|
|||
O amante improvávelPublicado em 2014-09-10 na categoria Contos eróticos / Zoofilia
|
|||
Nunca tive muita sorte com os homens. Os poucos namoros que tive acabaram porque descobri que me andavam a trair. Com o fim do ultimo relacionamento ainda fresco e totalmente desolada, sem emprego e sem casa, decido regressar a casa dos meus pais numa pequena aldeia do interior. Eles tinham uma casa que foi restaurada e eu podia ficar a viver de forma independente no primeiro piso da pequena casa.Assim que cheguei, o Rufus, o nossa cão de família fez-me uma grande festa. Trata-se de um Dog Alemão branco, de raça pura. É um cão bastante corpulento, pesando 60kg. O cão sempre teve um temperamento estável, calmo e gentil. É uma raça muito inteligente, de aprendizagem rápida. São também óptimos cães de guarda até porque a sua aparência impõe grande respeito. Estava tão excitado de me ver que até tentou montar-me, pondo o seu pénis vermelho de fora. Os meus pais comentam que ele ultimamente anda todo "boieiro" e também fazia isso com eles. Comentei que o sexo era bom e que até os bichinhos gostavam. Os meus pais eram muito antiquados e não gostavam de falar de sexo, por isso, desviavam sempre a conversa. Desta vez não foi diferente e enquanto eu lhe fazia "miminhos", dizendo que ele queria era uma cadela para se satisfazer, eles trataram logo de falar da minha instalação. Deixando o cão, subi ao andar de cima e dei uma vista de olhos pelas divisões, impecavelmente limpas. Era só pousar as malas e descer para almoçar. Passei a tarde a levar as minhas coisas para cima. Tive que o fazer sozinha porque os meus pais já eram demasiado velhos para me poderem ajudar para além de que subir as escadas era um grande sacrifício para eles. Depois disso, descansei um pouco porque de tanto subir as escadas, estava toda dorida. Fui então tomar um refrescante duche, até porque o dia estava bastante quente. Como estava sozinha em casa saí do banheiro completamente nua e à vontade. No meu quarto apenas estava o Rufus deitado sobre a carpete. Assim que me vê vem até mim e começa a lamber-me os pés e as pernas. Ligo a televisão onde está a passar um filme com um actor charmoso com poucas roupas. Já vi aquele filme e sei que a cena que se aproxima é de sexo, embora não mostrem nada. Isso foi suficiente para começar a deixar-me em brasa. Sento-me no cadeirão que está perto da tv e sem tirar os olhos do pequeno ecrã, começo a acariciar as minhas coxas. Quando dou por mim, já estou a acariciar a minha rata, completamente húmida. Abro bem as pernas para poder ter mais liberdade de acção e com a outra mão, vou acariciando os meus seios. Nisso, sem me aperceber, o Rufus aproxima-se e começa a lamber-me a rata. A minha primeira reacção foi fechar as pernas, mandando-o parar e afastar-se. Fiquei chocada com a acção inesperada dele. Enquanto ele anda de um lado para o outro para tentar chegar ao interior das minhas pernas, eu fico a olhar espantada para ele. Apesar de surpreendida, não posso deixar de pensar que o toque daquela língua áspera até que era delicioso. De repente cruza-me uma ideia louca pela cabeça que faz disparar a minha respiração e palpitação. Que mal teria deixá-lo lamber-me a rata? Ninguém ficaria a saber. Nenhum de nós ia contar a ninguém o que tínhamos feito. Lembrei-me que havia a questão da higiene. Seria higiénico deixá-lo lamber a minha rata? Eu podia correr algum risco se o deixasse fazê-lo? Lembrei-me que em miúda o meu avô dizia que quando a gente se cortava ou arranhava, se um cão lambesse a ferida, ela cicatrizava mais depressa. Não sei se isso era mito ou não, mas ele fazia-o. Lembrei-me também que já li algures que a boca de um cão não é mais perigosa que a de um humano, isto a propósito dos donos que deixam os cães lamber-lhes os lábios. Aliás, é sabido que a nossa própria boca está cheia de micróbios. Podia sempre deixá-lo lamber-me e depois lavava-me e desinfectava-me bem. Enquanto a minha mente deambulava, ele continuava a caminhar impaciente de um lado para o outro. Ainda com as pernas fechadas, comecei a acariciar o meu grelo para ficar novamente em brasa. Faltava-me coragem para avançar e achava que se estivesse bem excitada, seria