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Uma noite no acampamento com a minha meia-irmã - IIPublicado em 2016-02-15 na categoria Contos eróticos / Jovens
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Nunca na minha vida desejei que um domingo passasse tão depressa. E como se fosse castigo, o dia parecia ter o dobro das horas. Os minutos pareciam arrastar-se vagarosamente. Chegou um ponto que tive que dissimular a minha ansiedade porque os meus pais perceberam que eu estava constantemente a olhar para o relógio. A minha meia-irmã só sorria vendo-me naquele estado.Nessa noite a minha meia-irmã e eu retiramo-nos para os nossos respectivos quartos à hora do costume. Os nossos pais deitaram-se cerca de uma hora depois. Durante esse tempo, nós os dois estivemos a "conversar" por sms, onde ela se divertia a provocar-me. - Estou toda nua... - Escreveu ela. Eu estava tão excitado que pedi-lhe para me enviar uma foto: - Deixa ver... Ele fez uma selfie apontando a câmara para as portas espelhadas do guarda-fatos. E lá estava ela deitada de lado, com a perna superior flectida e aqueles enormes seios a apontar para a frente, desafiadores. Não resisti e tive que bater uma punheta. Assim que ouvi a porta do quarto do nossos pais fechar-se, levantei-me de imediato, abri a minha muito devagar e fiquei à escuta. Alguns minutos depois ouvi os nossos pais em acção, a fazer sexo. Aproveitei aquele momento para, em bicos de pés ir para o quarto da minha meia-irmã, mas rapidamente voltei para trás porque no quarto dos nossos pais alguém levantou-se. Ouvindo passos no corredor voltei a deitar-me. Uma hora passou e ainda estávamos acordados à espera, até que a minha meia-irmã despede-se de mim dizendo que está a cair de sono e que existem mais marés que marinheiros, que é como quem diz, oportunidades nãos nos faltarão e aconselhando-me a bater uma como consolação. Na manhã seguinte fui acordado pelo meu pai que abriu a persiana até cima, "fazendo entrar o sol" e me disse que ia ao hospital com a nossa mãe porque ela tinha passado mal a noite e não tinha melhorado. Ainda eram 6.30 da manhã, nós tínhamos aulas às 8.30, mas o autocarro escolar passava às 7.45, logo, avisou-me para ter atenção às horas. - Já avisaste a Sandra? - Vou fazê-lo agora. Cerca de 15 minutos depois ouvi-os sair. Levanto-me e vou até ao quarto da minha meia-irmã que tem também a persiana toda levantada, mas ainda está deitada, virada no sentido contrário à janela. Aproximo-me silenciosamente e deito-me na cama, por baixo do lençol e aproximando-se dela. Apesar de continuar com os olhos fechados, ela sorri e enrosca-se em mim, esfregando as suas nádegas na minha verga já dura. Começo logo a acariciar-lhe o corpo, passando uma mão por baixo para a abraçar e começar a apalpar e acariciar aquelas monumentais mamas tão suaves e fofas, fazendo-a suspirar. Alguns minutos depois as nossas roupas desapareceram dos nossos corpos e voltando à mesma posição ela deixou-se acariciar, mas desta vez, desliza uma mão para trás para me esfregar a verga. De repente ela vira-se, desliza para baixo e, para meu delírio, começou a lamber as minhas bolas, uma de cada vez. Depois a sua boca foi subindo pelo meu pénis, até chegar à cabeça, onde ela parou, dando beijinhos e lambendo-a suavemente. Quando finalmente abriu os seus lábios e engoliu boa parte da minha verga eu quase desmaiei de prazer. - Ohhhhhh! Que boooooommmmm! - deixei escapar entre os dentes. Ela continua a lamber, a chupar e a masturbar-me de uma forma tão intensa que sou obrigado a avisá-la que se continuar assim, vai-me fazer gozar. Ela simplesmente responde: - Hummmmm! Já que vais gostar eu vou fazer melhor ainda - Disse ela chupando a minha verga como se fosse um gelado - Goza na minha boca! Goza! - Foi a melhor chupada que já recebi em toda a minha vida - Respondi exausto e satisfeito. - Tu podias fazer o mesmo por mim! Queres? - Perguntou ela deitando-se ao meu lado novamente. - Adorava! - Confessei. - Sou toda tua... Fiquei todo animado. Posicionei-me entre as suas pernas e encarei aquela ratinha bem pequenina e totalmente sem pêlos. Aproximo a minha cabeça em direcção àqueles lábios carnudos. Um cheiro delicioso invadiu