A madrasta adormecida
Publicado em 2017-05-25 na categoria Contos eróticos / Grupo


O almoço daquele domingo em família teria corrido como todos os outros não fosse pelos nossos pais terem abusado das bebidas alcoólicas, misturando mesmo vários tipos de licores. Foi uma combinação diabólica. Estávamos todos bastante divertidos, o dia estava particularmente quente e o tema da conversa eram as bebedeiras do passado. Beberam literalmente até ficarem KO. De repente, vimos a oportunidade de comer a nossa madrasta...

Ficamos órfãos de mãe relativamente novos. Após vários namoros falhados, o nosso pai lá acabou por se apaixonar pela Ana, uma mulher divorciada, sem filhos. Ela era alta, bonita e muito bem constituída fisicamente. Não era propriamente magra, mas também estava muito longe de ser gorda. Como se costuma dizer, era larga de ossos.

Era caso para dizer que era uma mulher com tudo no sitio. Prezava muito a boa forma física e para a sua idade, 38 anos, tinha um corpo de fazer inveja a muitas mulheres muito mais novas. O facto de fazer ginásio três vezes por semana, dia sim, dia não, ajudava-a a manter-se em forma.

Apesar de ser nossa madrasta, o meu irmão e eu nunca deixamos de a ver como uma mulher, fruto também dos nossos desejos mais carnais, apesar de a tratarmos por mãe. Sempre que podíamos, e de forma muito dissimulada, gostávamos de lhe tirar as medidas. Também comentávamos entre nós os dois sobre os seus atributos físicos.

Certa vez, disse mesmo ao meu irmão que se os meus olhos fodessem, ela já tinha engravidado há muito tempo!

No entanto, nunca fomos incorrectos com ela, nem lhe insinuamos o que quer que fosse. Acima de tudo, era para todos os efeitos nossa mãe e merecia o nosso total respeito.

Mas naquele domingo as coisas descambaram. Depois de tanto beberem, ficaram os dois completamente KO. O almoço foi no jardim, à sombra de uma árvore. Como os cadeirões eram enormes, de vime, almofadados, eles ás páginas tantas recostaram-se para trás e caíram no sono.

O meu irmão e eu estávamos agarrados aos nossos smartphones a jogar, para não variar. Mas rapidamente voltei a minha atenção para a nossa madrasta. Nesse dia a Ana vestia uma saia larga e comprida de linho, branca, com uma cuecas fio dental á cor e uma pequena blusa, também branca.

Ao olhar para o seu corpo inerte, deixei a minha mente vaguear por caminhos pecaminosos. A minha pulsação começou a acelerar ao imaginar que podia aproveitar a oportunidade para fazer algo mais do que olhar... podia, aproveitar para lhe tocar no corpo...

Era algo que nunca tinha feito... Só o simples facto de pensar naquilo fez-me ficar com uma erecção descomunal.

A minha boca fica seca. Passo a língua pelos lábios, mas isso de pouco me vale. Olhei para o meu irmão. Vejo-o a olhar fixamente para mim.

Sorri para mim. Parece que está a adivinhar os meus pensamentos. Olha para o nosso pai que ressona e então levanta-se e aproxima-se da nossa madrasta. Toca-lhe no ombro, chamando-a. Ela mal reage.

Volta a olhar para mim com um rasgado sorriso estampado na cara.

Mantendo a sua mão sobre o ombro dela, acaricia-o gentilmente, mirando-a à espera de uma reacção dela, mas parece que está completamente apagada.

Então faz o impensável...

Desliza a mão lentamente até chegar ao peito dela. Volta a olhar rapidamente para mim. Os nossos olhares cruzam-se numa fracção de segundos. Ele engole em seco e olhando para ela fixamente, apalpa-lhe lentamente o seio.

Ela continua a não reagir...

Ele passa para trás do cadeirão dela e então começa a apalpar-lhe com extremo cuidado ambos os seios. A nossa expectativa é enorme, assim como o medo dela poder acordar de repente, apanhando-nos.

Mas os segundos vão correndo e ela nem mostras dá de poder reagir.

Não aguento mais o tesão e levanto-me do meu cadeirão para me aproximar deles, ajoelhando-lhe aos pés dela. Coloco a minha mão direita na perna dela, ainda junto do tornozelo e começo lentamente a subir pela perna acima enquanto lhe faço delicadas carícias, sempre a olhar para ela, tentando adivinhar uma reacção sua.

Mas nada. Ela está completamente apagada.

Quando a minha mão chega ao meio do interior da sua coxa, sinto que fico ainda com uma excitação maior. Parece que o meu membro vai rebentar com o fecho das minhas calças. A minha pulsação acelera tanto que só por isso começo a transpirar profusamente.

Todo o meu corpo treme de emoção.

Até que toco directamente na sua calcinha. Nesse momento a minha comoção era tal que parecia que me ia dar qualquer coisa. O meu coração batia tão violentamente que parecia que me ia sair pela boca. As minhas próprias veias pareciam que queriam rebentar.

