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A proposta IIPublicado em 2014-08-14 na categoria Contos eróticos / BDSM
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Ao ouvir aquilo até engoli em seco. Ela coloca a mão na minha coxa, apalpando-a ligeiramente. Ao sentir o toque estremeci como se tivesse recebido um choque eléctrico. Ela sorri e diz-me que não me vou arrepender e que só tenho a ganhar, mas que posso sempre voltar atrás na minha decisão. Naquele momento ouvimos o meu namorado e o marido dela a conversar ao longe, eles aproximam-se...Ela retira a mão e afasta-se um pouco de mim. Eles entram e ela diz ao marido: - Querido, acabei de conversar com esta jovem e fiz-lhe uma proposta para ela vir trabalhar para nós aqui em casa até saldar a dívida... O marido não parece convencido, então ela insiste na ideia, piscando-lhe um olho. Como está de costas para o meu namorado, ele não vê esse pormenor. O marido com um ar intrigado, acaba por aceitar, tentando perceber qual era a ideia da esposa. - E a menina concorda? Todos olham para mim. O meu namorado aproxima-se de mim e diz-me que é uma excelente ideia. Eu olho para ele. Tem uma expressão de alívio que contrasta com a minha de preocupação. Ele não faz ideia da verdadeira proposta daquela mulher. Se eu lhes dissesse qual era a proposta, era a minha palavra contra a dela. Se eu não a aceitasse a proposta voltávamos à obrigação e aí eu não via nenhuma solução. Aceitei, deixei o meu contacto e ela ficou de me ligar no dia seguinte para acertar os pormenores. Ao sairmos o meu namorado não cabe em si de contente. Fomos ter com os nossos amigos ao bar. Pelo caminho fez-me prometer que não diríamos nada a ninguém. Procurei divertir-me para me distrair do que tinha acontecido, mas nessa noite ao deitar-me não conseguia tirar aquilo da cabeça. Se aceitasse, para além de saldar a dívida, se continuasse a encontrar-me com ela e a amiga, ainda podia lucrar muito com isso. Eles eram ricos por isso podiam dar-se ao luxo de pagar para terem o que quiserem. Se não aceitasse, não via outra solução para pagar a nossa dívida. Eu ia entregar-me àquelas mulheres. Ia trair o meu namorado. Na verdade não era uma traição muito grave porque não ia estar com outro homem. Ela ligou-me na manhã seguinte perguntando-me sobre a minha disponibilidade. Eu tinha aulas todos os dias mas podia faltar à vontade. Então marcou o nosso encontro para as 18h desse mesmo dia porque estava desejosa de estar comigo. Perguntou-me se tinha como ir até lá. Respondi que não, então mandou-me apanhar um táxi que ao chegar ela pagava. Assim fiz e ao chegar toquei a campainha, o portão abriu-se e ouviu-se a voz da empregada a dizer pelo intercomunicador para o táxi entrar para lhe pagar a corrida. Este pára à porta. Ela desloca-se até ao taxista e paga-lhe depois convida-me a entrar, mandando-me esperar. A senhora chega pouco depois convidando-me a acompanhá-la. Subimos a grande escadaria e entramos num corredor por onde caminhamos até chegarmos à última porta. Abre-a e entramos para um pequeno cubículo com três portas. A da esquerda é um vestiário, a da frente é um quarto e a da direita é um wc. Convida-me a entrar na porta da direita para tomar um duche. Ao sair envolta numa toalha, indica-me a porta da esquerda para vestir a peça de roupa que está lá. É um vestido branco sem alças e muito justo e curto, o qual permite ver todas as minhas curvas. A seguir encaminha-me para o tal quarto e a minha surpresa não podia ser maior. A decoração do quarto era completamente diferente de tudo o resto. Era escuro, as paredes ainda estavam em tijolo, não havia nenhuma decoração e existiam artefactos que pareciam de tortura. O quarto era mal iluminado por uma lâmpada no centro vazio que tinha sido pintada para esse efeito. Num dos lados estava o que parecia ser um baú e no outro uma cama de ferro velha com um colchão. Ao longe a janela estava fechada e tapada com um cortinado escuro. Pareceu-me ver também dois vultos. Parecia que estava alguém sentado a ver-nos. A dúvida confirma-se quando um dos vultos se levanta e aproxima-se da luz. Era uma mulher loura bem parecida