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O clubePublicado em 2014-07-09 na categoria Contos eróticos / BDSM
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Somos um casal moderno de mente aberta. Para não cairmos na rotina sexual, fizemos de tudo. Experimentamos quase todas as posições do Kamasutra, praticamos menage a tróis, frequentamos casas de swing, até que ouvimos falar de um bar que em determinado dia da semana funcionava como clube onde se faziam shows do chamado sexo violento, ou BDSM.Apesar de já termos experimentado algumas brincadeiras mais ousadas como dominação e bondage, decidimos ir até esse bar para assistir a um espectáculo. Aparecemos lá no domingo à tarde. O ambiente era o normal igual ao que encontraríamos em qualquer outro bar, não fosse pela grande quantidade de mulheres. Conversando com o segurança, obtivemos algumas informações. O espaço em questão às sextas e sábados funcionava como bar dançante, mas nos restantes dias da semana, era usado para eventos especiais. Ao domingo haviam shows de strip masculino, às segundas era feminino, às terças BDSM, às quartas a entrada era exclusiva às lésbicas e às quintas aos gays. Naquele domingo, fechava às nove para os homens, só podendo permanecer lá dentro mulheres. Os maridos ou namorados podiam esperar no carro ou tinham um café a 50 metros de distância onde podiam assistir aos jogos de futebol. Relativamente ao que nos interessava, soubemos que a entrada não era completamente livre, era preciso fazer-se marcação e esta era limitada porque haviam muitos clientes fixos. O que acontecia nesse dia mais não era do que um convívio de praticantes de BDSM e havia sempre um casal "profissional" que fazia um espectáculo público. Isto é, era contratado para actuar. Era usual a actuação ser aberta ao público, podendo quem quisesse participar. Por vezes era também convidado um casal do próprio público para se juntar ao espectáculo. Perguntamos se havia a possibilidade de fazermos uma marcação. Chamou um outro indivíduo todo vestido de negro que nos chamou ao seu gabinete. Aí informou-nos que qualquer pessoa que quisesse entrar pela primeira vez tinha primeiro que falar com ele. Se ele desse o seu aval, receberiam o convite, caso contrário, não lhes seria permitida a entrada. Procurou saber o nosso interesse e abrimo-nos com ele. Ele achou-nos um casal muito bonito e de bem com a vida. Outra forma de dizer que tínhamos uma mentalidade aberta e curiosa. Pôs-nos ao corrente das regras. Só entravam casais, não querendo saber que vínculo havia entre eles, havia um consumo mínimo obrigatório por casal, o público não podia faltar ao respeito a ninguém e só podiam participar se houvesse indicação prévia nesse sentido ou se fossem convidados pelos participantes. Quanto à nossa entrada, teríamos que entrar para uma lista de espera. Ao que parece, havia que respeitar a lotação da sala. A prioridade das entradas era dada aos membros mais antigos e ia subindo para os menos antigos. Os novos só podiam entrar em duas situações: Todas as semanas era permitida a entrada de um casal novo. Depois ia-se rodando. Outra possibilidade era quando houvessem vagas devido à não comparência dos mais antigos. Sendo nós um casal novo, teríamos que aguardar doze semanas a não ser que. Ele calou-se. Quisemos saber qual era a condição de excepção. Disse-nos que se quiséssemos participar no espectáculo,poderíamos entrar nesse mesma semana. Há já algumas semanas que não faziam um espectáculo duplo por isso podia-se fazer um extra e nesse caso a nossa entrada não seria contabilizada como público. Olhamos um para o outro, sorrimos e isso foi o sinal de que ambos estávamos de acordo. Manifestamos a nossa disponibilidade, aí ele perguntou-me directamente se estava ciente do que me iria acontecer. Respondi que não fazia grande ideia, mas tinha algumas ideias. Então ligou o dvd e mostrou-nos um filme feito no bar. Elucidou-nos que só filmavam o casal contratado para o espectáculo e nunca os outros participantes, portanto, no nosso caso, só haveria as gravações de segurança que seriam apagadas automaticamente pelo sistema 24h horas depois. Para garantir a total discrição, reserva de