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PerdidosPublicado em 2021-04-08 na categoria Contos eróticos / Incesto
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Pedro é engenheiro numa empresa internacional de exploração mineira e foi trabalhar para uma concessão num paÃs africano. Dois meses depois de se instalar, chamou a mulher e o filho para irem ter com ele. Depois de uma longa viagem de avião até à Ãfrica do Sul, aquilo foi praticamente sair do avião e entrar numa pequena avioneta que os iria transportar até à aldeia onde o pai estava.Na avioneta, além dos dois e do piloto, iam mais 3 homens que também pareciam ser engenheiros. Tinham pela frente uma viagem de 4 longas horas, sendo que as três primeiras passaram sem grande história até que o piloto avistou no horizonte umas nuvens muito escuras com uns clarões de trovoada. - Temos à nossa frente uma tempestade muito feia... vou ter que a contornar para a evitar... isto vai-nos atrasar um pouco... Ele fez uma longa curva à esquerda dirigindo-se para a zona que parecia menos escura. Miguel olha para uma pequena bússola na correio do seu relógio, percebendo que antes estavam a viajar para o nordeste e que agora tinham virado para noroeste. Mas a tempestade estava a alastrar e por mais que o piloto tentasse afastar-se o céu estava a ficar todo encoberto, pelo que, meia hora depois, estavam dentro dela. A turbulência era enorme, fazendo com que a avioneta abanasse bastante. Era um pouco assustador, principalmente pelos relâmpagos que viam ao longe, mas não assim tão longe. Continuaram a voar durante quase duas horas até que o piloto começou a virar à direita, fazendo-os viajar agora para norte enquanto vai olhando para baixo. Nisso o passageiro que ia ao lado do piloto pergunta: - Já não devíamos ter chegado? Estávamos a uma hora de viagem quando viramos e já passaram quase três horas... - Nós já estamos muito a norte da exploração... Com esta tempestade não deu para ir para lá... estamos a ficar sem combustível... vou aproveitar o pouco que temos para encontrar um bom local para aterrar... A avioneta começou a descer de uma forma algo descontrolada até que ele lá encontrou uma área que parecia boa para pousar, forçando a aterragem que foi bastante estrondosa e acidentada. Mas felizmente ninguém ficou ferido. A noite estava a cair pelo que ficaram todos dentro da pequena avioneta, dormindo como puderam. Na manhã seguinte, acordaram todos cedo (praticamente ninguém dormiu). Ao sarem verificam que a avioneta tinha muitos danos pelo que já não podia voltar voar, além de que tinha muito pouco combustível. O piloto analisa cuidadosamente uns mapas para tentar perceber onde estão e depois reúne o pessoal: - Estamos a cerca de 2 000 km a norte da exploração pelo que a companhia vai-nos procurar a sul, nunca a norte... esta área é totalmente remota... não a conheço muito bem, mas não acho que hajam por aqui aldeias... Aqui não temos rádio, por isso temos que ser nós a procurar ajuda... - Vamos enviar um grupo para sul para pedir ajuda... - Diz um dos passageiros. - Sim é uma boa ideia... mas para aumentar as nossas hipóteses, vamos fazer dois grupos... um vai para sul para tentar encontrar à exploração e outro vai para Oeste para chegar ao mar e tentar encontrar alguma aldeias piscatória... - Comenta o piloto. - Nós podemos fazer uns 60km por dia, pelo que, percorremos essa distância em pouco mais de um mês... - Volta a dizer o passageiro. - A senhora e o rapaz ficam aqui e aguardam pela ajuda... Vera concorda. Enquanto o piloto preparou tudo para que os dois ficassem bem acomodados dentro da avioneta, um dos passageiros preparou tudo para a viagem enquanto os outros dois exploraram a zona. Quando regressaram "fizeram um mapa". A cerca de um quilómetro havia um rio onde se podia pescar. Curiosamente um deles era adepto da sobrevivência no mato pelo que tinha na sua bagagem um estojo com muitas