mais fácil dar o passo seguinte. Ver a aflição do animal para chegar à minha rata, por fim decido abri-las completamente. Ele apressa-se a vir e recomeça a lamber-me, enquanto eu acaricio o meu clitóris. Não sei porquê, mas ele parecia adorar o sabor dos meus fluídos. Com ambas as mãos, abro os meus lábios vaginais, oferendo-lhe tudo. Ele continua a lamber-me com grande vontade, fazendo-me delirar de prazer. Ao contrários dos homens com quem já tinha estado, ele adorava comer-me a rata. Lambeu-ma durante uns bons 10 minutos até que o telemóvel toca, "acordando-me" daquele trance. Fiquei tão atrapalhada que ao tentar pegar nele, deixo-o cair ao chão. O facto do Rufus não querer parar de me lamber também não ajudou. Levanto-me e tento afastar o cão mas ele não deixa de tentar chegar à minha rata. Ao tentar apanhar o telemóvel, ele dá-me um encontrão e faz com que eu empurre o aparelho para debaixo da cama. Ajoelho-me no chão e inclino-me para lhe chegar. Estico-me e tenho mesmo que meter a cabeça um pouco para baixo da cama. Ao ficar com o rabo no ar, o Rufus monta-me de repente. Ao senti-lo em cima de mim dou um "salto" e com isso uma cabeçada na cama. Sem ter tempo de me recompor ou reagir, ele começa a fazer os movimentos de vai e vem. O meu azar foi tanto que acertou logo à primeira e em cheio na minha rata, penetrando-me e começando logo com um rápido vai e vem. Quase de imediato senti a sua verga a aumentar de volume. No início, quando a enfiou, parecia ser do tamanho de uma salsicha, mas em poucos segundos ganhou volume até ficar como uma chouriça. Eu estava ainda tão excitada por ele me estar a lamber algum tempo antes que rapidamente comecei a gozar de prazer, tal era a velocidade com que aquele membro volumoso entrava e saia da minha rata. Aquela louca acção durou cerca de três minutos, mas foram os suficientes para me fazerem gozar um belo orgasmo. Assim que ele pára de se mexer, sinto a sua verga a aumentar ainda mais de volume. Demorei alguns minutos até recuperar do meu orgasmo. Então deslizo para fora da cama e tento erguer-me, mas não consigo porque ele permanece em cima de mim. Tento afastá-lo, mas mal consigo tirar o seu pénis. Faço um pouco mais de força e por fim consigo que ele o tire, fazendo-me soltar um pequeno grito quando uma parte mais saliente sai de dentro da minha rata. Ao olhar para aquela verga fico chocada com o seu tamanho. É mais comprida e mais grossa que a de um homem. Eu nunca imaginei que os cães pudessem ter uma verga assim, ou então era aquela raça que tinha uns membros daqueles ou era apenas aquele cão que era avantajado. Permaneci algum tempo a olhar para aquela verga enquanto o Rufus permanecia ao meu lado a arfar com a língua de fora. Queria tocar na sua verga mas tinha receio da reacção dele. Podia não gostar ou podia assustar-se, ou podia até estar muito sensível e por isso, morder-me. Não tive coragem de o fazer, levantei-me e fui lavar-me. Nessa noite, quando subi para me ir deitar, o Rufus fez questão de me acompanhar. Durante o resto do dia fiquei com receio que ele tentasse montar-me, mas ele felizmente não o fez. Já em casa, procurei ficar atenta ao que ele fazia, mas não lhe via qualquer intenção de repetir a proeza daquela tarde. Decidi fazer um teste. Fui ao banheiro e vesti um pijama. Entrei no quarto, passei por ele e deitei-me na cama. Ele apenas olhou para mim, permanecendo deitado sobre a carpete. Levantei-me, voltei ao banheiro e vesti uma camisa de noite. Entrei novamente no quarto, mas ao passar por ele, levanta-se e começa a cheirar-me e a lamber-me as pernas. Deito-me e ele permanece na carpete. Volto ao banheiro e saio toda nua. Ao ver-me levanta-se e aproxima-se de mim, querendo claramente lamber-me a rata. Percebo que ao ver-me despida, associa esse facto ao sexo. Vou para a cama e desta vez ele segue-me subindo para cima dela. Coloco-me de quatro, de pernas abertas e fico à espera, enquanto vou olhando para ele para ver as suas reacções. Ao olhar para a sua verga, já vejo a cabecinha vermelha de fora. Ele movimenta-se de um lado para o outro e não demora muito para começar a lamber-me a rata. Volta a fazê-lo durante bastante tempo. Enquanto o faz, eu começo a