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Tiro pela culatraPublicado em 2018-06-07 na categoria Contos eróticos / Travestis
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Sou uma orgulhosa acompanhante de luxo. Sou muito bonita e tenho um fÃsico muito feminino, atributos muito valorizados pelos meus clientes, para além dos outros mais óbvios, relacionados com os meus serviços em geral e o meu profissionalismo em particular. Mas de facto é a minha particular beleza que na rua faz todos olharem-me com desejo, desconhecendo quem eu sou realmente. E esse foi um grande erro para um criminoso...Eu atendo os meus clientes numa bonita e muito discreta casa que arrendei para esse efeito numa zona turística, mas também faço deslocações até aos meus clientes, seja em hotéis, motéis, escritórios ou mesmo nos seus domicílios. Como era já meu costume, levanto-me às 9 da manhã, trato da minha higiene pessoal e bem assim da minha beleza, penteando-me e maquilhando-me, visto-me de forma provocadora, como gosto, e meia-hora depois saio de casa e vou a pé até uma pastelaria que fica a pouco mais de 50 metros de distância. Regresso a casa por volta das 10, hora a que começo a "trabalhar". Se tivesse marcações, por esta hora já estaria no local. Primo pela pontualidade. Como não tinha marcações, penso estender-me na espreguiçadeira que tenho no jardim, da parte de trás da casa, e aproveitar para "trabalhar" o meu bronze. Entro em casa, fecho a porta atrás de mim e com a maior das tranquilidades e subo para o meu quarto para trocar de roupa. Enquanto ia distraída com os meus pensamentos, fazendo uma escolha mental do biquini que ia vestir, entro no meu quarto e encontro as gavetas da cómoda do meu quarto abertas com algumas roupas remexidas e outras no chão. A primeira coisa que pensei era que tinha sido assaltada, mas logo apercebi-me que ainda não tinha decorrido muito tempo desde que eu tinha saído, por isso, o gatuno ainda devia estar ali dentro, talvez escondido. Enquanto ia tentando perceber as coisas, a porta fecha-se com estrondo. Viro-me e vejo um rapaz a apontar-me uma pequena pistola. Como a porta estava toda aberta para trás, nem me apercebi que estava alguém escondido atrás dela. Enquanto me aponta a arma, com a outra mão faz o gesto de silêncio e ameaça-me: - Sssshhhhhiiiiuuuu... Não faças barulho nem te mexas senão mato-te, ouviste?... - Sssim... sssiim... calma... calma... leva tudo o que tu quiseres... eu não faço nada... - Assim é que eu gosto cabra... Engulo em seco sem saber o que vai resultar dali. O tipo está de cara destapada, logo eu posso dar indicações à polícia e posso até identificá-lo. - Tu só tens aqui jóias de fantasia... Onde é que escondes o dinheiro?... - Eu não escondo dinheiro em casa... Menti. Tenho praticamente todo o meu dinheiro escondido cá em casa. Mas será que ele sabe que é que eu sou? O que faço na vida? Que sou na realidade uma travesti? Ao ver como ele olha para o meu corpo, parece que não. Aproxima-se de mim e diz: - Tu és muito boa... Instintivamente recuo um passo, ficando encostada à parede. Quando chega ao pé de mim, encosta a arma por baixo do meu queixo e volta a olhar para o meu corpo de cima a baixo, começando a apalpar-me um seio. - Huuummmm... tu és mesmo muito boa... se não tens jóias nem dinheiro, vais ter que me dar outra coisa... - N-não... por favor... não me faça mal... - Relaxa... eu não te vou fazer mal... nós os dois só nos vamos divertir um bocado... Depois de me apalpar um e outro seio, puxa-me a camisola e o sutiã para baixo, libertando-os. - Que maminhas tão perfeitas que tu tens... Volta a apalpá-las, brincando com os meus mamilos que começam a dar um ar da sua graça. - Que tesão que tu me dás, ajoelha-te... vamos... põe-te de joelhos... Ao dar aquela ordem, ameaça-me com a arma e coloca a outra mão sobre o meu ombro, empurrando-me para baixo, obrigando-me a ajoelhar. Ele puxa as calças do fato de treino para baixo exibindo o seu caralho em todo o seu esplendor. Não era particularmente avantajado, tinha uma cor de pele clara e não era muito peludo. Por acaso, noutras circunstância, até era agradável à vista. - Quero que me faças um broche... anda... enfia-o na boca... A ordem é dada com a arma encostada à minha cabeça. Algo relutante, obedeço. Agarro-lhe o caralho, aponto-o na minha direcção, abro ligeiramente a boca e começo a enfiá-lo. Em boa verdade ainda bem que ele quer aquilo e não me levou para a cama e obrigou-me a abrir as pernas. - Anda chupa... chupa... isso... isso... aaaahhhhhh... aaahhhhh... Confesso que aquela estranha situação começa a excitar-me ao ponto de eu começar a fazer-lhe um broche bem caprichado. Enquanto lhe fazia aquela mamada, fez-se um flash na minha mente. Aquele tipo ia ter uma grande surpresa quando eu pusesse em marcha a minha vingança. - Siiiiim... aaaahhhhhh... aaahhhhh... que bem que tu chupas... aaahhhh... Ele é mais corpulento do que eu, está armado, mas vai baixar a guarda quando se estiver a vir. Aí é a minha vez de agir. Ele não só