Dupla surpresa
Publicado em 2015-08-03 na categoria Contos eróticos / Travestis


Depois de muito conversar sobre o assunto, decidimos que era chegada a hora de expandir horizontes. Decidimos fazer um ménage a trois, mas como não nos entendíamos sobre qual o tipo de parceiro com quem nos íamos estrear, a minha esposa acabou por passar-me a "pasta", devendo ser eu a decidir. Após pensar no assunto, vi um anúncio num jornal que despertou a minha atenção e imaginação.

Decidi dar-lhe a ela a prioridade. Como não tinha coragem de falar com nenhum amigo para o convidar para a nossa cama, cheguei à conclusão que a melhor opção seria recorrer a um profissional. Consultei um jornal diária de grande circulação à procura de um prostituto, mas foi um determinado anúncio com foto, que fez com que eu alterasse o meu plano original.

A anúncio era de uma bonita travesti loura com um belo corpo, muito feminino, uns grandes seios, cabelos longos, ondulados e loiros. Anunciava-se como activa e passiva, com um grande dote e que recebia homens, mulheres e casais.

Apesar de ser manifestamente um homem, tinha um corpo muito feminino, pelo que, não era completamente homem. Por outro lado, olhando para aquele corpo, eu podia muito bem esquecer que era um homem, tornando o facto da minha mulher estar a ser comida por outro, mais suportável. Por outro lado, eu podia-lhe comer aquele cuzinho...

Telefonei para o número indicado. Atendeu-me uma voz simpática, com sotaque brasileiro. Informei-me das condições e agendei o nosso encontra para um determinado motel que ficava numa zona mais discreta da cidade. Depois telefonei para a minha esposa e dei-lhe a novidade:

- Querida, já tratei daquele assunto. Temos um encontro marcado para as 9 horas no motel Dunas...

- O quê?...

- Está tudo tratado!

- Mas... como... quem...

- Calma, querida... é surpresa!

Encontramo-nos às 7 da tarde. Ela procurou logo saber tudo, mas fechei-me e disse-lhe que teria de esperar, só no local é que saberia quem seria a pessoa. Tomamos um duche, vestímo-nos e saímos para jantar num restaurante onde eu já tinha reservado uma mesa.

Jantamos calmamente, bebemos um bom vinho e depois dirigimo-nos para o motel. Era uma viagem curta. 20 minutos. Eu não tinha nenhum plano estabelecido. Ia deixar as coisas rolarem naturalmente. Fizemos todo o percurso em silêncio, cada um embrenhado nos seus pensamentos. O ambiente apenas era preenchido pela música do leitor de CDs.

Chegados, estacionei no parque das traseiras. Entramos para o nosso quarto e aguardamos. Minutos depois toca o meu telemóvel. Atendo. Era ela. Aviso a minha esposa:

- Querida, a nossa companhia chegou...

Ela não respondeu. Limitou-se a levantar-seda cadeira, ficando de pé, com o olhar fixo na porta do quarto, na expectativa. Assim que ouvi bater dirigi-me até à porta, abrindo-a. A minha frente vejo uma autêntica mulher. Se eu não soubesse que era uma travesti ou se passa-se por ela na rua, nunca diria que não era uma mulher.

Era alta, cara simpática, olhos grandes e verdes com os longos cabelos ondulados e loiros a cobrir-lhe parte das feições. Os lábios eram carnudo e vermelhos. Notava-se um maquilhagem muito cuidada. Tinha um corpo esbelto a pender para o magro. Usava uma mini-saia de couro preta, como preto e de couro era o seu casaco.

Ia-lhe estender a mão, mas ela antecipa-se e dá-me dois beijos na face. Convido-a a entrar e reparo na expressão da minha esposa ao ver uma mulher. Cumprimentam-se e pergunto à minha esposa:

- Então o que achas?

- É muito bonita...

Ela tira o casaco, ficando apenas com um sutiã também negro que deixa ver todo o volume das suas mamas, grandes, redondas, perfeitas. Ela aproxima-se novamente da minha esposa, convidando-a para se deitarem.

- Não queres começar com o meu marido? - Pergunta ela.

- Não minha querida... quero começar com você...

Enquanto faz recuar muito lentamente a minha esposa até à cama, vai beijando-a e despindo-a. Quando se deitam, elas já só têm a lingerie no corpo. Entretanto, eu vou-me despindo também. Ao ver a travesti deitada sobre a minha esposa, beijando-a de forma tão apaixonada e vendo a minha esposa retribuir-lhe com a mesma paixão, excitou-me de tal forma que comecei lentamente a bater uma.

Aos beijos juntam-se as carícias e tiram os sutiãs, esfregando os peitos uma na outra. Ela vira então a minha esposa para baixo e deitando-se sobre o seu corpo, faz-me uma autêntica massagem com o seu próprio corpo, em particular, com os seus seios, ao mesmo tempo que lhe ia beijando todo o corpo também. Por fim tira-lhe a cueca. A minha esposa está de olhos fechados com um rasgado sorriso no rosto, enquanto vai suspirando.

Aquela massagem prolongou-se durante quase meia hora, até que ela passou a fazer-lhe um demorado linguado pelo corpo todo. O ponto máximo foi quando lhe abriu as nádegas para lhe passar o língua pelo rego e brincar naquele botãozinho rosado, fazendo a minha esposa gemer de prazer.