coisas úteis, inclusive, material para pesca. Também recolheram bastante lenha para que pudessem fazer uma fogueira à noite, sendo que nesse mesmo dia, deram início às suas viagens, dois foram para sul e os outros dois para este. Durante aquele mês, mãe e filho fizeram uma vida tão tranquila como possível. De manhã íam pescar, à tarde juntavam lenha e à noite o rapaz fazia um risco na fuselagem da avioneta para contar a passagem dos dias. Um mês e uma semana depois, começam a ter mais atenção ao céu. Por esta altura alguns dos homens já deviam ter chegado e pedido ajuda. Eles entretanto tinham criado até uma grande pilha de lenha para acender quando ouvissem o motor de algum avião, mas os dias foram passando e nada de sinais de resgate. Três meses depois mãe e filho começam a pensar o pior. Eles tinham-se perdido e morrido pelo caminho. Ninguém os iria socorrer. Seis meses depois, já não tinham nenhumas expectativas. Vera ia animando o filho dizendo que deviam manter sempre uma esperança enquanto as continuavam com as suas vidas limitando-se a viver o dia a dia na esperança de alguém passar por ali. Quase um ano depois, já nenhum dos dois pensava seriamente num possível resgate. Vera estava resignada ao seu infortúnio mas lamentava-se pelo filho porque ele tinha todo um futuro à sua frente. Mas como o rapaz estava em plena puberdade, a natureza seguia o seu rumo e ele começava a explorar a sua sexualidade às escondidas, muitas vezes, fazendo-o enquanto espiava a mãe, admirando o seu belo corpo. Também era costume irem juntos tomar banho no rio, fazendo-o completamente nús. A mãe via aquilo com naturalidade, ignorando que o filho já não era um menino e que começava a ficar excitado com o corpo feminino. O pior era quando iam dormir, porque o "quarto" era no interior da avioneta e ficavam deitados lado a lado. Isso fazia com que ele adormecesse sempre de pau feito. Ele começou também a masturbar-me depois de "confirmar" que a mãe estava a dormir. Ela ressonava ligeiramente. Mas numa certa noite, pensando que ela já estava a dormir, ele começou a bater uma punheta. - O que estás a fazer querido? - Pergunta ela virando-se para ele. - N-n-nada... - Nada não... que tanto te mexes tu?... Como era uma noite de lua nova, haviam alguma claridade pelo que ela percebeu o que era que ele estava a fazer. - Oooooohh... o meu menino já não é um menino!... - Oh... - Então querido... não fiques assim... isso é uma coisa perfeitamente normal... não precisas de ficar envergonhado... - Mas fico... - Amor... então?... Isso é perfeitamente normal... toda a gente faz isso... - Toda a gente?.... Tu fazes?... - N-não... - Porquê?... - Ora porquê... porque não... - Tu não tens saudades do pai? - Claro que sim... - E não fazias isso com ele? - Fazia... - Muitas vezes? - Algumas... - E não gostavas? - Claro que gostava... - E não tens saudades de fazer isso? - Tenho, mas... mas não estamos a falar de mim, mas de ti... bom, mas agora vamos descansar. Volta a deitar-se, mas aquela conversa foi uma "semente" que começou logo a germinar na sua mente. Até àquele momento ela nunca tinha pensado nisso, apesar de já não ter relações sexuais à um ano. Mas aquela conversa com o filho mexeu com ela de uma forma que ela não estava nada à espera. E o pior de tudo, tinha ficado excitada ao ver o membro erecto do filho. Essa excitação deixava-a desconfortável. "Como é que tu te podes excitar com o teu próprio filho?... Estás doida?... Só pode... Com o teu próprio filho?... Não... Não... Não... Tenho que o tirar dos meus pensamentos... bem.... se calhar não fiquei excitada com ele... mas por ter visto o seu pénis teso... sim foi isso... senti uma excitação involuntária por ter visto o seu pénis...". Vera acaba por cair no sono, não podendo evitar um excitante sonho onde ela seduzia e se envolvia sexualmente com o próprio filho. Nos dias que se seguiram o relacionamento entre os dois ficou nitidamente