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Uma noite no acampamento com a minha meia-irmã - IPublicado em 2016-02-12 na categoria Contos eróticos / Jovens
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Eu e a minha meia-irmã Sandra sempre nos demos bem quando éramos mais jovens, uma coisa nada normal entre irmãos que normalmente andam sempre à s "turras". Creio que o facto de não sermos verdadeiramente irmãos contribuiu para esse facto e... para um outro... digamos, mais intimo. Não sendo irmãos, chegamos a namorar em segredo...Os nossos pais quando se juntaram, já eram casados e já traziam bagagem atrás. A minha madrasta já tinha dois filhos, um casal, a rapariga, mais nova, tinha 14 e o irmão 17, e o meu pai tinha-me a mim, com 16. Poucos meses depois, o meu meio-irmão fez 18 anos e foi cumprir o serviço militar obrigatório. Os nossos pais "namoraram" cerca de um ano, antes de se juntarem. A coisa só se tornou mais séria quanto a relação tinha 7 meses. A partir daí, fizeram questão que os meio-irmãos se conhecessem. Houve desde logo uma boa empatia entre nós os três. A minha meia-irmã para a idade estava bastante desenvolvida, mas já o irmão era grande, assim como o era a mãe. A minha meia-irmã, além de alta e magra tinha um atributo que sobressaía bastante. Tinha umas mamas enormes! Eram mesmo grandes e redondas! Tinham o tamanho de dois melões! Eu nunca tinha visto umas mamas tão grandes, excepto em revistas pornográficas ou em sites também porno. Mas já a mãe também tinha umas mamas igualmente grandes. Ela não fazia questão de os exibir, não usava quaisquer decotes, antes pelo contrário, notava que ela ficava sempre algo constrangida devido à atenção que as suas mamas despertavam nos homens. Eu próprio comecei a usar óculos de sol para poder admirar aquelas montanhas debaixo da camisola. Estava mortinho que chegasse o verão para a ver com menos roupa e até na praia. Começamos a sair todos juntos aos fins de semana e criaram-se laços entre nós os três. Percebi que ela não lidava bem com os rapazes. Confrontei-a certa vez com essa questão e fiquei a saber que ela tinha tido um namorado, mas o namoro acabou, tendo ela sofrido muito com o fim da relação. Na altura não me deu mais explicações mas mais tarde abriu-se comigo, confessando que o namorado começou a pressioná-la para fazerem sexo e depois dela ter cedido, ele deixou-a para começar a andar atrás de uma outra amiga. A nossa amizade tornou-se mais forte e ela apreciou a forma como eu a defendia dos avanços dos rapazes quando saíamos os três à noite para os bares. O irmão saía à "caça" de raparigas mas eu permanecia com ela. Chegamos a comentar entre nós que fingindo sermos namorados, ninguém se atrevia a meter-se com ela. Mas mesmo assim, haviam alguns mais atrevidos que faziam comentários maldosos e atrevidos por causa das mamas dela. Ela chegou-me a confessar que detestava os seus seios por serem tão grandes e que queria fazer uma cirurgia para reduzir o tamanho. Por outro lado, havia um pormenor que nos passava - a nós homens - ao lado. Tudo aquele volume tinha a sua correspondência em peso. Eram grandes sim, mas por isso, eram também pesados, e isso já lhe começava a causar algumas dores de costas, se estivesse por exemplo, muitas horas de pé. Respeitei o desejo dela, apesar de salientar que o tamanho dos seios era normalmente um dos atributos que mais atraíam os homens. - Gostas dos meus seios assim tão grandes? A pergunta apanhou-me de surpresa. A resposta foi de recurso: - Não tenho que gostar ou deixar de gostar... és minha irmã... - Nós não somos irmãos... - Mas é como se fossemos... - Pronto ok... mas se não fossemos... imagina que não me conhecias e vias-me neste bar, achavas atractivos os meus seios? - Se queres que seja sincero... achava... - E excitantes? - Mau... - Vá lá, não sejas assim... só estamos a conversar... - Ok... sim, são