fiquei durante alguns segundos a pensar como iria fazer. Ela estava virada para cima, pernas estendidas e ligeiramente abertas, enquanto tinha um braço estendido ao longo do corpo e o outro sobre o seu ventre, o qual afastei para o lado. Seguidamente deitei-me ao lado dela e comecei a acariciá-la, começando pelos seios. Depois desci-lhe a camisa de noite e comecei a chupá-los enquanto lhe ia acariciando o corpo. Cada vez mais louco de tesão, não aguentei mais e subi-lhe a parte inferior da camisa de noite para lhe poder tirar a cueca. De seguida abri-lhe um pouco mais as pernas e encaixei-me entre elas, penetrando-a ao cabo de algumas tentativas falhadas. Assim que senti o meu pau dentro dela, senti um prazer incrível. Então comecei a enfiar lentamente, enquanto lhe ia acariciando e chupando as mamas, enquanto ela continuava completamente apagado. Eu estava tão excitado que não aguentei muito tempo acabando por me vir dentro dela. Assim que acabei, vesti-lhe novamente a cueca, arranjei mais ou menos a camisa de noite, cobri-a e fui para o meu quarto totalmente satisfeito. Deitei-me enquanto ia visualizando aquela bela foda. Qual não foi a minha surpresa quando comecei a ficar excitado. Nem pensei duas vezes, levantei-me e quase voei para o quarto dela, voltando a despi-la para a comer outra vez. Nessa noite, comi a minha madrasta quatro vezes, vindo-me sempre dentro dela. Na manhã seguinte acordei já perto do meio dia. Quando cheguei à sala só lá estava a minha irmã. Perguntei-lhe pela mãe ao que respondeu que ainda estava a dormir. Fomos acordá-la. Abrimos a persiana e estava um sol radiante lá fora. Ela começa a despertar e espreguiça-se esboçando um rasgado sorriso e um longo suspiro de satisfação. - Estás bem mamã? - Pergunta a minha irmã. De repente cala-se e fica séria. Por momentos fico assustado. Será que ela se lembra de alguma coisa? Mas aí, por que não fez nada? As perguntas multiplicavam-se na minha cabeça enquanto esperava que o mundo desabasse na minha cabeça, mas a resposta dela tranquiliza-me. - Hã?!... Não, nada, querida... não foi nada... foram só uns sonhos... Pedir melhor era impossível. Bem, se pudesse pedir, preferia que ela estivesse a acordada e quisesse forder comigo, mas isso já era pedir muito. A verdade é que apesar de tudo eu andava radiante. Tinha comido a boazona da minha madrasta. Quem é que entre os meus amigos podia gabar-se de igual coisa? E o melhor de tudo, na noite seguinte ia repetir a dose. Nos dias seguintes, comi-a todas as noites, mais do que uma vez por noite, até que, comecei a olhar novamente para a minha meia irmã. Já tinha passado mais de uma semana, por isso, tinha o caminho livre. Misturei-lhe o produto na bebida e já noite dentro enfiei-me no quarto dela. Abanei-a sem a chamar e confirmando que estava KO, tirei-lhe as calças de pijama e a cueca, subi-lhe a tshirt (ela dormia sem sutiã) e deitei-me sobre ela. Praticamente nem perdi tempo com preliminares, abri-lhe as pernas com os meus joelhos, encaixei-me entre elas e penetrei-a. Que sensação tão incrível, sentir a sua grutinha tão quente, húmida e apertadinha. Apesar de já ter comido a minha madrasta várias vezes e de ultimamente já me aguentar mais, o facto de estar a comer a minha irmã, aquele fruto proibido tão desejado, não aguentei muito tempo até me vir dentro dela. Quando terminei, ainda fiquei algum tempo em cima dela com o meu pau ainda dentro dela. Ao sair, vi que tinha o meu pau com sinais de sangue. Rapidamente percebi que tinha tirado a virgindade à minha irmã. Enquanto me limpava, comecei a ficar novamente com uma ligeira erecção, deixei-me ao lado ela, acariciando-a e chupando-lhe as maminhas até ficar outra vez com o pau em riste. Rapidamente montei-a e recomecei a comê-la como se não houvesse amanhã. Quando a estava a comer pela terceira vez ouvi barulho no corredor. A minha madrasta tinha-se levantado para ir ao wc. Para não correr qualquer risco, aproveitando que ela estava lá, apressei-me sorrateiramente a ir para o meu quarto e ainda bem que o fiz, porque antes de ela se deitar, ela veio aos nossos quartos espreitar para ver se estava tudo bem. Nas noites seguintes não voltei a arriscar. ambas