Melhor que a original
Publicado em 2015-04-07 na categoria Contos eróticos / Travestis


A minha esposa e eu a certa altura do nosso casamento, decidimos abrir os nossos horizontes sexuais, experimentando coisas novas. De aventura em aventura, íamos inovando. Primeiro começamos por fazer as nossas brincadeiras a dois, mas chegou o momento em que começamos a falar em introduzir outras pessoas à equação. Depois de muito considerar, optamos pelo melhor dos dois mundos...

Na verdade, apesar de nenhum de nós o confessar, eu pretendia uma mulher (que homem é que não fantasia estar com duas fêmeas?) e a minha esposa, obviamente um homem 8que mulher não fantasia com duas vergas?). Isso criou-nos um constrangimento mútuo: da mesma forma que eu ainda não estava muito à vontade com a ideia de ter a minha mulher partilhada com outro homem, sei que ela podia legitimamente pensar o mesmo.

Cheguei a propor que caso trouxesse-mos uma mulher, ela só interagia com ela e não comigo, mas então ela questionou-se se em vez de uma mulher, fosse um homem, eu interagia com ele? Obviamente que não, nem pensar. Ela tinha razão, fosse quem fosse, era para ter relações connosco. Se viesse uma mulher ia ia puder comê-la. Se fosse um homem, este ia comer a minha mulher...

Ainda não tínhamos chegado a uma decisão final, apenas que para salvaguardar a nossa intimidade e o nosso anonimato, não íamos convidar nenhuma pessoa amiga, pelo que a melhor opção seria, contratar os serviços profissionais de alguém que oferecesse sexo.

Quando, ao consultarmos as páginas do jornal diário dedicadas ao "relax", passamos pelo anúncio de uma travesti que anunciava com foto. Dizia ser activa e passiva, que atendia damas, cavalheiros e casais, dote avantajado e que a foto era real. Apesar de pequenas dimensões, era possível ver que aquele travesti tinha uma figura muito feminina.

A minha esposa comentou mesmo que era melhor que muitas mulheres. Ele ou melhor "ela", era corpulenta, sem ser minimamente gorda, morena, cabelos longos escuros, seios perfeitos, rabo redondinho e coxas grossas. Era mesmo muito bonita. Sem pensar perguntei-lhe de imediato se ela servia? Tinha o corpo de um mulher e sendo passiva, fazia sexo anal. Por outro lado, tendo uma verga, servia para ela.

Ela ficou alguns segundos calada e por fim respondeu que poderia ser uma boa ideia. Vou buscar o meu telemóvel e ligo. Ouço o sinal de chamada, mas ninguém atende. Tento uma segunda vez e nada. Talvez por falta de coragem, não tento outra vez. Mas ela convence-me a procurarmos outra.

Vimos mais alguns anúncios, mas não informavam se atendiam casais, no entanto todos eles foram marcados para os contactarmos com a finalidade de verificar essas conduções. Entretanto lembrei-me da internet. Liguei o computador portátil e fiz uma pesquisa rápida, surgindo-me logo vários sites de anúncios. Entrei no primeiro e ficamos espantados com a quantidade de anúncios que tinha.

Ficamos mais de meia hora a ver os anúncios com as respectivas fotos e desde logo percebemos um pormenor, todas elas eram fotos trabalhadas. excessivamente trabalhadas com programas informáticos, apesar de em alguns anúncios elas mostrarem algumas, poucas, fotos não trabalhadas. Uma ou outra tinham inclusive um vídeo.

Foi então que vimos um anúncio com uma foto igual à do jornal. Comparamos os números de telefone e eram o mesmo. Tínhamos encontrado o anúncio da Débora. Aí o texto era mais completo e tinha 10 fotografias. Neste além do nome, dizia a sua idade (28anos), nacionalidade (brasileira), dote (23x7), busto (xxl), entre outros atributos físicos.

Pelas fotos, pudemos verificar toda a sua beleza. Era de facto um monumento! Era mesmo mais bonita e bem feita que muitas mulheres, aliás, na rua, ninguém acreditava que não fosse uma mulher. Nas fotos aparecia em várias poses e nas três últimas mostrava o seu enorme pénis erecto. Notei a expressão da minha esposa ao olhar de espanto para aquele canhão. Era mesmo impressionante!

Na última imagem, um grande plano do seu membro, mostrava o resultado da sua masturbação, exibindo todo o seu sémen sobre a sua barriga. Curiosamente no seu anuncio dizia que tinha muito leite. Confesso que senti inveja e uma "dor de cotovelo" pelo meu membro com 16cm não se equiparar àquele.

Nisto, recebemos uma mensagem de texto no telemóvel. Era do número para o qual tínhamos ligado e dizia que agora estava disponível para atender. Liguei de novo e atendeu-me quase de imediato uma voz feminina. Disse-lhe que tinha visto o seu anúncio que a minha esposa e eu estávamos interessados nos serviços dela, pelo que gostaríamos conhecer as condições.