excitantes... satisfeita? - Ok, ok, não fiques assim, Ela sorri ao perceber que não me deixou à vontade. Ela não é cega e sabe muito bem que também eu olho bastante para os seus seios. Mas a verdade é os o tamanho daquelas monumentais mamas foram várias vezes tema das nossas conversas, precisamente por chamarem tanto a atenção e dos piropos que lhe faziam. Entretanto num fim de semana os nossos pais decidiram fazer um programa diferente. O meu pai quis mostrar à namorada a terra onde nasceu. Para isso íamos acampar. Saímos já na sexta às 21h e duas horas depois paramos num pequeno hotel para pernoitar. Ficamos em três quartos. No dia seguinte, partíamos às 8 da manhã, o que implicava levantar uma hora antes. Depois tínhamos mais uma hora de viagem de carro e o resto do percurso era feito a pé. Nessa manhã ao ver a minha meia-irmã, quase que me dava um ataque ao coração. Tinha umas botas de montanhista e umas meias grossas que lhe chegavam a meio da coxa. Depois só se via menos de um palmo de pele até aos calções tipo safari (bege). Tinha a barriga toda à mostra e usava uma camisa bege de manga curta também de safari (puro algodão, ressalvou quando lhe elogiei e indumentária) mas amarrada logo abaixo dos seios. Na cabeça tinha um chapéu de abas também bege. Até a pequena mala que as mulheres levam sempre com elas era a condizer, parecendo uma mini-mochila. O calção tinha um cinto tipo militar com um pequeno cantil e uns outros bolsos. Um outro pormenor nela era que tinha uma pele muito clara. Via-se desde logo que não era rapariga de fazer muita praia, possivelmente por causa do impacto que as mamas causam... Fizemos a viagem final e depois de caminharmos durante hora e meia chegamos a uma pequena aldeia abandonada, quase toda em ruínas, junto a um riacho. Só la moravam um casal de velhotes. Fiquei a saber que o meu pai andava ali a comprar propriedades para restaurar as casas e fazer daquela, uma aldeia de turismo de montanha. Depois de almoçarmos ele fez-mos uma visita guiada. Aquilo era de facto muito bonito, tranquilo. O meu pai levou com ele uma pequena capa A5 com fotos 3D de como queria que aquilo ficasse. Parecia um paraíso na terra! Bem, a minha meia-irmã ficou apaixonada pelo local. - Ainda bem que gostas... porque tenho uma surpresa para ti... - Sim? - Vês aquele moinho no rio? Quando o restaurar é teu! Ela ficou em lágrimas. A mãe nem queria acreditar no que o meu pai disse. Era óbvio que ela não sabia de nada, logo, tinha sido uma ideia que o meu pai teve naquele momento. Ela abraçou-o como uma louca. Depois abraçou a mãe e até me abraçou a mim. Era a primeira vez que nos abraçávamos e fiquei com uma erecção instantânea só de sentir aquelas mamas esmagadas contra mim. Aquilo foi tão repentino que gelei. Ela mantendo o abraço afasta-se um pouco, olhando-me nos olhos. Eu baixo os meus e solto-a. Ao olhar novamente para ela, vejo-a a olhar para o volume das minhas calças. Felizmente os nossos pais estavam voltados de costas para nós a olhar para a área envolvente, senão a situação seria mesmo muito complicada. - Desculpa... - Disse-lhe, fazendo apenas o gesto com os lábios. Ela esboça um pequeno sorriso de compreensão e volta para perto dos nossos progenitores. Então o meu pai mostra-nos a imagem 3D. Inicialmente, eu não vi nada de especial. Uma casa velha com metade dentro de água. Mas quando o meu pai lhe mostrou a maquete 3D de como ia ficar depois de restaurada, aí mudei de ideias, mas morar naquele sítio não era para mim. Ao fim da tarde o meu pai e eu montamos a tenda enquanto elas preparavam o nosso jantar. Ficamos todos juntos na mesma tenda que tinha 3 divisões internas, duas mais pequenas ao fundo que funcionavam como quartos, um para os nossos pais e outro para mim e para a minha irmã. A maior, a da entrada era como uma sala de estar. Os nossos pais dormiam num saco cama duplo, enquanto nos os