beberam o soporífero, assim eu podia passar a noite no quarto da minha meia irmã à vontade. Depois de também comer a minha irmã durante uns dias, comecei a alternar entre as duas. Ora comia uma, ora comia a outra, e muitas vezes comia as duas na mesma noite. Este rodopio durou duas semanas, até que a minha "tia" chegou com as filhas... E se a minha madrasta e a minha meia-irmã eram boas, a minha tia e as duas primas ainda eram melhores. Só de as ver fiquei logo com tesão e vontade de as comer às três. A minha tia eram bem mais nova que a minha madrasta e além de ser toa boa, ela sabendo que o era, ainda se vestia como se quisesse provocar os homens. Apareceu com uma blusa com um generoso decote que, apesar de só deixar ver uma pequena parte das mamas, pelo volume das mesmas, percebia-se que tinha uns bons melões. As minhas primas, qual delas a melhor, eram mesmo muito bonitas. Cabelos a pender para o loiro, olhos verdes e umas curvas de tirar o fôlego a qualquer um. Tal como a mãe, uma e outra vestiam-se de uma forma provocadora. Ambas vinham de mini-saia e umas blusas reduzidas com a barriga á mostra. Ao nível das mamas, uma e outra estavam muito bem servidas, se bem que a mais velha tinha-as bem maiores. Apesar de tudo, a mais nova também as tinha maiores que as da minha irmã. Assim que as vi, sabia que as tinha de comer, às três. Caramba, vestidas daquela forma, elas estavam a pedi-las. Decidi que naquela mesma noite, as três seriam minhas. Antes do jantar misturei o produto nas bebidas e deliciei-me ao vê-las a beber tudo, sem perceber nenhum sabor estranho. Cerca de uma hora depois, já todas se queixavam do sono, apontando para o cansaço da viagem. A minha madrasta e irmã também se queixaram do mesmo, justificando-se que tinha sido um dia longo. Fomos todos para a cama, ainda não eram 10 da noite. Com a chegada das visitas, a minha irmã foi dormir com a minha madrasta, a minha tia ficou com o quarto da minha meia-irmã e as minhas primas ficaram no meu. Eu ia dormir no sofá cama, na sala. Esperei aproximadamente meia hora, levantei-me e foi para o meu quarto onde as duas dormiam na minha cama. Primeiro fiz algum barulho para ver se estavam mesmo a dormir. Se acordassem eu dizia que tinha ido buscar algo. Mas nada. Depois aproximei-me da cama e abanei uma e outra, chamando-as. Nada de nada. Estavam mesmo KO. Quando puxei os cobertores para baixo apanhei uma bela surpresa. Elas estavam a dormir apenas de tshirt e cueca. O meu trabalho estava facilitado. Coloquei as duas voltadas para cima, tirei-lhes as cuecas e subi-lhes as tshirts até aos ombros. E, se eu já estava com um tesão do caraças, ao vê-las assim, parece que fiquei ainda com mais tesão. Subi para cima da cama, posicionando-me entre as duas para as acariciar ao mesmo tempo, enquanto decidia com qual começava. A mais velha era bem mais boa, mas a mais nova de certeza que ainda era virgem. Qual escolher? A mais velha tinha umas mamas muito boas, mas a ideia de tirar a virgindade à mais nova falou mais alto, estava feita a minha escolha. Deitei-me em cima dela, afastando as pernas dela com as minhas e ao cabo de algumas tentativas, consegui encontrar o seu buraquinho, enfiando o meu pau, primeiro um bocadinho, recuava, depois mais outro bocado até que à terceira, enfiei tudo, até não poder empurrar mais, deixando-me ficar assim alguns segundos para desfrutar do prazer que estava a sentir. Eu estava tão excitado, mas tão excitado que não aguentei e comecei a jorrar o meu leite para dentro dela, deixando-me ficar em cima dela durante alguns minutos até que a curiosidade falou mais alto e tirei o meu pau para confirmar que estava mesmo manchado com sangue. Nisso começo novamente a ficar com uma nova erecção e desta vez, em vez de "repetir o prato", deslizo para cima da minha prima mais velha para a comer também. Como o meu pau já estava "lubrificado", deslizou com relativa facilidade. Enquanto fazia um lento vai e vem para não me entusiasmar demasiado, fui-lhe chupando a apalpando as mamas até que, sentindo-me mais confiante e seguro, comecei a aumentar a velocidade das minhas investidas até acabar por gozar também dentro dela, deixando-me ficar também em cima