Brincadeira que saiu do controle
Publicado em 2014-06-26 na categoria Contos eróticos / BDSM


Sou uma loira já quarentona. Sou casada e ainda sou muito mulher, tenho um bom físico e uns belos peitos. Eu e meu marido adoramos praticar sexo com dominação. Por norma, o meu marido algema-me e amordaça para poder abusar de mim. Adoramos esta brincadeira, ele porque sou a sua cadelinha submissa, e eu porque gosto de ser humilhada. Numa dessas brincadeiras a coisa saiu do controle e eu acabei grávida de quatro jovens.

Tudo aconteceu precisamente na altura em que eu e meu marido resolvemos que teríamos um filho. A nossa médica tinha-nos dito que eu já tinha passado da idade ideal de ter um bébé e que teria que engravidar naquele ano, pois cada ano que passasse a gravidez seria mais complicada.

Estávamos na última semana de férias e decidimos fazer campismo selvagem. Levamos a nossa pequena roulote para uma determinada zona florestal perto do nosso litoral, percorremos um trilho e parqueamo-la num espaço mais escondido e com vista para o mar. Aquela zona era frequentada por pescadores, surfistas e praticantes de nudismo. Como estávamos em finais de Setembro, o período balnear já tinha terminado, logo não havia muita gente a frequentar aquele local, a praia ou a cidade próxima.

A nossa ideia era aproveitar esse período para darmos largas às nossas aventuras, desta vez, e pela primeira vez, ao ar livre. O contacto com a natureza e o risco, ainda que mínimo, de se ser apanhado, era desde logo muito excitante. Nessa altura faziamos sexo diariamente e eu andava com vários testes de gravidez, fazendo-os também diariamente, sempre com o resultado negativo.

O dia estava lindo com muito sol e depois do café o meu marido convidou-me para ir dar um passeio pelas redondezas. Saí vestindo apenas uma mini-saia de ganga azul escura e uma blusa também azul, mas mais clara, apertando-a de forma a ficar com um bom decote para o excitar. Depois de caminharmos uma dezena de metros ele agarrou-me e deitou-me á força no chão.

Pensando que íamos fazer sexo ali, deixei-o actuar à vontade. Então ele surpreende-me ao tirar uma coleira da mochila colocando-a no meu pescoço. Então começou a dizer que a partir daquele momento eu era a sua cadelinha e que tinha que obedecer a todas as suas ordens.

O passeio continuou mas desta vez, ele caminhava e eu gatinhava ao seu lado, presa por uma corrente. Na mão levava um chicote com o que me ia batendo quando eu me atrasava. Andamos assim durante meia hora, até que cansada cometi o erro de reclamar. Ele castiga-me com uma violenta chicotada que me faz gritar de dor. De seguida, retira uma mordaça e coloca-ma na boca.

O regresso foi feito mais lentamente e esforçadamente. Ele tinha que me puxar várias vezes, bem como dar chicotadas para me obrigar a andar. As dores nas mãos, joelhos e nádegas eram já muitas, mas sentia-me excitada a pensar no meu prémio!

Assim que chegamos ele algemou-me as mãos nas costas, atou-me umas cordas pelo corpo e prendeu-me a um pinheiro. Foi buscar um recipiente com água e retirando-me a mordaça deixou-me beber dele como os gatinhos. Satisfeita, perguntei-lhe pelo meu prémio dizendo que tinha a rata em chamas.

Ela baixa um pouco o calção e põe a sua verga ainda murcha de fora, ordenando-me que lhe fizesse uma mamada. Eu obedeço e fazendo algum contorcionismo, enfiando-a na boca, começando a chupá-la. Esta aos poucos vai ganhando consistência enquanto a minha crescente excitação, imaginando-a dentro da minha rata, faz com que eu sinta algo a escorrer-me pelas coxas.

Quando esta atinge o seu máximo esplendor, ele agarra-me pela cabeça e começa com um vai e vem, empurrando-a mesmo até ao fundo ao ponto de me fazer engasgar. A saliva começa a acumular-se tanto no interior da minha boca que por vezes sou obrigada a fazer um grande esforço para a tirar da boca para poder cuspir e tossir com aflição.
Durante uns 20 minutos sou submetida áquela tortura até que ele anuncia que se está a vir, avisando-me que não quer ver nem uma gota do seu precioso leite a escapar-se da minha boca. Apesar de estar mentalmente preparada para receber o seu sémen, ele jorra com tal intensidade que acaba por me engasgar, obrigando-me a tirá-la da boca para tossir.