mais sério e pesado. Ela já não tinha aquele à vontade que tinha antes. Já nem tomavam banho juntos. No entanto, as coisas não estavam fáceis para ela. O filho continuava a masturbar-se às escondidas, mas ela andava cada vez mais excitada e como não se satisfazia, isso estava a deixá-la louca. Para piorar tudo, por mais que tentasse, ela não conseguia deixar de pensar no filho e o pior, continuava a sonhar que se entregava nos seus braços. Finalmente, em desespero, aproveitando que o filho andava fora, entrou para dentro da avioneta e começou a masturbar-se, acariciando-se com os dedos, mas aquilo era um triste remedeio porque ela sentia a necessidade de ser possuída. Desesperada procurou algo cilíndrico, tendo encontrado uma ferramenta que se prestava para o efeito. Lavou-a e usou o cabo plástico da mesma como se fosse um dildo, fazendo um vigoroso vai e vem até explodir de pleno prazer. Satisfeito o seu desejo, Vera pensou ter ali o escape para as suas necessidades, mas foi sol de pouca dura porque ela continuava a querer algo mais. Ela queria sentir o toque, o calor humano, uma verga verdadeira... Vera tinha consciência que o filho via-a e desejava-a como mulher. Apesar de saber que era errado e que nunca poderia acontecer, ela também o via e desejava como um homenzinho que já era. "O que é que vai ser das nossas vidas?... O Miguel faz tudo para garantir a nossa sobrevivência... Ele está disposto a fazer tudo por mim, e o que é que eu faço por ele?... Tu desejas-me mas eu não posso ser tua porque sou a tua mãe... Oh querido... se não fosse tua mãe... ai se eu não fosse a tua mãe...". Mas não era apenas a mãe que manifestava este tipo de pensamentos, porque também o filho era assaltado por este tipo de pensamentos: "Ah mamã... se tu quisesses eu podia fazer-te muito feliz... Eu amo-te tanto mamã... O que e que eu tenho que fazer para que tu sejas minha?... O que é que eu possa fazer?... Eu adorava fazer amor contigo mamã... Se tu te apaixonasses por mim eu fazia amor contigo todos os dias... Eu fazia de ti uma mulher muito feliz... Raios, eu tenho que arranjar uma forma para que tu te entregues a mim... Eu tenho que arranjar uma forma...". Os dias foram-se passando e o ambiente entre ambos era de cortar à faca. Vera percebia a infelicidade do filho e percebia também que ela era a razão dessa infelicidade, mas ela não podia fazer nada nesse sentido. Mas por muito que tentasse afastar os seus pensamentos eles continuavam a girar em torno do sexo, sempre do sexo. Certa noite em que ela estava mais inquieta, tinha dificuldades em adormecer, algo a atormentava: "Eu ainda sou uma mulher nova... eu também tenho as minhas necessidades... será que vou aguentar viver sem sexo?... Vou passar o resto da minha vida neste fim de mundo sem fazer sexo?... Eu não sei e vou aguentar... Eu estou a enlouquecer". Entretanto, enquanto ia passando por breves períodos de sono, numa das vezes que acorda, ouve o filho a ressonar. Como está a dormir de barriga para cima ela toca nele para ele deixar de ressonar. "Oh mamã... é tão bom!...". Vera fica surpreendida com aquela frase. Enquanto tenta perceber o que se passa, o filho recomeça a ressonar. "Ele falou de mim a dormi..., porquê?... Está a sonhar comigo?...". É nesse momento que ao olhar para "baixo", vê o filho com uma descomunal erecção. "Sim... ele está a sonhar comigo...". Ela volta a abanar o filho. "És tão boa mamã... amo-te tanto...". Quando se cala, a mãe insiste abanando-o. "É tão bom mamã... continua a chupar...". Não havia qualquer dúvida, o filho estava mesmo a sonhar com ela, a sonhar que fazia amor com ela. Esta era a prova provada de que o filho desejava-a. Isto deixou Vera ainda mais confusa. Ela não resiste e volta a admirar o membro do filho. "Minha nossa, olha-me só para aquilo!... Não há dúvidas que não sai ao pai, porque ele não tinha uma verga tão avantajado... Essa verga faz-me lembrar mas é a do