Ela indicou-nos o preçário para atender casais e questionou-me se queríamos marcar o encontro para o seu apartamento ou para um hotel, ressalvando que o seu apartamento era luxuoso, tinha estacionamento privado e garantia a máxima discrição. Caso optássemos pelo hotel, o custo do quarto era pela nossa conta.

Perguntamos onde era o seu apartamento e esta indicou-nos apenas a rua, os restantes dados, indicava-os à nossa chegada. Optamos por ir ter com ela ao seu local e marcamos uma hora, nesse mesmo dia. Ao desligar, notei que estava a tremer. Aoolhar para a minha esposa, vejo-a com uma expressão de receio. Íamos fazê-lo...

Acalmámo-nos com uma bebida. Tomamos um duche calmo e relaxante, vestimo-nos e saímos sem grande pressa. Fizemos a viagem de carro, cerca de 20 minutos e ao chegarmos á rua indicada, vimos vários prédios habitacionais com lojas nos rés-do-chão. Não ia ser fácil encontrar estacionamento, aí lembrei-me que ela tinha falado em estacionamento privado.

Estaciono em segunda fila e volto a ligar. Ela atende e indica-me o número da porta, dizendo que podia estacionar no parque subterrâneo do prédio, indicando-me o código de acesso e o local onde podia deixar a viatura. Assim fiz, procurei o número do prédio, desci a rampa do prédio, marquei o código numa pequena caixa numérica e o portão abriu-se. Entrei, desci até ao piso -2 e estacionei nas letra indicadas. Saímos, deslocamo-nos até ao elevador, e subimos até ao piso indicado.

Ao abrir-se a porta, vimos um longo corredor com 6 portas, procuramos pelo número mas ao chegar nem foi necessário tocar á campainha porque esta abre-se. Semi-escondida atrás da porta, uma mulher convida-nos a entrar para o interior do hall. Tem a luz apagada e este é apenas iluminado pela claridade que vem da sala. Ela fecha a porta e cumprimenta a minha esposa com dois beijos na face e faz o mesmo comigo, percebendo que fiquei atrapalhado porque ia estender a mão para a cumprimentar com um aperto de mãos.

Pergunta, conhecendo claramente a resposta, se era a nossa primeira vez com uma boneca, ao que respondemos que sim. Ela põe-nos à vontade dizendo que adorava iniciantes e que nos ia tratar com grande carinho. Agradecemos. Levou-nos até à sala, sentamo-nos e serviu-nos uma bebida. Depois fizemos um pouco de conversa para relaxar, e por fim, questionou-nos sobre o tipo de serviço que desejávamos ter.

Explicamos a nossa ideia original e a opção tomada. Ela concordou connosco dizendo que com ela íamos ter o melhor dos dois mundos. Quanto a outros pormenores, ficou apenas ressalvado que eu não iria ser passivo,isto é, ela não ia fazer sexo comigo, apenas com a minha esposa, apesar de eu pretender comê-la a ela. Ela sorriu e disse-nos que só fazia o que nós quiséssemos e que no decorrer do embate, ela ia percebendo o que queríamos ou não.

Depois destes 10 minutos de conversa, convidou-nos a passar até ao seu quarto. Ela não tinha mentido, o apartamento era realmente luxuoso, com pouca mobília mas muito bem decorado. Já no quarto perguntou-nos se nos queríamos lavar, mas respondemos que já tínhamos tomado um duche antes de vir. Ela disse-nos o mesmo e convidou-nos a tirar as nossas roupas. Despimo-nos os três no quarto, nós olhando para ela e ela a olhar para nós.

Assim que ficou nua, que corpo! O seu membro era to tipo banana, que fica caído para baixo, ao contrário do meu que é do tipo telescópico. Ela aproxima-se da minha esposa e beija-a. No início ela não reage, mas depois corresponde ao beijo. Começam as duas a trocar carícias e enquanto a Débora acaricia a rata da minha esposa, esta já com o membro na mão, começa a dar "à bomba", fazendo com que aquele comece a ganhar volume.

Vão as duas para a cama, chamando-me, mas eu aproximo-me devagar. A Débora deita-se sobre a cama e a minha esposa, dizendo que ela tinha ali um belo exemplar, começa logo a chupar-lhe a verga. Eu coloco-me ao lado das duas e começo a acariciar os peitos duros da travesti ao mesmo tempo que acaricio os da minha esposa, como se os tivesse a comparar, mas os da travesti, por terem passado pelo bisturi tinham-se melhores, apesar de pouco naturais.

