A minha vingança
Publicado em 2015-07-01 na categoria Contos eróticos / Travestis


Apesar de ter nascido numa família da classe alta, tive uma adolescência algo conturbada. A minha descoberta do sexo foi com um primo mais velho. Nas nossas brincadeiras, ele representava o papel masculino e eu o feminino. Fomos apanhados pelo meu tio, o qual, mais tarde, durante umas férias em família, visitou-me no quarto. A partir daí vi com naturalidade a minha bi-sexualidade, mas a ideia de me sentir num corpo feminino mexia comigo...

Comecei a masturbar-me com regularidade aos 11, olhando para imagens de mulheres nuas. Depois comecei a simular sexo sobre as almofadas sobre as quais colocava a lingerie da minha mãe, esfregando-me nela até me vir. Comecei também a imaginar-me na "pele de uma mulher", e rapidamente comecei a introduzir no ânus objectos, nomeadamente, o cabo redondo de escovas para o cabelo.

Já com os 12 feitos, recebemos em casa uns familiares que tinham vindo de férias. Como não havia quartos para todos, um primo meu dormiu comigo. Na verdade não era um primo de sangue. O pai dele juntou-se à minha tia. Este também tinha uma irmã muito mais nova. Logo na primeira noite, acordo a meio desta virado para cima, descoberto, com as calças do pijama descidas e o meu primo a chupar-me o pénis já completamente duro.

Apesar de ter a luz apagada, a persiana não estava descida, pelo que entrava alguma claridade do exterior, uma coisa mínima, mas o suficiente para perceber o seu vulto curvado sobre mim. Fiquei perplexo com a surpresa. Não sabia como devia reagir, pelo que naquele momento decidi fingir que dormia profundamente, enquanto desfrutava daquele prazer. Fazia-o com toda a naturalidade pensando que eu não acordava. Horas antes tínhamos falado no assunto e eu disse-lhe que tinha um sono muito pesado.

Ele chupou-me e masturbou-me até me fazer vir na sua boca, mas deixando escorrer tudo para cima de mim. Depois limpou-me e puxou as calças para cima. A seguir ausentou-se do quarto durante um par de minutos. Ao regressar, com o olho semi-fechado percebi que se despiu da cintura para baixo, aproximando-se de mim. Fechei os olhos e continuei a fingir que dormia profundamente.

Aproxima-se de mim, consigo ouvir a sua respiração acelerada, então dá-me um beijo nos lábios. A seguir os seus dedos pressionam o meu queixo para baixo, abrindo-me a boca. Deixo-o à vontade na expectativa do que vai fazer, então virando a minha cabeça um pouco na sua direcção, introduz-me o pénis na minha boca, fazendo um lento vai e vem durante um bom bocado, retirando-se novamente.

Na noite seguinte a coisa repete-se. Acordo com ele a chupar-me outra vez a verga, mas desta vez, depois de me fazer vir novamente na sua boca e de me limpar, vira-me e deita-se sobre mim, colocando o seu pénis entre as minhas nádegas, mas sem tentar penetrar-me e começa a masturbar-se, esfregando-o nas minhas nádegas até se vir também.

Na terceira noite, já acordo na fase em que ainda me está a despir. Continuo a fingir dormir. Começa a chupar-me a verga que rapidamente fica erecta. Mas desta vez ele coloca-se numa posição invertida, abre-me a boca, introduz a sua verga e inclinando-se sobre mim, volta a chupar-me. Estávamos a fazer um 69, mas só ele é que agia. Apesar daquilo me parecer muito estranho,na verdade, estava a sentir muito prazer e até queria participar activamente, mas tinha receio de como abordar o assunto.

Decidi que na noite seguinte ia "acordar", apanhando-o em flagrante, mas sem saber ainda como agir. Acordei nessa noite com ele novamente a chupar-me a verga. Estava com receio e indeciso sobre o melhor momento, mas então num assomo de coragem, "acordo". Ele assusta-se ficando sem saber como reagir. Tranquilizei-o, conversamos e acabei por lhe dizer que gostava de continuar com aquela brincadeira, sem porém lhe confessar que tinha estado acordado nas noites anteriores.

Nas noites seguintes fizemos sempre sexo, já não a meio da noite, mas mal nos deitávamos. Fazíamos de tudo, excepto a penetração, mas eu sabia que íamos acabar por o fazer. Mas não chegamos a fazê-lo porque na segunda semana descuidamo-nos e fomos apanhados pelo meu tio, que apenas nos disse para termos juízo. Curiosamente, no dia seguinte eles iam-se embora e a coisa ficou por ali.