dela, acariciando-a. A noite ainda era uma criança e eu já tinha comido as duas. Eu estava decidido, eu ia comer uma e outra toda a noite, mas nisto, a imagem da minha tia surge na minha mente e nesse preciso momento o meu pau "salta", ganhando alguma consistência. A ideia de também a comer começa a deixar-me cada vez mais excitado. Não resisto à tentação e vou até ao quarto dela. Entro nele e dirijo-me logo para a cama, puxando os cobertores para baixo. Assim que a vi toda nua fiquei com um erecção super dura. Quem diria que ela gostava de dormir sem roupa! Como ela estava deitada de bruços, deitei-me sobre o seu corpo e comecei a masturbar-me sobre as suas nádegas que estavam geladas. A sensação de frescura foi muito boa porque fez diminuir a minha sobre-excitação. Enquanto me esfregava nas suas nádegas, ia-lhe acariciando o corpo enquanto lhe beijava o pescoço. Não resistindo mais, estendi-lhe e abri-lhe um pouco as pernas e deitei-me sobre ela, encaixando-me entre as suas pernas e apontando o meu membro para o interior das suas pernas, fazendo-o deslizar por entre as nádegas até o sentir junto à sua passarinha. Comecei a empurrar uma e outra vez até que acabei por penetrá-la, começando a fazer as minhas investidas. O problema era que as suas nádegas não me deixavam fazer umas penetrações profundas pelo que o meu pau estava sempre a sair. Frustrado, saí de cima dela e com alguma dificuldade consegui virá-la ao contrário. Ela remexeu-se um pouco mas não acordou. Aguardei uns minutos para confirmar que não ia acordar, mas na dúvida toquei-lhe muito ao de leve só para confirmar. Não vendo reacção, deslizei para cima dela, posicionando-me entre as suas pernas e penetrei-a, começando de imediato com um vigoroso vai e vem, o qual, desta vez foi bem prolongado, mas nem me importei porque apalpei-a e chupei-a toda até finalmente ter o meu prémio, fazendo jorrar todo o meu leite para dentro dela. Depois desta foda, fiquei tão cansado que deite-me ao lado dela um pouco para descansar, acabando por adormecer. Só acordei já o dia tinha nascido. Em pânico, levantei-me, cobri-a e com todo o cuidado, saí do quarto dela. Felizmente ninguém me apanhou. No dia seguinte estive particularmente atento a algo que pudesse indiciar que elas andavam desconfiadas com alguma coisa, mas, tirando queixas de estarem cansadas, nenhuma mostrou qualquer outra evidência. Escusado será dizer que nas noites seguintes, e durante todo aquele mês de férias, todas elas foram "clientes" regulares do meu produto. Foi um mês de loucos Eu fazia sexo quatro ou cinco vezes por noite. Elas nunca desconfiaram de nada, apenas estranharam o facto de eu andar a dormir muito durante o dia. Quando a minha tia e primas se foram embora, virei-me novamente para a minha madrasta e meia-irmã, comendo uma ou outra, ou ambas na mesma noite. No entanto, fazer sexo com elas a dormir começou a perder o interesse porque não havia retorno nenhum, no meu íntimo comecei a desejar que elas acordassem e quisessem fazer sexo comigo. Só que as coisas tomaram um outro caminho, porque no mês seguinte as duas começaram a sofrer de enjoos matinais e vómitos. Elas não deram muita importância aos sintomas porque pensavam que era um pequeno mal estar por causa de uma comida que tinha sido aquecida. Duas semanas depois, estourou a bomba! O telemóvel da minha madrasta toca. Era a minha tia para lhe relatar algo estranho. Ela e as filhas estavam grávidas! E segundo os exames médicos, todas as três tinham engravidado naquele mês que estiveram em Portugal. O estranho é que ela não tinha estado com ninguém e as filhas juravam o mesmo, pelo que não tinha explicação para o sucedido. A minha madrasta não sabe o que lhe dizer, mas depois de desligar percebi pelo seu olhar que ela estava a suspeitar de mim. Levanta-se e vai ao seu quarto de banho e trás dois testes de gravidez, entregando uma à minha meia-irmã e dizendo-lhe para ir fazer o teste, enquanto me manda para o meu quarto. A coisa estava feia para os meus lados. Vou para o meu quarto, faço um bocado de exercícios para tentar relaxar e depois vou tomar um duche. Ao terminar, abro a porta do polivan e apanho um susto de morte. A minha madrasta