dois dormia-mos em dois sacos cama individuais. O facto de dormirmos "juntos" não causou nenhuma espécie aos nossos pais, já que eles estavam ali mesmo ao lado e entre nós só havia um fino tecido a dividir-nos. À noite, quando nos deitamos, eu estava com uma erecção doida. O meu pau parecia que ia explodir de tanto tesão. Pensei em sair da tenda para bater uma punheta rápida, mas lá fora fazia muito frio. Dentro do saco cama? Nem pensar. A minha meia-irmã estava deitada (e acordada) bem do meu lado. A saída foi ficar ali mesmo e esperar que o meu tesão passasse. Entretanto a minha meia-irmã começamos a conversar por sms, tendo o cuidado de termos os telemóveis sem som e escondidos dentro dos sacos cama para não se ver a claridade do ecrã. Era quase uma da manhã e ainda estávamos a teclar um com o outro, quando começamos a ouvir umas vozes a sussurrar: - Está quieto... (risos)... agora não... os miúdos estão aqui ao lado... (risos)... está quietinho por favor... Aqueles pedidos continuaram a até ela se calar e estes, passados alguns minutos foram substituídos pelos gemidos, tipo suspiros, primeiro dela, e depois do meu pai também. De certeza que estavam a fazer sexo ali, bem ao nosso lado. A minha erecção voltou a mil por hora. Nunca tinha sentido a minha verga tão dura como estava naquele momento. - O que é que que se passa ali ao lado? - Pergunta a minha meia-irmã. - O que achas que é? - Pois... pergunta estúpida... Do nada o casal calou-se e tudo ficou em silêncio novamente. - Ufa! Eles deram uma rapidinha bem rápida - Disse a minha meia-irmã, acrescentando um smile. - Parece que sim! - Concordei acrescentando um smile de admiração.. - Tu não ficaste excitado ao ouvi-los a fazer sexo? - Perguntou ela. Não respondi. mas a verdade é que eu estava a morrer de tesão. O meu cacete parecia que ia estourar de tão duro que estava. - Não. - Mentiroso. - Eu não estou a mentir-te. - És um mentiroso! Tenho a certeza que estás de pau feito. Aquilo surpreendeu-me. Tinha que dissimular e desviar a conversa. - Não digas asneiras. Muda de assunto... - Como por exemplo, o tesão que tiveste quando me abraçaste? - Oh, lá estás tu... - Sim, mente outra vez. Diz que não ficaste com tesão. - Isso foi uma reacção involuntária que não devia ter acontecido porque tu és minha irmã. A conversa continuou com ela a insistir tanto que tive que confessar que tinha ficado excitado. - E ainda estás de pau feito? - Mas que raio de perguntas são essas? - Deixá lá. Curiosidade feminina. Responde. - Não respondo. E se continuas com essa conversa deixo de falar contigo. Ao lado já se ouvia o meu pai a ressonar. Então ouvi o fecho do seu saco cama abrir-se muito lentamente. - Que estas a fazer? - Perguntei. - O que achas? - Vais a algum lado? - Não. Abre o teu fecho. - Não!!! - Se não o abres tu, abro-o eu... - O meu está aberto até meio. O que queres? Senti a mão da minha meia-irmã a enfiar-se por debaixo do meu saco cama, subir pelas minhas pernas, até encontrar as minhas virilhas e tocar no meu pau, por cima da minha calça de pijama. Enquanto a sua mão fazia aquela viagem muito lentamente, enviei-lhe nervosamente outra sms: - K pensas k tás a fazer? - Relaxa... s ñ respondes eu mesma vou confirmar... - Tá queta... - Ñ Antes de me tocar, eu já tinha perdido a erecção, mas ao sentir a sua mão, a reacção foi instantânea, fazendo com que ela em 2 ou 3 segundos voltasse a ficar dura. Assim que alcança o meu membro, agarra-o, apalpando-o. - Uau! Já viste como está o teu pau? - Disse ela com um smile. - Ok estou com uma tusa. Satisfeita? - Respondi irritado. - E se eu te dissesse que também fiquei excitada? Ao dizer aquilo começou a esfregar o meu pau bem devagar, para cima e para baixo, ainda por cima da minha calça. Eu estava completamente desorientado. Não sabia se lhe pedia para parar porque éramos irmãos ou deixava-a continuar. Nós ainda estávamos cada um