O Dogo Argentino
Publicado em 2015-04-15 na categoria Contos eróticos / Zoofilia


A minha esposa e eu sempre gostamos muito de sexo, joguinhos, aparelhos eróticos, etc. Também as roupas sensuais são uma constante no nosso relacionamento sexual. Vemos vídeos pornográficos como afrodisíaco, os quais apimentam muito o nosso sexo. No entanto, certo dia vimos uns de zoofilia, onde mulheres faziam sexo com cachorros. Ficamos sobreexcitamos...

Morávamos num pequeno apartamento no rés-do-chão de um prédio habitacional, um T2 com cerca de 100 metros quadrados, com o nosso filho de 8 anos de idade, que no seu ultimo aniversário recebeu como presente do padrinho, um irmão da minha esposa, um cachorro com menos de um ano de idade.

Desde logo percebemos que iria ser um cão de grande porte.

- Epá, achas que temos condições para termos aqui um cão tão grande? - Reclamei.

O meu filho não cabia em si de contente

- Não vejo por que não...

- Epá... se lhe querias dar um cão, davas-lhe um cão de raça pequena...

- Nem pensar! Afilhado meu não anda com porta-chaves...

- E então, que raça é essa?

- Este é um Dogo Argentino... É um cachorro de forma atlética, tipo normal e com umas proporções bem balanceadas... Ele é dotado de uma forte musculatura, mas não deixa de ser um cão bastante ágil, com um aspecto potente... dando a impressão de força e energia, em contraste com a expressão dócil e amistosa... eles são brancos, de pelo liso, curto e brilhante...

- Lá estás tu com conversa de vendedor... esse cão só vai dar problemas quando começar a latir...

- Enganas-te, ele está considerado um cachorro silencioso, logo apto a viver em apartamentos... Tem um bom olfato, é um excelente farejador, é ágil, forte, rústico e acima de tudo, valente.

- Pois, pois... forte e mau...

- Não, não... ele não apresenta nenhum sinal de agressividade com o ser humano e demonstra submissão incondicional ao dono...

- Cresce muito?

- Bem, sendo um cachorro de grande porte... atinge um tamanho aí entre os 60 e 65 cm de altura, medidos sempre a altura da cernelha e de acordo com o standard internacional desta raça. Quanto ao peso, pode variar entre os 37 e os 43 kg.

- Lá grande é...

- Apesar de ser grande, esta é uma raça dócil e tranquila com a família... Tem muita paciência com as crianças e adora brincar, sendo também um óptimo cão guarda... e é muito inteligente!

Apesar de todos estes predicados, a minha esposa e eu ficamos bastante relutantes, mas acabamos por aceitar aquele novo membro da família. Os argumentos finais que nos convenceram, foi que ele tinha todas as vacinas em dia, chip e até já tinha algum treino de obediência.

- Ouve lá... ele passeia ao teu lado, sem se adiantar, atrasar ou afastar... fica sentado à ordem até receber ordem contrária... fica deitado até receber ordem em contrário... vem ao chamamento e controla-se com ou sem trela... Ah, e outra questão muito importante, ele aprendeu a recusar todo e qualquer alimento oferecido por estranhos, que apareça na rua, ou que seja atirado para dentro do teu terraço...

- Ok... pronto... convenceste-me... estes vendedores têm cá uma conversa!

Sim, o meu conhado é vendedor comissionista, tem o dom da palavra e é bastante convincente.

Nos meses seguintes, as coisas em casa continuaram normais. O meu cunhado não tinha mentido nem exagerado nas apreciações ao cão. Não me lembro de o ter ouvido ladrar, era de facto muito afável, obediente e inteligente. Como se costuma dizer, só lhe faltava falar!

Ele dormia sempre no quarto do nosso filho, excepção feita quando ele ficava de castigo. Nesses dias, ele vinha dormir no nosso quarto. O cão não estranhava porque tínhamos uma "cama" almofadada onde ele dormia.

Entretanto aconteceu uma situação curiosa. A minha e eu fazemos sexo com a luz acesa, e numa dessas ocasiões, estando o Cookie no nosso quarto, a minha esposa reparou que ele estava sentado a olhar muito fixamente para nós enquanto fazíamos sexo.

Começamos a trocar uns beijos e carícias e subi para cima dela, acabando por a penetrar na posição do missionário. Depois de alguns minutos de acção, saí de cima dela e virei-a de lado, deitando-me por trás dela para voltar a meter. Foi nesta posição que ela, virada para o cão, viu-o a olhar para nós.

- Querido, já viste a atenção dele no que fazemos?

