|
|||
A doutoraPublicado em 2013-03-20 na categoria Contos eróticos / Lésbicas
|
|||
Chamo-me Marina, tenho 28 anos. Sou uma mulher de pele clara, mas bronzeada, olhos verdes, cabelos castanho claro. Considero que tenho um corpo normal, mas sempre que consigo um horário faço pilates e alguma corrida, mas academia não é comigo. Sempre consultei com o mesmo ginecologista, não gosto muito de médicos, muito menos nessa área, por isso apeguei-me a este médico de longa data.Agendo a minha consulta periódica, a cada 6, 8 meses, então quando chegou à altura lá fui eu. Era uma quinta-feira, final de tarde, acho que era a última consulta, escolho sempre o início da manhã ou final da tarde por causa do trabalho. Entrei no consultório, falei com a secretária, fiz a fichinha e fiquei à espera de ser chamada. Estranhei, pois o Dr. Rodrigo ia-nos receber à porta, e naquele dia a secretária chamava e a paciente entrava. Chegada a minha vez, levantei-me e entrei na boa, meio gelada, pela situação que me esperava, mas tranquila. Quando entro no consultório médico, dou de cara com uma loira a sair da sala de exames. Na hora fiquei paralisada, imaginando que ele tinha trocado de assistente. Ela apresentou-se como sendo a Dra. Fernanda, a médica substituta do Dr. Rodrigo, que estava num congresso. Ela devia ter uns 35 anos. Era uma bela mulher de pele clara, 1,70 de altura e uns olhos castanho escuros muito expressivos. Pediu-me para me sentar na mesa, pois percebeu que fiquei estática, como que assustada. Na verdade, estava pouco à vontade por ter que me consultar com outro médico sem ser avisada, mas também com a sua tamanha beleza. Fomos conversando, enquanto eu me sentava na cadeira, ela despiu a bata para tirar uma blusa de lã que tinha por baixo. Apesar de ser um dia frio, a sala estava muito quente por causa do ar-condicionado. Achei-a muito simpática, talvez de mais, mas percebi nela alguns sinais. Acho que nós lésbicas, através do olhar, reconhecemos, por mais discretas que que as outras tentem ser. No meu caso, com certeza essa observação estava nos meus registos de outras consultas, então, ela já sabia o que esperar de mim. Como é normal que todas as consultas se atrasam sempre um pouco, e sendo quase 18h, ela pegou no telefone e falou com a secretária: “Estou com a última paciente certo?... Pronto, você está dispensada, não se preocupe, eu fecho o consultório.” Nesse momento eu gelei ainda mais e fiquei na espectactiva, não estava a querer acreditar que eu estava certa sobre as intenções da Doutora... Fomos conversando, ela perguntou-me se estava com alguma dor, com alguma dúvida, algum problema. Fui confirmando que só estava numa consulta de rotina. Perguntou-me se estava tudo bem com a consulta, pois percebeu que eu estava muito nervosa, e se poderia realizar o exame. Respondi que estava tudo bem, que só me assustei um pouco... Ela sorriu e perguntou porquê... meio sem jeito. Prontamente respondi que esperava o meu médico de sempre. Ela justificou-se dizendo que a secretária ficou de confirmar a consulta e informar as pacientes sobre a substituição. Disse-lhe que no dia anterior tive uma reunião e não pude retornar as ligações no meu telemóvel. Mas afirmei a rir que não tinha problema nenhum, já estava ali pelo que poderia seguir com o procedimento. Ela contou-me que não costuma trabalhar com substituta, mas quando o Dr. Rodrigo, o seu professor, lhe pediu para o substituir duas semanas, achou que não podia dizer-lhe que não. Nem sei explicar o que eu comecei a sentir. Um misto de desespero por achar que eu estava a imaginar coisas e