que usava um vestido de latex vermelho. O vestido de mangas compridas, tinha um decote em V que deixava ver uma parte dos seus volumosos seios. enquanto que em baixo era tão curto que quase deixava ver as suas nádegas. Ela aproxima-se de mim e puxa uma corda com uma espécie de correias nas postas, prendendo-as à volta dos meus pulsos. Depois puxa a corda através de uma roldana até me obrigar a ficar de bicos de pés, prendendo-a num gancho numa das paredes. Enquanto caminha à minha volta vai elogiando-me. Entretanto entra a dona da casa com um vestido exactamente igual ao da loira, só que é todo preto. - Sabes, a dor e o prazer são as duas faces de uma moeda, mas no sexo, elas podem ser a mesma face da moeda... tu vais poder descobrir isso mesmo por ti mesma... vamos-te castigar... castigar-te a valer... e tu vais adorar... e vais pedir por mais... Enquanto dizia isto elas iam acariciando-me o corpo. Apesar de estar um pouco assustada, aquelas mulheres parece que sabiam o que faziam porque ao ser acariciada por quatro mãos que pareciam saber exactamente onde "atacar", eu começava a ficar excitada. Ela vira a minha cara na sua direcção e começa a dar-me pequenos beijos nos lábios enquanto a outra me faz um delicioso linguado pelo pescoço e orelha. As suas mãos percorrem todo o meu corpo, mas sentido os meus mamilos erectos e a minha rata já húmida, concentram-se nesses pontos. Elas começam as duas a puxar-me o vestido e conseguem mesmo rasgá-lo ao meio, deixando-me todo nua. Depois de mais algumas carícias a loira vai buscar um chicote feito com tiras negras e começa a chicotear-me nas nádegas com alguma força. A amiga colocando-se à minha frente, vai-me acariciando a rata com uma mão enquanto a outra apalpa-me os seios. Enquanto o faz, não tira os olhos da minha cara para ver as minhas expressões simultâneas de dor e prazer. Então também ela vai buscar um chicote igual e começa a chicotear-me nos seios, mas mais devagar, o que não deixa de ser doloroso, fazendo-me contorcer para trás e para a frente ao sabor das chicotadas, como se estivesse a fugir delas. Se nos primeiros minutos o castigo era suportável, rapidamente se transforma numa tortura ao ponto de me fazer gritar com a dor, pedindo-lhes para pararem, mas elas ignoram. - Grita à vontade escrava... este quarto é à prova de som... grita à vontade... grita que nós queremos ouvir-te a gritar... anda grita... grita mais... isso... mais... grita mais... grita... Ao dizer isso, começa a chicotear-me ainda com mais força, fazendo-me gritar mesmo a sério. Eu começo a chorar e a pedir para pararem porque não queria continuar com aquilo. Como os meus pedidos não sortiam efeito, pensei ameaçá-las denunciando-as à polícia, mas não sabia o que me poderia fazer, ninguém sabia que eu estava ali... Então deixam de me chicotear e aproximam-se de mim. A loira agarra-me pelas bochechas ameaçando-me que me ia castigar até me esfolar a pele, depois começa a acariciar-me dizendo que me vai fazer gozar como nunca gozei na vida. A amiga, vai alternando carícias e bofetadas sobre os meus seios até que estes ficam vermelhos. A mão de uma delas volta a deslizar pelo meu corpo abaixo até chegar à minha rata, voltando a acariciá-la e fazendo-me gemer de prazer. Os castigos param e elas dedicam-se apenas a acariciar-me e a beijar-me, fazendo-me gemer de prazer. Mas as carícias nem sempre são delicadas, por vezes apertam-me tanto os seios que sou obrigada a gritar com a dor. Também quando os chupam, por vezes mordem-nos fazendo-me gritar, mas fazem-no de forma tão controlada que a dor até chega a ser controlável. Para além disso, estão sempre a dar-me chapadas nas nádegas já muito sensíveis. Apesar de já ter o corpo muito dorido, o prazer sobrepõe-se à dor que é constante. A seguir soltam a corda e soltam-me os pulsos. Voltam a atá-los por trás das minhas costas e mandam-me deitar no chão, atando-me pelos tornozelos com duas cordas. Depois puxam as duas cordas até eu ficar pendurada de cabeça para baixo a um palmo do chão e de pernas abertas. A loira começa a chicotear-me directamente na rata, fazendo-me gritar a plenos pulmões. Ela não bate com muita