Com isso, não só cuspo o sémen que ainda tenho na boca, como ele acaba de se vir para a areia. Muito zangado, dá-me uma bofetada e diz-me irado que vou ser severamente castigada. Volta a amordaçar-me, prendendo-me novamente ao pinheiro. Enquanto vai à roulote, apercebo-me de dois ou três vultos por trás da vegetação. Ele regressa com umas cordas na mão. Eu começo a tentar dizer-lhe que não estamos sozinhos mas ele ignora os meus sons e amarra-me o corpo e as pernas, deixando-me ali deitada.

Pega no material de pesca e diz-me que vai até à zona de rebentação pescar o meu almoço, por isso, aconselhou-me a rezar para que ele fizesse uma boa pescaria, caso contrário não ia almoçar. Eu estava em pânico porque tinha a certeza que estava ali alguém. Para além disso, estava muito desiludida porque ele não me penetrou, vindo-se dentro de mim para tentar engravidar-me.

Alguns minutos depois dele sair, ao olhar para o local onde tinha visto os vultos, vejo agora claramente dois homens a espreitar. Tento gritar mas a mordaça impede-me de o fazer, tento então soltar-me, mas também não consigo. Eu comecei a gemer apavorada quando vi que se levantaram e começaram a vir na minha direcção. A estes juntaram-se outros dois.

Os quatro caminham na minha direcção de forma furtiva, na expectativa de que pudesse aparecer o meu marido. Eu para além de assustada, estava muito envergonhada por estar naquela situação perante quatro estranhos. No entanto, as coisas iam de mal a pior para o meu lado porque o olhar que eles me dirigiam era tudo menos de boas intenções.

O que parecia ser o líder, manda um ver se eu estou mesmo amarrada, a outro manda-o verificar se não existe ninguém dentro da roulote e ao último diz-lhe para ver onde está o meu marido. Enquanto os seus compinchas obedecem ele olha para mim com um olhar predador e um sorriso maléfico.

As suas intenções confirmam-se quando ele leva a mão ao calção e começa a acariciar a sua verga. Ao olhar aterrada para o local, vejo que ele já tem ali um bom volume, bem como o seu colega que entretanto se levanta para confirmar que eu estava bem presa. Os outros dois aproximam-se e confirmam que não há ninguém na roulote e que o meu marido está sentado junto à rebentação das ondas com duas canas montadas, enquanto permanece sentado, de costas para nós, a ler um livro.

O líder esfrega aos mãos e ordenando a um dos outros para que fique de vigia ao meu marido, diz aos outros que se vão divertir um bom bocado comigo. O quarto reclama que depois também se quer divertir ao que o líder o acalma dizendo que depois o manda chamar porque eu chego para todos.
Aproxima-se de mim e comenta com os companheiros:

- Isto é uma novidade para mim... até agora eu só tinha visto esta tara em vídeos na internet... é a primeira vez que vejo isto ao vivo, com uma mulher de carne e osso...

Os colegas respondem, um que nunca tinham visto enquanto os outros dois já.

- Eu já estou a ver o filme todo... tu és a cadelinha do teu marido... ele deixou-te aqui acorrentada de guarda à roulote foi? Sabes o que acontece quando o cão se afasta da fêmea? Corre o risco que venham outros cães que a montem...

Eu aceno com a cabeça em sinal negativo. As minhas lágrimas já me escorrem pela face enquanto eu tento o impossível, afastar-me dele para lhe fugir. Ele continua:

- Não tens com o que te preocupar... nós vamos dar-te aquilo que tu querias e que o cachorro do teu marido não te deu... saiu-te a lotaria, sabias? Tu querias um prémio e nós vamos dar-to! E sabes que mais? Saiu-te o jackpot, porque em vez de uma verga de prémio, vais ter quatro!

Ao dizer isto exibia já a sua verga de fora. Eu tento debater-me mas em vão. Aceno com a cabeça de um lado para o outro e com um olhar de súplica, como que implorando para que não me façam mal. Ele coloca o seu membro à frente da minha cara e pergunta:

- Então beleza... gostas da minha vara? Não é melhor que a do teu marido?