No ano seguinte voltamos a estar juntos, mas desta vez os meus pais convidou-os para umas férias conjuntas na nossa casa de praia. Andavam a tratar de um negócio conjunto. Nela o meu primo ficou noutro quatro, nos anexos da casa, mas já depois de todos se terem deitado, fui até ao seu quarto. Infelizmente fui apanhado já quase junto á porta pelo meu tio que me proibiu de entrar e encaminhou-me até ao meu quarto. Aí surpreendeu-me.

Levou-me para a cama e deitou-se comigo, despindo-me e despindo-se. Começou logo a acariciar-me o corpo e fez-me chupar-lhe a verga enquanto ele chupava a minha. Depois, fez-me algo maravilhoso. lambeu-me o ânus. A sensação de prazer que senti foi sublime. Nunca tinha sentido tanto prazer na minha vida. A seguir começou a introduzir-me os dedos, até que acabou por me penetrar.

Apesar da dor, gostei. Mas a coisa não se ficou por ali porque depois mandou-me penetrá-lo a ele, pondo-se de quatro à minha frente. Enterrei a minha verga naquele buraco apertadinho e comi-o até me vir. Na verdade, apesar de não desgostar, não queria muito fazê-lo com o meu tio, preferia o meu primo. Mas a partir daquela noite, passei a ser, contra a minha vontade, o "amante" do meu tio. Ele parecia andar com o cio porque havia dias em que fazia questão de fazer sexo comigo várias vezes ao dia...

Em bem procurava evitá-lo, mas ele acabava por me apanhar sozinho, abusando de mim dizendo umas vezes que eu era a sua "puta" e outras que queria ser a minha "puta". Eu gostava tanto de ser activo como passivo, mas confesso que gozava mais quando me sentia a ser comido por uma boa verga.

Na realidade, eu queria era estar com o meu primo, e consegui estar com ele algumas vezes, não tantas quantas as desejadas, mas o pai dele andava sempre "em cima" de mim. E se por um lado, até estava a gostar daquelas experiências, na verdade, começava a sentir muitas dores nas penetrações, mas o meu tio praticamente ignorava as minhas queixas dizendo que doía mas que aquilo passava com o tempo.

Naquela altura, apesar de estar dorido, preferia ser passivo, porque não me dava muita excitação comer o meu tio. Era muito peludo para o meu gosto. Mas com o meu primo, já preferia ser activo, embora não me importasse de inverter os papeis, e deixá-lo a ele ser activo.

Quando se foram embora, fiquei sem parceiro e voltei ás minhas aventuras a solo. No ano seguinte, voltamos a estar todos juntos, retomando os nossos encontros. No entanto, no outro ano já não vieram. Houve alguns problemas nos negócios comuns e acabaram com a sociedade.

Entretanto, arranjei uma namorada. Foi ela quem teve a iniciativa de me pedir namoro. Dois meses depois, fizemos sexo. Foi a primeira vez para os dois. Na verdade, era apenas a minha primeira vez com uma rapariga. Namoramos durante dois anos, durante os quais tivemos muitas relações sexuais, mas este acabou quando ela descobriu que eu dava para os dois lados.

Apesar de ter gostado da experiência de comer uma mulher, na realidade, a tentação e o desejo de vergas falava mais alto que o meu desejo por ratas. Voltei a ter alguns parceiros, e quando cheguei á maioridade, iniciei a minha transformação física, aproveitando também que os meus pais tinham falecido no ano anterior, para "sair do armário" de vez.

Com 19 anos de idade, na rua, passava perfeitamente por mulher, sendo o alvo da atenção de praticamente todos os homens por quem passava, que me comiam literalmente com os olhos, enquanto alguns, mais atrevidos, mandavam piropos e faziam convites provocadores.

Continuei os negócios dos meus pais mas afastei-me da família que não aceitou a minha opção de vida, exceptuando o meu tio que tentou engatar-me algumas vezes, mas sem sucesso, até que cortei em definitivo com ele. Já o meu primo, arranjou outro namorado, assumindo-se gay, pelo que, deixei de os ver a eles e à restante família, durante uma boa meia dúzia de anos, até que num belo dia, recebo um telefonema da minha tia a pedir uma "cunha" na minha empresa para a filha-enteada-minha prima, a qual, tinha acabado de se formar em gestão de empresas e procurava um estágio profissional.