meu próprio pai... Sim eu lembro-me como era... ". Naquele momento, Vera sente-se toda molhada entre as suas pernas, ao mesmo tempo que a sua respiração se torna mais pesada e o seu coração acelera o seu ritmo. Ela estava a ficar super excitada. Não conseguindo resistir à curiosidade, estende o braço e desce o calção do filho, libertando totalmente a verga do filho. "Realmente é enorme!". A sua excitação é tanta que ela não resiste à tentação, e toca muito ao de leve com a ponta dos dedos na verga do filho. Verificando se o filho não acorda, ela agarra-lhe a verga, apertando-a ligeiramente para sentir a extrema dureza. "Mete-a mamã... mete-a toda... aaahhhhh... é tão bom...". Vera sente-se cada vez mais excitada e cada vez menos capaz de pensar racionalmente, começando a entregar-se à luxuria que percorre todo o seu corpo. Sem pensar no que estava a fazer e no risco que corria porque o filho podia acordar a qualquer momento, ela começa a masturbá-lo lentamente. A sua pulsação dispara. Ela sente a sua rata tão quente e molhada que tem que largar a verga do filho para se acariciar, começando a gemer de prazer. Como a cueca estava a estorvar-lhe os movimentos, ela tira-a fora, podendo agora mais livremente acariciar-se. "Aaaaahhhh querido... a falta que eu sinto de uma verga destas dentro de mim!...". Naquele momento passa-lhe uma ideia maluca pela cabeça. Por momentos ainda consegue controlar aquele primeiro impulso, mas a sua excitação fala mais alto. Por outro lado, o filho continua com aquele leve ressonar. Ela coloca-se então de quatro sobre o seu filho e muito lentamente desce o quadril até ficar "sentada" sobre a verga do filho. Assim que a sente em contacto com os seus lábios vaginais, ela solta um profundo e longo gemido de prazer. Depois de permanecer quieta durante uns segundos para confirmar que o filho continuava a dormir profundamente, começa a deslizar lentamente o seu quadril para a frente e para trás, sendo logo surpreendida por um intenso orgasmo, tendo que fazer um grande esforço para conter os seus gemidos de prazer. No entanto, aquele momento de intenso prazer é repentinamente interrompido pelo filho que naquele preciso momento acorda, surpreendido e confuso. - Mamã... o que está a acontecer?... Por puro instinto, Vera inclina-se sobre o filho, coloca o seu dedo indicador sobre os lábios do filho e diz: - Ssssshhhh... não digas nada querido... fica quietinho... eu vou dar-te o que tu mais queres... Ao dizer isto começa a esfregar o seu clitóris novamente sobre a verga do filho que nem quer acreditar no que está a acontecer. No início, faz uns movimentos de vai e vem vagarosos, enquanto vai despindo a sua camisa, ficando completamente nua. Logo de seguida, tira a tshirt do filho. Depois, aos poucos, vai aumentando a velocidade, até que, agarra na verga, ergue-a e senta-se sobre ela, enterrando-a toda dentro da sua rata. Naquele momento, enquanto aquela verga desliza para o interior daquela gruta quente e húmida, mãe e filho gemem de puro e pleno prazer. - Estás bem querido? - S-sim... - Estás a gostar? - S-sim... Depois de a ter toda enfiada, Vera permanece quieta alguns segundos, começando logo de seguida a fazer uns movimentos, como se estivesse a fazer a dança do ventre, ao mesmo tempo que agarra nas mãos do filho e encaminha-as para ops seus peitos, parta que ele os apalpe. - Apalpa-me as mamas querido... Ele obedece à mãe e acaricia-lhe as mamas continuamente, enquanto ela começa a fazer um vagaroso sobe e desce sobre a verga do filho enquanto se inclina sobre ele. - Chupa-as querido... chupa-as... Sem as soltar, o rapaz começa a chupar os seus mamilos que já estando erectos, ficam ainda mais tesos e duros Chupa um e outro, alternadamente, enquanto continua a apalpá-los e a esfregar os mamilos entre os seus dedos. Vera não resiste e começa a intensificar os seus movimentos até que o rapaz não consegue segurar-se mais e avisa - Mamã