Eu não respondo e tento virar a cara mas ele dá-me uma violenta bofetada que me faz tombar para o lado, depois agarrando-me pelos cabelos ergue-me e volta a repetir a pergunta, tendo já a outra mão no ar pronta para me desferir outra bofetada. Sem tempo para pensar, limito-me a acenar afirmativamente com a cabeça a cada uma das suas perguntas.

Já baixado ao meu lado, enquanto se vai masturbando, enfia a mão pelo decote da minha blusa e começa a apalpar-me os seios comentando que tinha umas mamas maravilhosas. Os outros dois, também a masturbar-se, aproximam-se e começam a acariciar-me as coxas e a minha rata que minutos antes tinha encharcado a minha cueca.

Entusiasmado com a sensação, apressa-se a tirá-la para fora, esfregando-a entre os dedos e aproximando-a do seu nariz para a cheirar, dizendo que o meu odor era maravilhoso. Logo de seguida enfia os seus dedos nos meus lábios vaginais, começando a acariciar-me a rata.

Eu tento debater-me mas o líder volta a dar-me duas violentas bofetadas e depois puxando-me com bastante força pelo cabelo avisa-me que é melhor eu colaborar porque caso contrário esfolam-me a mim e ao meu marido ali mesmo e exibe à frente dos meus olhos uma pequena faca.

- Então cadelinha, vais ser boazinha com a gente?

Como não respondo, volta a dar-me duas novas e violentas bofetadas.

- Pensa muito bem na consequência dos teus actos... se não fores boazinha... (faz um gesto com a faca no meu pescoço, insinuando que corta) tratamos de ti e do teu marido quando ele regressar... mas se fores boazinha e gozares de prazer, depois de te comermos vamo-nos embora e deixamo-vos em paz...

Respondo que sim com a cabeça com as lágrimas a escorrerem-me pelo rosto.

Aterrada, tento pensar nas consequências dos meus actos. Se não satisfazer os instintos sexuais daqueles indivíduos, eles podem matar-nos ali mesmo e os nossos corpos ficam ali abandonados. Se fizer o que eles querem, eles satisfazem-se e vão-se embora. Basta-me fingir que estou a gostar.

Ele retira-me a mordaça, não sem antes avisar para não gritar. Depois vira-a na direcção da sua verga e ordena-me para que a chupe. Eu abro a boca e ele apressa-se a empurrá-la, fazendo-a entrar até chegar á minha garganta, causando-me um vómito. Tento afastar-me para a tirar, mas ele prende-me a cabeça contra o corpo dele, mantendo-a toda dentro da minha boca. Os arranques continuam e ele então dá-me alguma folga, tirando-a para fora para me deixar respirar.

Mas não tenho muito tempo para descansar porque ele volta a erguer-me a cabeça e a enfiá-la, começando com um vai e vem. Ele enfia-a tanto que vai-me provocando vómitos ao mesmo tempo que fico com a boca cheia de saliva. De vez em quando ele tira-a para fora para eu poder recompor-me, fazendo pender da minha boca longos e grossos fios de saliva.

Entretanto os outros dois, continuam a masturbar-se enquanto me acariciam respectivamente os seios e a minha rata, até que o que me estava a enfiar na boca, afastando os outros dois, coloca-me de quatro. Como tenho as mãos algemadas nas costas, fico apenas com os joelhos e a cara no chão, mantendo o meu rabo bem no alto. Ele ajoelha-se atrás de mim e depois de me acariciar um pouco as nádegas, cospe nos dedos para depois os passar pela minha rata.

De seguida sinto a sua verga a deslizar pela minha grutinha que há uns minutos atrás implorava por ser possuída. Ele enfia-a sem qualquer cortesia ou cuidado, empurrando-a com força até já não entrar mais. Ao sentir aquele canhão entrar de rompante com tamanha violência não evito soltar um pequeno grito.

Ele agarra-me pela parte lateral das minhas nádegas e enquanto me vai dando algumas bofetadas nelas, começa a estocar-me com grande intensidade, fazendo-me gemer pelo incómodo que a sua grossa verga me causa bem como pela violência com que me penetra. Após alguns minutos de intensa acção, ele agarra-me pelos cabelos puxando-os para trás, até ao limite.