dentro do seu saco cama. Enquanto eu curtia aquela punheta, ela foi-se aproximando mais de mim, até ficarmos quase colados. Eu até já podia sentir o hálito dela no meu rosto por causa da sua respiração já ofegante. E isso estava a fazer aumentar cada vez mais o meu tesão. - Estás a gostar? - Perguntou ela com a boca quase colada no meu ouvido. - Nós somos irmãos - Respondi recuperando parte dos meus sentidos. - E daí? - Pergunta ela. - Somos irmãos! - repeti. - Meio-irmãos... aliás, nunca ouviste dizer que os irmãos também brincam um bocadinho? Ela entretanto muda de mão. Inicialmente estava a masturbar-me com a esquerda, mas como estava deitada sobre esse lado, não lhe dava muito jeito. Muda de mão e já com a direita, fá-la passar por baixo do meu pijama, agarrando-me directamente o membro, recomeçando a esfregá-lo, lentamente para não fazer qualquer ruído. Estamos os dois virados de lado, um frente ao outro. Eu estendo o meu braço esquerdo e começo a acariciar-lhe o seu seio, depois passo a mão por baixo do seu pijama e como ele está sem sutiã, apalpo-lhe aquelas grandes mamas. São muito suaves e fofas. Depois de lhe acariciar e apalpar demoradamente as mamas, desço a mão pelo seu corpo até chegar ao interior das suas pernas. As nossas cabeças estão encostadas testa com testa. Ela solta um suspiro e murmura: - O que estás a fazer? - O mesmo que tu! - Respondo. Começo a esfregar-lhe o clitóris com o meu polegar enquanto os dedos lhe acariciam a passarinha que já está bem húmida. Além daqueles suspiros ela vai estremecendo-se. Ela foi a primeira a gozar, soltando uns gemidos silenciosos. Entretanto, começa a masturbar-me com mais força, apertando-me mais a verga. Puxo-a para fora do saco cama. Ela ajuda deslizando na minha direcção. Já com ambas as mãos livres, subo-lhe a camisola de pijama, descobrindo-lhe aquelas descomunais mamas. Enquanto continua a masturbar-me, subo para cima dela, apalpando-lhe as mamas e chupando-lhe os bicos já duros. Então dou um passo arrojado. Desço a minha calça. Ela deixa de me masturbar e começa antes a esfregar a cabeça do meu membro entre as suas pernas. Louco de tesão, começo a empurrar com força. Só não a penetro porque ela ainda está de pijama. Depois de a estocar durante alguns minutos, com ela a segurar-me a verga, posicionando-a contra a sua passarinha, dispo-lhe a calça com a ajuda dela. Então recomeça a masturbar-me e a esfregar o meu pénis na sua passarinha enquanto nos beijamos. De repente, faz-se um clique dentro de mim e sinto que vou explodir. Afasto a minha verga dela, mas ela agarra-a tentando levá-la de volta, mas eu aviso-a: - Não! Dito isto, gozo sobre ela, fazendo jorrar o meu leite até junto das mamas dela. Quando termino ela beija-me e lamenta-se: - Pena... adorava senti-la dentro de mim... - Eu também! - Respondi. Nessa noite sonhei que no dia seguinte, domingo, regressávamos a casa cientes do que queríamos. Assim que os nossos pais se foram deitar, fizemos um compasso de espera e depois rumei ao seu quarto, onde ela já passava pelo sono. Deito-me por trás dela e começo a acariciá-la, fazendo-a acordar. Sentindo-me atrás dela não se vira, mas aconchega-se a mim. As nossas roupas desaparecem rapidamente dos nossos corpos. Ela agarra-me a verga masturbando-a enquanto eu lhe acaricio a ratinha já toda molhadinha. Não aguentando mais o tesão, pede-me para a penetrar. Ergo-lhe a perna e faço-lhe a vontade. Coloco a minha verga em posição e ela trata do resto. Com a mão, encaminha-a para o seu interior. Depois é só empurrar e começar a estocá-la com força até a fazer gozar. Depois viro-a para mim para a montar, mas é ela que salta para cima de mim, voltando a enfiar e começando com um sobe e desce enquanto me oferece as mamas para eu as mamar, deliciando-me com aqueles dois melões que me cobrem por completo a cara! |
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