o meu nariz e fiquei muito excitado. A minha verga começou a endurecer novamente a um rítmo inacreditável. - Começa a lamber o meu grelo! - Disse ela impaciente. - Anda, brinca com a ponta da tua língua no meu grelhinho, bem devagar!... Issooooooo!... Hummmmmm!... Vai!... Agora passa a lingua por baixo... Tenta enfiar a lingua o mais fundo que puderes no meu buraquinho... Ohhhhh!... Ela ia "dando as ordens", dizendo em sussurros o que desejava e eu ia obdecendo às suas "instruções". Comecei a pensar se não seria melhor eu assumir o controlo, mas então lembrei-me dela desabafar que os rapazes com quem se deitou só pensarem no prazer deles e não no dela, por isso, decidi deixá-la comandar, dizendo o que queria que eu obedecia sem hesitar. Eu estava cada vez mais excitado ao ouvir minha meia-irmã a usar aquela linguagem. O meu tesão estava a aumentar cada vez mais. Por um lado, eu estava satisfeito ao perceber que ela também estava muito excitada, no entanto, por outro, tinha uma vontade louca de saltar para cima dela e penetrá-la. Mas lá continuei a lamber e beijar a sua rata. A minha língua agora percorria a sua ratinha de baixo para cima e de cima para baixo, arrancando suspiros da minha meia-irmãzinha. - Estou a gostar muito do que tu estás a fazer aí - Disse ela com a voz baixa e rouca. - Que maravilhoso!... É a primeira vez que me comem a cona desta maneira... Aqueles elogios deram-me um ânimo extra para continuar. Encostei um dedo no clitóris dela e comecei a massajá-lo, ao mesmo tempo que a minha língua passava pelo buraquinho da sua ratinha pequenina e cheirosa. Fiquei a imaginar quantos pénis já teriam passado por ali, penetrando a minha meia-irmã bem fundo, arrombando-a, mas nenhum dando-lhe o prazer que eu lhe estava a dar. Aumentei o rítmo da minha língua e dedos durante uns instantes, tentando dar-lhe o máximo de prazer possível. De repente ela pediu-me para parar, ficando erguida na minha frente. - Estou a fazer alguma coisa errada? - Perguntei surpreendido. - Não! Tu estavas a fazer muito bem!... Foste maravilhoso!... - Exclamou ela, trémula, colocando os braços ao redor do meu pescoço e beijando os meus lábios. A sua boca estava molhadinha e provocativa - Eu só queria prolongar este momento um pouco mais... - Finalizou, colando o seu corpinho ao meu. Comecei a explorar a vagina dela lentamente. Passava os dedos nas virilhas, nas nádegas, nas coxas e ia contornando-se. Acariciei-lhe os grandes e pequenos lábios e percebendo a respiração dela ficar mais ofegante. - Issooooo!... Ohhhhhhhh!... Toca no meu grelhinho!... Tocaaaaa!... - Gemia ela quase a gritar. Continuei a esfregar o clitóris dela para cima e para baixo, para a direita e para a esquerda. - Agora chupa... chupa... chupa-me o grelinho... faz-me gozar outra vez... Outra vez? Perguntei-me. Bem, parece que já tinha gozado um orgasmo, fez um compasso de espera para poder recuperar e agora ia gozar outro. Ela parecia gemer desesperadamente, puxando a minha cabeça contra a sua rata, enquanto rebolava de um lado para o outro, erguendo e batendo com a cabeça contra a almofada. Ela volta a gritar de prazer: - Estou a gozaaaaaaaarrrrrr!... Aaaaaaaaaaahhhhhhhh!... Aaaaaaaaaaahhhhhhhh!... Continuei a chupá-la até ela me obrigar a parar, puxando-me para cima dela. Deslizei pelo seu corpo até ficar deitado sobre ela. Enquanto lhe acariciava as mamas, comecei a esfregar a minha verga na sua rata. Ao sentí-la não se fez de rogada: - Mete... Mete... Não esperei que repetisse a pedido. Penetrei-a tão fundo quanto possível. Consoante ia empurrando ela ia arqueando o seu corpo e assim que cheguei ao fundo, ela soltou um profundo suspiro. Fiquei assim durante alguns segundos, beijando-lhe o pescoço e queixo enquanto saboreava aquela deliciosa sensação. Depois comecei a fazer um lento vai e vem, continuando a fazer-lhe o linguado pelo pescoço e apalpando-lhe as mamas. Ela abre bem as pernas e os braços para cima, como se se estivesse a entregar. Aos poucos fui aumentado a cadência dos meus movimentos. Os nossos gemidos aumentam de intensidade. Aguentei-me bem mais do que pensei que fosse possível, mas depois de um bom tempo a bombar, senti que ia ejacular novamente. Assim que percebi