Eu faço um longo gemido de dor. Então, dando-me uma forte chapada nas minhas nádegas já doridas de tanto castigo, ordena-me para que goze. Começo a fingir que estou a gostar Um dos compinchas aproveitando a minha forçada posição, ajoelha-se à minha frente e segurando-me a cabeça também, obriga-me a fazer-lhe uma amada, dando-me bofetadas para me obrigar a agir.

O terceiro enquanto assiste à cena, continua a masturbar-se, enquanto vai aproveitando para me acariciar os seios, até que insiste para trocar com o outro, oferecendo-me a sua verga para ser chupada também. Com tudo isto, o líder deles continua a estocar-me com grande intensidade.

Ele parecia incansável. O meu marido quando me penetrava, mesmo sem grande intensidade, ao fim de meia dúzia de minutos vinha-se, mas este homem, já há bastante tempo que estava a enfiar-me com um vai e vem forte, rápido e constante. E apesar de estar a ser forçada, começo a sentir algum prazer.

Eu já tinha fantasiado ser possuída à força por dois homens, ser humilhada e agredida. Era uma fantasia confesso. Uma fantasia que não passava disso mesmo, porque não fazia questão de a tornar realidade. Mas agora estava a viver essa fantasia e a realidade era bem diferente da idealizada porque agora o temor, a dor e a situação era muito real.

Entretanto passou-me outro pensamento pela cabeça. Eu ia estar com os quatro e era muito provável que um deles se viesse dentro de mim e nesse caso haveria o sério risco de eu engravidar, já que eu naquela semana estava no meu período fértil. A ironia da vida, pensei, ser um estranho que à força, vai fazer aquilo que o meu marido relutantemente tinha vindo a fazer e que neste dia se tinha esquivado.

Os meus gemidos agora são tudo menos fingidos, no entanto, não deixo que percebam que até estou a gostar, por isso, deixo-os pensar que estou a simular o prazer e mantenho-me passiva enquanto eles vão fazendo o seu melhor para se satisfazerem, e sem o saberem, para me satisfazerem também. Então o que estava à espera de vez, reclama:

- Então pá, já a estás a comer há mais de 20 minutos, vem-te logo ou dá a vez a outro...

- Tem calma que já estou perto...

Ao dizer isto intensifica ainda mais as suas estocadas, fazendo-me soltar gritos que acabam por ser contidos pela verga que tenho enfiada na boca que serve de rolha, fazendo com que se ouçam apenas uns gritinhos.

- A cadelinha está a gostar...

Ele não sabe, mas não poderia estar mais longe da verdade porque naquele momento sinto um vulcão a rebentar entre as minhas pernas, numa torrente de prazer que percorre todo o meu corpo em sucessivas vagas que me fazem estremecer. Dito isso, ele dá-me uma violenta bofetada numa nádega e segurando-me, continua a estocar-me até que alguns minutos, anuncia que se está a vir, começando a fazer umas penetrações mais espaçadas e profundas.

- Toma cadelinha... toma o meu leitinho!

Assim que termina, o que estava sentado encostado ao tronco da árvore, desliza um pouco para baixo e puxando-me, faz-me sentar em cima dele, obrigando-me a cavalgá-lo. Coloco-me em posição e ele esfrega a verga na minha rata até encontrar a minha grutinha. Assim que a sinto à entrada, sento-me sobre ela, soltando um gemido.

O que já se tinha satisfeito retira-se enquanto o outro de pé, coloca-se ao meu lado, agarra-me a cabeça e obriga-me a fazer-lhe um broche. O que está debaixo de mim também está bem servido no que ao tamanho e largura da sua verga. Ele levanta a minha mini-saia para cima para poder observar deliciado à sua verga ser engolida pela minha vagina. Depois puxa-me a blusa e o sutiã para os lados e coloca os meus volumosos seios de fora, acariciando-os e brincando com os meus mamilos já bem erectos.

Entretanto chega o que antes estava de vigia que começa a masturbar-se enquanto levanta a minha mini-saia para espreitar as minhas nádegas, começando a apalpá-las e a dar-lhes bofetadas incentivando-me a saltar. Depois de alguns minutos põe-se de pé e substitui a verga do amigo na minha boca pela sua.