Levanto a cabeça e espreito por cima dela.

- É verdade... deve estar a pensar, que sorte a deles!

- Não sei se me sinto bem com ele ali a olhar para nós...

- Então? É só um cão... deixa-te disso...

Como ela continuou a reclamar, alguns minutos depois, viro-a para baixo, ponho-a de quatro e de joelhos atrás dela, continuo a meter com raiva, olhando para o cão, como que a dizer-lhe, querias, não querias? Contenta-te a ver!

Na verdade a presença dele parecia criar em nós um certo desconforto. Apesar de estar excitado, não me conseguia vir. Deito-me e peço a minha esposa para me chupar a verga. Ela coloca-se de quatro, baixada com com o rabo no ar. O cão deve ter entendido aquilo como um convite.

Dá um salto para a cama e tenta montar a minha esposa que assustada e desesperada tenta com alguma dificuldade livrar-se dele, uma vez que ele agarra-a com firmeza pela cintura, começando a fazer os gestos de cópula.

- Não Cookie, não!... - Repetia ela.

Ao ver o que estava a acontecer, ordeno de forma peremptória:

- Cookie quieto, senta!

Ele obedece de imediato. O seu membro exibe aquela ponta vermelha. O sexo acabou ali mesmo. Ela foi-se lavar queixando-se que ele tinha conseguido esfregar o seu pénis nos seus lábios vaginais. Não castiguei o cão. Ele tinha agido por impulso, sem maldade. A minha esposa também percebeu isso. Depois, mais calmos, ainda rimos...

A situação repetiu-se mais tarde, por várias vezes, mas agora, eu dava a ordem para ele ficar quieto e ele obedecia, apesar de ficar excitado com aquela cabeça vermelha de fora. Era por demais evidente que ele tinha noção que estávamos a fazer sexo.

Até que num fim de tarde, na periferia da cidade, estando preso num congestionamento na companhia da minha esposa, não a ouvindo falar pensei que ela estava distraída nos meus pensamentos. Então, ao olhar para ela, percebi que estava com os olhos vidrados em algo na calçada do outro lado da rua. Do outro lado, havia um grupo de cães, onde um estava a meter com grande velocidade numa cadela. Pouco depois, ficam os dois engatados enquanto os outros desesperados deambulavam em torno deles.

- Estás a gostar? - Perguntei.

- Ah? O quê? -  Responde meio sem jeito, disfarçando.

Referi a situação da cadela na calçada, ela sorriu respondendo que nem havia percebido. Sem aviso enfiei a mão no meio das suas pernas. Como estava de saia, não foi difícil chegar ao seu sexo. Ela tapa-se com um casaco e eu comecei a acariciá-la. Ela não demorou a ficar com a calcinha ensopada e a gemer dissimuladamente. Masturbei-a até a fazer gozar.

À noite, já em casa, não consegui esquecer o ocorrido. Bastava-me lembrar dos factos e o meu cacete ficava duro quase a estourar. Comecei a acariciar o rabo da minha esposa que dormia. Ela acordou, sorriu, dizendo:

- Tu hoje estás insaciável!

- Não consigo esquecer a cena da cadela com os cachorros...

Ela deslizou a mão pela minha perna encontrando a minha verga já dura. Acariciou-a levemente, baixou a minha cueca e começou a bater uma punheta deliciosa.

- Tu não ficaste excitada com aquela cena?

- Nem por isso...

- Só de imaginar-te a dar para o Cookie quase gozo de prazer...

- Estás louco?

- Completamente... estou louco de tesão!

- Achas-me capaz de ter sexo com um cão?

- Por que não?

- Francamente! É um animal!

- E nos somos o quê? ETs?

- Somos animais... mas somos diferentes...

- Confessa aí... já vimos filmes e tu ficaste excitada...

- Sim... mas uma coisa é ver e outra fazer...

- E tu nunca te imaginaste no papel daquelas mulheres?

- Já... mas...

Comecei a beijá-la suavemente no pescoço, podia ver o bico dos seus seios enrijecer, passei a língua lentamente na sua aureola, enquanto mordiscava levemente os bicos. Fiquei ali uns 15 minutos, a chupar, lamber e beijar, enquanto a acariciava. Depois desci suavemente a minha língua até encontrar o seu monte de vénus, onde dei longos beijos, e pude perceber a rodela que fazia no lençol, aquele líquido insípido e delicioso que escorria da sua rata, tal era o seu nível de excitação.