Depois de acariciar o seu sexo por alguns segundos, voltei a acariciar-lhe a coxa. Por pouco tempo. Enchendo-me de coragem, puxo-lhe a saia para cima, descobrindo-a por completo. Agora posso... podemos, visionar a totalidade das suas coxas e as calcinhas rendadas que lhe cobrem o sexo.

A minha excitação sobrepõe-se ao medo e começo a acariciar-lha as coxas com ambas as mãos. O meu irmão, visivelmente excitado, puxa-lhe a blusa para cima, descobrindo-lhe também os seios que continuam "semi-escondidos" no sutiã que não os tapa totalmente.

No inicio, apalpa-lhe os seios sobre o sutiã, mas rapidamente passa as mãos por baixo dele para os acariciar directamente. Olhamos um para o outro várias vezes, em trocas de olhares repentinas.

Ela continua sem reagir, enquanto pelo ar apenas ecoa o ressonar do nosso pai.

Sentindo-me cada vez mais confiante, torno-me mais ousado. Agarro-lhe a cueca e puxo-a, tirando-lha. Agora posso ver o seu sexo em plenitude. Está completamente rapado. Daquela racha surgem uns tentadores lábios rosados. Aproximo os meus dedos e acaricio-os.

Seguidamente abro-lhe as pernas, posicionando-me entre elas. Aos poucos vou ganhando mais confiança nas minhas carícias. Ela também e finalmente começa a mostrar algumas reacções, mexendo-se no cadeirão e soltando pequenos gemidos.

Então balbucia algumas palavras:

- Querido... hummmm... agora não... agora não... hummmm...

Apanhamos um susto de morte. Mas ela não acorda. Rapidamente baixamos a roupa dela. Ela remexe-se um pouco no cadeirão, sem mais.

Alguns minutos depois retomamos as nossas carícias. Ela volta a reagir. Abre a boca e começa a respirar de forma mais ofegante, enquanto vai gemendo muito baixinho.

- Hummm... é tão bom querido... hummm...

O meu irmão agora decide ir mais longe e começa a lamber-lhe os bicos das mamas que rapidamente ficam erectos e duros. Ela começa então a contorcer-se ligeiramente no cadeirão.

- Sim... sim... hummm... sim... sim... mais... mais...

As reacções dela torna,-se agora mais evidentes, mas ela está tão encharcada, que é como quem diz, enbriagada, que não consegue abrir os olhos e mal se consegue mexer. Ela bem tenta mexer os braços que estão caídos ao longo do corpo, mas mal consegue controlá-los, movimentando-os ligeiramente e de forma muito torpe.

- Anda querido... chupa-me o grelinho... anda... chupa-mo... anda... anda... chupa-mo...

Estando encaixado entre as suas pernas obedeço ao seu pedido...

Rodeio as suas coxas com ambos os meus braços, como se as estivesse a abraçar e começo a lamber-lhe a racha. Depois, fazendo um pouco de pressão, faço-a escorregar para o interior da racha dela, que começa a ficar toda humedecida.

- Ai... ai... ai...ai que bom... ai... ai... mais.. mais... ai... mete a língua... mete...

Intensifico as minhas lambidelas, fazendo-a contorcer-se ainda de prazer mais no cadeirão. Com isso, começa a escorregar para baixo até cair no chão. Felizmente estávamos no jardim, com uma relva relativamente alta que lhe amorteceu a queda.

Ela estava tão "grogue" que mal se queixou.

Mantendo-me encaixado entre as suas pernas, continuo a chupar-lhe o grelinho, enquanto lhe vou acariciando as coxas. O meu irmão entretanto continua entretido a apalpar-lhe a a chupar-lhe as mamas.

Ela então começa a contorcer-se ainda mais e a soltar uns sonoros gemidos.

- Ai, querido... que bom... chupa... chupa... ai... chupa... ai... ai... vais-me fazer gozar... ai... ai... ai...

Os seus gemidos intensificam-se cada vez mais, pelo que, com receio de despertarmos o nosso pai, o meu irmão coloca-lhe a mão na boca. Em boa hora o fez porque ela quase gritou de prazer quando a minha língua lhe proporcionou um violento orgasmo.

Tivemos literalmente que a agarrar para a segurar. Eu estava tão excitado que não parei nem um segundo de a chupar. O meu irmão pelo contrário, limitava-se a tentar segurá-la.

Ao vê-la gozar daquela maneira, não resisti. Desapertei as minhas calças, tirei o meu membro para fora.

- O que vais fazer? Tás maluco? - Pergunta o meu irmão.

Sem cerimónias enfio-o naquela grutinha tão quentinha e húmida, soltando um profundo gemido de prazer.

Ao sentir-se penetrada pelo meu membro duro como uma barra de aço, ela solta um suspiro mais profundo enquanto arqueia o seu corpo.

Depois de ter empurrado até ao fundo e de assim permanecer meia dúzia de segundos para desfrutar aquela divina sensação, começo então a deslizar para fora e para dentro. Primeiro, fazendo-o com uma relativa lentidão, mas rapidamente comecei a penetrá-la com mais vigor.

O meu irmão não aguenta o tesão e segue-me. Desaperta as suas calças, tira o seu membro e começa a esfregá-lo na boca da nossa madrasta. Ela instintivamente vira um pouco a cara para o lado para poder abocanhar o membro do meu irmão.