intimidade, o nosso anonimato e segurança, o sistema informático não estava ligado à internet e só ele, com um código especial que só ele conhecia, é que podia fazer cópias das gravações. Escusado será dizer que ninguém podia filmar ou tirar fotografias. Conforme ia vendo o vídeo fazia algumas caretas e dava uns risinhos nervosos dizendo que não me via a fazer aquilo, mas o prometido era devido, portanto sujeitar-me-ia às consequências. O dono do bar para me tranquilizar disse-me que o que estávamos a ver era algo feito por pessoas que praticavam aquilo à muito tempo. Relativamente aos participantes menos experientes, as práticas eram bem mais suaves e no meu caso, que seria a primeira vez, seria o equivalente a uma iniciação. Por outro lado, competia-me a mim escolher duas palavras-chave de segurança. A primeira era para informar que queria interromper um determinado castigo mas não queria parar. Por exemplo se já não aguentasse fisicamente umas chicotadas, podia mandar parar aquele castigo. A outra informava que eu queria desistir e aí, parava mesmo tudo e eu era imediatamente desamarrada. Esclareceu-me também que havia uma terceira opção. Caso estivesse amordaçada a fazer um deepthroup numa posição que não me permitisse tirar o membro da boca, podia fazer um gesto negativo com a cabeça ou se a tivesse presa, mesmo atada, com as mãos, bastava abrir e fechá-las continuamente como sinal que queria parar. Elucidados, despedimo-nos com a promessa de que na terça-feira lá estaríamos por volta das 22h. O bar abria às 21 e o show nunca começava antes das 23h. No bolso já levávamos dois livre acessos dourados. Nesse domingo à noite passamos mais de uma hora a ver filmes de bondage na internet. Ficamos tão excitados que acabamos por fazer sexo. Na terça-feira apresentamo-nos á hora marcada no clube. Eu levava um vestido curto e sem alças. Era também justinho, o que permitia mostrar todas as minhas curvas. Ao entrarmos pude notar como os presentes olhavam para o volume criado pelos meus seios avantajados. O ambiente do bar era muito diferente daquele que tínhamos visto dois dias antes. Só o balcão, as entontes por trás deste e as mesas e cadeiras ou sofás eram iguais, a restante decoração tinha sido completamente alterada. Nas paredes haviam quadros alusivos ao tema. Em alguns locais haviam uns mostruários com diverso material para a prática do BDSM. No centro estava uma cama de ferro com um colchão coberto com um lençol às riscas. Sentamo-nos numa mesa e pedimos umas bebidas. Prontamente fomos interpelados por um casal que estava na mesa ao lado. Ele era um senhor cinquentão e a acompanhante parecia ter metade da sua idade. Eram clientes assíduos e repararam que nós éramos caras novas por ali. Conversamos animadamente até que a música foi interrompida e alguém falou ao microfone que íamos ter uma noite especial porque em vez de um, iam ter dois casais a actuar. Feita a introdução, ele chamou uma mulher loura que se levantou de uma mesa próxima. Era uma mulher com cerca de 30 anos, bonita e com um belo físico. Usava uma blusa decotada que permitia ver uma boa parte dos seus seios que não era muito grandes e uma mini saia que quase deixava ver as suas nádegas. Ela deslocou-se até ao centro em silêncio e ficou de pé ao lado da cama. Reparei que deslocou-se em passos lentos e sem desviar o olhar do chão, mantendo-o assim depois lá chegar. Depois chamaram-me a mim. Dei um beijo ao meu marido, levantei-me e encaminhei-me para o centro, imitando a outra participante. Caminhei devagar e com o olhar fixo no chão. Ao chegar ao centro, coloquei-me também ao lado do cama mas à frente dela. Aproximaram-se um homem todo vestido de cabedal negro. A cara esta oculta por uma mascara de plástico completamente branca. Avisou-nos que era o nosso Amo e que deveríamos obedecer às suas ordens sob pena de podermos ser severamente castigadas. Chamou dois voluntários. Vieram dois homens que se colocaram atrás de nós. Depois o homem da mascara mandou-nos colocar os braços atrás das costas, virar para ele e levantarmos as caras. Disse-nos que a assistência queria ver-nos juntas por isso ordenou que nos beijássemos. Viramo-nos uma para a outra. A minha