estava ali encostada à ombreira da porta a olhar para mim com cara de poucos amigos. - Que fazes aqui!? Naquele momento fico petrificado a olhar para ela. Nem consigo responder. - O que é que tu achas disso? Engulo em seco. - ... Ela avança para mim e dá-me uma violenta bofetada na cara: - Talvez?... Talvez?... Achas que eu sou burrinha?... O que é isto? - Eu vou-te matar de porrada seu desgraçado... Onde é que tu tinhas a cabeça?... Tu desgraças-te a tua família... Ela tinha-me encurralado num canto, fazendo-me encolher. Então para evitar que ela me continuasse a bater tentei agarrá-a e empurrá-la para o lado para a afastar de mim, mas ao fazê-lo ela desequilibrou-se e tombou para trás ficando em topless. Não sei como é que aquilo aconteceu, mas ao agarrar-lhe pela roupa e ela ao cair para trás, rasgou a blusa e o sutiã. Inicialmente a minha ideia era fugir dali mas ao vê-la cair fiquei e tentei ajudá-la a levantar-se. O problema é que fiquei com uma erecção instantânea (eu ainda estava todo nu). Ao percebera a minha excitação, reclama irada: - Mas o que é isso? Tu estás maluco? Em vez de sentires remorsos ficas com isso teso? Eu recuo um passo e tento tapar o meu pau com as mãos. Ela avança sobre mim ameaçando: - Eu vou-te mostrar o que é que eu faço com isso... Ela tenta bater-me no pau, fazendo-me encolher para me proteger. Então dá-se início a uma "luta" na qual ela ameaça que o vai arrancar fora, que me vai capar e por aí fora, enquanto tenta apanhar-me o pau e eu tento afastar-me, sem sucesso, enquanto vou implorando para que me deixe e não me faça mal, mas ela consegue agarrá-lo, puxando-o. Nesse preciso momento eu perco a cabeça e enfrento-a. Empurro-a e tento fugir para o quarto mas ela agarra-me. Começamos um luta, com ela a tentar dominar-me e eu a tentar livrar-me dela até que, viro-me para ela e começo eu a tentar dominá-la. Agarro-a pelos braços e empurrei-a para trás até a fazer cair sobre a minha cama. Arranquei-lhe o resto da roupa enquanto ela se debatia: - Não... pára... o que estás a fazer?... Deixa-me... larga-me... não... não... Ignorando por completo as suas suplicas e enquanto a mantinha manietada com uma mão com a outra rasguei-lhe a queca. Ela instintivamente fecha as pernas mas com os meus joelhos forço-as. Esta luta prolonga-se durante uns bons minutos, durante os quais a seguro com todas as minhas forças até que ela começa a esmorecer. - Está calada!... Vou-te dar o que tu queres!... Tendo-a quase subjugada e aproveitando um movimento em falso dela, consigo encaixar-me entre as pernas dela, começando a esfregar-lhe o meu pau na sua passarinha. Nesse momento ela praticamente já não de debate, tentando gritar. Eu impeço-a de continuar beijando-a à força ao mesmo tempo que consigo penetrá-la. Assim que ela tem o meu pau todo enfiado dentro dela, ela deixa de gritar, limitando-se a abrir a boca para tentar respirar. Nisso a minha meia-irmã ao ouvir o grito bem bater à porta, que está trancada: - O que se passa aí? Estás bem mamã? Sem lhe dar tempo para se recompor, começo a bombar a toda a velocidade. - Nãaaooooooo... aaahhhhhhh... nãaaaooooooo... aaaahhhhhh... aaaaahhhhhh... nãaaaaaooooooo... Aos poucos vai-se sujeitando até que já não a sinto a debater-se. Deixo de a prender pelos pulsos e dou-lhe as mãos, entrelaçando os meus dedos nos dela, mantendo os seus braços estendidos acima da sua cabeça. - És tão boa mamã... és tão boa... Enquanto continuo a fazer o vai e vem, vou-lhe fazendo um prolongado e bem molhado linguado pelo pescoço. Ela vai intercalando gemidos com negações e pedidos para parar, mas sem grande convicção. Aliás, quando lhe solto as mãos para lhe apalpar as mamas, ela nada fez para se opor. Continuo a bombar até finalmente vir-me dentro dela, acabando por permanecer em cima dela por alguns minutos. Ela deixa-se ficar quieta e calada por uns momentos até que leva as mãos à cara e com uma expressão de desespero começa a perguntar-se: - O que vai ser da minha vida?... O que é que vou fazer contigo?... O que é que fizeste?... - O que fiz... está feito... não á volta a dar... o que vamos fazer... está nas nossas mãos... |
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