que o climax estava muito próximo, avisei-a, tirando a minha verga para fora e esfregando-a na sua rata: - Estou quase a vir-me... - Mete seu tonto... mete... - Mas... - Não te preocupes... eu tomo a pílula... Melhor notícia não podia ouvir. Voltei a penetrá-la e recomecei com o vai e vem. Aquele pequeno diálogo teve o condão de refrear a minha excitação porque deixei de sentir aquela vontade de ejacular, apesar de ainda sentir o meu clímax próximo. Então decidi arriscar: - Goza comigo maninha... goza comigo... Ela não respondeu, limitando-se a sorrir enquanto continuava a gemer de prazer. Aguentei mais alguns minutos, penetrando-a sempre a um bom ritimo, mas quando percebi que já não dava para adiar mais, aumentei ainda mais a velocidade e a força dos meus movimentos até soltar um grito de prazer. Enquanto lhe dava as últimas estocadas, ela pede-me para não parar porque também vai gozar. Aproveitando todo o vigor que ainda tinha, aumento novamente a intensidade dos meus movimentos e menos de um minuto depois ela volta a gozar! Ao olhar para o relógio até dei um salto na cama. Eram quase 8.30 e nós ainda em casa. Íamos perder a primeira aula, mas valeu bem a pena. Fomos tomar um duche rápido juntos para poupar tempo, mas ainda não o tínhamos terminado e eu estava novamente de pau feito. Tentei ocultar a minha nova erecção voltando-me de costas, mas enquanto nos limpávamos ela percebeu o meu estado. - Isso é tudo vontade? - Perguntou desafiadora.. - Não me desafies porque senão não saímos de casa hoje... - Ai que medo disse ela fugindo a correr. Sigo-a até ao quarto, agarro-a por trás e acabamos de novo na cama. Começo novamente a acariciá-la, primeiro os seios até sentir os seus bicos bem duros e depois desço até ao interior das suas pernas onde senti a sua ratinha já bem húmida. É ela que alguns minutos depois tem a iniciativa de erguer a perna, agarrar a minha verga e depois de a punhetar um bocado, encaminha-a até à sua grutinha. Depois só tenho que empurrar para começar outra vez com os movimentos de vai e vem. Como estamos virados para o espelho, podemos ver reflectidas as nossas expressões de prazer. Ela por fim fecha os olhos e deixando-se ficar deitada, deixa-me comê-la a meu bel-prazer, limitando-se a gozar. Eu estava deliciado a olhar para o seu belo rosto e corpo, não acreditando na minha sorte e desejando que esta fosse a primeira de muitas fodas com ela. Depois de uns bons 20 minutos a comê-la nesta posição, coloquei-a de quatro e comecei a estocá-la por trás, vendo pelo espelho aquelas enormes mamas a baloiçarem para a frente e para trás ao sabor das minhas investidas. Desta vez ela foi a primeira a vir-se, mas eu não aguentei muito mais porque também gozei quase de imediato só por vê-la gritar de prazer. Tinha-se passado uma hora! Desta vez lavamo-nos rapidamente no bidé. Vestimo-nos e saímos a correr de casa, deparando-nos com os nossos pais que regressavam a casa. Apanhamos o susto das nossas vidas. Fiquei pálido. Ao ver-nos perguntaram-nos o que fazíamos em casa àquela hora. A minha meia-irmã foi rápida a responder: - Adormecemos os dois... Entramos para o carro. O meu pai começou a repreender-nos pela nossa falta de responsabilidade, mas a nossa mãe acalmou-o dizendo que por esta vez estávamos perdoados porque o dia era especial. A minha meia-irmã e eu olhamos um para o outro espantados. Então ela deu-nos a notícia: - Meninos... a família vai crescer... estou grávida! Foi de facto uma surpresa! E o dia era de facto especial! Duplamente especial! Nessa noite íamos celebrar com um jantar fora. Curiosamente, nesse mesmo dia, no refeitório, a minha meia-irmã ao passar por mim dá-me uma nalgada, pisca o olho e pergunta-me: - Maninho, não me queres dar a tua vez? Saí da fila e fui para o fim da mesma. Quando ela acabou veio à minha mesa agradecer-me, dando-me um beijo na face e dizendo olá aos meus babados colegas de mesa. Assim que se retirou todos disseram que adoravam saltar-lhe para cima. Não lhes disse nada. Limitei-me a sorrir. A minha vontade foi responder: "Eu saltei-lhe para cima ainda hoje de manhã...". |
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Uma noite no acampamento com a minha meia-irmã - II