parceira sorriu e aproximou-se de mim. Dizendo que eu era muito bela, aproxima os seus lábios dos meus dando-me um primeiro beijo, passando depois a língua pelos lábios para voltar a beijar-me, desta vez mais longamente. No início não reagi, mas depressa entrei no jogo, beijando-a também. Pouco depois o homem da mascara dá uma ordem aos dois voluntários e estes despem-nos apenas o suficiente para deixarem os nossos seios expostos. Depois ordena à minha parceira para me chupar os seios. Ao fazê-lo ela é imediatamente chicoteada. Ela rapidamente obedece inclinando-se sobre mim e começa a lamber-me os mamilos ao mesmo tempo que os ia chupando até que estes começaram a ganhar volume e dureza. Depois deram-me uma ordem idêntica, recebendo igual castigo. Então o homem da mascara ordenou aos voluntários para nos despissem. Ficamos completamente nuas. Ordena que nos ajoelhemos frente a frente, ordenando-nos para que nos beijássemos e chupássemos mutuamente. Consoante ia dando as ordens, acompanhava-as sempre com uma chicotada. Também os dois voluntários que permaneciam atrás de nós iam acariciando-nos os corpos ao mesmo tempo que nos iam dando bofetadas. As carícias no início centravam-se nas nádegas, coxas, cintura e peitos, mas depois começaram a metê-las entre as nossas pernas para nos acariciar as ratas. Vendo que estávamos excitadas e a gostar, ordena aos voluntários que parem e chicoteia-nos novamente obrigando-nos a ficar de pé, uma frente à outra. Ordenou-me que abrisse as pernas e enquanto sou presa por um dos homens, com um chicote de tiras, bate-me entre as pernas, fazendo-me sentir uma forte dor que me faz soltar um sonoro grito. Chicoteando-a, ordena à minha parceira para cair aos meus pés e chupar-me a rata, o que ela faz logo depois de eu ser agredida uma segunda vez naquele ponto tão sensível. Não consigo evitar que duas lágrimas me escorra pela face. Era para utilizar a palavra de segurança, mas decidi fazer um esforço e suportar um pouco mais. Assim que ela me começa a lamber a rata encontra-a completamente molhada e apesar de estar muito dorida, a sua língua, apesar de quente e deliciosa, dá-me um misto de prazer e dor. Enquanto isso os dois voluntários vão-me acariciando o corpo, em especial os seios e as nádegas. Então o homem da mascara pega num bastão eléctrico e começa a dar-nos pequenos choques a ambas, fazendo-nos gritar. Eles eram mesmo muito dolorosos. Vendo que eu me afastava quando aproximada o bastão, ordenou que me vendassem. Parecia que eu estava numa montanha russa. Ao ser chupada e acariciada o meu prazer subia rapidamente, fazendo-me chegar a gemer de prazer, mas depois era castigada com um choque, fazendo com que a excitação descesse um pouco. O problema era que eu estava tão excitada que os castigos, apesar de dolorosos, faziam-me sentir algum prazer também. Conseguiram fazer-me gozar de prazer. A assistência reage com satisfação. O homem da mascara deixando de me dar choques, ordena-lhes que continuem, fazendo contorcer de gritar de prazer. Depois ordenou-nos para nos endireitar-mos, tirou-me a venda e entregou aos dois homens umas cordas tão grossas como os meus dedos. Colocaram as nossas mãos atrás das costas e ataram-nos. Pelo que tinha visto nos vídeos na internet sempre pensei que o amarrar era algo simulado e que a mulher poderia libertar-se facilmente, puro engano. O sorriso dos meus lábios depressa desapareceu ao perceber que eles estavam a apertar bastante as cordas, chegando mesmo a magoar. Depois ataram outras cordas não tão grossas à volta dos nossos seios. Deram uma dezena de voltas e depois prenderam-nas com um laço. Com a ajuda de uma cadeira, fizeram as pontas passar por duas argolas no tecto e prenderam as duas pontas, uma à outra através de um mecanismo que já estava aplicado nas mesmas. A seguir enquanto os dois homens nos seguravam, aproximaram-se duas mulheres que começaram a masturbar-nos com uns vibradores a pilhas, fazendo-os rapidamente gemer de prazer até que trouxeram uma bola metálica preta com um gancho que penduraram no centro da corda, entre nós as duas. Ignoro quanto pesava a esfera, mas foi suficiente para que as cordas puxassem os nossos seios para cima. No