não sabe que sou um travesti, como não sabe que pratiquei artes marciais, pelo que, o facto de ser maior do que eu e de eu parecer ser muito frágil, posso bem com ele. - Continua... isso... isso... aaaahhhhh... puta que pariu, que boquinha que tu tens... Mas para que o meu plano resultasse era imperativo que ele gostasse do meu broche ao ponto de querer ter um final feliz na minha boca, em vez de querer ir para a cama para me penetrar. É por isso que lhe faço um broche bem caprichado, pondo-lhe todo o meu saber e empenho, o que lhe parece agradar, porque ao olhar para ele, vejo-o de olhos fechados a gemer de prazer. - Vou-te foder essa boquinha toda... Ao dizer isto, agarra-me pelos cabelos da nuca, e começa a fazer um duplo vai e vem. Com a mão empurra a minha cabeça para a frente e para trás, enquanto faz os meus movimentos, mas em sentido contrário com o corpo, fodendo-me a boca como se estivesse a foder uma cona. - PUTA QUE TARIU!!!! Naquele momento mete o caralho todo dentro da minha boca e mantendo-o todo enfiado, quase fazendo-me engasgar, começa a vir-se, fazendo jorrar o seu leite directamente para a minha garganta, enquanto fica com o corpo todo tenso. - AAAAAAAAHHHHHHHH... Enquanto o seu leite jorra em sucessivas golfadas olho para ele, vendo-o a gemer com os olhos bem fechados. Apesar de continuar a agarrar-me pelo cabelo e de continuar a apontar-me a arma, é o meu momento para agir. Com apenas uma mão, afasto a arma da minha cabeça, ergo-me e aplico-lhe um golpe que o derruba que o afasta de mim. Ainda com o leite a jorrar do seu caralho ele fica meio atordoado pela surpresa, aí aproveito para lhe aplicar um segundo golpe que o faz cair no chão e largar a arma. Agarro-a e aponto-a na sua direcção. - Agora é que vais ver o que é bom PARVALHÃO... Ele encolhe-se mostrando uma expressão de receio pela sua vida. Eu começo então a despir-me e exibo-me perante o seu ar de estupefacção ao ver o meu caralho em riste. - Surpresaaaa!!!... Ele nem quer acreditar naquilo que os seus olhos vêem. - Agora vais tu fazer-me um broche... e é bom que eu goste, porque senão não sais daqui com vida... Sem reagir, ele engole em seco. Volto a fazer a minha exigência num tom mais ameaçador. Aos pontos ele aproxima-se emuito sem jeito agarra-me a verga e após mais um par de ameaçlas meio a titubear lá a enfia na boca, começando a fazer um fraco serviço que me faz reclamar e ameaçar que o mato se ele não o fizer em condições. - Não estou a gostar nada meu cabrão... ou chupas como deve ser ou dou-te um tiro nos miolos... Aos poucos ele lá vai chupando com mais intensidade, mas apesar do seu esforço, é um broche muito fraquinho. Então agarro-lhe a cabeça pela nuca e sou eu que lhe começo a foder a boca, fazendo um vai e vem que ele aguenta com grande dificuldade e sofreguidão. Finalmente, dando-me por satisfeita, tiro-lhe a verga da boca, agarro-o pelos poucos cabelos que tem e puxo-o para cima da cama, fazendo-o deitar-se de bruços. Puxo-lhe as calças para baixo e dando-lhe uma nalgada aviso-o do que aí vem: - Agora vou-te foder esse pacote bem fodido... ouviste meu cabrão de merda? Vou-te violar esse cu!... Vais ficar com esses entrefolhos bem fodidos... Enquanto o vou ameaçando, obrigo-o a colocar uma pequena almofada por baixo do corpo, fazendo com que ficasse com o rabo mais arrebitado, besunto-lhe o ânus com uma generosa quantidade de creme lubrificante próprio para a prática de sexo anal. Enfio uma camisinha e unto-a também, Abrindo-lhe as pernas, coloco-me em posição. Aponto a minha verga e começo a esfregá-la pelo rego das nádegas durante uns segundos, até que, fazendo um pouco de pressão, enfio a ponta, fazendo gemer de dor ao mesmo tempo que faz instintivamente um gesto para apertar as nádegas. Aproximo-me dele e sussorro-lhe ao ouvido. - Eu vou-te o cu foder a bem ou a mal... se apertas as nádegas isto vai ser mais muito doloroso... garanto-te!... Volto a empurrar, enfiando uma boa metade e ele solta outro grunhido de dor, "fugindo" com o corpo para a frente. - Vou-te foder sem dó nem piedade meu cabrão... Após este aviso, empurro o resto, enfiando a minha verga até às bolas. Desta vez ele não aguenta e solta um sonoro grito de dor enquanto crava as unhasa no lençol da cama. - Agora é que vais ver o que é bom... Não lhe dando quaisquer tréguas começo a fazer um intenso vai e vem, enquanto ele vai soltando constantes grunhidos de dor. Fodo-lhe aquele cu apertadinho durante um bom tempo até que ao sentir que o meu gozo estava próximo, deslizo a minha verga para fora, tiro a camisinha, faço-o virar-se para cima e obrigo-o a chupá-la novamente até me vir no interior da sua boca. Concluída a minha vingança, expulso-o de casa: - Agora põe-te a andar antes que eu mude de ideias... Com lágrimas a escorrer-lhe pela cara, ele veste-se e caminhando a cambalear à minha frente, sai de casa. Exibo-lhe a pistola e aviso: - Eu fico com isto... se volto a ver o teu coiro por aqui acabo com a tua raça... |
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