que eu ia morrer de vergonha quando ela percebesse que eu estava a ficar molhada, mas também estava a fim de deixar as coisas andar... Continuamos o assunto durante o exame. Perguntou-me no que é que eu trabalhava. Respondi que era assistente social. Perguntou-me a minha rotina, porque achava que era uma área muito interessante. Expliquei-lhe que é um trabalho gratificante, mas não interessante como o dela. Comentou que era sim um trabalho muito interessante. Com toda aquela conversa, o exame passou a correr. Dá-o por concluído dizendo que tinha adorado ter-me como paciente e que tinha sido um verdadeiro prazer atender-me. Respondi que também tinha gostado. "Sim, sim, eu vi que sim...". Fiquei sem saber como reagir. Deu-me um cartão de visitas e disse-me que se eu reconsiderasse deixar o Dr. Rodrigo, que adorava ter-me como sua paciente. Respondi que podia reconsiderar sim, mas que isso ia depender do atendimento. Ela então aproximou-se de mim e disse olhando fixo para os meus olhos: “Vamos lá então, o que é que eu posso fazer para a conquistar?” Respondi que ela já me tinha conquistado assim que entrei na sala. Ao dizer isto levantei-me, apoiando-me na mesa de frente para ela. O meu olhar dizia tudo. Ela sorriu e abraçou-me com força pelos quadris, e beijou-me. Correspondi, lógico! Fui sentindo o seu corpo e ela o meu, com mais timidez. Deixou que eu a levasse até onde eu queria. Sentei-me de volta na cadeira e trouxe-a para o meu colo, sentando-a de frente para mim, e continuamos a beijarmo-nos e trocar carícias. Não aguentei e tirei a sua blusa. Ela atirou os cabelos loiros e lisos para os ajeitar, eu ajudei-a, atirando-os para trás e comecei a beijar o seu pescoço, os seus ombros, os seus seios perfeitinhos, com certeza de silicone, mas uma delícia. Ela estava ajoelhada em cima de mim, fiz com que ela se ajeitasse e sentasse, com as pernas a sair por trás da cadeira. Ela inclinou-se para trás, encostou-se na mesa e pude beijar a sua barriguinha, acariciar os seus seios, tocá-la melhor. Abrir o zíper da sua calça branca e fui passando a mão pelo seu umbigo e quadril, sentindo o seu calor. Ela ficou a olhar para mim e a soltar gemidos bem baixinhos, enquanto mordia os lábios. Ela colou então o seu corpo no meu novamente, tirou a minha blusa, e levantou-se, encostando-se na mesa. Aproximei dela, sentada, e tirei a sua calça, mas ela não deixou, começando a dominar a situação, deu para perceber que ela estava louca de tesão. Levantou-me e inverteu as nossas posições. Virou-me de costas, apoiou-me na mesa, e foi beijando as minhas costas e descendo pelo meu corpo. Ajoelhou-se no chão foi beijando o meu cóccix e abrindo a minha calça. Tirou-a, e depois foi a vez do meu sutiã, deixando-me toda nua. Começou então a beijar as minhas coxas e as minhas perna. Eu, fui-me inclinando para a frente e gemendo de prazer, estava entregue. Ela percebendo, foi fazendo com que eu me inclinasse na mesa, empinando o rabo para ela. Foi abrindo as minhas pernas enquanto se levantou e ficou por atrás de mim, tirou também a sua calça e começou a esfregar-se em mim enquanto beijava e sussurrava no meu ouvido o quanto eu era boa. Enlouqueci. Fez-me ficar de quatro na mesa e posicionada atrás de mim, começou a lamber-me com pequenas lambidelas, provocando-me.Eu já estava a ferver de desejo. Aquela lingua travessa percorria cada recanto dos meus grandes lábios, enquanto as suas mãos acariciavam as minhas coxas. Por fim, como que adivinhando os meus desejos, cola literalmente a sua boca ao meu corpo, chupando-me com força e fazendo-me gemer de pleno