estou quase... - Não faz mal querido.. podes vir-te dentro de mim... Ele explode de prazer, fazendo jorrar todo o seu leite para dentro da mãe que, não só continua a fazer o sobe e desce, como aumenta ainda mais a velocidade dos seus movimentos, continuando a fazê-lo mesmo depois do filho ter terminado. Ela queria também gozar. E teve o seu merecido prémio. Extenuada, deita-se ao lado do filho e ficam ali ambos em silêncio enquanto recuperam o fôlego. - Querido...a partir de agora... eu... sou a tua mulher... e tu... és o meu homem!... Sabes o que é que isso significa?... - Acho que sim... - E?.... - Estás a dizer que a partir de agora é como se fossemos casados... - Exacto!... Agora resta saber... queres que eu seja a tua mulher? - Quero!... - Então a partir de agora, eu sou toda tua!... A partir de agora podemos fazer amor sempre que quiseres... - Sempre que eu quiser?... - Sim... - Podemos fazer agora?... - Agora!?... - Sim... - Claro que sim meu amor!... - Mamã... posso beijar-te? - Podes fazer o que tu quiseres querido... não precisas de pedir nem perguntar nada... faz o que tu quiseres!... O rapaz começa por lhe acariciar os seios, aproximando os seus lábios da mãe, beijando-a. Ela desliza a mão até ao seu membro, confirmando que ele está novamente pronto para entrar em acção, começando a acariciá-lo. Ele sobe para cima dela, encaixando-se entre as suas pernas e apressa-se a penetrá-la, começando a estocá-la até gozar de novo. A partir daquele dia, mãe e filho passaram a fazer sexo praticamente todos os dias, por vezes, mais do que uma vez por dia. Agora sim, ela via a felicidade estampada no rosto do filho. Entretanto, Vera tinha uma menstruação regular, pelo que sabia quais eram os seus períodos férteis. Para não correr o risco de engravidar, nessas alturas, ela oferecia ao filho novas experiências: sexo oral ou sexo anal, no entanto, com o passar dos meses, ela começou a descuidar-se e acabaram por fazer sexo quando não deviam. Como resultado, Vera engravidou. Mas nem a sua barriga, que foi crescendo mês após mês, refreou o rapaz que continuava a desejar a mãe como da primeira vez que ela se entregou a ele, se bem que agora, ela atrapalhava um pouco, obrigando-os a adoptar outras posições. Ambos estavam muito felizes com a gravidez, mas Vera tinha consciência de que não ia ser tarefa fácil dar à luz ali sem apoio nenhum. Isso e a possibilidade de perder o bebé deixava-a preocupada, no entanto, quando estava próxima do oitavo mês de gestação, são surpreendidos com o barulho de um helicóptero. Tinha chegado o resgate, três anos depois do acidente. E nele vinha Pedro que não foi muito afectivo no cumprimento. Ele explicou que não sabe o que aconteceu aos dois que foram para Oeste mas os que foram para sul, foram capturados por um grupo guerrilheiro que os manteve prisioneiros. Um faleceu, mas o outro foi libertado agora e contou onde tinha caído o avião. Pedro também contou à esposa que após dois meses de buscas, abandonaram as mesmas e ele, um ano depois, refez a sua vida com outra mulher, de quem, já tem um filho. Vera compreendeu. O marido evita perguntar-lhe sobre a gravidez mas olha insistentemente para a enorme barriga da esposa. Vera apenas diz: - Desculpa... mas não quero falar disto... Pedro compreende. Não sabe o que se passou, acha que ela pode ter sido atacada por alguém e que por causa dessa experiência traumática, ela não se sente confortável para falar sobre o assunto, recordando tudo o que tinha passado. De regresso à civilização, Vera e Pedro divorciam-se amigavelmente. Após o parto, mãe e filhos regressam a Portugal e mudam-se para uma terra nova, uma pequena vila, onde ninguém os conhecia e onde podiam continuar a viver como... marido e mulher. Pensando na felicidade do filho, Vera ainda tentou que se interessasse por raparigas da sua idade, mas ele mantinha-se fiel a ela... |
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