|
|||
Uma aventura diferentePublicado em 2015-07-28 na categoria Contos eróticos / Travestis
|
|||
Conheci-a num salão de cabeleireiro, próximo de um apartamento para onde fomos morar. Era uma pessoa linda, a princÃpio, pensei que era uma mulher. Cabelos longos, usava blusas decotadas que faziam supor seios firmes e grandes. Enquanto fomos atendidas e como em todo salão de beleza, as fofocas correram soltas, houve muito riso... enfim, entre nós nasceu uma grande empatia.Saímos juntas do salão e como era quase meio dia, perguntei-lhe se não queria almoçar comigo. Ela aceitou. Perguntei-lhe se estava a fim de um peixe grelhado e se conhecia o restaurante LaBrasa que ficava na foz. Concordou com a sugestão, mas não conhecia aquele restaurante. Fiz questão de a levar lá. Durante o almoço falamos de frivolidades e depois deste, convidei-a para irmos fazer umas compras no shopping. Visitamos várias lojas, onde provamos algumas roupas, mas foi quando provamos uns biquínis que notei em algo estranho. Apesar dela se ter virado para o espelho, ficando de costas para mim, percebi que ela tinha um grande volume entre as pernas... aquilo... era um pénis! Entrei para o provador, corri a cortina e apesar do choque inicial, contive-me e quase a sussurrar perguntei: – Bem… sou e não sou… - Diz ela algo receosa da minha reacção. – Não acredito… deixa eu ver! - Ao dizer isto viro-a para mim. Ela tirou a parte de baixo do biquíni e eu não evitei ficar estupefacta a olhar para aquele membro. Ela tinha um pau maravilhoso. Depois tirou a parte de cima, ficando completamente nua. - Minha nossa... nem acredito no que os meus olhos estão a ver... - Comentei incrédula. - O que achas? - Perguntou de forma sedutora, passando as mãos pelo seu corpo. - És bem mais boa do que eu... - Comentei enquanto os meus olhos percorriam todo o seu corpo. - Oh, não acredito... tu também és uma mulher bem boa! - Diz ela com um sorriso. - Não digas asneiras... para homem tens um corpo melhor do que o meu... - Mostra aí... tira o teu biquíni... Tirei-o ficando também toda nua. Ela olhou para omeu corpo com satisfação. - És uma bela mulher... és muito bonita, tens umas boas curvas... uns belos seios... - Os teus são melhores... - Interrompo-a. Ela sorri e pergunta: - Queres tocar-lhes? - Sim! - Respondi erguendo a minha mão direita e colocando-a sobre o seu seio, apertando-o ligeiramente várias vezes. - São durinhos... não há dúvida que são melhores que os meus. - São durinhos e falsos... mas os teus são perfeitos e naturais... - Quem me dera a mim ter uns seios assim, naturais ou não! - Quem me dera a mim ter uma uma rata entre as pernas... - Não tens uma rata, mas tens aí um belo canhão... Ela pega nele, exibindo-o já com uma boa erecção, mas sem estar ainda duro. Começa a acariciá-lo lentamente como se estivesse a marturbar-se em câmara muito lenta e ele começa rapidamente a ganhar mais volume. - Gostas? - Pergunta desafiadora. Não respondi. Naquele momento estou tão fora de mim que nem me apercebo que continuo a apalpar-lhe o seio. Ela pega na minha outra mão e aproximando-a dela, pousa a verga sobre ela, fechando-a. Posso sentir já a dureza daquele pau. Ela recomeça então a masturbar-se com a sua mão sobre a minha. As nossas respirações tornam-se mais ofegantes. Ela aproxima-se de mim, fazendo-me recuar por instinto, mas não o consigo fazer porque estou já encostada à parede. Ela mete a mão entre as minhas pernas e pressiona os dedos contra a minha rata, fazendo-se dar um sobressalto e soltar um surdo gemido. Depois beija-me ardentemente, quase deixando-me sem ar. Beijamo-nos como se não houvesse amanhã. A música ambiente da loja ajudava a abafar as nossas respirações. Começo por minha iniciativa a masturbá-la com força enquanto ela castiga o meu clitóris. Alguns minutos depois, ela faz-me baixar, colocando as mãos sobre os meus ombros, colocando-me de joelhos