Este não se limita a enfiá-lo na boca dela, segurando-lhe a cabeça com um mão e o membro com a outra, começa também a fazer um vai e vem. Ela está tão fora de si que nem tem consciência que está a levar com duas vergas!

Tudo aquilo é demais para mim e atinjo de imediato o meu climax fazendo jorrar todo o meu leite para dentro da sua vagina. As golfadas seguem-se umas às outras, fazendo-me gemer de prazer como nunca antes tinha gozado.

O meu irmão também não demora muito para se vir dentro da boca dela...

Ela engasga-se, mas entre a tosse, lá acaba por engolir grande parte do leite dele. Vendo a "aflição" dela, ele tira a verga para fora e acaba de se vir sobre a cara dela.

Ainda com alguma tosse, vir-se de lado e apaga-se por completo, caindo num sono profundo.

Vesti-mo-la novamente. Fomos buscar as almofadas do cadeirão tipo sofá, pousa-mo-la na relva e fizemos a nossa madrasta deslizar para cima delas. Assim, parecia que se tinha deitado nela para tirar uma sesta.

Tudo isto não demorou mais de cinco minutos, mas foi o tempo suficiente para, ao olhar para o corpo dela, sentir uma nova erecção.

Rapidamente subi-lhe a saia para cima e voltei a tirar-lhe a cueca. Como ela estava deitada de bruços, ergui-lhe um pouco a perna direita e encaixei-me por trás dela, segurando a minha verga. Faço-a deslizar pelo rego das nádegas até encontrar novamente a sua grutinha e empurro.

- Aaaaaiiiiiii...

Ela desta vez reage de uma forma mais dorida e tenta afastar-se. "Talvez esteja ainda muito sensível", penso para comigo. Agarro-a para a prender contra mim e continuo a enfiar. Estranhamente sinto-a mais apertada. Questiono-me se será por ela estar naquela posição.

- Aiiiiii... aaaaiiiiiii... aaaaiiiiii... aaaaiiiii...

Apesar dos seus constantes gemidos e sinais de algum desconforto, ignoro-os e continuo a fazer o vai e vem, apesar de ter que fazer alguma força para conseguir enfiar, o que consigo com alguma dificuldade.

O meu irmão que entretanto começara a bater uma punheta com uma mão e a vai acariciando com a outra, descobre o motivo dos queixumes dela e avisa-me em voz baixa:

- Oh pá, tu estás a meter-lhe no cu!

Ao ouvir aquilo parei de enfiar. Estava explicada a razão.

Decidi continuar. De qualquer forma, já conseguia meter com relativa facilidade e ela própria já parecia gemer de prazer.

Então o meu irmão faz uma jogada ousada. Deita-se de lado, de frente para ela e empurra-a um pouco para trás, na minha direcção, fazendo-a ficar semi-deitada sobre mim. Depois aproxima-se dela e fazendo uns malabarismos com as pernas, lá consegue penetrá-la também.

Só que nesta posição, por causa do peso do corpo dela, eu mal me consigo mexer, sendo apenas ele que faz os movimentos de vai e vem.

Chateado com a situação, empurro-a para ele, fazendo-a agora ficar semi-deitada sobre ele, invertendo os papeis. Agora sou eu que posso fazer o vai e vem enquanto ele mal se consegue mexer.

Percebemos que tínhamos que nos coordenar e procuramos manter-la de lado, ensanduichada entre nós. E entre ambos, segurava-mos a sua perna para cima para podermos enfiar mais à vontade.

Então aconteceu algo que não estávamos à espera. Ela abraça o meu irmão e começa a acariciá-lo e com a mão que tem livre, ora vai incentivando-o a ele ou a mim para metermos com mais força, colocando a mão sobre as nossas nádegas e empurrando-as contra ela.

- Sim, querido... mete... mete... com força... mete... ai... ai que bom... mete... mete... anda... mete... com força... mete... mete... anda... anda... com força... ai... ai...

Entretanto o sortudo do meu irmão ia chupando-lhe as mamas, enquanto eu só podia lamber-lhe a nuca. De vez em quando ia metendo o olho no meu pai que lá continuava a ressonar. nem quero pensar no que aconteceria se ele acordasse, ou até se a nossa madrasta tivesse consciência que não estava com o marido ou a ter um sonho sexual do outro mundo, uma vez que estava a ser comida à frente e atrás. 

Finalmente, ele veio-se primeiro. Os seus gemidos mexeram comigo e acabei por gozar também. Deixá-mo-nos ficar entalados nela alguns minutos. No meu caso, foi o facto do meu membro ter murchado e encolhido que o fez sair do rabo dela.

Voltamos a vesti-la e regressamos aos nossos cadeirões. Mesmo a tempo porque minutos depois o nosso pai acordou com dores nas costas por estar deitado numa má posição. Ajuda-mo-lo a ir para o quarto e a deitar-se na cama, caindo novamente no sono

Ao regressarmos ao exterior, já sentíamos a nossa excitação regressar... ia-mos ter novamente acção!

 
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