masturbar-me, acariciando o meu clitóris, enquanto gemo de prazer, até que, jé em brasa e querendo sentir aquela verga dentro de mim, dou umas palmadinhas numa nádega. Ele assume aquilo como um convite e sobe para cima de mim, como se eu fosse uma cadela. Prende-me pela cintura com força, ou não fosse ele um cão pesado e corpulento e começa com o vai e vem, aproximando a sua verga da minha rata. Desta vez não acerta e faz os movimentos com ela ainda cá fora, esfregando-a ao longo dos meus lábios vaginais completamente encharcados com os meus fluídos, ao ponto de até os ver a escorrer para a cama. Depois de uns segundos de acção, sai de cima de mim, volta a lamber-me e após insistência minha parta subir, volta a montar-me e a tentar penetrar-me, mas novamente sem sucesso. Depois de tentar mais duas ou três vezes, por fim lá acerta, penetrando-me. Assim que a sente no meu interior, começa com as estocadas. Noto imediatamente uma diferença, Quando faz o vai e vem com ela ainda fora, não dá umas estocadas tão forte como quando a sente dentro de mim. Mal a enfia, começa logo a dar-me com força, obrigando-me a fazer um esforço para não gritar de prazer, tal é a intensidade das suas investidas e do volume da sua verga que me preenche a rata por completo. Uma vez mais aquilo não demora mais de três ou quatro minutos, mas desta vez não cheguei a gozar, tendo ficado muito, muito perto, isso deixou-me muito frustrada. Aproveitando que ele ainda estava em cima de mim com aquela grossa verga dentro de mim, comecei eu a mover-me para a frente e para trás, mas a sua verga nem se mexe dentro de mim. Depois de a tirar, fico a olhar novamente para aquele grande membro. Estou tão "cega de tesão" que esqueço todos os riscos. Obrigo-o a deitar-se, ordeno-lhe continuamente para ficar quieto, abro-lhe as pernas e agarro-lhe na verga ainda dura, enfiando-a na minha rata, fazendo-a entrar e sair de dentro de mim. Incrivelmente ele permanece quieto. Estará a gostar? Não sei, mas eu continuo por mais alguns minutos a enfiá-la até que tenho o meu merecido orgasmo. Plenamente satisfeita, vou-me lavar. Ao regressar, ele permanece deitado ao fundo da cama. Deito-me debaixo dos lençóis e durmo o sono dos justos até à manhã seguinte. Ao acordar espreguiço-me e ao olhar para o Rufus, vejo-o ainda deitado, mas com a cabeça erguida a olhar para mim e a abanar o rabo. Puxo os lençóis pata baixo e recordando o que tinha feito no dia anterior, começo a acariciar-me, apalpo os meus seios e depois encaminho uma mão até à minha rata, acariciando-a. Sem que o tivesse chamado, o Rufus aproxima-se dela e começa a lambê-la. Parece ter gostado dela. Aos poucos começo a ficar super excitada. Coloco-me de quatro, de pernas bem abertas e fico à espera do seu instinto. Ele não demora a montar-me, prendendo-me a cintura com força e começando a mover-se para a frente e para trás. Sinto o seu pénis a embater nas minhas nádegas até que acerta com o buraco. Assim que o enfia em mim, empurra-o todo, começando logo com os seus rápidos movimentos de vai e vem. O seu pénis rapidamente ganha volume e endurece. Durante cerca de três minutos desfrutei com prazer as suas vigorosas estocadas, até que por fim parou, mantendo o pénis dentro da minha vagina. Com o seu bulbo inchado, é praticamente impossível retirar o seu pénis. Desta vez ele vai-se vir dentro de mim. Isso não deixou de me deixar ainda mais excitada, apesar de algo preocupada por razões higiénicas e porque não sabia quanto tempo íamos ficar engatados. Felizmente não corria o risco de ser apanhada porque ninguém ia entrar. Mas não deixava de haver algum risco. Se eles me chamassem e não obtivessem resposta poderiam vir ver se estava tudo bem, afinal eles tinham com eles uma cópia da chave. Mantive-me naquela posição quase meia hora, tendo tentado por várias vezes separar-nos, mas sem forçar muito, até que por fim, com um pouco mais de esforço consegui que o tirasse. O seu pénis estava enorme. Era mesmo maior que o de muitos homens. Plenamente satisfeita com a performance daquele amante improvável, fui tomar um bom duche, pensando em futuras aventuras... |
|||
|
ErosGuia 2012
Desenvolvido por Ideia CRIATIVA






O amante improvável