início a dor era suportável e o prazer sobrepunha-se a esta, mas depois o homem da mascara trouxe outra esfera, pendurando ao lado da primeira. Desta vez, o peso obrigou-nos a ficar de bicos de pés tal era a força que elas exerciam. Ele próprio vai buscar umas mordaças de couro pretas com uma bolas de plástico vermelhas e colocam-nas nas nossas bocas, impedindo-nos de gritar. Quem olha para as nossas expressões tenta adivinhar se as mesmas são de dor ou de prazer. Ao olhar para a minha parceira, eu própria não consigo perceber se ela se contorce de dores ou de prazer. Apesar das fortes dores, sinto também muito prazer. Olho para o nosso público e vejo-o excitado com o olhar fixo em nós. Uns ainda sorriem, outros vão acariciando os parceiros. O homem da mascara aproxima-se com um terceiro peso e pendura-o na corda. Desta vez a dor sobrepõe-se ao prazer, fazendo-os gritar desalmadamente. Os homens que nos seguram e que nos iam acariciando são obrigados a fazer um grande esforço para nos segurarem. Da assistência aproxima-se uma jovem que colocando-se quase à minha frente, começa a chupar-me um seio e a lamber-me o mamilo. Quero utilizar o sinal para parar. Pela minha cabeça esse é o meu único pensamento, mas não querendo fazer má figura, continuo a fazer um esforço para aguentar. Por outro lado, se a minha parceira estava a aguentar, eu não lhe ia ficar atrás. Ela tinha uma cara de sofrimento e o suor já lhe escorria do corpo, tal como a mim. Algum tempo depois tiraram-nos as mordaças. Ambas soluçávamos com a dor. Então pegaram-nos pelas pernas, erguendo-as para trás e fazendo-nos ficar penduradas literalmente pelos seios. Ao fazê-lo, ficamos deitadas para a frente. O homem da mascara aproxima-se de mim e ergue-me a cabeça para cima. À minha frente vejo a sua verga a apontar para mim. Ordena-me que abra a boca e começa a enfiá-la toda para dentro, fazendo-me quase engasgar na minha própria saliva. Alguns minutos depois, manda-me fazer-lhe uma mamada. Enquanto lhe chupo a verga, ele começa com um lento vai e vem, enquanto o outro homem continua a segurar-me as pernas, dando-me de vez em quando bofetadas nas nádegas e a mulher mantém o vibrador enfiado na minha rata. Então de repente ele tira a verga da minha boca e dá-me uma bofetada. Ordena que nos desçam e retirem os pesos, o que foi um alívio para as duas. Sem nos deixar descansar colocam-nos de joelhos e enquanto as mulheres nos agarram pelo pescoço, os dois homens voluntários tiram as suas vergas para fora e obrigam-nos a chupá-las. Eles empurram-nas todas para dentro das nossas bocas, fazendo-nos engasgar novamente. Com a continuidade começo a ficar aflita porque não consigo respirar, por isso faço o sinal com as mãos. Ele tira imediatamente a verga da minha boca enquanto eu fico a tossir e a curpir a saliva. Como não ouvi nenhuma ordem, ou ele viu-me fazer os gestos ou ele foi avisado pelo homem da mascara. Depois de me deixarem descansar um minuto, ele puxa-me a cabeça pelos cabelos e volta a colocar a sua verga à frente da minha boca. Abro-a e ele enfia-a, começando com um vai e vem até se vir. A seguir deitam-nos sobre o colchão viradas para cima, mas uma virada para um dos lados e a outra para o outro. Trazem pregadeiras e começam a colocá-las nos nossos corpos. Começam pelos seios, depois nos lábios vaginais e por fim, espalhadas um pouco por todo o corpo. No início não são muito dolorosas, mas com o passar do tempo, são uma verdadeira tortura. Depois de ficarmos uns minutos com elas, começam a passar as mãos por elas, fazendo com que se tornassem mais dolorosas. Por fim tiram-nas, dão-nos algumas chicotadas e começam a foder-nos a ambas, enquanto as mulheres, já semi-despidas sentam-se praticamente sobre as nossas caras para que nós lhes chupemos as ratas. A minha excitação é tanta que rapidamente atinjo outro intenso orgasmo. Mas se eu pensava que a coisa acabava ali não podia estar mais enganada porque o homem da mascara pondo-nos de pé, ofereceu-nos à assistência. Um casal aproximou-se e o homem obrigou-me a fazer sexo com a sua companheira enquanto ele nos ia acariciando e castigando com chicotadas. |
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