força, mas a pouca que faz é suficiente para me magoar muito naquela zona tão sensível. Entretanto a outra prende-me umas peças metálicas nos mamilos que os apertam. Estas estão ligadas uma á outra por uma corrente onde ela coloca alguns pesos. As chicotadas começam a ser intercaladas com carícias e por fim, ele começa a lamber-me a rata, apalpando-me coxas e nádegas. Vendo-me gemer de prazer, a outra vai-me dando bofetadas na cara, fazendo-me gritar de dor e prazer. Sou chupada e acariciada com tal intensidade que não demoro muito a atingir um prolongado orgasmo. Só quando termino de gozar é que fazem-me subir mais, trazem o baú para o centro e fazem-me deitar de costas sobre ele, mas com as minhas pernas e braços presos bem no alto. É então que reparo que a senhora está completamente nua. Ela inclina-se sobre mim oferecendo-me os seus seios e pedindo-me para os chupar. Eu acedo ao seu pedido começando a chupá-los completamente deliciada com aquela pele tão suave e cheirosa. Ela começa a gemer de prazer e inclina-se ainda mais até chegar aos meus seios para os chupar também. Entretanto a loira despe-se também, ficando toda nua. Vem para o lugar da amiga e começa a castigar-me dando-me pequenas bofetadas na cara e nos seios. Entretanto a outra coloca um cinto com um pénis de borracha e sentando-se praticamente ao fundo do baú, enfia-o na minha rata. Depois, segurando-me pelas coxas, começa com um vai e vem mais ou menos lentos. A loira sobe para cima do baú. Depois baixa-se até deixar a sua rata mesmo junto á minha boca, exigindo que a chupe. Estou tão excitada que ela nem precisava pedir sequer porque eu rapidamente obedeço começando a chupá-la com grande vontade. É a primeira vez que chupo uma rata. O meu namorado já me fez muitas vezes sexo oral. Agora eu estava a sentir na primeira pessoa o prazer de chupar outra rata. A sensação era simplesmente incrível. Como era maravilhosa a sensação a sensação de estar com outra mulher, sentir a sua rata toda húmida, passar a minha língua por toda aquela extensão, ficar com a boca toda lambuzada com todos aqueles fluídos vaginais, sentir o prazer que lhe estou a conceder, gozando eu própria com aquela sensação. Entretanto outra mulher ia-me fodendo com um pénis bem grosso que forçava a minha vagina até ao seu limite. Que belo orgasmo voltei a ter! Elas então comentam que já gozei duas vezes e que agora era a vez delas. Baixam-me e fazem-me ajoelhar no chão, obrigando-me a fazer sexo oral à senhora até a fazer gozar. Enquanto o fazia a loira ia chupando-lhe os seios. Depois dela ter gozado,colocaram-me umas correias presas à cara com um dildo na ponta e obrigaram-me a enfiá-lo na rata da loira, fazendo o vai e vem com a cabeça. Enquanto o fazia, a outra prendeu-me várias pregadeiras nos seios, ventre e coxas, causando-me grande dor, avisando-me que só as tirava quando a loira gozasse. Entretanto aninha-se entre as minhas pernas e chupa-me a rata ainda sensível pelo intenso orgasmo que tinha gozado à pouco. Depois, colocando outro dildo à cintura, começa outra vez a penetrar-me. A loira demora, mas acaba por gozar. Então tiram-me as pregadeiras e é a vez da loira fazer-me chupar um outro dildo. Sabendo que eu estava muito sensível, metem-me um vibrador a acariciar o meu clitóris. Eu estou tão sensível que a dor sobrepõe-se ao prazer. A loira tem que que agarrar com força para me segurar. A outra mantém o vibrador firme entre as minhas pernas enquanto continua a penetrar-me. Eu começo a berrar porque não aguento mais e volto a vir-me, mas desta vez o orgasmo é tão incontrolado que não evito orinar-me toda, fazendo-as rir de satisfação. Por fim libertam-me e deixam-me ficar deitada a recuperar enquanto se envolvem as duas na cama. Depois de tomar um novo duche e de me vestir, a dona da casa acompanha-me e diz-me: - Querida, gostaste desta experiência? - Sim... confesso que gostei... - Na próxima quarta-feira espero-te para uma nova sessão? - Claro que sim... pode contar comigo! A loira aproxima-se de nós, dando-me um beijo nos lábios: - Adorei estar contigo, é para repetir? - É sim! |
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