prazer. Enquanto o faz, acaricia-me directamente o clitóris, até me fazer gozar em grande. Agora era a minha vez, saí de cima da mesa e coloquei-a a ela no meu anterior local. Deitei-me sobre ela, afasto mais as suas pernas, colocando a minha perna esquerda entre elas, e coloquei a mãos entre as suas pernas, sentindo o quanto ela também estava molhada. Ela colocou um dedo dentro de mim enquanto acariciava novamente o meu clitóris. Comecei a gemer cada vez mais, escorrendo nas suas mãos. Virei o seu rosto para trás, procurando a sua boca para beijá-la, agarrei os seus cabelos, e no meio de beijos e gemidos, fiz com que gozasse também nos meus dedos. Ela tentou recompor-se, virou-se de frente para mim, fez-me sentar na mesa e continuou a beijar-me, com paixão e com carinho. Mal deu tempo de eu respirar. Ela sentando-se diz que queria ver-me gozar de novo. Começou a lamber as minhas coxas, pel parte interior delas, aproximando-se dos grandes lábios, dizendo o quanto eu era, e logo chegou ao meu clitóris novamente. Já estava sensível por ter acabado de gozar, mas mesmo assim empurrei a sua cabeça contra o meu corpo pedindo mais, ela atendeu. Colocou a sua língua quente dentro de mim enquanto com o seu lábio acariciava o meu clitóris. Com as suas mãos ela abraçava-me pela cintura, mantendo coloca a sua boca a mim. Gozei mais uma vez, dessa vez, na sua boca. Depois de ter gozado novamente, disse que também a queria sentir da mesma forma que ele me sentiu, fazê-la gozar. Levantei-a de encontro ao meu rosto. Eu estava ofegante e ela a rir, um enorme e lindo sorriso. Beijamo-nos, percebi que ela adorou em eu não me importar com o meu gosto na sua boca. Beijei o seu pescoço e ela pediu para gente ir para uma outra sala. Fomos, beijando-nos, e pelo caminho paramos, encostei-a na parede, afastei a sua calcinha de lycra branca e coloquei a minha mão sentindo que ela estava quase tão molhada quanto eu, um tesão. Fui acariciando-a e ela foi-se movimentando, estava quase a gozar. Parei, e coloquei um dedo dentro dela, mordisquei a sua orelha, chamei-lhe alguns nomes feios e coloquei outro dedo, ela rebolava e ia-se encaixando como queria. Deixei a palma da minha mão encostar no seu clitóris e ela ia sentindo os movimentos que ela mesma controlava. Não demorou muito para ela cravar as suas unhas nas minhas costas e acelerar os seus movimentos. A sua respiração foi ficando mais ofegante aumentei o ritmo e senti-a gozar intensamente. Ela beijou-me com muita calma, continuando a abraçar-me e foi-me levando até à mesa, onde estavam as nossas roupas. Entendi o recado. Vestimo-nos no meio de sorrisos sem jeito e olhares safados. Ela fechou o consultório e saímos juntas. Fui buscar o meu carro e ela o dela, que estava no estacionamento privativo. Ficamos de nos falar. Fui pasma para casa e mais tarde o meu telemóvel tocou, não reconheci o número e não achei o cartão dela para comparar. Em seguida uma mensagem: “Olá, Marina, sou a Dra. Fernanda. Desculpe qualquer coisa, mas se você estiver disponível, podemos almoçar ou jantar amanhã.” Demorei um tempo até responder à mensagem. Tinha um jantar com uns amigos, e não resisti a contar o que aconteceu. Aconselharam-me a não deixar aquela linda mulher escapar de jeito nenhum. No dia seguinte, logo cedo, liguei-lhe e disse-lhe que já tinha marcado um jantar num restaurante chique. Queria impressioná-la. E ela ficou impressionada quando lhe disse qual era. Acrescentei ainda que a sobremesa, seria depois, servida em minha casa. Ela percebeu... |
|||
|
ErosGuia 2012
Desenvolvido por Ideia CRIATIVA






A doutora