Elogio-lhe os seios, ela sorri, agarra-me o meu membro e começa a masturbar-me. Aproximo-me dela, oferecendo-o. Ela percebe e começa a mamá-lo com mestria. A minha esposa, ouvindo-me gemer de prazer e dizer que aquilo era mesmo muito bom, vai vendo o trabalho dela e acompanhando-o por repetição.

Então a minha esposa manifesta o desejo de cavalgar aquela grande verga. Mete a camisinha e apoiando-se nos seus joelhos, segura naquele canhão e aponto-a, fazendo, lentamente o seu corpo descer sobre ele. Faz varias tentativas mas não o consegue enfiar, queixando-se que era muito grosso.

Enquanto acaricia a sua rata freneticamente, chupa a verga para deixar o plástico molhado e mais escorregadio. Então volta a tentar, fazendo a verga entrar lentamente enquanto faz uma expressão penosa pela dificuldade de conseguir acomodar aquele rolo na sua rata que é algo apertada, de surpresa pela expectativa de saber se vai conseguir enfiá-la e com um sorriso nervoso.

Fico estático a olhar para ela enquanto vejo aquela imensa verga desaparecer entre as suas pernas. Ela reclama dizendo que aquela verga vai-a rebentar. Pergunto-me se aquela ratinha voltará a ser a mesma depois desta experiência. Depois de a ter toda acomodada, solta um profundo suspiro, ao mesmo tempo que abre desmesuradamente a boca e fecha os olhos, virando a cara para o tecto. Mantém-se uns longos segundos sentada, até que sobe lentamente para voltar a descer, também lentamente.

Aos poucos, vai aumentando a velocidade do seu sobe e desce, mas sem aumentar muito a velocidade. A prova que está a adorar cada centímetro daquele canhão moreno é o facto dela agarrar as suas mamas e apertá-las com força, espremê-las com violência, como se quisesse arrancá-las.

Entretanto tenho que tirar a minha da boca da Débora, caso contrário não vou conseguir aguentar muito mais, deixando-as às duas. Ela agarra a minha esposa pelas coxas, acariciando-as para depois a fazer inclinar-se sobre ela para a beijar, começando ela com uma vai e vem um pouco mais rápido, obrigando o minha esposa a soltar uns gritinhos de prazer.

Depois de manter a minha esposa algum tempo naquela posição, sem tirar fora, agarra-a e fá-la virar, ficando a minha esposa por baixo e a Débora por cima, na posição do missionário, começando a castigara minha esposa, aumentando um pouco mais a cadência dos seus movimentos. Ela deixa de a beijar e respira com dificuldade, arqueando o corpo e dizendo que não aguentava e que a Débora ia rebentar com ela...

Não aguentei mais, enfio uma camisinha e subi para a cama, posicionando-me atrás dela. Começo a enfiar-lhe o dedo no ânus, cuspindo para o lubrificar e começo a enfiar. Empurro tudo até ficar com as bolas encostadas às nádegas dela. Apesar de tudo, ela tem um buraco bem apertadinho. Começo então com um vai e vem, enquanto ela vai beijando a minha esposa.

Ao olhar para aquele rabo moreno fico louco de tesão com tanta perfeição. Ela então põe-se de quatro e começa também a fazer um vai e vem, provocando umas penetrações mais intenças. A minha esposa aproveita para sair debaixo dela e colocando-se ao nosso lado, vai-nos acariciando e incentivando-me para lhe dar com força.

Após uns bons minutos, não aguento mais e venho-me enquanto a penetro. Assim que a deixo, ela agarra na minha esposa e obriga-a a ficar de quatro e volta a penetrá-la, fazendo a minha esposa voltar a grirar de prazer. Desta vez, ela não tem piedade e castiga-a, estocando-a com força, enquanto ela rebola de um lado para o outro como uma louca dizendo que não aguentava mais.

A isto a Débora respondia "ai aguentas, aguentas...". Então ela goza um orgasmo como nunca tinha visto nos anos que estamos juntos. Ela estremeceu-se como se estivesse a receber choques eléctricos e grita como uma desalmada. Além da intensidade das suas manifestações, surpreendeu-me o tempo que durou. Acho mesmo que deve ter tido mais do que um orgasmo.

Depois de ter gozado, a Débora masturba-se até se vir sobre as nádegas da minha esposa. Após uns beijos e carícias mútuas, bem como algumas trocas de palavras, fomos tomar um duche a três e regressamos à cama. Ela voltou a servir-nos umas bebidas frescas e ficamos a fazer conversa até que ela começou a meter-se comigo, dizendo-me para perder os preconceitos e explorar a minha sexualidade.

A minha esposa juntou-se à festa, mas eu não estava para ali virado. Mas elas tanto insistiram que conseguiram alguma coisa. A Débora põe-me de quatro e fez-me um "beijo grego". Nunca tinha experimentado sexo-oral-anal. Aquilo era maravilhoso. Nunca senti tanto prazer na minha vida. Fiquei louco de tesão. Ela então  fez-se substituir pela minha esposa que começou a lamber-me o ânus.