Depois virou-a de novo para cima e continuou com aquelas massagem sensual, acariciando com os seus seios, mãos e língua. Eu estava tão excitado que ao continuar com a minha masturbação, acabei por me vir. Fui ao wc limpar-me e regressei para continuar a ver o espectáculo. Por esta altura, e já estavam as duas enroladas á quase uma hora, ela estava com a cabeça entre as pernas da minha esposa a chupar-lhe a rata, fazendo-a quase gritar de prazer.

E aquele quase gritar tinha uma razão de ser porque alguns minutos depois ela teve um orgasmo tão intenso que se alguém naquele momento passa-se pelo corredor, ouviria certamente os seus gemidos de prazer. Mas a travesti não lhe deu descanso, continuando a castigá-la com aquela tortura de prazer, até que a minha esposa, praticamente desfaleceu, limitando-se a ficar a olhar para o tecto com a boca bem aberta e uma respiração ofegante.

A travesti deita-se ao lado dela e permite-lhe alguns minutos de descanso, enquanto lhe faz uma nova massagem de relaxamento. Por fim, a minha esposa agradece-lhe com um sorriso e erguendo-se para a compensar com um beijo. É então que ela ao olhar para o interior das suas pernas vê a sua verga.

- Tu... tu... tu és... tu és... tu... tu...

- Sim minha querida, sou uma mulher macho!

Ela fica como que hipnotizada por aquela verga. Estende a mão para a agarrar e aos poucos começa a mexer a mão como se estivesse a ordenhá-la.

- Gosta da minha surpresa? - Pergunta a travesti com um olhar provocador.

- Sim... - Responde a minha esposa, engolindo em seco.

Voltam a beijar-se até que a minha esposa toma a iniciativa de lhe chupar a verga. A travesti chama-me para me juntar a elas. Eu coloco a minha esposa de quatro e começo também a chupar-lhe aquela rata completamente inundada pelos seus fluídos.

Então penetro-a, começando com um vai e vem enquanto vou a observando a comer a verga da travesti. Algum tempo depois, a minha esposa já não aguenta ter a verga na boca porque falta-lhe oxigénio, limitando-se a gemer e a respirar ofegantemente enquanto vai masturbando a travesti que algum tempo depois, deixa-a para se aproximar de mim e começar a acariciar-me o corpo, enquanto eu como a minha esposa, que de pernas bem abertas se deixa cair sobre a cama.

A travesti aproveita e afastando-me as nádegas brinda-me também com longo um beijo negro que me deixa ainda mais louco de tesão. Depois surpreende-me, intercalando a sua língua com o seu dedo, enfiando-o no meu orifício. Era a primeira vez que me faziam aquilo, mas até estava a gostar. Lembrei-me das conversas entre amigos onde se dizia "eu não quero experimentar levar no cu porque posso gostar", pois bem, eu não estava propriamente a "levar no cu", mas estava a adorar aquela sensação.

Ela entretanto passa-me um creme refrescante no ânus, fazendo uma massagem como os dedos e voltando a enfiá-los em mim. A sensação de prazer é tal que eu já nem faço os movimentos de vai e vem, mantendo a minha verga toda entalada na rata da minha esposa, e apenas fazendo alguns movimentos.

A travesti, apoiando-se na cama deita-se sobre o meu corpo, fazendo-me sentir a sua verga pressionada contra o rego das minhas nádegas. Ao meu ouvido pergunta-me:

- Meu querido, você já comeu o cu da sua mulher?

Respondo afirmativamente com a cabeça. Faz-me sair de cima dela, passa-lhe também aquele creme no ânus e depois de lhe enfiar o dedo, disse-me que ela estava pronta. Começo lentamente a empurrar, fazendo pequenos intervalos, até ter a minha verga totalmente toda enfiada. Então começo a fazer um lento vai e vem, fazendo a minha esposa gemer de prazer. Alguns minutos depois, a travesti começa também a querer enfiar-me a sua verga.

A minha primeira reacção é dizer «não", mas ela acalma-me dizendo "relaxa, querido... você vai adorar...". Ainda não tinha acabado de falar e já me tinha introduzido um bom bocado, fazendo-me ficar bastante tenso, mas ela insiste, pedindo-me para relaxar o meu corpo. Em condições normais não permitia aquele abuso, mas estava tão excitado que não consegui reagir e mandar pará-la.

Com a sua verga já bem entalada dentro de mim, a sensação de desconforto e dor era enorme, como enorme era o prazer que estava a sentir. Agora é a vez dela começar a fazer um vagaroso vai e vem, arrancando-me gemidos. Por momentos penso que ela vai-me rasgar o ânus, tal é a pressão que este está a sofrer. Aos poucos vai intensificando os seus movimentos, até que algum tempo depois, já faz o vai e vem com alguma intensidade, acompanhando os meus próprios movimentos ao enrabar a minha esposa.

A minha excitação é tão elevada que alguns minutos depois acabo por me vir, enquanto ela continua com as suas investidas. Mas depois de eu ter gozado, ela continua entusiasmada com o seu vai e vem, agarrando-me os cabelos os segurando-me pelo pescoço. Por fim acaba por me libertar. Troca de camisinha e deita-se sobre a minha esposa para continuar a enrabá-la, até gozarem as duas.

Depois daquele primeiro embate, ficamos os três algum tempo deitados a trocar carícias e fomos tomar um duche juntos. A minha esposa percebeu perfeitamente que ela era uma profissional do sexo, por isso, perguntou-lhe se o nosso programa tinha acabado ou se ainda havia mais.

- Meu amor, eu estou por vossa conta... se quiserem eu passo aqui a noite com os dois...

A minha esposa sorriu com um ar de satisfação...

 
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