Algum tempo depois, já cansada, não consigo saltar mais, então o que me estava a penetrar deita-me no chão, ficando em cima de mim na posição do missionário e começa a estocar-me com força, fazendo-me gozar novamente e tendo que fazer um grande esforço para não me denunciar. Pouco depois é a vez dele começar a urrar, sinalizando que também se estava a vir.

Satisfeito levanta-se dizendo que eu era uma boa foda. Mal se levanta é substituído pelo terceiro homem, o que tinha estado ali desde o princípio e que louco de tesão, apressa-se a penetrar-me e começa a enfiar com grande rapidez até que em poucos minutos vem-se também. Dos três foi o mais rápido a vir-se. Quando o quarto se preparava para a sua vez, aproxima-se o líder que avisa que o meu marido se aproxima.

Dão-me uma bofetada dizendo-me para ficar calada, voltam a colocar-me a mordaça e arranjam-me as roupas, atirando a minha cueca para o meio da vegetação. O meu marido chega e pergunta-me se tenho fome. Respondo que sim, mas ele dando uma gargalhada diz-me que estou com azar porque não pescou nada.

Entra na roulote e cozinha uma refeição. Sim, ele sabe cozinhar. Ao olhar para o local onde aqueles rapazes tinham desaparecido, percebo que eles permanecem escondidos lá. Não deixo de pensar no que tinha acontecido e do prazer que tinha sentido.

Quando termina vem para fora, monta a mesa e almoça. Só quando termina é que vem buscar-me, leva-me até à mesa e prende-me à mesma, amarrando cada um dos meus pés a uma das pernas da mesa e prendendo-me as mãos respectivamente às outras duas, mas ao contrário dos pés, nas mãos deixa alguma folga.

Nesta posição posso alimentar-me do seu prato, onde deixou apenas algum arroz. E enquanto me alimento, ele retira-se, estende uma rede a uma dezena de metros e deita-se na mesma, adormecendo e começando a ressonar, o que era costume nele quando dormia virado para cima.

De repente apercebo-me de movimentações e ao olhar vejo os jovens a aproximar-se, fazendo o gesto com o dedo junto ao nariz para fazer silêncio. Enquanto três deles ficam a olhar, o quarto, imagino que aquele que ainda não tinha tido a oportunidade, aproxima-se de mim, levanta-me a mini-saia e passa os dedos molhados pela sua saliva na minha rata, enfiando-me logo de seguida a sua verga e empurrando-a com tal violência que não evito um gemido mais alto, o que faz com que todos fiquem paralisados na expectativa.

Não vendo reacção do meu marido que na posição em que se encontrava só nos via caso se levantasse, ele começa a estocar-me com raiva, agarrando-me e apalpando-me as nádegas com igual violência com que se movimenta no vai e vem. A minha rata rapidamente fica lubrificada com a minha excitação. Aquelas vergas novas, cheias de pujança e bem duras, escorregam pela minha gruta com tal intensidade que fazem-me ficar fora de mim em três tempos. Os amigos sussurram-lhe:

- Vamos despacha-te! Enche-lhe essa rata de leite...

Nota-se que ele se está a esforçar porque não consegue aumentar a cadência das penetrações, mas a sua respiração e os seus contidos grunhidos denunciam que está a entregar todas as suas forças físicas com o máximo de empenho, até que ao fim de um bom bocado, sem ter diminuído a velocidade das suas estocadas, vem-se, jorrando todo o seu leite dentro de mim.

Assim que ele se retira, sinto outra verga dura dentro de mim e também esta comporta-se como a anterior, deslizando para dentro e para fora com grande intensidade. Apesar de não conseguir ver que é, adivinho que deve ser o líder deles, tal é a força e o tempo que leva até se vir também dentro de mim. Enquanto ele me penetrava, gozei um delicioso e prolongado orgasmo.

Depois ainda sou comida pelo terceiro e pelo quarto que também se vêem dentro da minha rata. Satisfeitos retiram-se sempre a olhar na minha direcção. O líder permanece perto de mim.

- És uma mulher incrível! Eu adorava comer-te todos os dias... Diz-me, gostaste?

Olhei para ele durante alguns segundos e por fim respondo:

- Sim...

- Eu estou todas as noites no «BARtoloMEU», se quiseres aparece...

Dá-me um beijo nos lábios e desaparece.

 
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