Uma vez que era um estágio não remunerado e não tinha nada contra a minha prima e esta não tinha a culpa do pai que tinha, acedi. Para lhe facilitar a vida, disse à minha tia que ela até podia ficar hospedada cá em casa, pelo que não teria esses encargos, nem despesas com alimentação e se eu gostasse do trabalho dela, até lhe pagava alguma coisa e depois via se ela ficava ou não. A minha tia agradeceu-me por todos os santos... era só mel nas suas palavras...

Ela chegou dois dias depois. Era uma bela mulher. Alta, magra, pele clara, cabelos escuros e longos, uns peitos pequeninos mas perfeitos. Era mesmo muito bonita. Assim que me viu cumprimentou-me e deu-me dois beijos nas faces. Eu olha para ela dos pés à cabeça, dizendo que se tinha transformado numa bela mulher e abraço-a.

Toda aquela aura juvenil e aquele belo perfume mexeram comigo, excitando-me, coisa pouco comum em mim. Ela responde que também estou diferente... e bonita. Agradeço dizendo:

- Minha querida, eu agora tenho o melhor dos dois mundos....

- E qual deles é o melhor? - Pergunta ela desafiadora.

- Por que não tentas descobrir? - Respondo num tom provocativo.

- Talvez tente... - Diz com uma olhar lascivo e um sorriso maroto.

Aproximo-me dela também com um sorriso provocador enquanto vou mordendo o meu lábio inferior.

- Sinto-me terrivelmente atraída por ti... vou-te beijar... a menos que digas que não queres... ainda não ouvi nada... continuo a não ouvir nada...

E então os nossos lábios entram em contacto. Beijamo-nos logo com as nossas línguas a degladiarem-se dentro das nossas bocas. Rapidamente as nossas mãos começaram a percorrer os caminhos da outra. Ela vai directamente ao encontro da minha verga, já semi-erecta e começa a masturbá-la enquanto eu lhe apalpo aqueles peitinhos duros e deliciosos.

As nossas roupas começas a cair aos nossos pés até que ficamos praticamente quase nuas. Ela baixa-se e começa-me a chupar a verga enquanto a masturba continuamente. Depois é a minha vez de lhe chupar a rata que já está completamente encharcada nos seus fluídos, fazendo-a gemer de prazer durante um bom bocado. Por fim, levanto-me, viro-a de costas para mim, posiciono-a e enterro-lhe a verga pela rata dentro até a ter toda entalada, obrigando-a a soltar um grito de prazer.

Começo a estocar-lhe com força, enquanto vou vendo as suas reacções de prazer pelo espelho do aparador da entrada. Ela própria de vez em quando olha para mim, também pelo espelho, sorrindo e mostrando-me as suas expressões de prazer. Depois de uns bons minutos a comê-la à canzana, pergunto:

- Querida, posso entrar pela porta das traseiras?...

Ela gemia e respirava de forma tão ofegante que nem conseguiu responder, limitando-se a acenar com a cabeça. Comecei a cuspir-lhe para o ânus e a enfiar os dedos até perceber que já tinha o orifício bem lubrificado, depois, tirei a minha verga de um buraco para a enfiar noutro, bem mais apertadinho.

Empurrei com calma até chegar quase a meio do percurso. Depois comecei lentamente com um vai e vem, mas de cada vez que empurrava, enfiava um pouco mais, até que ao cabo de alguns minutos, já ela acomodava a minha verga toda dentro dela.

Ela agarrava-se com força ao aparador enquanto se mantinha em bicos de pés com o corpo completamente tenso. Aos poucos, comecei a intensificar os meus movimentos de vai e vem, fazendo-a gemer continuamente, enquanto vai acariciando a sua própria rata com alguma violência, até que algum tempo depois, começou a dizer que não aguentava mais e que ia rebentar.

Gozou um orgasmo tão intenso que eu próprio não aguentei muito mais e acabei por me vir também. Depois de mais uns beijos e carícias, fomos tomar um duche juntas, voltando novamente à acção. Nesse dia e em todos os seguintes, ela dormiu na minha cama. Não havia noite em que eu não lhe come-se aquele cuzinho delicioso... Nem imaginava o pai para que tinha criado aquela filha...

 
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