Enfiei a minha língua bem lentamente e fundo lá dentro. Os gemidos eram baixos, porém, muito excitantes. Quanto mais eu mexia a língua, mais aumentava o volume dos seus gemidos. Foi então que me passou a loucura pela cabeça. Sem pensar duas vezes, levantei-me rápido abri a porta do quarto, dirigi-me ao quarto do nosso filho e trouxe comigo o Cookie.

- O que vais fazer? - Pergunta ela.

- Eu nada! Tu é que vais...

- Homem... tem juízo nessa cabeça...

- Calma... relaxa... senta-te aqui na beira da cama...

- Não... eu não quero...

- Oh... anda lá... faz-me a vontade...

Ela relutante obedece.

- Anda Cookie!

Ao chama-lo dou um toques na perna da minha esposa. Ele aproxima-se com o rabo a abanar, mas não faz nada. Passo a mão no sexo da minha esposa e ofereço-a ao cão. Ele lambe-a de imediato. Aproximo a minha mão novamente do sexo dela e chamo-o novamente. Ele obedece, aproxima-se, cheira-a encostando quase o focinho, dá-lhe duas lambidas e agasta-se novamente.

- Deixa estar o animal... não o obrigues a fazer isso, coitado...

- Coitado nada... é só questão dele perceber o que queremos... já sei... coloca-te de quatro no chão...

Ela despe-se por completo e coloca-se na posição indicada.

- Anda Cookie!

Chamo-o novamente dando umas pequenas palmadas nas nádegas dela. Desta vez ele parece perceber o que quero. Aproxima-se dela e tenta montá-la de forma desajeitada, fazendo os movimentos de cópula no ar. Depois afasta-se dela.

- Esquece isso querido...

- Não...

Insisto, chamando-o. Ele volta a montá-la, mas repete novamente os movimentos em seco durante alguns segundos, afastando-se depois. A terceira tentativa também não corre bem, mas a seguinte é coroada de sucesso. Assim que ela a monta e começa a fazer os movimentos, ouço-a soltar um suspiro muito repentino.

- Entrou? - Pergunto expectante.

- Sim... sim... - Responde ela titubeante.

- Estás bem?

- Sim!

O Cookie fode-lhe a rata com penetrações bastante rápidas. A minha excitação é tanta que, mesmo sem tocar no meu pénis, sinto que vou vir-me a qualquer momento. A curiosidade faz-me agarrar-lhe a cauda para o lado para confirmar que ele está de facto a enfiar na minha esposa.

Ela está completamente quieta, de quatro, a gemer em silêncio, enquanto ale continua a meter naquele ritmo impressionante durante uns bons dois minutos até que por fim pára. Tenta de imediato sair de cima dela, mas eu ordeno-lhe para ficar quieto. Ele obedece à minha ordem, mantendo-se na mesma posição, enquanto arfava com a língua de fora. Ela entretanto avisa algo assustada e surpresa:

- Está a inchar!

Levanto-lhe a cauda e vejo a verga dele toda enfiada na rata dela com o bulbo a aumentar de tamanho. .

- Calma querida... é só o bulbo dele... isso é normal, fica tranquila.

- Vamos ficar colados?

- Colados? Não querida...

Expliquei-lhe então o porquê daquela situação.

- Durante quanto tempo vamos ficar atrelados?

- Uns 10-15 minutos... que podemos aproveitar...

Sentei-me á frente dela e ofereci-lhe a minha verga. Ela percebeu o que eu queria e começou a fazer-me uma bela mamada, usando só a boca. Enquanto se apoiava na cama com o cotovelo esquerdo e com a mesma mão, segurava-me a verga, com a outra começou a masturbar o seu clitóris.

Como ela se ia mexendo, os seus movimentos faziam com que a verga dele exercesse algumas pressão e fricção dentro dela o que, aliado ao sentimento de se sentir possuída por um animal, aumentava exponencialmente a sua excitação, pelo que não demorou muito a gozar, não um, mas vários orgasmos com alguns segundos de intervalo.

Tinha sido a primeira vez na sua vida que tinha experimentado aquela situação. Apesar de estar profundamente excitado por a ver gozar daquela forma e com o nosso próprio cão a comê-la, não pude deixar de sentir inveja por eu nunca lhe ter proporcionado todo aquele prazer que ela estava ali a sentir.

Eu próprio não aguentei mais e brindei-a com o meu leite que ela fez questão de tragar até à ultima gota.

Por fim, ao erguer-se um pouco, o Cookie assumiu o movimento como "ordem" para sair de cima dela e afasta-se ainda com aquela verga vermelha completamente erecta, e que verga que ele tinha! Fomos de imediato tratar da nossa higiene e quando regressamos já ele estava recuperado, deitado ao fundo da cama.

 
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