à altura da sua verga. Agarro-a e começo rapidamente a chupá-la enquanto a masturbo sem parar. Quando ficou satisfeita, fez-me deitar no chão, abrir-me bem as pernas, ergueu-me a esquerda e enfiou-me aquela verga morena até bater no fundo da minha vagina, fazendo-me quase soltar um grito. Começou rapidamente com um vai e vem, segurando e mantendo-me as pernas bem abertas. No exterior ouviamos as outras clientes que iam entrando e saindo dos provadores. Nós estávamos a correr um grande risco porque alguém podia abrir a cortina, apanhando-nos em flagrante. Ela põe-me de quatro e continua com o vai e vem, mas tem que parar porque o seu corpo ao bater no meu fazia um som parecido ao de uma bofetada. Deita-me no chão e deita-se sobre mim, voltando a penetrar-me e recomeçando com aquele rápido vai e vem. Estou tão excitada que não demoro muito a gozar um orgasmo. Para não nos denunciar. coloco o meu braço à frente da boca, mordendo-o com força. Assim que termino, alguém do lado de fora toca no cortinado e pergunta se está ocupado. Ela ergue-se e responde que sim, enquanto nos vestimos apressadamente. A voz insiste que temos que sair e que vai abrir a cortina. Ela diz que já vamos sair e alguns segundos depois abrimos a cortina e saímos as duas. Não só a funcionária, mas outras clientes estão a olhar para nós. Sem nenhum comentário, saímos da loja e já cá fora, demos algumas gargalhadas. - Eu não queria ficar a seco... queres repetir? - Claro! - Respondi rapidamente. Assim que chegamos ao carro, disse-lhe para entrar para o banco de trás, onde tinha os vidros escurecidos. O meu carro era uma monovolume, pelo que tínhamos muito espaço. Despimo-nos rapidamente e voltamos à acção, comigo a chupar-lhe a verga. Como ela, ou melhor, ele, era mais forte do que eu, pega-me pela cintura e ergue-me até ficar com a minha rata à altura da sua cara. Estávamos num 69 com ela sentada e eu numa posição invertida, praticamente na vertical. Naquela posição a minha rata ficava completamente à disposição da sua língua que trabalhava incansavelmente, percorrendo todos os seus recantos. Algum tempo depois, pedi-lhe para abater um pouco o encosto para eu ficar mais cómoda e continuamos naquele chupa-chupa, lambe-lambe até que voltei a gozar. Ela então vira-me e faz-me sentar sobre a sua verga de contas para ela. Agora sou eu que literalmente me esfrego sobre ela e com isso, sinto a sua verga a fazer pressão para a frente e para trás dentro de mim, enquanto ela me acaricia continuamente o corpo. Mas a minha excitação estava tão elevada que virei-me para ela e comecei a cavalga-la com força para a fazer gozar também. Ela agarra-me as nádegas com força e ajuda-me naquele sobe e desce fazendo com que as penetrações sejam muito mais violentas, fazendo-me gritar como uma louca. Naquele momento nem quero saber se alguém passa perto do carro e nos ouve. Como não havia meio de se vir, ela faz-me deitar sobre os bancos, abre-me as pernas e recomeça com as suas fortes estucadas. Os nossos corpos estão completamente transpirados e já se nota em nós algum cansaço. Então ela avisa-me: - Ai... Ai meu amor.... eu vou-me vir.... queres o meu leitinho? - Sim! - Respondi sem pensar se ela ia ejacular dentro de mim ou sobre mim. Alguns segundos depois ela retira a verga, aproxima-se de mim e enfia-ma na boca. Percebi finalmente o que pretendia, mas estava tão excitada que naquele momento nem reagi e comecei a chupar-lhe a verga até a fazer vir-se para o interior da minha boca. Enquanto a chupava, questionava-me se devia cuspir tudo ou engolir. Já se vieram na minha boca, mas cuspi sempre, mas desta vez, a surpresa, a indecisão e a excitação do momento, por estar a fazer sexo com quem estava, assim que ela começou a jorrar o seu leite quente, não fiz questão de tirar a verga da minha boca e comecei a degustá-lo até à sua última gotinha... Por fim, recostamo-nos nos