Colocando-se á minha frente, agarra-me pelo cabelo da nuca e oferece-me a sua verga, mandando-me abrir a boca. Em condições normais, tinha negado mas o prazer que estava a sentir era tanto que abri a boca e recebi aquela verga. Não a chupei mas ela começou a fazer um vagaroso vai e vem. Percebendo que eu nao estava muito a vontade, diz que e suficiente para uma primeira veze deixa-me.

Voltamos então a fazer sexo entre os três, variando agora de posições, parecíamos actores porno. Comigo sentado na beira da cama, senta-se sobre mim, deixando-se penetrar. A minha esposa ajoelha-se à nossa frente e vai tentando chupar-lhe a verga.

Depois deito-a e abrindo-lhe as pernas para o ar, continuo a estocá-la. Então a minha esposa aproveita e senta-se literalmente sobre a sua cara para ser chupada, gemendo de prazer. Enquanto a como, ela vai-se masturbando para não perder a sua própria erecção. Após longos minutos naquela posição, já transpirava, deixo-a e ficamos os três a trocar carícias e  fazer sexo oral uns aos outros.

Ela pergunta á minha esposa se ja fez sexo anal, ela responde que sim, mas nega-se a ser penetrada por ela porque tem um pénis muito grosso. Ela aceita, deita-se na cama e faz  minha esposa encaixar-se na sua verga, fazendo-me sinal par fazermos uma dupla penetração. Coloco-me atrás dela e enterro-lhe a minha verga, começando ambos com um vai e vem. Ela não demora muito a gozar um novo orgasmo.

Mas nós não paramos e continuamos a castigá-la até ela suplicar para que a deixemos descançar um pouco. Eu aceito, mas quero voltar a comer o cu da Débora. Ela faz-me deitar e senta-se em cima de mim, enfiando a minha verga nela e começando a saltar em cima de mim, fazendo com que a sua verga vá baloiçando ao ponto de bater na minha barriga.

A minha esposa aproxima-se de nós e enquanto vai chupando os seios da Débora, também a masturba. Naquela posição pouco natural, ela acaba por ficar cansada, sai de cima de mim e põe a minha esposa de quatro penetrando-a. Eu coloco-me atrás dela e penetro-a a ela, acompanhando mais ou menos a sua cadência de movimentos.

A minha esposa já não aguentando todo aquele volume a forçar a sua vagina, deita-se, deixando-se cair. A Débora deita-se sobre ela, mas apoiando-se nos seus cotovelos para não a sobrecarregar. Eu deito-me também sobre elas, apoiando-me na cama com os braços estendidos. Agora sou eu que comando os movimentos.

Então a Débora faz-nos deitar todos de lado, mantendo as penetrações. Agora era bem mais fácil comer-lhe aquele cu apertadinho enquanto ela alargava a rata da minha mulher. Enquanto isto, as carícias eram constantes. A Débora acariciava os seios e a rata da minha esposa, Eu acariciava os seios e todo o corpo dela, aproveitando para o admirar constantemente.

Acabei por me vir novamente. Ela continua a comer a minha mulher. vira-a para cima e puxa-a para ela, fazendo-a sentar-se em cima dela, em posição contrária, isto é, frente a frente. Nesta posição, a minha esposa tem a verga toda enfiada dentro dela, o que faz com que ela esteja com uma expressão de "sofrimento" e prazer, olhando olhos nos olhos a Débora que sorri malevolamente.

Começam a fazer uma lenta dança, enquanto se beijam e acariciam. Aos poucos a minha esposa vai aumentando os seus movimentos de vai e vem. Curiosamente é ela a ter a iniciativa. Com isso, começa a gemer e a soltar uns gritinhos de prazer que vão aumentando até que ela começa a contorcer-se toda agarrada ao pescoço da Débora, gritando como uma louca.

Depois de se vir, a Débora retira a camisinha e de joelhos na cama, começa a masturbar-se. A minha esposa baixa-se e começa a chupar-lhe a verga. Ela está de costas para mim, por isso não posso ver o seu trabalhos, mas percebo quando a Débora começa a gemer de prazer quando se vem e a minha esposa continua com os movimentos de vai e vem com a cabeça.

Não tenho dúvidas que ela veio-se dentro da boda da minha mulher que mesmo depois da Débora ter gozado, continua a chupar-lhe a verga com grande vontade. Aquilo continua durante uns bons três ou quatro minutos, até que se ergue e volta a beijar a Débora, dizendo-lhe que o seu leitinho era delicioso.

Novo duche, pagamos o devido e retiramo-nos satisfeitos e com a promessa de um rápido regresso!

 
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