bancos para descansar. Vestimos-nos, mas os corpos transpirados tornaram as nossas roupas desconfortáveis. Tiramo-las e vestimos os biquínis. Ficamos mais frescas. Convidei-a a vir até ao meu apartamento para tomar um duche e comer um lanche. Ela aceitou dizendo: - Claro que sim meu amor... estou desejosa de te comer o cuzinho... posso? - Perguntou desafiadora. Sorri e respondi beijando-a. A viagem era curta, mas o trânsito estava infernal. Aproveitando aquele pára-arranca, pousei a minha mão sobre a sua coxa e deslizei-a até chegar à sua verga, ainda murcha, começando a acariciá-la. Ela sorri, coloca o saco de papel das compras para ocultar a minha mão e faz o mesmo comigo, começando a acariciar-me a rata. Para ocultar a sua mão, fiz o mesmo, coloquei um outro saco de papel vazio sobre as minhas pernas. A sua verga ainda estava "adormecida" mas aqueles dedos na minha rata estavam a deixar-me outra vez louca. A minha condução tornou-se mais nervosa, fazendo com que quase batesse no carro da frente. Felizmente acabamos por chegar a casa porque eu estava quase a gozar outra vez e não queria fazer nenhum espectáculo na estrada. Estacionei na cave do prédio e entramos para o elevador, trocando beijos e carícias. Já em casa, atirei-me às suas mamas, chupando-as e apalpando-as enquanto ela apalpava as minhas. Depois fez-me parar e encostando-se a mim, esfregou os seus seios nos meus para passar a ser ela chupar as minhas enquanto eu apalpava as dela. Ela ia ficar ali mesmo pelo sofá da sala, mas levei-a até ao quarto onde me ajoelhei para lhe chupar e masturbar a verga com raiva e desejo. Dez minutos depois fez-me para dizendo-me para ter calma porque não queria parar com a festa. Deita-me na cama e começa a chupar-me a rata demoradamente, para seguidamente descer até ao meu ânus, lambendo-o. Ao sentir o contacto da sua língua, delirei de prazer. Depois de ter lubrificado bem o meu orifício, começou a enfiar dois dedos, que para sua surpresa, entraram com facilidade. - Hummmm... este cuzinho não é virgem não... - Comenta dando-me uma bofetada na nádega. Vira-me para baixo e faz-me abrir bem as pernas, começando a esfregar a sua verga pelo rego das minhas nádegas que estão bem abertas com o auxílio das minhas mãos. Ela começa então a empurrar. A cabecinha entra facilmente. Empurra um bocado e faz um compasso de espera ao ver a minha reacção de desconforto. Sinto um misto de dor e prazer. Apesar de já me terem ido ao cu, nunca permiti que os homens com vergas muito grossas o fizessem e a dela, sem ser muito grossa, estava acima da média. Uns segundos de espera e empurra novamente, fazendo-me desta vez soltar um "ai". - Está tudo bem meu amor?- Pergunta preocupada. Respondo afirmativamente com a cabeça e virando a cabeça para ela, mostro-lhe um sorriso. Ela desta vez não empurra mais, retrocede para voltar a investir, fazendo-me gemer enquanto empurra. Repete o processo vagarosamente, mas de cada vez que a enfia, parece que o ar me sai todo dos pulmões, deixando-me sem ar. De vez em quando vai cuspindo para a sua verga ou para o meu ânus para manter a lubrificação e aos poucos vai aumentando a cadência, até que alguns minutos depois, peço-lhe para "rebentar comigo porque sou uma puta no cio". Ela agarra-me pelos braços, prendendo-os atrás das minhas costas e começa a estocar-me sem só nem piedade, fazendo gritar como uma louca. Comeu-me naquela posição forçada, fazendo-me entretanto gozar um orgasmo, até que ela própria se veio também. Mantendo a verga entalado no meu cu, deitou-se sobre mim e acariciou-me o corpo entre constantes elogios. A seguir àquele pequeno descanso, fomos tomar um duche juntas entre beijos e carícias. Como já era tarde e eu tinha compromissos para o fim do dia, despedi-me dela com a promessa de um novo encontro... |
|||
|
ErosGuia 2012
Desenvolvido por Ideia CRIATIVA






Uma aventura diferente




